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	<title>Blog do Favre &#187; sindicatos</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Serra inaugura ponte em SP construida com dinheiro do governo federal e é vaiado por professores</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 00:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Professores protestavam por reajuste de salários; governador tucano classificou críticas como &#8216;trololó petista&#8217;
Sandro Villar, da Agência Estado
PRESIDENTE PRUDENTE, SP &#8211; O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), foi vaiado nesta sexta-feira, 25, durante evento em Presidente Prudente, interior do Estado. Mesmo sob os aplausos de aproximadamente 200 pessoas &#8211; levadas por prefeitos e deputados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
Professores protestavam por reajuste de salários; governador tucano classificou críticas como &#8216;trololó petista&#8217;</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Sandro Villar, da Agência Estado</span></h2>
<p>PRESIDENTE PRUDENTE, SP &#8211; O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), foi vaiado nesta sexta-feira, 25, durante evento em Presidente Prudente, interior do Estado. Mesmo sob os aplausos de aproximadamente 200 pessoas &#8211; levadas por prefeitos e deputados da região -, um grupo de 50 professores em campanha por reajuste salarial conseguiu incomodar o tucano.</p>
<p>&#8220;É um trololó petista&#8221;, reagiu o governador, referindo-se aos manifestantes. Durante seu discurso, o governador reclamou da gritaria. &#8220;É uma amolação à paciência de quem discute os problemas da região.&#8221;</p>
<p>Impedidos por uma barreira de policiais, os manifestantes, que ficaram a uma distância de 100 metros do palanque e portavam faixas com severas críticas ao sistema educacional no Estado, foram proibidos de se aproximar de Serra. Eles pretendiam entregar ao governador um documento com as reivindicações da categoria.</p>
<p>&#8220;Serra mentiroso, Educação já tá no poço&#8221; e &#8220;Serra sem ação, não valoriza a Educação&#8221;, eram as palavras de ordem dos professores.</p>
<p>O coordenador regional da Apeoesp, Alberto Bruschi, foi irônico. &#8220;Vamos dar as &#8216;boas-vindas&#8217; ao governador e agradecer o mal que ele tem feito à educação e aos professores. O reajuste era para ter sido dado ontem. Nós estamos aproximadamente há 14 anos sem saber o que é reajuste salarial&#8221;, atacou.</p>
<p><strong>Sucessão </strong></p>
<p>Durante o evento, em que inaugurou melhorias no aeroporto da região, Serra admitiu que, se fosse eleito presidente da República, sua prioridade seria o desenvolvimento. &#8220;Para ser eleito primeiro eu preciso ser candidato e isso só vai ser definido mais para a frente&#8221;, ressaltou.</p>
<p>Serra não quis comentar sobre os possíveis candidatos a vice na chapa tucana. &#8220;Discutir o vice agora seria um exagero completo&#8221;, desconversou.</p>
<p><strong>Inaugurações </strong></p>
<p>Atrasado em mais de uma hora, Serra deixou Presidente Prudente e foi para Osvaldo Cruz, onde entregou o trecho reformado de 44 quilômetros da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, entre Iacri e Adamantina. A obra custou de R$ 43 milhões.</p>
<p>O governador encerrou o dia em Pauliceia. Lá, ele inaugurou a ponte Mário Covas sobre o Rio Paraná, ligando São Paulo e Mato Grosso do Sul. Com extensão de 1,7 quilômetro, a ponte, que começou a ser construída em 2001, custou mais de R$ 160 milhões, sendo 80% da verba do governo federal.</p>
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		<title>30 empresas cedem aos metalúrgicos</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 14:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Empresas do ABC procuram sindicato e se comprometem a atender às reivindicações; produção é retomada
 
Marcelo Rehder e Evandro Fadel &#8211; O Estado SP
No primeiro dia de greve por tempo indeterminado dos metalúrgicos da região do ABC paulista, 30 empresas, que empregam quase 21% dos grevistas, procuraram ontem o sindicato e se comprometeram, por escrito, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Empresas do ABC procuram sindicato e se comprometem a atender às reivindicações; produção é retomada</strong></p>
