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	<title>Blog do Favre &#187; RATP</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Livro com fotos de mulheres nuas no metrô de Paris coloca as autoridades francesas em alerta</title>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 19:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
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		<description><![CDATA[ 

 
© Foto de Jam Abelanet.
 Um livro com imagens de mulheres nuas circulando pelo metrô de Paris, publicado pelo fotógrafo francês Jam Abelanet, colocou as autoridades francesas em alerta. A RATP, órgão responsável pela administração do metrô, teme que as pessoas passem a &#8220;imitar&#8221; as fotos de Abelanet, provocando uma invasão de &#8220;peladões&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://imagesvisions.blogspot.com/2008/05/livro-com-fotos-de-mulheres-nuas-no.html"><br />
</a></h3>
<div style="text-align: center" align="center"> <strong><img src="http://medias.lepost.fr/ill/2008/05/21/h-20-1196146-1211367334.jpg" alt="Nus dans le métro." title="Nus dans le métro." border="0" height="309" width="466" /></strong><span style="font-size: 78%"><span class="fonte"><br />
© Foto de Jam Abelanet</span></span>.</div>
<p style="text-align: left"> <span lang="PT-BR">Um livro com imagens de mulheres nuas circulando pelo metrô de Paris, publicado pelo fotógrafo francês <span style="font-weight: bold">Jam Abelanet,</span> colocou as autoridades francesas em alerta. A RATP, órgão responsável pela administração do metrô, teme que as pessoas passem a &#8220;imitar&#8221; as fotos de Abelanet, provocando uma invasão de &#8220;peladões&#8221; nas estações e trens. </span></p>
<p><img src="http://medias.lepost.fr/ill/2008/05/21/h-20-1196147-1211367371.jpg" alt="Nus dans le métro." title="Nus dans le métro." align="right" border="0" height="196" width="296" />A RATP pediu ainda que Abelanet retire do livro algumas poses consideradas mais perigosas, alegando também que há risco de acidentes caso as pessoas tentem imitá-las.Em entrevista ao site do &#8216;Le Post&#8217;, Abelanet admitiu que não pediu autorização ao metrô parisiense para tirar as fotos. Por isso, na edição final do livro, foi obrigado a apagar todos os logotipos da RATP das imagens. Fonte: G1<o:p></o:p></p>
<p><a href="http://www.jam-abelanet.com/" target="_blank"><span lang="PT-BR">www.jam-abelanet.com</span></a></p>
<div style="text-align: center"><strong><img src="http://medias.lepost.fr/ill/2008/05/21/h-20-1196145-1211367120.jpg" alt="Nus dans le métro, " title="Nus dans le métro, " border="0" height="274" width="413" /></strong></div>
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		<title>O transporte público em questão</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 10:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos post mais comentados foi sobre o transporte público na cidade de São Paulo. O artigo Quem o pariu, que o embale  suscitou muitas reações.
Gostaria comentar a nota do leitor Sérgio, que reproduzo a seguir:
Comentado por Sérgio em 04 Abril 2008 às 10:12 am:
Esse comentário do Favre só é aceitável se entendido como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/congestionamento2.jpg" title="congestionamento2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/congestionamento2.thumbnail.jpg" alt="congestionamento2.jpg" align="left" /></a>Um dos post mais comentados foi sobre o transporte público na cidade de São Paulo. O artigo <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/03/quem-o-pariu-que-o-embale/" rel="bookmark" title="Permanent Link: Quem o pariu, que o embale">Quem o pariu, que o embale</a>  suscitou muitas reações.</p>
<p>Gostaria comentar a nota do leitor Sérgio, que reproduzo a seguir:</p>
<p style="background-color: #ffff99"><font face="tahoma,arial,helvetica,sans-serif">Comentado por Sérgio em 04 Abril 2008 às 10:12 am:</font></p>
<p style="background-color: #ffff99"><font face="tahoma,arial,helvetica,sans-serif">Esse comentário do Favre só é aceitável se entendido como um desabafo de um marido. Jamais como de um cidadão normal.<br />
1) A sra. Marta, durante o seu governo, destinou no orçamento da prefeitura exatamente R$ 1,00 por ano para ajudar nas obras do metro, não dando a menor importância para os convênios entre os governo municipal, estadual e federal para ampliação da linha. E o pior não dando a menor importância para uma população enorme que a elegeu.<br />
2)Corredor de ônibus é um lixão, especialmente os últimos que foram feitos.<br />
É só dar uma olhada na Av. Rebouças. Corredor de ônibus pode ser bom para país africano mas para uma das maiores cidades do mundo a solução é metro e isso não se constrói com R$ 1,00 por ano ouviu dona Marta.<br />
3)O Sr. Favre fala como se fosse um ignorante (qualidade de quem ignora alguma coisa) mas na verdade é uma roposa velha. A construção do Rodoanel se daria através de um convênio entre município, estado e União, com participação financeira de todos, tendo em vista o alto custo da obra e os diversos benefícios que seriam obtidos (escoamento melhor da produção ajudando inclusive as EXPORTAÇÕES, melhoria do trânsito na cidade de são Paulo, etc… Até 2002 esse convênio funcionou muito bem. Basta passar pelo Rodoanel e ver o que foi construido. Mas a partir de 2003 o governo federal simplesmente cortou do orçamento da União sua participação no projeto.<br />
Em resumo: É TUDO FARINHA DO MESMO SACO SIM…<br />
E para encerrar: A globo é do governo. Em troca o governo dá para a Globo anunciantes como a Petrobrás, Caixa, Banco do Brasil, Correios ….só não enxerga os manipulados pela nova elite do Brasil, instalada no poder em 2002.</font></p>
<p>Evidentemente todos os leitores estão convidados a participar desta discussão. Vou limitar minhas ponderações a itens que me parecem importantes. Deixarei de lado a deselegância de considerar que minhas opiniões seriam o &#8220;desabafo do marido&#8221; e não uma convicção, certa ou errada, produto do meu discernimento. Mesmo nisto vejo um progresso, no machismo é geralmente a opinião da mulher que está determinada por seu marido e aqui é o contrário. Um avanço em certa maneira.</p>
<p>Mas vamos aos argumentos. No primeiro ponto o Sr. Sérgio investe contra os corredores e defende o metrô, <em>en passant</em> acusa a gestão Marta Suplicy de ter dado R$ 1 para a construção da rede de metrô.</p>
<p>Conheço alguns países da África e nenhum deles comporta corredores de ônibus nas suas cidades (pelo menos os que eu conheço). Já Paris, cidade onde vivi durante 35 anos e onde nasceram meus filhos, já tinha corredores de ônibus quando pela primeira vez a vi em 1969. A novidade é que o atual prefeito, reeleito faz poucos dias, transformou a capital da França em canteiro de obras de&#8230; corredores.</p>
<p>Fiz algumas fotos para vocês perceberem que a escolha em Paris tem sido por corredores segregados fisicamente. Eles cortam as avenidas quase no meio. Tem em quase toda a cidade, o atual prefeito generalizou esses corredores em quase todas as principais avenidas.</p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/o-transporte-publico-em-questao/4423/" rel="attachment wp-att-4423" title="corredor_bus_paris.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/o-transporte-publico-em-questao/4423/" rel="attachment wp-att-4423" title="corredor_bus_paris.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/corredor_bus_paris.jpg" alt="corredor_bus_paris.jpg" /></a></div>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/o-transporte-publico-em-questao/4424/" rel="attachment wp-att-4424" title="corredor_bus_paris3.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/o-transporte-publico-em-questao/4424/" rel="attachment wp-att-4424" title="corredor_bus_paris3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/corredor_bus_paris3.jpg" alt="corredor_bus_paris3.jpg" /></a></div>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/o-transporte-publico-em-questao/4425/" rel="attachment wp-att-4425" title="corredor_bus_paris2.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/o-transporte-publico-em-questao/4425/" rel="attachment wp-att-4425" title="corredor_bus_paris2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/corredor_bus_paris2.jpg" alt="corredor_bus_paris2.jpg" /></a></div>
