02/01/2009 - 11:29h Rio: Paes anuncia corte de R$ 1,5 bi e suspende obras da Cidade da Música

 

Leo Pinheiro / Valor RJ

Paes comenta ausência de antecessor na transmissão do cargo: “Lamento. Foi decisão dele e não há nada que possa fazer”

Chico Santos e Francisco Góes, do Rio - VALOR

O novo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), assumiu ontem cumprindo a promessa de tomar medidas duras para adaptar as finanças do município à situação de crise econômica vivida pelo Brasil e o mundo. Ele disse que pretende economizar R$ 1,5 bilhão com medidas que vão da redução de 30% na remuneração de cargos em comissão e gratificações especiais, corte de 20% nas despesas de custeio, controle de restos a pagar e até suspensão, para fazer auditorias, de contratos em andamento. Paes decretou a paralisação da principal obra do final da gestão do seu antecessor, César Maia (DEM), a Cidade da Música, com custo próximo a R$ 500 milhões.

“São todas medidas que buscam organizar a cidade, organizar as finanças públicas. Nós vivemos um período delicado, não tivemos, infelizmente, acesso ao fluxo de caixa da prefeitura (durante a transição) e não sabemos a situação que vai ser encontrada”, justificou o prefeito na tumultuada primeira entrevista do seu mandato, concedida na frente da Câmara de Vereadores, na Cinelândia, no centro, onde foi empossado às 12h45 de ontem. Antes dele os 51 vereadores do Rio tomaram posse.

Apesar de anunciar medidas que revelam desconfiança em relação ao governo do seu ex-padrinho político (ele começou nos anos 1990 como subprefeito de Maia), Paes evitou atacar o antecessor. “Não acho que seja má fé”, disse ao comentar suas suspeitas de excessos nos gastos da Cidade da Música, uma construção gigantesca na Barra da Tijuca (zona Oeste). “Quero dizer o seguinte: eu quero olhar para a frente. Não vamos perder tempo fazendo comentários sobre o passado. O que aconteceu no passado a população já julgou”, disse.

O tom conciliador não impediu que o prefeito repetisse que a proposta orçamentária de R$ 12 bilhões para 2009, enviada por Maia à Câmara de Vereadores, é “quase uma peça de ficção, com receitas superestimadas e despesas subestimadas”. O secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, disse que R$ 1,3 bilhão, cerca de 10% do orçamento total, serão bloqueados até que a administração tenha uma exata noção dos números.

Ele afirmou ainda que todos os investimentos serão congelados em um primeiro momento. A secretária da Fazenda, Eduarda La Rocque, deu a entender, porém, que o valor do orçamento a ser bloqueado ainda precisará ser melhor discutido. As medidas de austeridade que povoaram a edição de ontem do Diário Oficial do município teriam o objetivo de trazer as contas para a realidade. “À medida que o ano for caminhando, os impostos forem sendo pagos, a gente vai observar o caixa da prefeitura e pode ir afrouxando. Neste primeiro momento, precisamos apertar os cintos”, disse Paes.

À tarde, no Palácio da Cidade, sede da prefeitura, em Botafogo (zona Sul), onde deu posse aos secretários, Paes foi lacônico ao comentar a ausência de Maia na cerimônia: “Eu só lamento. Foi decisão dele e não há nada que eu possa fazer”, afirmou. No discurso de posse, Paes fez uma crítica indireta ao seu antecessor sem mencioná-lo nominalmente: “Herdamos hoje (ontem) a cidade que ainda é a mais maravilhosa do Brasil, mas que está enfraquecida pela desigualdade crescente, por serviços públicos ineficientes e por um poder público distante das pessoas”, alfinetou.

Entre as autoridades presentes ao Palácio da Cidade, que permaneceu lotado durante toda a cerimônia, estiveram os ministros Carlos Minc, do Meio Ambiente, José Temporão, da Saúde, e Orlando Silva, dos Esportes. Os ministros Marco Aurélio Mello e Carlos Alberto Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF), também compareceram. Antes de os secretários serem empossados, houve um ato ecumênico coordenado pelo cardeal arcebispo do Rio, Dom Eusébio Oscar Sheid.

