31/01/2008 - 11:14h É novamente a economia, estúpido
UOL teve a boa iniciativa de traduzir o artigo que reproduzi do Financial Times neste blog na terça-feira, em inglês. Graças a coluna do sempre antenado Nelson de Sá, TODA MÍDIA, na Folha de hoje, fiquei sabendo da tradução e estou postando ela aqui. Para quem quiser a versão em inglês é só clicar no link embaixo. No TODA MÍDIA têm outros links para a campanha nos EUA.
Terca-feira, 29/01/2008 – 19:45
Back to ‘the economy, stupid’: How a slowdown will influence America’s presidential contest
Este artigo vale a pena, apesar de cumprido e só acessível a quem lê inglês. Ele permite acompanhar a evolução do processo eleitoral norte-americano e sua relação com o impacto da crise econômica na população do pais. Ele reforça minha convicção que um presidente democrata será eleito em novembro, mas muito dependerá da mensagem sobre a crise. Por enquanto, se como mostra o artigo, os candidatos Republicanos estão fora da realidade, os principais candidatos democratas permanecem com posições vagas. Os Estados-Unidos vão precisar muito mais que generalidades e os eleitores estarão muito sensíveis aos efeitos da crise. LF
By Edward Luce
Toda Mídia
Nelson de Sá
É a economia, de novo
No capítulo de ontem, por TVs e sites americanos, europeus, brasileiros, saíram os quase figurantes John Edwards e Rudolph Giuliani, após nova derrota.
Ao fundo, como na análise “Retorna “é a economia, estúpido’”, do “Financial Times”, traduzida no UOL, vai se estabelecendo que a crise deve definir a eleição. O texto, ironizando o republicano John McCain por admitir que “economia não é algo que eu entenda tão bem quanto deveria”, arrisca que a desaceleração vai eleger um democrata. Outro texto, de um professor de Berkeley, diz que a classe média “não dá mais conta”, já exauriu os meios com que contornava os problemas econômicos no país, e olha “ansiosa” aos candidatos.







‘économiste américain John Kenneth Galbraith, qui a étudié les krachs dans leurs moindres détails, écrivait : “Ce que nous savons avec certitude, c’est que les épisodes spéculatifs ne se terminent jamais en douceur. Il est sage de prédire le pire, même s’il est, selon la plupart des gens, peu probable.” La crise des subprimes confirme son jugement. C’est d’abord avec une grande brutalité – inconnue depuis le 11 septembre 2001 – que les places boursières décrochent depuis plusieurs jours.
“This is a global economic crisis,” Clinton said at a news conference early this morning. “It has pushed the Fed into an emergency meeting and a rate cut in an effort to take whatever action can be taken on the monetary side to begin to try to stabilize this situation which is obviously deteriorating.”