<p>Outro aspecto interessante é que Paris, primeira cidade a construir o metrô no mundo há mais de 100 anos, conta hoje com uma das melhores redes de metrô cobrindo toda a cidade e interligada com as cidades vizinhas com o metrô <strong>RER</strong>. Mesmo assim, ela conta com uma extensa rede de ônibus que cobre toda Paris.</p>
<p>A opção das autoridades municipais tem sido hoje privilegiar os corredores para tirar os carros das ruas, dificultando ao máximo transitar com carro (a ampliação dos corredores visa a permitir fluidez no transporte público e ao mesmo tempo &#8220;travar&#8221; a circulação dos carros para obrigar os motoristas a usar o &#8220;bus&#8221; ou o metrô).</p>
<p>O metrô de Paris, como o de São Paulo, não é de responsabilidade da prefeitura. A empresa do metrô (<strong>RATP</strong>) é uma autarquia dirigida pela região <strong>Ile de France</strong>, a qual investe com aporte do governo central na modernização do sistema em permanência.</p>
<p>Já o metrô de São Paulo foi retirado da alçada municipal e passou sob controle do governo estadual desde a época do prefeito Mário Covas. O argumento, não sem justificativa, é que o município não tinha condições financeiras para guardar o controle acionário, além de passar ao PMDB, na época de Franco Montoro, o controle de um elemento chave dos investimentos federais em transporte. Formalmente, porem, a prefeitura é detentora de uma pequena participação acionária, mas nunca é consultada sobre nada a respeito do metrô. Nem para o traçado das linhas projetadas na própria cidade ela é associada a qualquer definição.</p>
<p>O Sr. Sergio destacou que na rubrica do orçamento figurava R$ 1 simbólico, para permitir eventual remanejamento de verbas para contribuir com obras do metrô, para mostrar o descaso com o assunto. É de bom guerra. Seria fácil retorquir que no atual orçamento de Kassab esse valor é de R$ 1.000, ou seja sensivelmente igual pelo menos para construção de metrô. Mas não é esta a questão.</p>
<p>A questão é que o endividamento da cidade de São Paulo e a destruição da quase totalidade dos seus serviços durante a administração Pitta, deixou um legado particularmente pesado em matéria de transporte público sob responsabilidade direta e exclusiva do município: o sistema de ônibus estava destruído. Para não falar na falência do PAS e a situação nas demais áreas.</p>
<p>Em paralelo, o governo estadual e o governo federal, dominados pela mesma força política, o PSDB, nada se dispôs a fazer para ajudar financeiramente a cidade. Não tinha obrigação legal a faze-lo, mas seguramente que se Mário Covas, que apoiou Marta Suplicy, não tivesse falecido prematuramente está colaboração solicitada na época pela própria prefeita, teria prevalecido.</p>
<p>De seu lado, responsável pela venda de quase todo o patrimônio estadual nas privatizações, e diretamente responsável pelo metrô, o governo Geraldo Alckmin quase nada fez para expandir ou melhorar a rede do metrô de São Paulo. O PSDB no governo estadual com Alckmin e no governo federal com FHC, construíram o equivalente a 800 metros por ano, sucatearam os investimentos em manutenção e deixaram para o governador Serra uma rede em quase colapso, com apenas 63 km de extensão e hiper-lotada.</p>
<p>Em quatro anos, Marta Suplicy eliminou as peruas clandestinas, regularizou o sistema de ônibus, crio o Bilhete-Único, impôs a renovação da frota e construiu mais de 100 km de corredores permitindo uma diminuição real do tempo de transporte dos cidadãos. Nos últimos quatro anos a cidade foi administrada pelo PSDB junto com o DEM, os corredores foram abandonados, a CET foi sucateada, os semáforos inteligentes prometidos, ficaram burros ou ausentes, a desorganização voltou a imperar, particularmente na zona sul. O tempo do transporte acabou reduzindo o impacto do Bilhete-Único que só dura 2 horas e a revolta da população é palpável. Não vai ser a quatro ou cinco meses do fim, que o anuncio de novas, e virtuais linhas de metrô ou de um cheque de contribuição financeira, que vão apagar esta realidade (o valor do cheque é inferior a contribuição do governo Lula para o transporte público da cidade).</p>
<p>Deixei por enquanto de lado a questão do rodoanel e também da contribuição do governo federal, que merecem um tópico a parte. Evidentemente que todos são convidados a este debate. Quando este tema tem aparecido nos jornais, tenho reproduzido os artigo aqui, pois considero uma questão crucial para a cidade de São Paulo e para a qualidade de vida dos seus cidadãos a questão do transporte público.</p>
<p>Luis Favre</p>
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		<title>Plusieurs milliers de fonctionnaires, de cheminots et d&#8217;étudiants défilent à Paris</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 15:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
 
Le Monde
ARDI 20 NOVEMBRE

15 heures : Plusieurs milliers de fonctionnaires, de cheminots et d&#8217;étudiants à Paris
Plusieurs milliers de fonctionnaires, en majorité des enseignants, mais aussi des cheminots et des étudiants, défilent sous la pluie, de la place d&#8217;Italie aux Invalides, à Paris. Sur la banderole à la tête de la manifestation intersyndicale, organisée par [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/R0MX4NB1qiI/AAAAAAAABbI/y2-zIilTrsc/s1600-h/manif_Paris.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp2.blogger.com/_zOAxGMzhbJ4/R0MX4NB1qiI/AAAAAAAABbI/y2-zIilTrsc/s400/manif_Paris.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134974254469982754" border="0" /></a><br />
<span class="Apple-style-span" style="color: #222222; line-height: 19px; font-family: georgia; font-size: 14px"> </span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold">Le Monde</span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal"><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/img/let/m.gif" alt="M" title="M" align="left" border="0" /><strong>ARDI 20 NOVEMBRE<br />
</strong></span></span></p>
<p><strong>15 heures : Plusieurs milliers de fonctionnaires, de cheminots et d&#8217;étudiants à Paris</strong><br />
Plusieurs milliers de fonctionnaires, en majorité des enseignants, mais aussi des cheminots et des étudiants, défilent sous la pluie, de la place d&#8217;Italie aux Invalides, à Paris. Sur la banderole à la tête de la manifestation intersyndicale, organisée par huit organisations (CGT, CFDT, FO, CFTC, CFE-CGC, UNSA, FSU, Solidaires), on peut lire : &#8220;Ensemble pour les salaires, l&#8217;emploi et les services publics&#8221;. Le secrétaire général de la CGT, Bernard Thibault, qui a pris la tête du cortège, demande au gouvernement de <em>&#8220;crée</em>[r]<em> des conditions pour les négociations&#8221;</em> salariales dans la fonction publique, ainsi que dans les entreprises.</p>
<p><strong>14 h 36 : François Chérèque chahuté pendant la manifestation parisienne</strong><br />
Le secrétaire général de la CFDT, François Chérèque, cible de huées dans la manifestation parisienne, appelle le gouvernement à sortir de sa<em>&#8220;torpeur&#8221;</em>, jugeant que tout réformer en même temps <em>&#8220;expose à des blocages&#8221;</em>.</p>
<p><strong>14 h 27 : Gérard Aschieri (FSU) salue une mobilisation <em>&#8220;importante&#8221;</em>.</strong><br />
<em>&#8220;On est bien au-delà des 30 %, mais déjà en soit 30 % est un chiffre important, c&#8217;est une grève bien suivie, elle marque un vrai saut quantitatif et qualitatif&#8221;</em>, déclare le secrétaire général de la FSU, Gérard Aschieri, peu avant le départ du défilé parisien des fonctionnaires.</p>
<p><strong>14 h 15 : le PS pour des négociations salariales <em>&#8220;sans délai&#8221;</em>.</strong><br />
Dans un communiqué, le<em> </em>Parti socialiste <em>&#8220;demande au gouvernement d&#8217;ouvrir sans délai des négociations salariales dans la fonction publique, de geler les suppressions d&#8217;emplois prévues dans le budget 2008, et d&#8217;engager avec tous les acteurs concernés une réflexion en profondeur sur les contours et l&#8217;avenir de la fonction publique&#8221;</em>.</p>
<p><strong>13 h 34 : De 14 500 à 25 000 manifestants à Bordeaux.</strong><br />
Entre 14 500 selon la police et 25 000 personnes, selon les syndicats, défilent dans les rues de Bordeaux.</p>
<p><strong>13 h 20 : Entre 12 000 et 15 000 manifestants à Lyon.</strong><br />
Entre 15 000 personnes, selon les syndicats, et 12 000 selon la police, défilent dans les rues de Lyon.</p>
<p><strong>13 h 13 : Une grève peu suivie, selon M. Santini</strong>.<br />