No discurso, Paes não economizou elogios ao governador Sérgio Cabral (PMDB), presente ao evento. Eleito com o apoio maciço de Cabral, que, por sua vez, vive quase um idílio político com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Paes confia na sintonia entre as três instâncias de governo para fazer uma boa gestão, mesmo assumindo em um momento de dificuldades econômico-financeiras.

No âmbito do legislativo municipal, os sinais de ontem foram de que ele não enfrentará problemas. Mesmo o DEM, partido de Maia, tendo oito cadeiras, contra seis do PMDB, o vereador peemedebista Jorge Felippe foi eleito presidente da casa por unanimidade. Um dos decretos de Paes estabelece que a quitação dos restos a pagar recebidos por sua gestão só será feita após autorização de um órgão especialmente criado ontem, a Comissão de Programação Financeira e Gestão Fiscal.

No caso da Cidade da Música, foi dado um prazo de 120 dias para auditar os contratos. A obra será paralisada, mas o prefeito afirmou que ela será retomada e concluída assim que os números forem elucidados. Entre os decretos, há também o cumprimento de promessas de campanha como o fim da aprovação automática na rede municipal de ensino.

01/10/2008 - 10:09h Rio: Eduardo Paes (PMDB) mantém a liderança, Crivella (PRB) e Gabeira (PV) disputam vaga no segundo turno.

Paes tem 33%, Crivella, 21%, e Gabeira, 19% dos VOTOS VÁLIDOS

http://www.alerj.rj.gov.br/fotos/futmulher_epaes_fv_24_09_07_new.jpg
Eduardo Paes (PMDB) (acima) lidera no Datafolha, Crivella e Gabeira (embaixo) disputam o segundo lugar
http://oglobo.globo.com/fotos/2008/03/21/21_MHG_teste2monta.jpg

DATAFOLHA

Eduardo Paes (PMDB) lidera a disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro, com 29% das intenções de voto, a cinco dias das eleições municipais. Ele mantém o mesmo índice do último levantamento, em 25 e 26 de setembro.

O adversário de Paes no segundo turno está indefinido: Marcelo Crivella (PRB) oscilou um ponto em relação à pesquisa anterior e agora tem 19%, enquanto Gabeira (PV), que já havia subido quatro pontos percentuais há quatro dias, oscilou mais dois pontos para cima e agora tem 17%.

Jandira Feghali (PCdoB) passou de 13% para 12% das intenções de voto.

Sem alterações significativas nas taxas de intenção de voto encontram-se os demais candidatos, com pouca probabilidade de continuar na disputa. Solange (DEM) obteve 5% das citações; Molon (PT), 4%; Chico Alencar (PSOL), 2%; e Paulo Ramos (PDT), 1%. Eduardo Serra (PCB), Filipe Pereira (PSC) e Vinícius Cordeiro (PTdoB) não alcançaram a taxa mínima.

Afirmam agora que votarão em branco ou anularão 7% dos eleitores, e ainda não souberam posicionar-se 4%.

Considerando-se apenas os votos válidos, Paes tem 33% das intenções de voto.Crivella aparece com 21%, empatado com Fernando Gabeira, que tem 19%.

A seguir, vêm Jandira, 13%, Solange, 5%, Molon, 4%, Chico Alencar, 3%, e Paulo Ramos, 1%.

No cálculo por votos válidos não estão incluídos os brancos, nulos e as abstenções. É com base nos votos válidos que a Justiça Eleitoral divulga os resultados oficiais da eleição. Para o cálculo desses votos, o Datafolha exclui da amostra, além dos votos brancos e nulos, os eleitores que se declaram indecisos.

