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	<title>Blog do Favre &#187; sites</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Palocci diz que site de Marta abordará temas ignorados por mídia tradicional</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 22:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
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		<category><![CDATA[Marta Suplicy]]></category>
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		<description><![CDATA[da Folha Online
O site idealizado pela ex-ministra Marta Suplicy entrou no ar por volta das 19h de hoje. É o M Post, inspirado na experiência da norte-americana Arianna Huffington, democrata que ajudou a alavancar a eleição do presidente Barack Obama.
Na estreia, o site traz um depoimento em vídeo do deputado Antonio Palocci (PT-SP). No vídeo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">da Folha Online</span></h2>
<p>O site idealizado pela ex-ministra Marta Suplicy entrou no ar por volta das 19h de hoje. É o M Post, inspirado na experiência da norte-americana Arianna Huffington, democrata que ajudou a alavancar a eleição do presidente Barack Obama.<br />
Na estreia, o site traz um depoimento em vídeo do deputado Antonio Palocci (PT-SP). No vídeo, Palocci diz que o site de Marta abordará temas que são ignorados por mídia tradicional.</p>
<p>&#8220;Marta sempre esteve à frente do seu tempo.[...] Na política, surpreendeu ao fazer o Congresso discutir os direitos de pessoas do mesmo sexo. [...] Como prefeita, provou sua coragem ao enfrentar a máfiaa do transporte. [...] Agora, na onda da internet, propõe um novo avanço: um espaço digital, interativo, de inforamção e pluralista, de debates ignorados por mídia tradicional&#8221;, diz ele.</p>
<p>Também em vídeo, Marta fala do site. &#8220;Sem a intenção de competir com outras mídias e pluralista na produção de conteúdo, o M Post será um veículo centrado em notícias, debater e propor reflexões&#8221;, diz a petista em vídeo no YouTube.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/by5DRth6WcI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/by5DRth6WcI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ck8FHflyyPg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/ck8FHflyyPg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Mostrando a língua</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 22:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<description><![CDATA[Sergio Leo, aquele jornalista latifundiário, soltou a língua no seu sitio. 
Após nos fazer sonhar com seu homérico périplo, aconselha um blog para os que desejam aprender ou melhorar idiomas. 
Como meu problema principal é minha dificuldade com o português, enquanto alguns de vocês viajam pelo link que Sergio Leo indica, eu aproveito é fico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Sergio Leo, aquele jornalista latifundiário, soltou a língua no seu sitio. </em></strong></p>
<p><strong><em>Após nos fazer sonhar com seu homérico périplo, aconselha um blog para os que desejam aprender ou melhorar idiomas. </em></strong></p>
<p><strong><em>Como meu problema principal é minha dificuldade com o português, enquanto alguns de vocês viajam pelo link que Sergio Leo indica, eu aproveito é fico no sitio dele, melhorando assim meu aprendizado da língua de Camões (o que também farei comprando e lendo seu livro </em>Mentiras do Rio<em>. Juro que é verdade, &#8220;leo&#8221; alors!). LF</em></strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3330/3293001736_e3bcc44abc_o.jpg" alt="http://farm4.static.flickr.com/3330/3293001736_e3bcc44abc_o.jpg" width="555" height="206" /></div>
<div class="asset-header">
<h2 class="asset-name entry-title"><a href="http://verbeat.org/blogs/sergioleo/2009/03/parlez-francais-allors.html" rel="bookmark">Parlez français!!! Allors!!</a></h2>
<div class="asset-meta"></div>