André Santini, sécrétaire d&#8217;Etat à la fonction publique, estime sur RTL que 30 % de grévistes dans la fonction publique d&#8217;Etat, <em>&#8220;c&#8217;est une grève moyenne&#8221;</em>, affirmant que le mouvement est <em>&#8220;moins suivi qu&#8217;annoncé&#8221;</em>.</p>
<p><strong>13 h 13 : Le gouvernement doit reculer, pour le PCF.</strong><br />
Le Parti communiste français affirme que face à l&#8217;ampleur des mobilisations sociales le<em>&#8220;gouvernement doit reculer&#8221;</em> et engager <em>&#8220;immédiatement et sans préalable&#8221;</em> les négociations qui s&#8217;imposent.<em>&#8220;Face à l&#8217;ampleur du mouvement social, le gouvernement n&#8217;a plus les moyens du blocage et des manoeuvres : il doit reculer&#8221;</em>.</p>
<p><strong>12 h 46 : De 12 000 à 60 000 manifestants à Marseille.</strong><br />
12 000 personnes selon la police, 60 000 selon les syndicats manifestent dans le centre de Marseille.</p>
<p><strong>12 h 45 : Débrayages chez Yoplait.</strong><br />
Les salariés des trois sites de production de Yoplait France, au Mans (Sarthe), à Monéteau (Yonne) et à Vienne (Isère), débrayent massivement, à l&#8217;appel de la CGT, pour réclamer la réouverture des négociations salariales 2007 et une amélioration de leur pouvoir d&#8217;achat.</p>
<p><strong>12 h 15 :  Regain de mobilisation à la SNCF. </strong><br />
Le taux de grévistes à la SNCF contre la réforme était en très légère hausse à 11 heures, à 27 %, contre 26,2 % lundi.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>12 h : Un tiers des fonctionnaires d&#8217;Etat en grève.<br />
</strong>La grève pour les salaires et les effectifs dans la fonction publique mobilise 30,12 % des fonctionnaires d&#8217;Etat mardi à la mi-journée, selon le ministère de la fonction publique.</p>
<p><strong>11 h 36 : Près de 39 % de grévistes dans l&#8217;enseignement, selon le ministère. </strong><br />
Une moyenne de 38,98 % des enseignants du primaire et du secondaire sont en grève dans le cadre de la journée d&#8217;action des fonctionnaires, annonce le ministère de l&#8217;éducation qui <em>&#8220;dément formellement les chiffres de la FSU&#8221;</em>.</p>
<p><strong>11 h 05 : Grève bien suivie dans l&#8217;éducation nationale, selon les syndicats. </strong><br />
Près de six enseignants sur dix dans les collèges et les lycées étaient en grève dans le cadre de la journée de mobilisation de la fonction publique. <em>&#8220;On a un taux global de grévistes de 58 % dans les collèges et les lycées. La mobilisation est particulièrement forte dans les collèges, avec des taux de 60 % et des pics à 80 %&#8221;</em>, a déclaré une porte-parole du SNES. Ces chiffres sont collectés par le syndicat auprès d&#8217;un échantillon de 200 <em>&#8220;établissements-tests&#8221;</em>. La FSU indique qu&#8217;une moyenne de 65 % des enseignants du primaire et de 58 % des enseignants des collèges et lycées étaient en grève.</p>
<p><strong>10 h 55 : L&#8217;exaspération des PME.</strong><br />
La CGPME exprime<em>&#8220;l&#8217;exaspération&#8221;</em> des patrons de PME face aux mouvements sociaux, appelant<em>&#8220;les acteurs du conflit à la responsabilité&#8221;</em>. L&#8217;organisation patronale souligne dans un communiqué<em>&#8220;les difficultés auxquelles se heurtent les salariés pour parvenir sur leur lieu de travail et s&#8217;interroge sur le système d&#8217;organisation des transports en commun pouvant être bloqués par une minorité&#8221;</em>.</p>
<p><strong>10 h 52 : Faible mobilisation à La Poste. </strong><br />
La grève à La Poste, lancée à l&#8217;appel des six fédérations des télécommunications (CFDT, CFTC, CGC, CGT, FO et SUD), était suivie mardi matin à 15,18 %, selon les premières estimations communiquées par la direction.</p>
<p><strong>10 h 21 : Pour la suite du conflit, la CGT &#8220;s&#8217;en remettra aux assemblées générales&#8221; de cheminots.</strong><br />
<em>&#8220;Nous allons entrer mercredi dans un cycle de négociations tripartites à la SNCF qui va durer certainement plus d&#8217;un mois&#8221;</em>,  explique le secrétaire général de la CGT-Cheminots, Didier Le Reste. Selon lui, <em>&#8220;des assemblées générales ont déjà appelé à la suspension de la grève, d&#8217;autres à sa poursuite pour peser sur ces négociations&#8221;</em>.</p>
<p><strong>10 h 21 : Le PS réclame une conférence sur les salaires.</strong><br />
Le premier secrétaire du Parti socialiste, François Hollande, assure sur i-Télé que les socialistes seront <em>&#8220;nombreux&#8221;</em>  dans les manifestations pour la défense du pouvoir d&#8217;achat des fonctionnaires et réclame la réunion d&#8217;une <em>&#8220;conférence sur les salaires&#8221;</em>.</p>
<p><strong>9 h 51 : Le conflit des régimes spéciaux &#8220;cannibalise toutes les autres revendications&#8221; selon l&#8217;UNSA.</strong><br />
Le mouvement contre la réforme des régimes spéciaux de retraite <em>&#8220;cannibalise toutes les autres revendications&#8221;</em>, rendant notamment <em>&#8220;inaudible&#8221;</em>celle des fonctionnaires sur le pouvoir d&#8217;achat, estime Alain Olive, le secrétaire général de l&#8217;Union nationale des syndicats autonomes (UNSA) sur la radio BFM.</p>
<p><strong>9 h 03 : </strong><strong>Pour Guillaume Pépy</strong><strong> (SNCF), il y a du &#8220;grain à moudre&#8221;.</strong><br />
Interrogé sur RMC, le directeur général exécutif de la SNCF, Guillaume Pépy, affirme qu&#8217;il y aura<em>&#8220;du grain à moudre&#8221;</em> de la part de la direction pour la négociation qui doit démarrer mercredi après-midi. <em>&#8220;Il n&#8217;y a aucune raison que l&#8217;on n&#8217;ait pas demain une négociation positive, mais pour ça, il faut qu&#8217;il y ait des signes de reprise du trafic&#8221;</em>,  ajoute M. Pepy. La SNCF a prévu une série de <em>&#8220;mécanismes d&#8217;accompagnement&#8221;</em> de la réforme du régime spécial de retraite de cheminots représentant entre 80 et 100 millions d&#8217;euros, précise-t-il sur BFM.</p>
<p><strong>8 h 54 : </strong><strong>Fonctionnaires et cheminots &#8220;ont le pouvoir d&#8217;achat en commun&#8221; , </strong><strong>selon Jacques Voisin (CFTC)</strong>.<br />
Le président de la CFTC, Jacques Voisin, estime sur Canal+ que la revendication d&#8217;un meilleur pouvoir d&#8217;achat est <em>&#8220;commune&#8221;</em> aux manifestations de fonctionnaires et de cheminots qui se retrouvent cet après-midi dans la rue.</p>
<p><strong>8 h 20 </strong>: <strong>Annonce d&#8217;une intervention &#8220;légitime&#8221; du chef de l&#8217;Etat.</strong><br />
<em>&#8220;Après un conflit tel qu&#8217;on vient de le vivre </em>(&#8230;),<em> il est évidemment légitime que le président de la République puisse intervenir et on peut s&#8217;y attendre&#8221;</em>, indique le porte-parole du gouvernement, Laurent Wauquiez, sur RTL. Le ministre du budget et de la fonction publique, Eric Woerth, est lui l&#8217;invité de France-Inter : <em>&#8220;C&#8217;est vrai, les fonctionnaires ne gagnent pas très bien leur vie. Il y a une échelle de salaires qui est très courte mais en même temps, pour gagner mieux leur vie, il faut accepter de prendre plus de responsabilités, il faut accepter de faire plus d&#8217;heures supplémentaires&#8221;</em>, explique-t-il.</p>
<p><strong>6 h 45 : Le trafic </strong><strong>RATP &#8220;un peu mieux que prévu&#8221;. </strong><br />
Le trafic se présente <em>&#8220;un peu mieux que prévu&#8221;</em>, avec en moyenne 1 métro sur 3 à 1 métro sur 4, et 40 % des bus. Le trafic reste nul sur la ligne B du RER et limité à 15 % sur la ligne A. A la <strong>SNCF</strong>, la circulation des trains est <em>&#8220;conforme aux prévisions&#8221;</em> avec 350 TGV sur 700, 85 Corail sur 300, des fréquences de Transiliens supérieures en Ile-de-France, 50 % des TER et un trafic Thalys <em>&#8220;proche de la normale&#8221;</em>.</p>
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		<title>Grève: petits affrontements sur le Web</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 21:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[France sociale]]></category>
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		<description><![CDATA[LEXPRESS.fr
Après les rames de métro, les embouteillages ou les pavés, les pro et anti-grève ont trouvé un nouveau terrain d’affrontement: la Toile. Sur Internet, la guerre du buzz est déclarée, à coups d&#8217;intox ou d&#8217;humour bon enfant.