O Datafolha ouviu 1311 eleitores cariocas de 16 anos ou mais, nos dias 29 e 30 de setembro de 2008. A margem de erro máxima, para o total da amostra, é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Eleitores de Paes e Crivella são os que mais cientes do número a ser digitado

A cinco dias da votação popular para o próximo prefeito, a taxa de conhecimento do número do candidato atinge 48%, quase a mesma observada na semana passada (45%).

Mostram-se mais cientes do número correto os eleitores de Paes (57%, ante 53% há quatro dias) e de Crivella (53%, sete pontos percentuais acima do verificado antes, 48%), em comparação aos eleitores de Gabeira (41%) e Jandira (38%).

78% estão totalmente decididos quanto ao voto

Enquanto 70% dos eleitores diziam-se totalmente decididos quanto à sua escolha há quatro dias, hoje essa parcela soma 78%.

Do eleitorado de Eduardo Paes, 82% votariam estão certos de seu voto. Entre os eleitores de Gabeira, 79% estão totalmente decididos a votar no candidato. Para a mesma projeção, 81% dos que dizem votar em Crivella estão totalmente decididos em relação ao seu voto.

Na pesquisa espontânea, quando não é apresentado aos eleitores o cartão com o nome dos candidatos, Paes também continua liderando, acima do obtido na última pesquisa: de 16%, ele atinge agora 20%.

Crivella, que aparecia sozinho em segundo lugar até semana passada, mantém 12%, e empata tecnicamente com Gabeira, que sobe de 10% para 13%.

Jandira Feghali tem 7%. Em relação aos demais candidatos, não são observadas mudanças significativas: Molon e Solange ficam com 2%, e Chico com 1% das menções espontâneas. Os demais não alcançam 1%, cada. Nesta situação, 8% reafirmam intenção de votar branco ou nulo e um terço (30%) revela-se indeciso.

Paes venceria adversários se segundo turno fosse hoje

Considerada a hipótese de segundo turno entre Paes e Crivella, amplia a vantagem do primeiro em relação ao segundo: há quatro dias, 53% escolheriam o primeiro e 32% o segundo, taxas que chegam agora, respectivamente, a 58% de opção pelo candidato do PMDB, ante 29% do candidato do PRB. Declaram voto em branco ou nulo 12%, enquanto 2% não souberam opinar.

Pela primeira vez, o Datafolha testou a hipótese de o segundo turno ocorrer entre Paes e Gabeira. Neste caso, Paes seria eleito, com 53%, contra 33% do candidato do PV. Outros 11% anulariam ou votariam em branco, 2% estariam indecisos.

Na terceira situação possível apresentada aos entrevistados, 51% escolheriam Paes e 37% optariam por Jandira, isto é, Paes também seria eleito. Assim como ocorre com Crivella, Paes aumenta a vantagem sobre a candidata do PCdoB, que tiveram 48% e 41% das menções na semana passada. Mostram-se sem candidato 12%, sendo 2% de indecisos e 10% os que afirmam que votariam branco ou nulo.

Por último, na quarta vez em que é testada a hipótese de disputa entre Crivella e Jandira, novamente Jandira aparece com vantagem: ela seria eleita com 50% dos votos, contra 36% do adversário.

Eleitores rejeitam mais Crivella e Solange

Como observado desde o início das pesquisas de intenção de voto no Rio de Janeiro este ano, Crivella é o candidato mais rejeitado: 38% dos eleitores cariocas não votariam nele de jeito nenhum, taxa que mantém-se estável em relação à semana passada.

Solange permanece como o segundo nome mais rejeitado desde agosto, agora por 26% dos eleitores, um ponto abaixo do obtido na pesquisa anterior (27%).

Compõem um terceiro grupo de candidatos que não seriam escolhidos pelos eleitores Gabeira (rejeitado por 24%), Jandira (19%), Paes (18%). Considerando-se esses resultados, Paes tem uma vantagem em relação a seu principais adversários na disputa.