<p align="left"> <img src="http://3.bp.blogspot.com/_fVwrsoHb2Kc/SoQgSlxmo_I/AAAAAAAAAMM/wtPvrSZIgb8/s320/greve+-+metalurgicos+ABC.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_fVwrsoHb2Kc/SoQgSlxmo_I/AAAAAAAAAMM/wtPvrSZIgb8/s320/greve+-+metalurgicos+ABC.jpg" align="left" /></p>
<p style="background-color: #ffff99">Marcelo Rehder e Evandro Fadel &#8211; O Estado SP</p>
<p>No primeiro dia de greve por tempo indeterminado dos metalúrgicos da região do ABC paulista, 30 empresas, que empregam quase 21% dos grevistas, procuraram ontem o sindicato e se comprometeram, por escrito, a atender às reivindicações da categoria. Nessas fábricas, os metalúrgicos decidiram voltara ao trabalho. Nas demais empresas da região, a greve continua.</p>
<p>As empresas que aderiram à proposta do sindicato empregam 12,5 mil metalúrgicos. Os sindicalistas dizem que mais de 60 mil trabalhadores iniciaram o movimento. Entre as empresas que não aderiram ao acordo e seguem com a produção paralisada estão as fabricantes de autopeças Mahle Metal Leve e Sachs, ambas em São Bernardo do Campo, Detroit (Diadema) e Faparmas (Ribeirão Pires).</p>
<p>A categoria reivindica reajuste de 6,53%, dos quais 2% de aumento real , mais abono equivalente a um terço do salário médio, o que, segundo o sindicato, equivale a mais 2% de aumento real. Os índices são os mesmos obtidos pelo sindicato na negociação com o Sindicato Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotivos (Sinfavea), na semana passada, e aprovados pelos trabalhadores da Ford, Scania, Mercedes-Benz, Volkswagen e Toyota.</p>
<p>A estratégia de comprometer as empresas foi definida em assembleia, quinta-feira, como forma de levar as fábricas a pressionar as bancadas patronais a fecharem um acordo coletivo com a categoria. O sindicato não divulgou quantas empresas foram paralisadas ontem.</p>
<p>Já os metalúrgicos da General Motors (GM) de São José dos Campos e de São Caetano do Sul decidiram ontem entrar em greve por tempo indeterminado. A fábrica da GM em São Caetano do Sul emprega 10,5 mil trabalhadores e a de São José dos Campos, outros 8,5 mil. Em São Caetano, segundo o sindicato, que é ligado à Força Sindical, são produzidos os modelos Astra, Vectra e a família Cosa, a uma média diária de 852 veículos. Os trabalhadores querem 10% de reajuste salarial mais R$ 2 mil de abono.</p>
<p>Já os metalúrgicos de São José dos Campos, cujo sindicato é ligado à Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas), pedem 14,65% de reajuste. A GM produz na região os modelos Corsa, Zafira, Blazer, picapes S10 e Montana, além de veículos desmontados para exportação (CKDs). A cada dia de paralisação deixam de ser produzidos cerca de mil veículos.</p>
<p>Em audiência de conciliação entre a GM e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) propôs ontem que a empresa conceda 8,3% de reajuste salarial mais abono de R$ 1.950. A GM se comprometeu a dar uma resposta ao sindicato até amanhã. Na segunda-feira, os trabalhadores realizarão nova assembleia para votar a proposta.</p>
<p>A Volkswagen-Audi pediu ontem que o TRT faça o julgamento da greve que paralisa a fábrica de São José dos Pinhais (PR) desde o dia 3. O Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba terá cinco dias para expor os argumentos favoráveis às reivindicações da categoria. Depois, a Volkswagen tem o mesmo prazo para colocar seu ponto de vista. Posteriormente, o TRT marcará a data de julgamento e emite a sentença.</p>
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		<title>FGTS na capitalização da Petrobras acirra debate</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 17:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Cristiane Agostine, de Brasília &#8211; VALOR
O debate sobre a eventual compra de ações da Petrobras com cotas individuais dos trabalhadores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é marcado por divergências entre o governo federal, o comando do FGTS, sindicatos e parlamentares. A capitalização da Petrobras, prevista em projeto de lei encaminhado ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://camaraecamara.files.wordpress.com/2009/07/fgts.jpg" alt="http://camaraecamara.files.wordpress.com/2009/07/fgts.jpg" align="left" /></p>
<p style="background-color: #ffff99">Cristiane Agostine, de Brasília &#8211; VALOR</p>