Premier round, avant même le début du mouvement social, un communiqué sous forme de PDF est diffusé à grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>LEXPRESS.fr</span></p>
<h2 id="chapo" class="loupe">Après les rames de métro, les embouteillages ou les pavés, les pro et anti-grève ont trouvé un nouveau terrain d’affrontement: la Toile. Sur Internet, la guerre du buzz est déclarée, à coups d&#8217;intox ou d&#8217;humour bon enfant.</h2>
<p>Premier round, avant même le début du mouvement social, <a href="http://www.jeux-france.com/affiche_forum_blabla_215783.html" target="_blank">un communiqué</a> sous forme de PDF est diffusé à grande vitesse sur les messageries électroniques, titré &#8220;Restez calme en lisant ce qui suit&#8221;. Les internautes y découvrent une longue liste d’avantages et de privilèges dont bénéficieraient les agents de la SNCF, salaires, congés et primes à gogo.</p>
<p>L’objectif, résumé en fin de page, est clair : &#8220;Faites suivre ce message à un maximum de gens autour de vous qui empruntent la SNCF régulièrement pour ne plus jamais entendre à chaque grève un usager dire &#8216;Ils ont sûrement raison de faire grève’&#8230; &#8221;</p>
<p>Info ou intox ? Le site <a href="http://www.hoaxbuster.com/hoaxliste/hoax.php?idArticle=45794" target="_blank">Hoaxbuster.com</a> (&#8221;les chasseurs de canulars&#8221;) s’est procuré le rapport d’activité 2006 de la SNCF pour confronter les données avancées. Résultat, un grand nombre de chiffres sont erronés. Les salaires sont gonflés, les horaires revus à la baisse, certaines primes, comme la prime au charbon, n’existent plus depuis trente ans.</p>
<p>Pour contrer ce document, qui ressurgit sur le Net à chaque grève depuis deux ans, la SNCF publie même sur son site un <a href="http://www.entreprise-sncf.com/communiq/hoax2.htm" target="_blank">démenti:</a> &#8220;Halte aux idées reçues, pour en finir avec les contre-vérités&#8221;.</p>
<p>Mais le combat ne s’arrête pas là. Sur <a href="http://www.facebook.com/login.php" target="_blank">Facebook</a>, les &#8220;pour&#8221;, &#8220;contre la grève&#8221; ou &#8220;contre ceux qui sont contre la grève&#8221;, s’affrontent à coups de commentaires, parfois très virulents. En réponse au groupe &#8220;pour le remplacement des connards de la SNCF et de la RATP par des machines&#8221; s’est créé le groupe &#8220;pour le remplacement des connards d’automates par des grévistes&#8221;. Sont venus en renfort les groupes &#8220;Les trous du cul sont-ils tous anti-grévistes&#8221;, &#8220;Perplexe devant la nouvelle mode qui veut que l’on tue les gens faisant grève&#8221; ou encore &#8220;Y-a-t-il une loi qui autorise le lancer de tomates contre les grévistes&#8221;…</p>
<p>Dans un registre beaucoup plus léger, le duo réjouissant de la <a href="http://www.myspace.com/lachansondudimanche" target="_blank">Chanson du dimanche</a> clame &#8220;Petit cheminot, we need you! &#8220;.</p>
<p><object height="355" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/33ovVKiV6e0&amp;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/33ovVKiV6e0&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed></object><br />
Les tickets de métro manifestent aussi. Parce qu&#8217;il ne supporte plus de &#8220;composter plus pour gagner plus&#8221;, Tick nous fait part de ses états d&#8217;âme.</p>
<p><embed src="http://www.dailymotion.com/swf/36wzVG0Y0RfK5oCBN" type="application/x-shockwave-flash" quality="1" wmode="Window" menu="menu" loop="loop" scale="ShowAll" height="356" width="425"></embed><a href="http://myspacetv.com/index.cfm?fuseaction=vids.addToProfileConfirm&amp;videoid=20482663&amp;title=Petit%20cheminot%20%28La%20Chanson%20du%20Dimanche%20/%20saison%202-5%29"><br />
</a><strong><a href="http://www.dailymotion.com/video/x3hrzz_les-aventures-de-tick-2_fun"><br />
</a></strong></p>
<p>Un tuyau pour rester zen: chanter et danser sur le quai! Inspirez-vous de cette publicité pour le métro de Montréal réalisée en 1976 , où &#8220;il fait beau&#8221; (tout comme dans l&#8217;autobus).</p>
<p id="more"><embed src="http://www.youtube.com/v/LqIij-h14Es&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=0" type="application/x-shockwave-flash" quality="1" wmode="transparent" menu="menu" loop="loop" scale="ShowAll" height="355" width="425"></embed>Rappellez-vous, dans les années 80, la RATP misait sur son ticket chic et choc. Les usagers du métro d&#8217;aujourd&#8217;hui s&#8217;en réjouiront!</p>
<p><embed src="http://www.dailymotion.com/swf/2MveVfMVyaMMX4Tjx" type="application/x-shockwave-flash" quality="1" wmode="Window" menu="menu" loop="loop" scale="ShowAll" height="364" width="425"></embed><span class="clear"></span>  <span class="spacer"></span> <a title="comments" name="comments"></a></p>
<h2 id="comments">Commentaires : (1)</h2>
<p><a title="comments-710263" name="comments-710263"></a></p>
<h4>Le lundi 19 novembre 2007 à 21:19</h4>
<p><img src="http://blogs.lexpress.fr/rugby2007-commentaires/guillemet_g.gif" align="left" /></p>
<p>La réforme des régimes spéciaux permettra une économie de 200 millions d’euros par an et le coût de la grève. d’après le ministère de l’Economie, s’élève à près de 350 millions d’euros par jour, ce qui veut dire qu’une grève de 7 jours coutera près de 2 milliards d’euros. Alors je me permets de poser une question idiote: quel est l’intérêt de dépenser 2 milliards d’euros pour économiser 200 millions?</p>
<p><img src="http://blogs.lexpress.fr/rugby2007-commentaires/guillemet_d.gif" align="right" /> <span class="spacer"></span></p>
<p>par <strong>mezigues</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terça-feira de muita greve na França, em Paris &quot;ça marche&quot;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 17:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Une assemblée générale de cheminots à la gare de Caen, le 15 Novembre 2007. 
AFP/MYCHELE DANIAU
Terça-feira de greve na França. Até os jornais vão parar. Após seis dias de greve nos transportes, o movimento vai atingir os servidores públicos, incluindo os professores, além de convergir com greves e ocupações de universidades e escolas.
Em Paris muita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://medias.lepost.fr/ill/2007/11/19/v-7-1054327.jpg" style="width: 420px; height: 279px" alt="Une assemblée générale de cheminots à la gare de Caen, le 15 Novembre 2007. |AFP/MYCHELE DANIAU" title="Une assemblée générale de cheminots à la gare de Caen, le 15 Novembre 2007. |AFP/MYCHELE DANIAU" border="0" /></p>
<p class="caption" align="left"><span style="font-size: 85%">Une assemblée générale de cheminots à la gare de Caen, le 15 Novembre 2007. </span></p>
<p class="caption" align="left"><span style="font-size: 78%">AFP/MYCHELE DANIAU</span></p>
<p>Terça-feira de greve na França. Até os jornais vão parar. Após seis dias de greve nos transportes, o movimento vai atingir os servidores públicos, incluindo os professores, além de convergir com greves e ocupações de universidades e escolas.</p>
<p>Em Paris muita caminhada e bicicleta, pouco transporte público.</p>
<p>Endurecimento da base grevista e também do governo que procura negociar sem perder a face.</p>
<p>Sindicatos mobilizados contra uma reforma que concerne uma pequena minoria, porem que sinaliza uma resistência preventiva ao programa anti-social da direita francesa.</p>
<p>As comparações com Thatcher e os mineiros, por vezes evocada na mídia, parecem exageradas. Nem Sarkozy tem a força da &#8220;Dama de ferro&#8221;, nem os sindicatos a capacidade de luta e de organização dos mineiros ingleses da época.</p>
<p>A surpresa é o relativo vigor da contestação ao presidente recentemente eleito com votação majoritária expressiva. A agitação de Sarkozy parece ter exacerbado a irritação de uma boa parte da população, incluso de uma parte da própria direita, descontente com as bajulações empolgadas a Bush e a presença de ministros oriundos da esquerda.</p>
<p>Nicolas Sarkozy ataca em vários <span style="font-style: italic">front</span> ao mesmo tempo e dá palpite em permanência, ofuscando o primeiro ministro e aparecendo em primeira linha. O desgaste pode ser mais rápido. A menos que seu calculo seja a de provocar uma radicalização para recolher os frutos mais na frente, nas eleições municipais previstas em poucos meses.</p>
<p>LF<br />
<span style="font-size: 130%"><br />
<span style="font-weight: bold">Les AG de cheminots reconduisent la grève et cherchent l&#8217;unité avec les fonctionnaires</span></span><br />
<span style="font-weight: bold">Le Monde</span></p>
<p><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/img/let/c.gif" alt="C" title="C" align="left" border="0" />heminots et fonctionnaires se retrouveront finalement dans une journée de grève commune, mardi 20 novembre. Au sixième jour du conflit, l&#8217;ensemble des assemblées générales qui se sont tenues à la RATP, lundi, ont en effet toutes reconduites la grève pour 24 heures, ainsi que les premières assemblées générales qui ont eu lieu à la SNCF.<br />