Seguem-se, com 16% cada, Molon e Filipe Pereira; com 15% (cada), Paulo Ramos e Vinícius Cordeiro; com 14% (cada), Chico Alencar e Antonio Carlos; e, por último, Eduardo Serra com 13%.

Afirmam que votariam em qualquer um e não rejeitam nenhum 7%, 4% rejeitam todos e não votariam em nenhum, outros 5% não souberam posicionar-se.

Avaliação de maia continua regular
Eleitores atribuem nota 4,9 ao prefeito

Prestes a completar sete anos e nove meses à frente da prefeitura do Rio de Janeiro, Cesar Maia é aprovado, com avaliação ótima ou boa, por 23% dos eleitores cariocas, taxa que foi de 22% há quatro dias, em 26 de setembro, e que mostra-se estável, considerando a margem de erro, desde o início de julho, quando atingiu 26% de aprovação, a partir do que oscilou para baixo ou para cima.

Já, a parcela dos que o avaliam como regular (39%) mantém-se praticamente a mesma desde 17 e 18 de setembro, quando apresentou crescimento em relação ao início do mês (32% em levantamento dos dias 04 e 05).

Por outro lado, considerando o decorrer do mês de setembro, diminui seis pontos percentuais a taxa de reprovação ao prefeito do DEM: de 40% no início do mês para 36% semana passada, taxa que se mantém no atual levantamento.

Na presente pesquisa, Maia alcança 4,8 de nota média, atribuída pelos eleitores dentro de uma escala de zero a dez, aproximando-se um pouco mais do 5,1 obtido em 03 e 04 de julho.

São Paulo, 30 de setembro de 2008. Instituto Datafolha

19/06/2007 - 12:11h Dure réalité pour le Musée d’art naïf de Rio

Le Musée international d’art naïf de Rio de Janeiro, l’une des attractions culturelles de la ville, dans le quartier traditionnel de Cosme Velho, a lancé un SOS, après avoir fermé ses portes le 14 mars, faute de moyens.

“On ne pouvait plus continuer comme ça, à mendier de l’argent partout”, regrette le créateur de cette petite structure, Lucien Finkelstein, 75 ans, un Français habitant à Rio depuis 1948. Le musée a reçu douze mille visiteurs en 2006, pour moitié, des touristes étrangers. Sa collection, réputée, est souvent sollicitée à travers le monde. Pour continuer d’assurer son fonctionnement, il faudrait l’équivalent de 200 000 euros.

“Cette maison du XIXe siècle n’a jamais été adaptée, reconnaît la directrice et fille du fondateur, Jacqueline Finkelstein. La réserve n’est pas isolée, il y a des infiltrations, parfois des inondations, et les termites attaquent les tableaux.”

AVALANCHE DE COURRIELS

Le musée avait ouvert en 1995, dans la maison acquise par Lucien Finkelstein pour y présenter une petite partie de sa collection, six mille oeuvres glanées au hasard de ses voyages. “Le Brésil est devenu le centre de l’art naïf, car on y découvre encore de nouveaux peintres authentiques, de talent”, assure-t-il. Désireux de montrer au public ses peintures d’une centaine de pays, il en a fait don à sa fondation, installée dans le musée. La mairie de Rio s’était engagée à financer le projet par une subvention de 100 000 euros, irrégulièrement versée.

“La contrepartie exigée, la disponibilité pour les écoles publiques, coûte presque plus que la subvention”, assure Jacqueline Finkelstein, qui travaille bénévolement. Le musée avait publié plusieurs livres, mais il n’en a plus les moyens, pas plus que d’imprimer des brochures destinées aux touristes qui montent au Christ rédempteur depuis la gare voisine. Le SOS a provoqué une avalanche de courriels, des manifestations de solidarité et des propositions d’aide de deux entreprises, la compagnie pétrolière brésilienne Petrobras et la filiale locale de Michelin. “Un collaborateur du ministère de la culture est même venu de Brasilia. Mais en quatre ans, le ministre Gilberto Gil n’a jamais visité le musée et aucun représentant de la France ne s’est manifesté”, regrette Lucien Finkelstein.