<div style="background-color: #ffff99" class="asset-meta">Sitio do sergio leo</div>
<p>Por muito tempo, relutei em fazer um curso de francês. lamentava não saber a língua, mas achava que lamentaria ainda mais a perda de tempo caso aprendesse e mal tivesse opportundiade de usar.Tive poucos incidentes pela ignorância. Uma vez em Arles em que pedi o <em>petit dejeuneur </em>quando queria pedir <em>le dessert</em>, e a simpática dona do retaurante caseiro ficou me olhando incrédula, perguntando-se que diabos aquele estrangeiro que acabara de se encher de comida queria dizer, pedindo o café da manhã em vez da sobremesa. Outra vez em que quase briguei com um taxista, porque, ao discutir com ele, em vez de dizer &#8220;pardon?&#8221; por não ter entendido alguma coisa, eu disse &#8220;comment?&#8221;, que soa bem mais agressivo. TIve mais um ou outro desentendimento ligeiro.Pior mesmo foi em italiano, em Veneza, ao chegar na estação de trem de uma cidade que a Marta dizia ser Veneza Mestre e eu, muito seguro, garantia não ser nosso ponto final, porque todas as placas à vista diziam claramente ser outro vilarejo, um tal de <em>Uscita</em>.&#8221;Saída&#8221;, em italiano, era o que estava escrito nas placas.</p>
<p>Depois de uma sucessão de viagens, em que o frances me fez falta, acompanhando o Lula na África, participando de seminário em Bruxelas, correndo para pegar notícia atrás do <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/pulso/post.asp?cod_post=12271">Pascal Lamy </a>em vários lugares, decidi aprender alguma coisa, pelo menos para quebrar um galhinho lingústico. Tive aulas particulares com mademosielle Sylvie Souvestre, que, aliás, é personagem de um dos contos do meu livro que sai em julho, o Mentiras do Rio (que vergonha, Sergio Leo, nessa idade fazendo auto-merchandising).</p>
<p>Pois a Sylvie, que não tem culpa no péssimo francês que sou capaz de balbuciar, fez um blogue, para quem se interessa em aprender ou melhorar a língua. Vale, no mínimo para ter acesso a <a href="http://www.magazine-litteraire.com/">coisas boas que acontecem na Internet</a>. E, quem sabem, para puxar uma conversa com a Carla Bruni, se ela der sopa em alguma nova viagem pelo Brasil. Enquanto ela não aponta a porta da uscita, claro.</p>
<p>O blogue da Sylvie é esse <a href="http://sylviesouvestre.blogspot.com/">AQUI.</a></div>
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		<item>
		<title>Blog policial com críticas a José Serra é tirado do ar pela Justiça</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 15:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[ MARINA LANG
colaboração para a Folha Online
A blogosfera policial, que vem aumentando sua popularidade com o surgimento de páginas como Segurança Pública, Cultcoolfreak e Diário de um PM, sofreu uma baixa. O flit-paralisante.blogspot.com saiu do ar.
O &#8220;Flit Paralisante&#8221; (referência a um antigo inseticida) ficou conhecido por abordar a rotina dos policiais civis no Estado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>MARINA LANG</strong><br />
colaboração para a <strong>Folha Online</strong></p>
<p>A blogosfera policial, que vem aumentando sua popularidade com o surgimento de páginas como <a href="http://segurancapublica.net/" target="_blank">Segurança Pública</a>, <a href="http://www.verbeat.org/blogs/cultcoolfreak" target="_blank">Cultcoolfreak</a> e <a href="http://www.diariodeumpm.net/" target="_blank">Diário de um PM</a>, sofreu uma baixa. O flit-paralisante.blogspot.com saiu do ar.</p>
<p>O &#8220;Flit Paralisante&#8221; (referência a um antigo inseticida) ficou conhecido por abordar a rotina dos policiais civis no Estado de São Paulo. Em tom de denúncia, seus textos criticam as estruturas internas da corporação e o governador José Serra (PSDB).</p>