<p>O debate sobre a eventual compra de ações da Petrobras com cotas individuais dos trabalhadores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é marcado por divergências entre o governo federal, o comando do FGTS, sindicatos e parlamentares. A capitalização da Petrobras, prevista em projeto de lei encaminhado ao Congresso, reacendeu a discussão, mas não há consenso nem mesmo entre representantes dos trabalhadores.</p>
<p>O Congresso decidirá como os minoritários poderão participar da capitalização da Petrobras durante a tramitação do novo marco regulatório do petróleo. Sindicatos e parlamentares pressionarão pela inclusão de emenda que permita a compra de ações com cotas individuais do FGTS, para que os trabalhadores tenham maior rentabilidade no fundo de garantia, mas há divergências entre esses grupos. O contraponto é que investimentos fora das áreas de infraestrutura, saneamento e habitação podem esvaziar o fundo de garantia, e as ações apresentam riscos aos trabalhadores.</p>
<p>O governo federal descartou, na semana passada, o uso do fundo na compra de ações da estatal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o FGTS não deve ser usado para que acionistas minoritários adquiram novas ações no aporte que o governo pretende fazer para capitalizar a Petrobras, visando a exploração do petróleo no pré-sal.</p>
<p>A posição do presidente foi reforçada pelo superintendente nacional do FGTS, Joaquim Oliveira, e pelo secretário-executivo adjunto do Conselho Curador do FGTS, Antonio Góis de Oliveira. Ontem, depois de participar de debate no Senado sobre projetos de lei que visam a maior rentabilidade do fundo, o superintendente disse que é necessário cautela. &#8220;Se tirar dinheiro da habitação, como é que vai ficar?&#8221;, questionou Joaquim Oliveira. Para o secretário executivo-adjunto do conselho, os investimentos do FGTS são amplos e não se deve aumentá-los.</p>
<p>A compra de ações da estatal com cotas do FGTS divide parlamentares. Autor de projeto de lei que visa a ampliar a remuneração das contas do fundo de garantia, o senador César Borges (PR-BA) tem restrições. &#8220;É preciso ter muito cuidado, porque aplicar em ações apresenta alto risco&#8221;, disse. O senador Paulo Paim (PT-RS) discorda: &#8220;Temos de deixar o trabalhador aplicar onde há maior rentabilidade. O rendimento do fundo é muito baixo.&#8221; Para o senador Renato Casagrande (PSB-ES), o governo deve permitir a compra de ações com o fundo de garantia individual, a exemplo do que houve em 2000, quando os trabalhadores puderam adquirir cotas do FMP-Petrobras: &#8220;As ações vão se valorizar e os trabalhadores poderão capitalizar isso.&#8221;</p>
<p>Sindicalistas, parlamentares e o governo discutem sobre a possibilidade de os trabalhadores que compraram ações da Petrobras com FGTS em 2000 e continuam com papéis da estatal usarem até 30% de seu saldo na capitalização. Eles debatem também a possibilidade de o Fundo de Investimentos do FGTS investir em projetos do pré-sal.</p>
<p>A CUT fará pressão no Congresso para impedir a aprovação de qualquer projeto que permita a aplicação de cotas individuais do fundo de garantia em novas ações da Petrobras. &#8220;Quem quiser comprar ações não deve usar o FGTS para isso. Somos contrários&#8221;, disse o presidente da central, Artur Henrique da Silva. A Federação Única dos Petroleiros também é contrária. &#8220;O FGTS é uma garantia para o trabalhador, não é para ganhar dinheiro&#8221;, comentou o coordenador da federação, João Antonio de Moraes. Já a Força Sindical, dirigida pelo deputado Paulo Pereira de Souza (PDT-SP), defende a compra de ações. &#8220;O governo não pode discriminar os trabalhadores recusando-lhes o direito de socializar este capital, que pertence ao povo&#8221;, afirmou a Força, em nota.</p>
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		<title>Editorial do JT denuncia a ação &#8220;desastrada&#8221; de Kassab com a GCM</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 13:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique na imagem do editorial do  JT para ampliar


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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Clique na imagem do editorial do  JT para ampliar</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/kassab_gcm.jpg" title="kassab_gcm.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/kassab_gcm.jpg" title="kassab_gcm.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/kassab_gcm.jpg" alt="kassab_gcm.jpg" height="297" width="555" /></a></div>