<em><br />
&#8220;Les AG qui se sont tenues lundi matin étaient plus massives que celles de vendredi. Elles ont duré plus longtemps du fait des annonces de ce week-end et ont toutes reconduit la grève pour 24 heures à quelque 96 % des participants&#8221;</em>, a déclaré Eric Falempin, secrétaire général de FO cheminots. Le taux de grévistes à la SNCF était en légère baisse lundi, selon le direction, à 26,2 % contre 32,2 % vendredi.</p>
<p>A la RATP, selon la CGT, si certaines assemblées ont envisagé de suspendre le mouvement pendant les négociations qui doivent commencer mercredi matin, la plupart voulait, mardi, <em>&#8220;une convergence des luttes&#8221;</em> avec la journée de grève des fonctionnaires. Le 20 novembre a en effet été choisi par les fédérations de fonctionnaires depuis le 22 octobre pour organiser une journée d&#8217;action pour <em>&#8220;les salaires, l&#8217;emploi et le service public&#8221;</em>. Ces derniers revendiquent notamment l&#8217;ouverture de négociations sur leur pouvoir d&#8217;achat.</p>
<p><strong>LE MÉLANGE &#8220;FACILITE LA TÂCHE&#8221; DU GOUVERNEMENT</strong></p>
<p>Les deux mouvements de lutte vont donc converger mardi, le secrétaire général de la CGT cheminots ayant même indiqué qu&#8217;une délégation de cheminots participera à la manifestation des fonctionnaires <em>&#8220;dans le respect des positions des uns et des autres&#8221;. &#8220;Nous n&#8217;avons aucun intérêt à brouiller leur message, ni à casser leur unité syndicale et cela doit se faire en parfait accord entre les syndicats de cheminots et de fonctionnaires&#8221;</em>, a estimé Didier Le Reste. Mais ce mélange a été déploré lundi, sur RTL, par le secrétaire général de la CFDT, François Chérèque, pour qui les syndicats les plus radicaux entendent, par là,<em>&#8220;faire un mouvement politique&#8221;</em>.</p>
<p>Quand on politise un mouvement social, on <em>&#8220;facilite la tâche&#8221;</em> du gouvernement, a-t-il estimé. <em>&#8220;Quand on mélange tout, on a face à nous un gouvernement qui choisit de répondre à ce qui l&#8217;intéresse, or pour nous, demain, le sujet qui nous intéresse, </em><em>le gros problème des Français</em><em>, c&#8217;est le pouvoir d&#8217;achat, </em>(&#8230;)<em> et on donne l&#8217;occasion au gouvernement de ne pas en parler&#8221;</em>, a-t-il expliqué car <em>&#8220;il est plus facile pour le gouvernement d&#8217;avoir ce mouvement globalisant et politique que de répondre demain concrètement aux problèmes des fonctionnaires&#8221;</em>. La jonction aura donc lieu, mais sans la CFDT qui, comme annoncé dès le 22 octobre, a retiré son préavis de grève à la SNCF pour ne pas mélanger les mouvements.</p>
<p><strong>NÉGOCIER &#8220;LE PLUS VITE POSSIBLE&#8221;</strong></p>
<p>Le secrétaire général de la CFDT a demandé que les négociations entre la direction de la SNCF et les syndicats commencent au plus vite.<em>&#8220;Aujourd&#8217;hui, on est dans une situation assez étonnante : on fait une grève pour attendre une négociation qui a lieu dans deux jours&#8221;</em>, s&#8217;est étonné M. Chérèque. <em>&#8220;On gêne de plus en plus les usagers </em>(&#8230;) <em>alors qu&#8217;on pourrait hâter le pas, négocier dès ce matin&#8221;</em>, affirme le syndicaliste, soulignant qu&#8217;<em>&#8220;à EDF les négociations sont ouvertes depuis vendredi, à la RATP elles sont ouvertes depuis la semaine dernière, y compris avec les syndicats qui sont en grève.&#8221;</em></p>
<p>Le secrétaire général de FO cheminots, Eric Falempin, et le secrétaire fédéral de SUD-Rail, Christian Mahieux, se sont également dits prêts à débuter des négociations avant mercredi.<em>&#8220;Si la direction de la SNCF et le gouvernement veulent avancer cette réunion, les cheminots sont prêts. Nous souhaitons évidemment que les discussions commencent le plus vite possible&#8221;</em>, a déclaré M.Mahieux sur LCI.</p>
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		<title>SNCF : les syndicats appellent à reconduire la grève, premières négociations mercredi</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 20:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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REUTERS/JEAN-PAUL PELISSIER
Des trains à l&#8217;arrêt en gare de Marseille, le 18 novembre 2007
es six fédérations de cheminots CGT, FO, CFTC, Unsa, CFE-CGC et SUD ont appelé, dimanche 18 novembre, à reconduire pour 24 heures la grève à la SNCF contre la réforme des régimes spéciaux de retraite.Les syndicats ont décidé d&#8217;appeler &#8220;à la reconduite du [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/edt/ill/2007/11/18/h_4_ill_979787_marseille.jpg" style="width: 419px; height: 280px" alt="Des trains à l'arrêt en gare de Marseille, le 18 novembre 2007. | REUTERS/JEAN-PAUL PELISSIER" title="Des trains à l'arrêt en gare de Marseille, le 18 novembre 2007. | REUTERS/JEAN-PAUL PELISSIER" border="0" /></p>
<p class="desc">
<p style="text-align: left"><span style="font-size: 78%">REUTERS/JEAN-PAUL PELISSIER</span></p>
<p><span style="font-size: 85%">Des trains à l&#8217;arrêt en gare de Marseille, le 18 novembre 2007</span></p>
<p><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/img/let/l.gif" alt="L" title="L" align="left" border="0" />es six fédérations de cheminots CGT, FO, CFTC, Unsa, CFE-CGC et SUD ont appelé, dimanche 18 novembre, à reconduire pour 24 heures la grève à la SNCF contre la réforme des régimes spéciaux de retraite.Les syndicats ont décidé d&#8217;appeler <em>&#8220;à la reconduite du mouvement pour 24 heures&#8221;</em>, et <em>&#8220;iront à la table des négociations avec l&#8217;Etat et la direction où elles apporteront leur plateforme revendicative&#8221;</em>, a annoncé Didier Le Reste, secrétaire général de la CGT-Cheminots, premier syndicat de l&#8217;entreprise, à l&#8217;issue d&#8217;une réunion interfédérale à Montreuil. Avec cette annonce, une jonction avec le mouvement de grève dans la fonction publique semble inévitable.</p>
<p>La SNCF a annoncé, dimanche, la tenue mercredi d&#8217;une première table ronde sur la réforme des régimes spéciaux de retraite, mais la présence d&#8217;un représentant de l&#8217;Etat est conditionnée au <em>&#8220;niveau de service assuré&#8221;</em> dans les transports et à l&#8217;état du trafic.</p>
<p><strong>&#8220;UN PREMIER PAS&#8221;</strong></p>
<p>Le ministre du travail Xavier Bertrand a accueilli favorablement, dimanche, la décision des fédérations syndicales de cheminots de participer mercredi à la <em>&#8220;table ronde&#8221;</em> organisée par la SNCF. <em>&#8220;C&#8217;est un premier pas, c&#8217;est un pas qui est attendu, mais je crois que les usagers attendent davantage encore. Ils attendent surtout que la dynamique de reprise de travail commence dès demain&#8221;</em>, a-t-il dit sur Europe 1 et TV5.</p>
<p>Prié de dire si l&#8217;Etat serait représenté à cette réunion, comme l&#8217;exigent les syndicats, il a répondu :  <em>&#8220;Il y aura un représentant de l&#8217;Etat s&#8217;il y a bien une dynamique de reprise du travail (&#8230;) qu&#8217;il y ait aussi davantage de trains, de métros qui reprennent&#8221;</em>. Il n&#8217;a toutefois pas fixé de seuil à cette reprise, estimant que les conflits sociaux sont <em>&#8220;de l&#8217;humain&#8221;</em>, pas des statistiques. <em>&#8220;Nous le voyons en ce moment, il y a quand même des choses qui bougent, qui se débloquent&#8221;</em>, a-t-il ajouté.</p>
<p>Didier Le Reste a précisé que la plateforme de revendications serait soumise lundi matin aux cheminots. Il a souligné que les fédérations syndicales demandaient aux cheminots de faire preuve de <em>&#8220;responsabilité&#8221;</em> et de ne pas se livrer à des opérations <em>&#8220;qui nuiraient à leurs propres intérêts&#8221;</em>.</p>
<p>Lundi, le trafic devrait donc être toujours perturbé, même si la SNCF et la RATP annoncent une légère amélioration par rapport au week-end.</p>
<p>La direction de la SNCF estime qu&#8217;il y aura 300 TGV sur 650, 76 Corail sur 300, un à quatre Transiliens et RER aux heures de pointe en Ile-de-France et près d&#8217;un millier de TER, mais seulement 3 Thalys sur 4. La RATP prévoit un métro sur cinq <em>&#8220;en moyenne&#8221;</em> lundi, 40% de bus et un trafic <em>&#8220;très fortement perturbé ou quasi-nul&#8221;</em> sur les lignes A et B du RER.</p>
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		<title>Vers la reconduction de la grève à la SNCF et la RATP pour ce week-end</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 16:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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&#160;
REUTERS/VINCENT KESSLER
Dans une assemblée générale de cheminots à Strasbourg, le 16 novembre 2007.