Annie Gasnier pour Le Monde

12/06/2007 - 12:50h Alemão, do BBB7, grava mensagem de apoio ao Cristo

Luiz Filipe Barboza - O Globo Online

Alemão na campanha pelo Cristo. Foto de Ivo Gonzalez (O Globo)

RIO - Diego Bissolatti Gasques, ou simplesmente Alemão, o homem que chegou a ter a preferência de 32 milhões de telespectadores num dos paredões do Big Brother Brasil 7, está tentando fazer, em favor do Cristo Redentor, o que os políticos gostam de chamar de transferência de votos. Nesta segunda-feira, ele, que abriu mão de seu cachê, gravou, aos pés do Cristo, no Corcovado, sua mensagem de apoio para a campanha “Vote no Cristo. Ele é uma maravilha”. A estátua carioca concorre com outros 20 candidatos ao título de uma das novas sete maravilhas do mundo moderno. Há seis vagas: as Pirâmides de Gizé, no Egito, único monumento remanescente das sete maravilhas da antiguidade, são hors-concours e já têm lugar garantido. Leia mais aqui

09/06/2007 - 12:06h PT e PMDB ensaiam 40 parcerias no Rio

Leandro Mazzini

BRASÍLIA.O PT do Rio quer pegar carona na lua-de-mel do governador Sérgio Cabral com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e articular o maior número de chapas com o PMDB para disputar as eleições municipais no Estado. A idéia é fechar parceria em pelo menos 40 cidades. Hoje, o PMDB administra 42 municípios, e o PT, só nove. Há 13 dias, Cabral e a bancada federal petista se reuniram num animado almoço no Palácio Guanabara, a fim de tratar do assunto.

O anfitrião gostou da idéia e marcou novo encontro com o grupo para daqui a dois meses.

- A relação de Cabral com Lula é boa e precisamos amadurecer isso - disse o líder do PT na Câmara, deputado Luiz Sérgio (RJ).

A bancada estadual não quer ficar atrás. O presidente do diretório regional, Alberto Cantalice, já elabora um mapa do Estado, no qual anotará onde há possibilidade parceria.

- Temos condições de fechar chapa em pelo menos 40 municípios - declarou Cantalice, que não foi ao almoço no Palácio Guanabara.

Além de Luiz Sérgio, que propôs o encontro com Cabral, participaram da reunião os correligionários Edson Santos, Cida Diogo, Jorge Bittar, Chico D’Ângelo e Carlos Santana. Cabral foi tão amigável que os petistas esqueceram o cardápio e já propuseram, à mesa, nomes para um possível acordo com o PMDB no ano que vem. O ex-vereador Edson Santos apresentou-se como opção do partido no Rio. Cida Diogo disse que se candidatará à prefeitura de Volta Redonda. Leia mais aqui no JB Online

03/06/2007 - 12:24h At Pan Am Games, Play It Safe and Enjoy

Sergio Moares/Reuters

Sent to Leitura e Opiniões by Debora

THE World Cup ended nearly a year ago, and the next Olympics are both a year off and on the other side of the world. But for sports fans hooked on international competition, an opportunity is coming up in July: the quadrennial Pan-American Games are being held in Rio de Janeiro.

On July 13, an elaborate opening ceremony at the Maracanã soccer stadium, on Rio’s working-class north side, will include 7,000 dancers and be directed by the choreographer — Doug Jack — who has done similar productions for the last four Olympics.

Over the next 16 days, more than 5,500 athletes representing the 42 countries and dependencies of the Western Hemisphere will be competing in more than 30 sports, ranging from basketball, boxing and swimming to field hockey, bowling and fencing. The United States’ delegation alone consists of more than 600 athletes, many of whom have Olympic aspirations, and Puerto Rico will be sending a separate delegation of 240. The competition will conclude on July 29, also at Maracanã. Leia mais aqui no The New York Time