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		<title>Justiça considera legal greve da GCM</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 13:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Mas Kassab disse que não negocia e que vai punir grevistas



DANIEL GONZALES, Jornal da Tarde
daniel.gonzales@grupoestado.com.br
Em greve desde terça-feira, os guardas-civis metropolitanos da capital obtiveram ontem decisão favorável na Justiça. Em julgamento sobre a legalidade da paralisação, o Tribunal de Justiça determinou que o movimento pode continuar. Porém, determinou que metade do efetivo volte às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong><font size="5">Mas Kassab disse que não negocia e que vai punir grevistas</font></strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://psolpinheiros.files.wordpress.com/2009/04/kassab.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://psolpinheiros.files.wordpress.com/2009/04/kassab.jpg" align="left" height="231" width="281" /></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_Gr7LLVN1qC0/SZPy06FhXLI/AAAAAAAAAPw/xjrPgAfpZH4/s320/gcm22.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_Gr7LLVN1qC0/SZPy06FhXLI/AAAAAAAAAPw/xjrPgAfpZH4/s320/gcm22.jpg" height="236" width="208" /></div>
</div>
<p style="background-color: #ffff99">DANIEL GONZALES, Jornal da Tarde</p>
<p>daniel.gonzales@grupoestado.com.br</p>
<p>Em greve desde terça-feira, os guardas-civis metropolitanos da capital obtiveram ontem decisão favorável na Justiça. Em julgamento sobre a legalidade da paralisação, o Tribunal de Justiça determinou que o movimento pode continuar. Porém, determinou que metade do efetivo volte às ruas hoje.</p>
<p>Até ontem, 30% dos guardas mantinham as operações básicas da GCM, como a segurança do patrimônio público. O Sindguarda, sindicato dos GCMs, afirma ter 100% da corporação na greve e se comprometeu ontem a cumprir a determinação.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Segurança Urbana minimizou a decisão. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, “não houve julgamento e o juiz apenas proferiu uma sentença que obriga metade da Guarda a trabalhar”.</p>
<p>Desde o início do movimento grevista, há duas semanas, quando encaminhou à Câmara projeto de lei para conceder bonificação a policiais militares, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) não dialogou com os guardas. A proposta foi aprovada anteontem pelos vereadores por unanimidade. “Não existe diálogo, enquanto houver greve”, afirmou o prefeito ontem, após participar de evento no Palácio dos Bandeirantes.</p>
<p>Os agentes pedem melhores condições de trabalho, plano de carreira, reajuste de 17% no salário-base e aumento de 140% em gratificações. E dizem que não suspendem a greve enquanto não houver negociação.</p>
<p>“A manifestação da GCM é um equívoco. São demandas inadequadas para o momento”, disse o prefeito, que deixou claro também que os grevistas serão punidos. “Os funcionários da GCM têm obrigação de cumprir suas responsabilidades. Vamos exigir que cumpram e aplicar as sanções previstas em lei.”</p>
<p>Ao contrário, os agentes prometem engrossar o coro dos grevistas e fazer um panelaço na frente da Prefeitura hoje, a partir das 7 horas. “Faremos um panelaço e levaremos filhos, esposas, parentes e amigos, que apoiam o movimento”, prometeu Eudes Wesley Melo, secretário do Sindguarda. Na terça-feira, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) promove audiência de conciliação.</p>
<p>As atividades da GCM no fim de semana, com a greve, ficarão comprometidas, mas nenhuma secretaria montou esquema especial para suprir a falta de patrulhamento. As Secretarias do Verde e da Educação informaram que a vigilância particular vai suprir a segurança em parques e CEUs.</p>
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		<title>GCM da capital tem o 4º pior salário</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/gcm-da-capital-tem-o-4%c2%ba-pior-salario/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 12:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
Léo Arcoverde do Agora
A GCM (Guarda Civil Metropolitana) da capital é a que paga o quarto pior salário base inicial dentre as 29 cidades da Grande SP que têm corporação que atua na área da segurança pública. A região metropolitana tem, ao todo, 38 cidades.