<p>&#8220;Não sei dizer por que, exatamente, o blog saiu do ar, mas foram em duas ocasiões: a primeira em 30 de outubro [de 2008] e essa de janeiro. A representação, da última vez, trouxe como vítimas o governador José Serra e outros&#8221;, diz o autor do blog, o delegado da Polícia Civil em São Vicente (65 km de São Paulo), Roberto Conde Guerra.</p>
<p>Com a derrubada do endereço eletrônico, ocorrida em janeiro, Guerra reativou seu espaço na rede pelo servidor Wordpress, no qual permanece em funcionamento (<a href="http://flitparalisante.wordpress.com/" target="_blank">flitparalisante.wordpress.com</a>).</p>
<p>&#8220;Quando apagaram o blog, deram a entender que eu era anônimo. Nunca escrevi escondendo minha identidade. Nada ali afeta a idoneidade do governador&#8221;, defende-se.</p>
<p>O blogueiro suspeita que a primeira retirada do ar (30 de outubro) tenha ocorrido pelos &#8220;desabafos&#8221; sobre o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u457107.shtml">confronto entre polícias</a> e a ação desastrada na morte de <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/carcereprivadonoabc/">Eloá</a>.</p>
<p>Um ofício judicial, ao qual a <strong>Folha Online</strong> teve acesso, foi enviado à Guerra pelo próprio Google, detentor do domínio <a href="http://www.blogspot.com/" target="_blank">blogspot.com</a>. Entretanto, o documento não solicita a retirada do blog do ar &#8211;mas pede dados cadastrais do autor e endereços virtuais (IPs) utilizados por ele para a publicação.</p>
<p>O delegado José Mariano de Araújo Filho, da Delegacia de Crimes em Meios Eletrônicos, foi o responsável pelo inquérito contra o Flit Paralisante. Embora o nome do governador José Serra apareça no ofício judicial, Araújo Filho diz que o &#8220;governador de São Paulo não é parte&#8221;.</p>
<p>Procurado, o Palácio dos Bandeirantes não quis se pronunciar &#8211;tampouco o Google, que diz apenas cumprir um pedido da Justiça.</p>
<div align="center"> <font size="1"><em><br />
</em></font><img src="http://2.bp.blogspot.com/_eEOSD1Sb7cc/SQhxQrX95wI/AAAAAAAAKqM/VV_ZT5QwoG4/s400/greve+da+pol%C3%ADcia+civil+-+202C70BA27774B6C95813901B4C2D7CF.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_eEOSD1Sb7cc/SQhxQrX95wI/AAAAAAAAKqM/VV_ZT5QwoG4/s400/greve+da+pol%C3%ADcia+civil+-+202C70BA27774B6C95813901B4C2D7CF.jpg" /><br />
<font size="1"><em> Policiais militares em confronto com tropa civil, em outubro; críticas ao Executivo seriam motivo da retirada do blog</em></font></div>
<p><font size="5"><strong>Delegado X delegado</strong></font></p>
<p>&#8220;[A retirada do blog] foi uma medida cautelar, pois se trata de um funcionário público, e o site foi usado como veículo de difusão de calúnia, injúria e difamação&#8221;, alega Araújo Filho. A medida cautelar é um ato preventivo, que é deferida pelo juiz quando há a comprovação de lesão de qualquer natureza ou motivo justo. Ela pode ser autorizada pelo juiz sem que a outra parte tome conhecimento. Também é provisória, ou seja, há um prazo para que o autor mova a ação principal.</p>
<p align="center"><font size="1"><em><br />
</em></font><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/serratv292.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/fotos/serratv292.jpg" /><br />
<font size="1"><em> Governador José Serra é situado como uma das vítimas em inquérito policial que retirou endereço de blog &#8220;Flit Paralisante&#8221; do ar</em></font></p>
<p>O nome do governador está ali, segundo ele, para &#8220;justificar&#8221; a medida. &#8220;Caso ele se interesse, pode tomar parte na ação principal, pois ele é uma das partes&#8221;, diz.</p>
<p>O delegado confirma ainda que houve acusações de maneira genérica e dirigida a promotores e juízes. Serra foi chamado de &#8220;nazista&#8221;, de acordo com ele. &#8220;Não foi possível apagar apenas algumas das postagens porque o encadeamento dos posts e comentários era ofensivo. A internet maximiza isso&#8221;, observa Araújo Filho, afirmando que as supostas ofensas não partiram apenas do autor do blog, &#8220;mas também dos comentários nas postagens.&#8221;</p>