Le Monde
a poursuite de la grève dans les transports publics était suspendue, vendredi 16 novembre, aux votes des salariés réunis en assemblées générales (AG). A la SNCF comme à la RATP, la tendance était, en milieu de journée, à la reconduction du mouvement [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/edt/ill/2007/11/16/h_4_ill_979385_strasb.jpg" alt="Dans une assemblée générale de cheminots à Strasbourg, le 16 novembre 2007. | REUTERS/VINCENT KESSLER" title="Dans une assemblée générale de cheminots à Strasbourg, le 16 novembre 2007. | REUTERS/VINCENT KESSLER" border="0" width="330" /></p>
<p class="desc">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left"><span style="font-size: 78%">REUTERS/VINCENT KESSLER</span></p>
<p>Dans une assemblée générale de cheminots à Strasbourg, le 16 novembre 2007.</p>
<p><span style="font-weight: bold"><br />
Le Monde</span></p>
<p><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/img/let/l.gif" alt="L" title="L" align="left" border="0" />a poursuite de la grève dans les transports publics était suspendue, vendredi 16 novembre, aux votes des salariés réunis en assemblées générales (AG). A la SNCF comme à la RATP, la tendance était, en milieu de journée, à la reconduction du mouvement pour samedi, voire, dans certaines AG de la RATP, pour le week-end entier.</p>
<p>A Marseille, Amiens, Bordeaux, ainsi qu&#8217;en Normandie, les AG de cheminots ont choisi de poursuivre le mouvement pour 24 heures. <em>&#8220;Toutes celles qui se tiennent reconduisent pour 24 heures&#8221;</em>, a indiqué Laurent Russeil, secrétaire général adjoint de la CGT cheminots. <em>&#8220;Nous avons envoyé une lettre au ministre, nous attendons une réponse et, dans cette attente, nous poursuivons la grève&#8221;</em>, a-t-il ajouté.  A Nantes, environ 450 cheminots ont voté pour la poursuite de la grève jusqu&#8217;à lundi.</p>
<p><strong>32,2 % D&#8217;AGENTS EN GRÈVE À LA SNCF<br />
</strong></p>
<p>A la SNCF, le mouvement donnait pourtant vendredi, selon la direction, des signes  d&#8217;essoufflement avec 32,2 % d&#8217;agents en grève, contre 42,8 %  la veille et 61,5 % mercredi. A l&#8217;issue d&#8217;une réunion commune, jeudi après-midi, sept des huit fédérations syndicales de cheminots (CGT, SUD-Rail, CFDT, CFTC, FO, UNSA, CFE-CGC) ont demandé aux assemblées générales de <em>&#8220;reconduire le mouvement de grève pour 24 heures&#8221;</em>, jusqu&#8217;à samedi.</p>
<p>Du côté de la RATP, les premières assemblées générales ont également voté la grève jusqu&#8217;à samedi ou lundi. Selon la CGT, <em>&#8220;la  reconduite a été actée&#8221;</em> tant pour les bus que le  métro ou les lignes de RER, et 40 % des AG ont choisi de rester en grève jusqu&#8217;à lundi. Didier Larrigaldie,  secrétaire général de FO-RATP, se voulait un peu plus prudent en début  d&#8217;après-midi, dans l&#8217;attente de chiffres précis.</p>
<p><strong>LES DIRIGEANTS DES ENTREPRISES CONCERNÉES REÇUS À L&#8217;ÉLYSÉE</strong></p>
<p>Gouvernement et syndicats se livrent à un dialogue de sourds au troisième jour du mouvement, alors qu&#8217;une issue rapide semblait pourtant se dessiner mercredi. Les fédérations de cheminots demandent au ministre du travail, Xavier Bertrand, la tenue <em>&#8220;dès vendredi&#8221;</em> d&#8217;une réunion tripartite <em>&#8220;pour fixer le cadre&#8221;</em>  des négociations dans les entreprises. Le ministre conditionne de son côté l&#8217;ouverture <em>&#8220;immédiate&#8221;</em> de  négociations à <em>&#8220;un appel à la reprise du travail&#8221;</em> de la part des organisations  dans les entreprises.</p>
<p>Nicolas Sarkozy recevra, vendredi en fin d&#8217;après-midi, à l&#8217;Elysée, les dirigeants des quatre entreprises (SNCF, RATP, EDF et GDF) concernées par la réforme pour faire avec eux <em>&#8220;un point sur la situation&#8221;,</em> après avoir reçu le premier ministre François Fillon, le ministre du travail Xavier Bertrand et le secrétaire d&#8217;Etat aux transports Dominique Bussereau.</p>
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		<title>La grève reconduite vendredi à la RATP et à la SNCF, les négociations dans l&#8217;impasse</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2007 19:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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AP/CLAUDE PARIS
Un quai de la gare Saint-Charles à Marseille, le 15 novembre.
Le Monde
e deuxième jour de la grève contre la réforme des régimes spéciaux de retraite, jeudi 15 novembre, a de nouveau fortement perturbé le trafic sur les réseaux de la RATP et la SNCF, alors même que les négociations entre syndicats et gouvernement semblent [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/edt/ill/2007/11/15/h_4_ill_979039_quai.jpg" style="width: 420px; height: 282px" alt="Un quai de la gare Saint-Charles à Marseille, le 15 novembre. | AP/CLAUDE PARIS" title="Un quai de la gare Saint-Charles à Marseille, le 15 novembre. | AP/CLAUDE PARIS" border="0" /></p>
<p class="desc">
<p style="text-align: left"><span style="font-size: 78%">AP/CLAUDE PARIS</span></p>
<p>Un quai de la gare Saint-Charles à Marseille, le 15 novembre.</p>
<p><span style="font-weight: bold">Le Monde</span></p>
<p><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/img/let/l.gif" alt="L" title="L" align="left" border="0" />e deuxième jour de la grève contre la réforme des régimes spéciaux de retraite, jeudi 15 novembre, a de nouveau fortement perturbé le trafic sur les réseaux de la RATP et la SNCF, alors même que les négociations entre syndicats et gouvernement semblent être dans l&#8217;impasse. Le mouvement a été reconduit dans les deux entreprises publiques de transports jusqu&#8217;à vendredi. Les fédérations de cheminots tentent, pour leur part, de maintenir une marge de négociation avec l&#8217;Etat, tout en donnant des gages à leur bases.</p>
<p>Pour preuve, les deux appels lancés jeudi soir par les fédérations de cheminots de la SNCF. Le premier, signé par sept d&#8217;entre elles (CGT, SUD-Rail, CFDT, CFTC, FO, UNSA, CFE-CGC) s&#8217;adresse aux assemblées générales qui se tiendront vendredi à la SNCF, et demande la reconduction <em>&#8220;du mouvement de grève pour 24 heures&#8221;</em> , soit jusqu&#8217;à samedi, selon la CGT. Le second, signé par les mêmes fédérations, hormis SUD-Rail, demande au ministre du travail, Xavier Bertrand, d&#8217;organiser <em>&#8220;dès vendredi&#8221;</em> une réunion tripartite <em>&#8220;pour fixer le cadre&#8221;</em> des négociations.</p>
<p><strong>&#8220;PAS UNE RÉUNION DE NÉGOCIATION&#8221;</strong></p>
<p><em>&#8220;La réunion que nous demandons n&#8217;est pas une réunion de négociation, c&#8217;est une réunion de mise au point pour préciser le cap, le contenu du futur processus&#8221;</em>, a précisé Didier Le Reste, secrétaire général de la CGT cheminots. Après avoir pris acte de la décision des assemblées générale de jeudi de reconduire la grève, M. Le Reste avait déjà demandé <em>&#8220;des précisions de la part du gouvernement </em>(&#8230;) <em>car la lettre</em> [de Xavier Bertrand] <em>était imprécise, notamment sur le calendrier&#8221;</em>. <em>&#8220;Quand on porte un mouvement social aussi fort que celui-ci, c&#8217;est notre responsabilité de syndicalistes d&#8217;obtenir des résultats bénéfiques pour tout le monde&#8221;</em>, avait-t-il ajouté. Pour Jean-Philippe Catanzaro, responsable des régimes spéciaux à la CFTC, <em>&#8220;si l&#8217;on n&#8217;ouvrait pas les négociations, on ne pourra pas sortir du conflit&#8221;</em>.</p>
<p>SUD-Rail n&#8217;a pas modifié sa position. Comme l&#8217;expliquait son secrétaire fédéral, Christian Mahieux, dans un <a href="http://www.lemonde.fr/web/chat/0,46-0@2-823448,55-976211@51-973287,0.html" target="_new">chat</a> au Monde.fr, <em>&#8220;nos revendications, c&#8217;est d&#8217;une part la suppression du projet </em>(&#8230;) <em>et dans un second temps, l&#8217;ouverture de négociations sur l&#8217;ensemble des régimes de retraite du pays. Nous ne pensons pas qu&#8217;aller négocier entreprise par entreprise soit la bonne réponse au problème global posé&#8221;</em>. <em>&#8220;Il n&#8217;est pas question d&#8217;aller négocier l&#8217;application de la réforme des régimes spéciaux pendant le conflit, c&#8217;est la raison pour laquelle nous n&#8217;avons pas signé le courrier au ministre</em>&#8220;, a-t-il ajouté jeudi soir.<br />
<strong><br />
M. BERTRAND VEUT QUE LES SYNDICATS APPELLENT &#8220;À LA REPRISE DU TRAVAIL&#8221;</strong></p>
<p>Le gouvernement assure de son côté suivre <em> &#8220;en permanence l&#8217;évolution de la situation&#8221;</em>, selon le porte-parole de l&#8217;Elysée, David Martinon. Sur France 3, Xavier Bertrand a demandé aux syndicats, jeudi soir,  <em>&#8220;d&#8217;appeler à la reprise du travail&#8221;</em> afin de pouvoir entamer des négociations.<em> &#8220;On ne peut pas avoir et la grève et les négociations d&#8217;entreprise en même temps&#8221;</em>, a fait valoir M. Bertrand, qui estime qu&#8217;il y a actuellement <em>&#8220;davantage d&#8217;agents qui souhaitent reprendre le travail&#8221;. </em></p>
<p>Une feuille de route confirmée par des membres de son entourage, qui ont expliqué, sous couvert d&#8217;anonymat, que des négociations ne seront possibles qu&#8217;une fois la grève terminée. <em>&#8220;Les négociations d&#8217;entreprises avec les représentants de l&#8217;Etat ne pourront s&#8217;engager que lorsque les organisations syndicales auront mis fin à la grève. </em><em>La balle est dans le camp des organisations syndicales&#8221;.</em></p>
<p>M. Fillon, qui s&#8217;est réunit, jeudi, avec M. Bertrand, Nicolas Sarkozy, la ministre de l&#8217;intérieur, Michèle Alliot-Marie, et le secrétaire d&#8217;Etat aux transports Dominique Bussereau, a une nouvelle fois appelé à la fin d&#8217;une grève <em>&#8220;qui pénalise les usagers et qui ne permettra pas d&#8217;aboutir à des avancées sociales&#8221;</em> et a demandé l&#8217;ouverture <em>&#8220;des négociations dans les entreprises&#8221;</em>.</p>
<p>Le taux de grévistes à la SNCF, jeudi, était de 46 % selon la CGT et de 42,8 % selon la direction. Un niveau de mobilisation qualifié par M. Le Reste de <em>&#8220;fort dans le cadre d&#8217;un mouvement de grève reconductible&#8221;</em>. Le trafic SNCF est resté perturbé, malgré des améliorations, notamment sur les TGV et les Corail. A la RATP, la direction comptait jeudi 27,2 % de grévistes, contre 44 % mercredi. Vers 18 heures, huit lignes de métro et les RER A et B ne fonctionnaient pas ou quasiment pas. La direction de la RATP prévoit un trafic encore <em>&#8220;perturbé&#8221;</em> vendredi. Même son de cloche à la SNCF, qui annonce néanmoins une <em>&#8220;nouvelle amélioration&#8221;</em> mais un trafic <em>&#8220;pas normal&#8221;</em> durant le week-end.</p>
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		<title>El Gobierno francés da un mes a sindicatos y empresas para negociar</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2007 09:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Francia vive la segunda huelga de transportes públicos en menos de un mes.