Segundo levantamento feito pelo Agora nas prefeituras, os R$ 534 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://brasil.indymedia.org/images/2007/06/387012.jpg" alt="http://brasil.indymedia.org/images/2007/06/387012.jpg" align="left" /><span style="background-color: #ffff99"></span></p>
<p style="background-color: #ffff99">Léo Arcoverde do Agora</p>
<p>A GCM (Guarda Civil Metropolitana) da capital é a que paga o quarto pior salário base inicial dentre as 29 cidades da Grande SP que têm corporação que atua na área da segurança pública. A região metropolitana tem, ao todo, 38 cidades.</p>
<p>Segundo levantamento feito pelo Agora nas prefeituras, os R$ 534 pagos por mês de salário base aos guardas-civis da terceira classe da capital superam apenas os de Ribeirão Pires, no ABC, que pagam R$ 505, de Pirapora do Bom Jesus (R$ 500) e de São Caetano do Sul, que tem salário base de R$ 216, embora nenhum guarda da cidade receba &#8211;somando os benefícios&#8211; menos que R$ 1.250.</p>
<p>Os salários de algumas guardas da Grande SP servem de argumento para a paralisação da GCM da capital, que continua hoje. A corporação está em greve por melhores salários desde terça-feira.</p>
<p>Em Mauá, cidade do ABC com pouco mais de 400 mil habitantes, o salário base inicial dos guardas-civis é de R$ 1.632,09 &#8211;mais que o triplo do pago na capital. Com os benefícios, os policiais de Mauá chegam a receber R$ 2.500 &#8211;cerca de R$ 1.200 a mais que o salário bruto dos guardas da terceira classe paulistanos.</p>
<p>A Secretaria da Segurança informou que só o secretário Edsom Ortega pode comentar a questão dos salários. Ontem, ele estava em Brasília.</p>
<p><strong>Greve</strong><br />
A Justiça de São Paulo recomendou ontem ao Sindguardas (sindicato dos guardas-civis de SP) que mantenha um efetivo de 50% em atividade durante a paralisação. A 12ª Vara da Fazenda Pública, não atendeu a uma solicitação da prefeitura para que 80% dos GCMs trabalhassem durante a greve. A prefeitura pediu ainda a cassação da greve &#8211;o que foi negado.</p>
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		<title>Kassab muda cúpula da Guarda Civil Metropolitana</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 12:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gestão nega que motivo seja a greve, que continua hoje
DO &#8220;AGORA&#8221; &#8211; FOLHA SP
Sem admitir que a decisão tenha sido motivada pela greve iniciada à 0h de terça, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), mexeu na cúpula da Guarda Civil Metropolitana.
Foram 12 mudanças de cargo. Entre elas está a ida do inspetor Rubens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gestão nega que motivo seja a greve, que continua hoje</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">DO &#8220;AGORA&#8221; &#8211; FOLHA SP</p>
<p>Sem admitir que a decisão tenha sido motivada pela greve iniciada à 0h de terça, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), mexeu na cúpula da Guarda Civil Metropolitana.<br />
Foram 12 mudanças de cargo. Entre elas está a ida do inspetor Rubens Trapiá, tido como disciplinador, da chefia da zona sul para a Inspetoria do Centro, responsável pela fiscalização do comércio na região da rua 25 de Março. Outra mudança é a substituição de Hamilton Ananias por Dalmo Luiz Coelho Álamo no cargo de superintendente da GCM.<br />
Para Eudes Wesley Melo, secretário-geral do sindicato dos guardas-civis, as mudanças aconteceram por causa da greve. A Secretaria da Segurança Urbana nega e diz que apenas houve um remanejamento.<br />
Ontem, a Câmara aprovou em votação definitiva o projeto de lei que cria uma gratificação para policiais que trabalhem em convênios com a prefeitura. O texto prevê concessão de adicional de 75% a 100% do salário para policiais civis e militares que participem dos convênios -atualmente, existe apenas um, entre a prefeitura e a PM, para fiscalização e controle do trânsito. O sindicato dos guardas-civis queria incluir a GCM entre os beneficiários da gratificação, o que motivou a greve.<br />
Acordo entre lideranças na Câmara incluiu promessa de votar um pacote de valorização da GCM antes do fim de novembro, mas a categoria decidiu pela continuidade da greve.<br />
Os guardas-civis pedem reajuste de 80% sobre o Regime Especial do Trabalho Policial. Com isso, o salário inicial subiria de R$ 855 para R$ 1.300.<br />
Ontem, pelo segundo dia, guardas-civis ocuparam a frente da prefeitura e houve um princípio de tumulto entre a categoria e a Polícia Militar.<br />
Para amenizar os problemas causados pela greve, o comando da CGM remanejou parte do efetivo em atividade (30%) para reforçar as regiões mais vulneráveis, incluindo a ronda escolar e a fiscalização no centro. O sindicato afirma que esses guardas não trabalharão hoje.</p>
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		<title>GCM tem pior salário entre 10 cidades</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 12:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Elvis Pereira, Jornal da Tarde
elvis.pereira@grupoestado.com.br
A GCM da capital é a que paga o menor salário inicial aos guardas-civis em comparação com oito cidades vizinhas e Campinas. O levantamento foi feito ontem pelo JT nas prefeituras. Ao ingressar na corporação, o guarda da capital recebe R$ 534,71 por mês, mais gratificação de R$ 320,82.