<p><strong>Cicarelli</strong></p>
<p>&#8220;Chega a ser amador e hilário. Com a censura, é claro que um blog se transfere para um servidor estrangeiro. De quebra, faz com que as pessoas se interessem mais ainda pelo assunto&#8221;, analisa o professor da Fundação Getúlio Vargas e advogado especialista em internet Marcel Leonardi.</p>
<p>Segundo ele, é possível que o governador José Serra saiba, informalmente, a respeito do inquérito. &#8220;Mas não dá para afirmar categoricamente que ele esteja envolvido&#8221;, afirma Leonardi. &#8220;Isso lembra até o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21380.shtml">caso</a> da [Daniela] Cicarelli [e do bloqueio do YouTube], em que ela afirmou que o namorado era o responsável pelo processo, não ela.&#8221;</p>
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		<title>Um blog no meio da zona de conflito</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/01/um-blog-no-meio-da-zona-de-conflito/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 17:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
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		<description><![CDATA[SAMEH A. HABEEB 23 anos, blogueiro e jornalista palestino de Gaza




DIVULGAÇÃO





PERIGO – Por causa do blog, Sameh (acima) recebeu ameaças de morte


 Blogando, jovem torna-se olhos dos principais veículos do mundo sobre o lado palestino do bombardeio à Gaza
&#160;
Filipe Serrano &#8211; O Estado SP &#8211; Caderno Link
&#160;
A voz do jovem palestino e blogueiro Sameh Akram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><font class="titulo_secao_verde">SAMEH A. HABEEB</font> <font class="text_preto2">23 anos, blogueiro e jornalista palestino de Gaza</font></div>
<p><font class="titulo_conteudo_preto"><br />
</font></p>
<table width="185" align="center" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0">
<tr>
<td class="text_menu_preto" align="right"><font size="1"><em>DIVULGAÇÃO</em></font></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><img src="http://img01.link.estadao.com.br/multimidia/publicador/large/00/0001/0148.jpg" border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="text_menu_preto"><font size="1"><em>PERIGO – <mc><cw-39>Por causa do blog, Sameh (<cf519>acima</cf519>) <cf518>recebeu ameaças de morte</cf518></cw-39></mc></em></font></td>
</tr>
</table>
<p class="titulo_secao_preto" align="left"><conewlink><ip0><cj1><cp10><cl18.4><cw-40><cf343></cf343> <strong><mc2><cf502>Blogando</cf502>, jovem torna-se olhos dos <cf502>principais veículos do mundo</cf502> sobre o <cf502>lado palestino</cf502> do bombardeio <cf502>à Gaza</cf502></mc2></strong></cw-40></cl18.4></cp10></cj1></ip0></conewlink></p>
<p class="text_verde" align="left">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="text_verde" align="left">Filipe Serrano &#8211; O Estado SP &#8211; Caderno Link</p>
<p class="text_verde" align="left">&nbsp;</p>
<p class="text_preto2" align="left">A voz do jovem palestino e blogueiro Sameh Akram Habeeb, de 23 anos, soava cansada no telefone ao falar com o <cf576>Link </cf576>pela segunda vez na última semana enquanto o 13º dia da ofensiva de Israel contra o Hamas na Faixa de Gaza chegava ao fim, na noite de quinta-feira. “Está tudo bem por aqui&#8230; Só que os bombardeios ainda não acabaram (<cf576>suspiro</cf576>). Você já escreveu meu nome no jornal?”, ele pergunta, curioso, mas sem entusiasmo.</p>
<p>É que, desde o início do cerco a Gaza, há duas semanas, Sameh teve poucas horas de descanso. Ele se dispôs a reportar voluntariamente, pela internet, a situação na Cidade de Gaza, onde vive com seus pais, irmãos e irmãs.</p>