Los franceses se amontonan en las estaciones ante servicios que están bajo mínimos.
REUTERS
El País

El Gobierno francés ha dado un plazo de un mes a los sindicatos y las direcciones de las empresas públicas afectadas por la reforma de los regímenes especiales de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="mod_grafico_foto2">
<p class="foto_mg"> <img src="http://www.elpais.com/recorte/20071114elpepuint_6/LCO340/Ies/20071114elpepuint_6.jpg" alt="Huelga" title="Huelga" height="250" width="340" /></p>
<p class="ampliar"><a href="http://www.elpais.com/fotografia/Huelga/elpdiaint/20071114elpepuint_6/Ies/" title="Huelga [Ampliar fotografía]" target="_blank"><img src="http://www.elpais.com/im/ico_ampliar.gif" alt="Ampliar" border="0" /></a></p>
<p><span style="font-size: 85%">Francia vive la segunda huelga de transportes públicos en menos de un mes.<br />
Los franceses se amontonan en las estaciones ante servicios que están bajo mínimos.<span class="agencia"><br />
REUTERS</span></span></p>
<p><span style="font-weight: bold">El País</span><br />
<span style="font-size: 85%"><span class="agencia"></span></span></p>
<p>El Gobierno francés ha dado un plazo de un mes a los sindicatos y las direcciones de las empresas públicas afectadas por la reforma de los regímenes especiales de pensiones para negociar medidas de acompañamiento de la reforma y poner fin a la huelga de transportes que afecta a Francia desde la noche del martes.</p>
<p>Este plazo figura en la carta enviada esta noche por el ministro de Trabajo, Xavier Bertrand, a los líderes de las principales centrales sindicales, cuando muchos de los sindicatos ya habían decidido prorrogar este jueves la huelga en los ferrocarriles y el transporte urbano de París que ha sumido a la capital francesa en el caos.</p>
<p>Por su parte, el presidente francés, Nicolas Sarkozy, considera que ahora &#8220;se dan las condiciones&#8221; para las negociaciones en las empresas y que, por tanto, la huelga debe acabar &#8220;lo antes posible en el interés de los usuarios&#8221;, según ha declarado esta noche el portavoz del Elíseo. Un líder sindical, François Chérèque del sindicato CFDT, a última hora de ayer, anunciaba que &#8220;hay elementos para suspender la huelga en la SNCF&#8221;, la empresa pública de ferrocarriles, tras haber recibido la carta de Bertrand. Dos sindicatos menores, por su parte, se retiraron de la huelga en la RATP (gestiona los transportes metropolitanos en París, incluido el metro), lo que supondrá que su incidencia se verá reducida un 20%.</p>
<p>Para el Gobierno hay tres puntos innegociables: el aumento de 37,5 a 40 años del periodo de cotización que da derecho al 100% de la pensión, para equiparar a estos colectivos con los de la función pública; que las pensiones evolucionen al ritmo de la inflación, no al de los salarios, de los empleados activos de las empresas, y que las prejubilaciones serán penalizadas. &#8220;Todo lo demás es negociable&#8221;, según el primer ministro francés François Fillon.</p>
<p><strong>Situación caótica</strong></p>
<p>Los convocantes del paro organizaron ayer manifestaciones en las grandes ciudades de Francia. La más numerosa fue en París, con 25.000 personas según los sindicatos, 5.000 según la policía. Las huelgas han tenido menor seguimiento que las del 18 de octubre, pero han causado muchas perturbaciones en el tráfico de trenes, ya que sólo han circulado en torno al 20% de los de un día normal y los huelguistas han superado el 60% en la SNCF (casi el 75% en octubre).</p>
<p>En el transporte metropolitano de París, la situación ha sido también muy complicada, pero variable, con algunas líneas de metro que sólo funcionaban al 20%, mientras la automática (sin conductor) lo hacía normalmente. Un 15% de los autobuses en servicio y algunas líneas de trenes de cercanías han estado prácticamente paralizadas. Esta mañana en las afueras de la capital francesa se han acumulado hasta 300 kilómetros de retenciones en carreteras y autopistas.</p>
<p>Para hoy jueves, la RATP y SNCF han advertido de de que la situación seguirá &#8220;muy perturbada&#8221; aunque con algunas &#8220;mejoras&#8221;, y a modo de ejemplo, están programados 150 de los 700 trenes de alta velocidad habituales, frente a los 90 de este jueves.</p>
<p>En la energía, el seguimiento de la huelga, según las direcciones de EDF y GDF, ha rondado el 30%, frente al 45% del 18 de octubre, lo que no ha impedido algunas acciones cortes de luz y una reducción de la producción eléctrica de hasta 8.000 megavatios en algunos momentos.</p>
<p><!-- ************* Tabla **************** --><!-- ************* Fin Tabla **************** --><!-- ************* Despiece **************** --><!-- ************* Fin Despiece **************** --><!-- TITLE --><!-- /TITLE --><!-- ROWS --><!-- /ROWS --><!-- ROW --><!-- /ROW --><!-- google_ad_section_end() --><!-- ***** Fin Cuerpo ***** -->                                                                                           <!-- ***** Google ***** --></p>
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		<title>Des assemblées générales à la RATP et à la SNCF ont reconduit la grève jeudi</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 18:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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AFP/PATRICK KOVARIK
 Le secrétaire général de la CGT, Bernard Thibault, lors du défilé contre la réforme des régimes spéciaux, le 174 novembre à Paris.