A baixa remuneração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99">Elvis Pereira, Jornal da Tarde</p>
<p>elvis.pereira@grupoestado.com.br</p>
<p>A GCM da capital é a que paga o menor salário inicial aos guardas-civis em comparação com oito cidades vizinhas e Campinas. O levantamento foi feito ontem pelo JT nas prefeituras. Ao ingressar na corporação, o guarda da capital recebe R$ 534,71 por mês, mais gratificação de R$ 320,82.</p>
<p>A baixa remuneração é o principal motivo da paralisação deflagrada pela categoria na terça-feira. Os guardas reivindicam o aumento da gratificação de 60% para 140%. Se a proposta fosse aceita, eles passariam a ganhar R$ 1.281,70. Ainda assim, teriam um dos piores salários entre os municípios consultados pela reportagem (veja ao lado).</p>
<p>O prefeito Gilberto Kassab (DEM) considerou ontem a paralisação ilegítima. “Volto a fazer um apelo para que eles saiam da greve. Essa não é a forma adequada para fazer negociações.” Kassab disse esperar que a Justiça declare a ilegalidade do movimento. Questionado se considera o salários justos, disse que “a Guarda vem sendo valorizada”.</p>
<p>O SindiGuardas diz que 70% dos agentes aderiu à greve. Com apitos e faixas, cerca de 250 GCMs fizeram protesto em frente à Prefeitura. Eles prometem novo protesto a partir das 7 horas de hoje.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Segurança Urbana informou que remanejou guardas para reforçar áreas mais vulneráveis, como ronda escolar e fiscalização no centro.</p>
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		<title>Secretário de Kassab critica movimento dos guardas no Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 11:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jornal da Tarde
A greve da Guarda Civil Metropolitana acirrou os ânimos ontem no portal de microblog Twitter, frequentado por vários vereadores, secretários e autoridades municipais.
O secretário municipal de Subprefeituras, Andrea Matarazzo, um dos mais ativos no portal, bateu pesado. Pela manhã, postou que “guarda-civil não pode fazer greve, em hipótese alguma” e que as “condições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99">Jornal da Tarde</p>
<p>A greve da Guarda Civil Metropolitana acirrou os ânimos ontem no portal de microblog Twitter, frequentado por vários vereadores, secretários e autoridades municipais.</p>
<p>O secretário municipal de Subprefeituras, Andrea Matarazzo, um dos mais ativos no portal, bateu pesado. Pela manhã, postou que “guarda-civil não pode fazer greve, em hipótese alguma” e que as “condições de trabalho não são ruins”.</p>
<p>Depois, em resposta a um internauta, escreveu que a greve “seria justa se eles (os guardas) fizessem um trabalho compatível com o que a população espera”. Já o vereador Antonio Donato (PT) apoiou a paralisação em seu Twitter. “Não é possível aprovar bônus para a PM e aumentos estratosféricos para os secretários e subprefeitos sem valorização salarial da GCM”, escreveu. Daniel Gonzales</p>
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		<title>Intransigência de Kassab agrava greve da GCM</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 11:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Almeida Rocha/Folha Imagem

 Guardas fizeram protesto ontem na porta da prefeitura

Categoria promete acampar hoje na porta da prefeitura

Léo Arcoverde do Agora
Insatisfeitos com a postura do prefeito Gilberto Kassab (DEM) diante da greve, os guardas-civis decidiram acampar a partir das 7h de hoje em frente à prefeitura. Segundo o Sindguardas (sindicato da categoria), serão oferecidas barracas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><font size="1"><em>Almeida Rocha/Folha Imagem</em></font><br />
<font size="1"><em><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/intransigencia-de-kassab-agrava-greve-da-gcm/12952/" rel="attachment wp-att-12952" title="gcm_greve.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/gcm_greve.jpg" alt="gcm_greve.jpg" /></a></em></font><br />
<font size="1"><em> Guardas fizeram protesto ontem na porta da prefeitura</em></font></div>
<div align="center"></div>
<p><font size="5"><strong>Categoria promete acampar hoje na porta da prefeitura<br />