<p>Sua casa está sem eletricidade e, a cada dia, ele percorre quatro quilômetros até um local onde pode recarregar a bateria de seu notebook. Nas horas seguintes, telefona para hospitais, ouve as notícias pelo rádio do seu celular e tira fotografias do caos que tomou a região. Em casa, na região leste da cidade, se conecta à internet usando uma precária conexão discada.</p>
<p>Ela é lenta, mas, desde que a banda larga deixou de funcionar, tem sido a única opção para atualizar seu blog Gaza Strip, the Untold Story (<cf576>http://gazatoday.blogspot.com</cf576>) e o álbum virtual de fotografias que mantém no site <cf576>http://picasaweb.google.com/sameh.habeeb</cf576>.</p>
<p>No blog, que em português quer dizer <cf576>Faixa de Gaza, a História Não Contada</cf576>, Sameh descreve as dificuldades pelas quais os palestinos habitantes de Gaza têm passado nos últimos dias. Falta de água potável, energia, comida, gasolina, gás e assistência média são alguns dos problemas citados na página. Ele também enumera os acontecimentos do dia com uma sobriedade de manchete jornalística: “A casa da família Bawadi, em Jabalia, foi destruída”, dizia uma das atualizações de quinta-feira.</p>
<p>A sobriedade não é à toa. Sameh é formado em Língua Inglesa em 2008, mas também faz trabalhos como jornalista independente. Por isso, a cobertura em seu blog tem um tom objetivo, mesmo que ele, pessoalmente, tenha opiniões contrárias às ações de Israel.</p>
<p>Blogueiros palestinos como Sameh têm feito um papel importante durante a ofensiva israelense porque nenhum jornalista estrangeiro teve permissão de Israel para entrar na Faixa de Gaza até sexta-feira. Israel informou à organização <cf576>Repórteres Sem-Fronteira</cf576> que um cinegrafista da BBC entrou acompanhado do Exército. Com informações de pessoas como Sameh, a mídia internacional conseguiu dizer o que ocorria dentro da Faixa de Gaza.</p>
<p>Sameh é um caso especial porque, além de ter experiência como jornalista, deixa todos os seus contatos no blog. “Estou disponível 24 horas para atender jornalistas. Você pode me ligar a qualquer hora em minha casa”, avisa ele no blog.</p>
<p><cw-8>Sua primeira entrevista para um jornalista estrangeiro foi em março, depois de um ataque na Faixa de Gaza. O palestino foi encontrado por causa do blog, que já publicava desde o início de 2008. Nas últimas duas semanas, porém, ele foi procurado diversas vezes para contar sua experiência como um palestino vivendo em meio aos ataques. “Muitas emissoras me procuraram, como CNN, ABC, CBS, Skynews, e jornais grandes, como <cf576>USA Today</cf576>, <cf576>New York Times</cf576>,<cf576> Libération</cf576> e <cf576>Le Figaro</cf576>”, diz.</cw-8></p>
<p>“Meu telefone toca como o de um escritório cheio. Tenho um celular que fica ocupado toda hora também. Imagino que recebi umas 200 ligações nas últimas duas semanas. Não foram só jornalistas, mas algumas pessoas ligaram para dar apoio, dizer boa sorte e essas coisas”, afirma.</p>
<p>O blogueiro não esconde seu orgulho pessoal de ter recebido tantas ligações do mundo todo. “Tenho uma boa experiência já. Sou um bom fotógrafo, um fotógrafo fantástico. Você viu minhas imagens no site Skynews? Fotos fantásticas”, gaba-se.</p>
<p>A vontade de ajudar e de contar a situação de Gaza trouxe consequências perigosas. Na quinta-feira, Sameh recebeu três ligações anônimas ameaçando-o de morte se não parasse de escrever no blog. Ele diz não ter medo e que apenas não quer que sua família seja machucada. “Vou continuar escrevendo mais e mais. Não vou parar. Sinto que preciso mandar notícias sobre esta guerra”.</p>
<p>Após a declaração, Sameh conta que adora o Brasil e quer visitar o País quando tiver férias. Fica curioso para saber se é o custo de vida aqui é alto e ainda diz que em Gaza há muitos fãs de Ronaldo, o jogador. “Sabia que ele já esteve em Ramallah (<cf576>cidade palestina próxima a Jerusalém</cf576>)?”</p>