     [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="pg-dte-2">
<p class="leg" style="padding: 0px 6px">                           <img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/edt/ill/2007/11/14/h_9_ill_978452_greve2.jpg" alt="Le secrétaire général de la CGT, Bernard Thibault, lors du défilé contre la réforme des régimes spéciaux, le 174 novembre à Paris. | AFP/PATRICK KOVARIK" title="Le secrétaire général de la CGT, Bernard Thibault, lors du défilé contre la réforme des régimes spéciaux, le 174 novembre à Paris. | AFP/PATRICK KOVARIK" border="0" height="217" width="326" /></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-size: 78%">AFP/PATRICK KOVARIK</span></p>
<p> Le secrétaire général de la CGT, Bernard Thibault, lors du défilé contre la réforme des régimes spéciaux, le 174 novembre à Paris.</p>
<p class="leg" style="padding: 0px 6px">                           <a href="javascript:window.open('/web/illustration/0,32-0,40-978436,0.html','Image','height=535,width=675,resizable=yes,scrollbars=yes');void(0);">                       <img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/img/bt/aggrandirimage.gif" alt="Cliquez pour agrandir l'image" border="0" /></a><br />
<img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/edt/ill/2007/11/14/h_9_ill_978436_p1030276.jpg" alt="Le départ de la manifestation  parisienne, place du 18 juin 1940, contre la réforme des régimes spéciaux, mercredi 14 novembre. | Le Monde.fr" title="Le départ de la manifestation  parisienne, place du 18 juin 1940, contre la réforme des régimes spéciaux, mercredi 14 novembre. | Le Monde.fr" border="0" height="217" width="326" /></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-size: 78%">Le Monde.fr</span></p>
<p> Le départ de la manifestation parisienne, place du 18 juin 1940, contre la réforme des régimes spéciaux, mercredi 14 novembre.</p>
<p><img src="http://medias.lemonde.fr/mmpub/img/let/1.gif" alt="1" title="1" align="left" border="0" /><strong>7h30. Le gouvernement &#8220;obligé de reculer&#8221;, juge François Hollande</strong><br />
Fustigeant un gouvernement et un président qui <em>&#8220;veulent agir avec autoritarisme et en force&#8221;, </em>François Hollande a estimé que, sur la question des régimes spéciaux, <em>&#8220;ils sont obligés de reculer&#8221;. </em><em>&#8220;Il a fallu attendre que les Français souffrent dans leurs conditions de transports pour que l&#8217;Etat daigne dire qu&#8217;il serait présent dans des réunions dans chacune des entreprises. On n&#8217;aurait pas pu y penser plus tôt ?&#8221;</em>, s&#8217;est-il demandé. <em>&#8220;Je demande au président de la République, au gouvernement, de ne pas perdre une minute de plus et d&#8217;ouvrir la négociation de manière à ce qu&#8217;on sorte de ce conflit dignement avec une réforme qui sera consentie&#8221;</em>, a-t-il ajouté.<br />
<strong><br />
17 h 20. Possible remboursement des usagers de TER et Transilien</strong><br />
Anticipant l&#8217;entrée en vigueur de la loi sur le service minimum, la direction de la SNCF annonce vouloir rembourser les usagers des TER et Transilien selon les modalités prévues par celle-ci. <em>&#8220;Si l&#8217;information est mal faite ou si le trafic promis n&#8217;est pas assuré, il y aura remboursement&#8221;</em>, explique la direction. Une <em>&#8220;décision définitive&#8221;</em> sur l&#8217;ensemble de ces remboursements sera prise <em>&#8220;quand la situation sera redevenue proche de la normale&#8221;</em>, a-t-on ajouté.<br />
<strong><br />
17 heures. Coupures d&#8217;électricité ciblées à Rouen</strong><br />
La direction et des syndicats d&#8217;EDF affirment que des coupures ciblées d&#8217;électricité ont été pratiquées à Rouen. Ces actions ont notamment visé le technopôle du Madrillet où sont regroupées des entreprises de pointe. <em>&#8220;De telles coupures ont pour but de démontrer que les grévistes peuvent intervenir où ils veulent et quand ils veulent sans mettre en péril personne&#8221;</em>, a affirmé la CGT au nom de l&#8217;intersyndicale. Entre 700 et 800 électriciens et gaziers ont participé à la manifestation qui a réuni, mercredi matin, de 2 700 à 4 000 personnes à Rouen.<br />
<strong><br />
16 h 30. Trafic &#8220;très perturbé&#8221; à la SNCF jeudi</strong><br />
La direction de la SNCF annonce que le trafic restera<em> &#8220;très perturbé&#8221;</em> jeudi, mais fait état de quelques <em>&#8220;améliorations&#8221;</em>, avec notamment 150 TGV sur 700 en circulation, 50 trains Corail sur 300, deux à quatre trains par heure sur le Transilien ou encore davantage de TER. Ces améliorations par rapport aux prévisions initiales sont possibles <em>&#8220;grâce aux reprises </em>[de service] <em>individuelles des conducteurs&#8221;</em>, souligne la direction. Par ailleurs, Guillaume Pépy, directeur général exécutif, fait état <em>&#8220;de contacts de plus en plus fréquents&#8221;</em> avec trois syndicats (CFDT, CFE-CGC et CFTC). <em>&#8220;Nous les avons rencontrés, ça a bougé et ça va bouger dans les heures qui viennent&#8221;</em> a-t-il déclaré.<br />
<strong><br />
16 h 15. Grève reconduite pour 24 heures à la RATP</strong><br />
Le mouvement social est reconduit à la RATP pour 24 heures, dans l&#8217;attente de nouvelles propositions gouvernementales, selon les syndicats. <em>&#8220;Les salariés réunis en assemblées générales dans les dépôts de bus et dans les terminus de métro et de RER ont reconduit majoritairement la grève&#8221;</em>, a affirmé Philippe Touzet, délégué central SUD-RATP. <em>&#8220;Demain, il faut s&#8217;attendre encore à des perturbations. De quel ordre, je ne sais rien. Il va peut-être se passer des choses d&#8217;ici là </em>(&#8230;) <em>le ministre </em>[Xavier Bertrand]<em> doit s&#8217;exprimer ce soir et on verra s&#8217;il y a des avancées et si ça peut modifier ou pas la mobilisation demain&#8221;</em>, a-t-il précisé.<br />
<strong><br />
16 heures. Bernard Thibault pour la reconduction du mouvement en attendant &#8220;une réaction officielle du gouvernement&#8221;</strong><br />
Le secrétaire général de la CGT, qui avait proposé au gouvernement l&#8217;ouverture d&#8217;un nouveau cycle de négociations tripartites mardi, a annoncé qu&#8217;il était favorable à <em>&#8220;la poursuite du mouvement&#8221;</em> dans l&#8217;attente d&#8217;une <em>&#8220;réaction officielle du gouvernement&#8221;</em> à ses propositions. <em>&#8220;On devrait recevoir un courrier matérialisant la position du gouvernement </em>(&#8230;)<em> nous verrons ce qu&#8217;il y a dans ce courrier&#8221;</em>, a-t-il indiqué. <em>&#8220;Je ne sais pas si les négociations vont commencer </em>(&#8230;)<em>. Je ne peux pas dire à ce stade si le conflit va s&#8217;arrêter&#8221;</em>, a ajouté le leader cégétiste jugeant qu&#8217;il fallait <em>&#8220;bien changer à la fois le cadre, la procédure et le contenu de ce qui fait conflit&#8221;</em>.<br />
<strong><br />
15 h 45. Des milliers de personnes manifestent à Paris, entre 1 600 et 3 200 à Lille</strong><br />
La manifestation qui s&#8217;est déroulée entre la gare Montparnasse et la gare d&#8217;Austerlitz, mercredi, a rassemblé plusieurs milliers de participants, selon la CGT. Des étudiants qui protestent contre la réforme des universités se sont joints au défilé. A Lille, une manifestation réunissant des cheminots, des employés d&#8217;EDF et GDF et des étudiants s&#8217;est dirigée de la mairie à la préfecture. Ils étaient 3 200, selon la CGT, et 1 600, selon la police.<br />
<strong><br />
15 h 40. La lettre du gouvernement aux syndicats envoyée dans &#8220;les prochaines heures&#8221;</strong><br />
Xavier Bertrand assure que <em>&#8220;la lettre de méthode&#8221; </em>commandée par Nicolas Sarkozy sera envoyée aux syndicats dans <em>&#8220;les prochaines heures&#8221;</em>.<em> &#8220;Chacun peut avoir l&#8217;assurance que ces négociations d&#8217;entreprises vont pouvoir progresser&#8221;</em>, a ajouté le ministre, notant que la participation à la grève dans les transports et l&#8217;énergie était <em>&#8220;élevée même si elle est en baisse par rapport&#8221;</em> au mouvement social précédent.</p>
<p><strong>15 h 35. </strong><strong>Moins de grévistes à la RATP que le 18 octobre</strong><br />
Selon la direction de la RATP, la grève à l&#8217;appel de six des huit syndicats était suivie à 44 %, contre 58 % lors du mouvement social du 18 octobre.<br />
<strong><br />
15 h 30. François Fillon veut mettre un terme à un grève &#8220;qui n&#8217;aboutira pas&#8221;<br />
</strong>Lors de la séance de questions au gouvernement à l&#8217;Assemblée, François Fillon appelle à la fin d&#8217;une grève <em>&#8220;qui n&#8217;est pas utile, qui n&#8217;aboutira pas à des résultats pour qui que ce soit, et qui gêne des millions de Français&#8221;</em>. <em>&#8220;Nous avons décidé ce matin </em>(&#8230;)<em> d&#8217;envoyer une lettre qui fixe le cadre des négociations d&#8217;entreprise&#8221;</em>, a-t-il rappelé. Outre mettre un terme à la grève, cette démarche a un deuxième but, selon M. Fillon : <em>&#8220;développer dans les entreprises la négociation qui est désormais souhaitée par tous les salariés&#8221;.</em> Le premier ministre a également précisé les points négociables : <em>&#8220;les revenus, les salaires en particulier en fin de carrière, les conditions de travail, la pénibilité, le régime additionnel, l&#8217;aménagement des fins de carrière&#8221;</em>.</p>
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