</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Léo Arcoverde do Agora</p>
<p>Insatisfeitos com a postura do prefeito Gilberto Kassab (DEM) diante da greve, os guardas-civis decidiram acampar a partir das 7h de hoje em frente à prefeitura. Segundo o Sindguardas (sindicato da categoria), serão oferecidas barracas para os grevistas. A estimativa é que, no mínimo, 1.700 GCMs participem do ato.</p>
<p>&#8220;Vamos ficar de vigília por 24 horas. Não arredaremos o pé de lá enquanto algo de concreto sobre o reajuste não for apresentado pela prefeitura&#8221;, diz o diretor do sindicato, Ronaldo Gonçalves.</p>
<p>Durante todo o dia de ontem, manifestantes fizeram um protesto no local, pedindo uma audiência com o secretário de Gestão, Rodrigo Garcia. &#8220;Já que o secretário da Segurança Urbana [Edsom Ortega] já mostrou que não tem competência para negociar um aumento, vamos falar com quem resolve&#8221;, disse o presidente do sindicato, Carlos Augusto Souza.</p>
<p>Segundo ele, a principal reivindicação da categoria é que a prefeitura aumente a Retp (regime especial do trabalho policial) de 60% para 140% do salário. &#8220;Com isso, o salário inicial de um guarda-civil de terceira classe vai subir de R$ 855 para R$ 1.281. Não é um bom salário, porém, já é um avanço&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Quando eu me aposentar, meu salário vai ser de R$ 534. Como vou sustentar a minha família assim?&#8221;, questionou um dos grevistas, que pediu para não ser identificado temendo represálias.</p>
<p>Sobre a adesão à paralisação, Silva rebateu a declaração do prefeito Gilberto Kassab (DEM), que afirmou que os grevistas nem sequer correspondem a 10% do efetivo da GCM. &#8220;Cerca de 70% da categoria está parada. Se a adesão é tão pouca, para que chamar a PM para assumir nosso lugar?&#8221;, questionou. Silva também afirmou que a greve é legal. &#8220;Diferentemente dos PMs, que não podem parar, somos servidores municipais, civis e sindicalizados.&#8221;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p><font size="5"><strong>Greve da GCM para ronda escolar e fiscalização</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Léo Arcoverde e Flávia Martins y Miguel do Agora</p>
<p>O primeiro dia da greve da GCM (Guarda Civil Metropolitana) foi marcado ontem pela ausência absoluta de guardas-civis em escolas da rede municipal, parques e praças da capital, além da diminuição de cerca de dois terços do efetivo que fiscaliza a ação de camelôs na região da rua 25 de Março (região central).</p>
<p>Na Escola Municipal de Educação Infantil Arnaldo Arruda Pereira, na praça da República (região central), os dois guardas-civis que fazem a segurança diária não apareceram em nenhum dos dois turnos de aula. As mães dos alunos, que aguardavam a saída dos filhos, reclamaram da falta de policiamento. &#8220;É uma vergonha. Aqui é perigoso, cheio de drogas e de pessoas mal-intencionadas. Agora não podemos contar com ninguém&#8221;, disse Maria Bezerra Faria, 51 anos, mãe de um aluno.</p>
<p>No parque da Luz, também na região central, segundo um vigilante, nenhum guarda-civil foi trabalhar ontem. Já na região da rua 25 de Março, de acordo com um inspetor da GCM, o efetivo ficou abaixo do normal. Com isso, camelôs tomaram conta das calçadas dos dois lados da via, seguros de que não perderiam a mercadoria em uma apreensão.</p>
<p><strong>Protesto</strong><br />
Entre as 6h e as 17h de ontem, centenas de guardas-civis ocuparam a frente da prefeitura. O Sindguardas (sindicato da categoria) estima que 1.200 manifestantes passaram pelo local ao longo do dia. Já a PM diz que em nenhum momento a aglomeração ultrapassou a marca de 400 pessoas. A prefeitura não aceitou conversar com a categoria, que reivindica aumento de salário e melhores condições de trabalho. A greve não tem data para acabar.</p>
<p>A faixa da direita da esquina do viaduto do Chá com a rua Líbero Badaró teve de ser interditada para que a população, impedida de usar a calçada, pudesse passar. De acordo com a SPTrans (empresa que gerencia o transporte municipal), cinco linhas de ônibus que passam pelo local tiveram o itinerário alterado por conta da manifestação.</p>
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