19/08/2011 - 12:16h Perú: Empresarios respaldan iniciativa presidencial de crear fondo para seguridad

Directivos de ADEX y Cámara de Comercio de Lima dispuestos a colaborar porque altos costos en seguridad se convierten en sobrecostos para empresas

Viernes 19 de agosto de 2011 – EL COMERCIO

Policías
(Foto archivo El Comercio)

El presidente de la Asociación de Exportadores (ADEX), Juan Varilias, señaló ayer que su gremio empresarial apoyará la iniciativa del presidente Ollanta Humala Tasso para la creación del Fondo para la Seguridad Ciudadana, con el aporte del sector privado.

“Nosotros como gremios empresariales definitivamente tenemos que apoyar esta iniciativas del presidente Humala”, declaró a la agencia Andina. En ese sentido, saludó la iniciativa presidencial.

Según dijo, el sector privado debe analizar con detenimiento cómo va a funcionar el mecanismo del Fondo para la Seguridad Ciudadana, para lograr la mejor participación.

También reveló que en el sector exportador los costos en seguridad se convierten en sobrecostos, porque no solamente invierten en contratar personal especializado en seguridad para los empresarios, sino también para el cuidado de la infraestructura y locales de trabajo.

“Sí, lo sentimos, y ya es notorio en nuestros estados financieros ver reflejados esos números que son gastos por temas de seguridad”, indicó.

En la víspera el jefe de Estado anunció la creación de un fondo para la seguridad ciudadana, que empezará con un aporte inicial del tesoro público, y espera recibir la colaboración del sector privado.

TAMBIÉN SALUDAN MEDIDA
También el presidente de la Cámara de Comercio de Lima (CCL), Carlos Durand, saludó la medida, aunque consideró que primero se debe formular un plan nacional de seguridad ciudadana para, a partir de la identificación de los programas y necesidades, cuantificar los recursos necesarios.

“Hay que esperar, cuantificar el plan nacional de seguridad ciudadana y decir contribuiremos con una cantidad en ese sentido y lo mismo sucederá con los otros que se sumarán a este esfuerzo, tanto del sector privado, sociedad civil, y la cooperación internacional”, dijo.

También detalló que una reciente encuesta realizada por la Cámara de Comercio de Lima a nivel nacional reveló que el 60% de empresas gasta hasta un cinco por ciento de su presupuesto en seguridad, y un 10 por ciento de ellas invierte hasta el 15% de su presupuesto.

“Y en el segmento de la micro y pequeña empresa, tienen que pagar hasta cupos para que no sufran hechos delincuenciales”, subrayó.

Agregó que estos sobrecostos se trasladan finalmente al consumidor

17/08/2009 - 11:43h BB negocia sociedade bilionária

Banco deve reunir seguradoras em duas divisões, em parcerias com a espanhola Mapfre e a americana Principal

 

Adriana Fernandes, BRASÍLIA – O Estado SP

 


Embalado pelo retorno à liderança do ranking das maiores instituições financeiras do País, o Banco do Brasil (BB) vai agora acelerar a reestruturação das suas operações de seguro. O modelo atual é baseado em cinco empresas, com uma intricada participação de sócios, que tem atrapalhado a expansão do banco no setor de seguridade, que promete ser agora a “bola da vez” do mercado, pois está cada vez mais limitada a expansão dos negócios bancários via crescimento do crédito.

O BB contratou o banco de investimentos UBS Pactual para estudar o modelo e apresentar uma proposta de reforma ao conselho diretor do banco. O UBS abriu negociações com os três principais parceiros do BB em seguros: a espanhola Mapfre, a americana Principal e a brasileira SulAmérica.

Depois de seis meses de negociação, segundo fontes do comando do BB, a opção com mais chances de ser fechada,até o momento, é a criação de duas divisões: uma com a Principal (concentrada na área de previdência) e outra com a Mapfre (nos outros nichos, como automóveis e apólices de vida). A operação deve envolver dinheiro novo, com as duas empresas pagando ao BB para ter exclusividade ao acesso à sua gigantesca rede de agências bancárias.

Também foi estudada uma integração do BB com a SulAmérica (parceira do BB nas áreas de seguro veículo e saúde). Nesse arranjo, o BB compraria a participação do banco holandês ING na seguradora e formaria uma empresa com o sócio brasileiro.

Na área de seguros, o BB tem participação na Brasil Saúde, BrasilCap, Aliança do Brasil, BrasilPrev e Brasil Veículos. Uma racionalização do negócio é apontada como essencial agora para consolidar a posição de liderança do banco, reconquistada do Itaú Unibanco. O maior rival é o Bradesco, líder no setor de seguros no Brasil. Santander e Itaú Unibanco também estão se movimentando. “Queremos é dar mais eficiência aos resultados”, disse uma fonte do BB. “Não podemos perder tempo”, acrescentou. Se a associação com a Principal e a Mapfre for confirmada, o BB deve se tornar o maior grupo segurador do País.

A compra da Nossa Caixa, no fim de 2008, tornou a reestruturação da área de seguros do BB urgente. A Nossa Caixa tem outros sócios na área. O maior problema é o com o Mapfre que tem acordo de exclusividade. Apesar de ter comprado o controle da Nossa Caixa, o BB não pode usar os produtos de suas seguradoras BrasilPrev (previdência) e Aliança do Brasil (apólice de vida) nas agências do banco paulista. O Mapfre tem acordo até o ano de 2025. Se não fizer um acordo com os espanhóis, o BB vai ter que desembolsar dinheiro para terminar o contrato de exclusividade.

A compra da Aliança Brasil, em setembro de 2008, marcou o início da reestruturação. O BB comprou a fatia da Companhia de Participações Aliança da Bahia na Aliança do Brasil, que atua nos ramos de seguros de vida e patrimonial, e ficou com 100% do seu capital total.

O presidente do BB, Aldemir Bendine, em entrevista, na semana passada, já antecipou que a reestruturação pode resultar em aumento de capital entre 40% e 50% .

A Caixa Econômica Federal, que tem a Caixa Seguros, também está fazendo movimentos no setor de seguros, informou uma fonte do banco. Uma das opções é se associar a alguma seguradora ou outro banco. A fonte explicou que o negócio é urgente porque a Medida Provisória (MP) 459, que criou o programa Minha Casa, Minha Vida, acaba com a venda casada de seguro habitacional com financiamento imobiliário. A regra vale para bancos públicos e privados. “O interesse é de associar a uma empresa de seguro”, disse um dirigente da Caixa.

O BB NAS SEGURADORAS

49,99 % da BRASIL CAP

49,99% da BRASILPREV

70% da BRASIL VEÍCULOS

49,92% da BRASIL SAÚDE

100% da ALIANÇA DO BRASIL