<p><cw-22>A conversa é interrompida e ele di</cw-22><cw-19>z “<cf576>Look, breaking news</cf576> (olhe, últimas notícias): um jornalista de Gaza foi morto em sua casa. Era um cinegrafista. Acho que foi atingido por um foguete. Nossa, agora estou com medo.”</cw-19></p>
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		<title>Executivos respondem à recessão com adultério</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 21:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Lucy Kellaway &#8211; Financial Times &#8211; VALOR
No último mês eu arrumei 247 homens. Um trabalho ligeiro em apenas quatro semanas, mas eu me esforcei bastante. Durante meu período sabático no &#8220;Financial Times&#8221;, eu mandei e-mails de forma obsessiva para estranhos em um site de adultério da internet, participando, assim, do que descobri ser a atividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.maison-du-muscat.com/images/blog/fr%C3%A8res%20Rabus%202.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://www.maison-du-muscat.com/images/blog/fr%C3%A8res%20Rabus%202.jpg" width="491" height="388" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Lucy Kellaway &#8211; Financial Times &#8211; VALOR</p>
<p>No último mês eu arrumei 247 homens. Um trabalho ligeiro em apenas quatro semanas, mas eu me esforcei bastante. Durante meu período sabático no &#8220;Financial Times&#8221;, eu mandei e-mails de forma obsessiva para estranhos em um site de adultério da internet, participando, assim, do que descobri ser a atividade recessiva mais quente da cidade.</p>
<p>Entre os meus novos namorados estão um ex-poderoso administrador de fundo de hedge, muitos banqueiros agora ociosos, alguns empresários, vários diretores de empresas, um músico conhecido, alguns advogados corporativos e um construtor bastante sexy.</p>
<p><img src="http://www.investigacao-virtual.org/images/traicao_virtual.jpg" alt="http://www.investigacao-virtual.org/images/traicao_virtual.jpg" align="left" />Duvido que era isso que o &#8220;Financial Times&#8221; tinha em mente quando decidiu que seus jornalistas deveriam receber uma folga de quatro semanas a cada quatro anos trabalhados, para o auto-aperfeiçoamento. Também não era o que eu tinha em mente quando embarquei em meu período sabático: minha intenção era escrever um romance.</p>
<p>Então, quando entrei pela primeira vez no &#8220;Illicit Encounters&#8221; (&#8221;Encontros ilícitos&#8221;), o mais sofisticado dos sites extra-conjugais, foi para pesquisar o adultério na internet para o meu livro. Mas, meia hora após colocar meus detalhes no site (sob o pseudônimo de Sophie Scribe), consegui 20 namorados e, uma hora depois eu já estava fisgada. Quatro semanas mais tarde, saí de tudo aquilo me sentindo um pouco suja e mais que ligeiramente incomodada com a maneira como a vida real é muito mais excitante que o livro que estou escrevendo.</p>
<p>O &#8220;Illicit Encounters&#8221; é parecido com uma sauna em que 230.000 profissionais casados trocam olhares lascivos por entre uma névoa virtual em busca de alguém que possa ser o amante ideal.</p>
<p>Enquanto estive no site, percebi que os negócios pareciam particularmente velozes entre aqueles que afirmam trabalhar no setor financeiro. Várias e várias vezes fui abordada por homens usando nomes como &#8220;Alpha 123&#8243;, ou &#8220;Civilised&#8221;, ou &#8220;CityGent&#8221;, cada um contando a mesma história: sou um banqueiro bem sucedido, agora com tempo livre, em busca de emoções/amor/romance/sexo casual, etc.</p>
<p>Cheia de curiosidade, entrei em contato com os donos do site para saber o que estava acontecendo. Eles me disseram que, desde setembro, o número de registros de homens londrinos trabalhadores do setor financeiro aumentou quase 300%. Ao que parece, quanto mais frio o mercado de trabalho, mais quente o mercado de adultério.</p>
<p>Se os números me surpreenderam, os próprios homens me surpreenderam ainda mais. Aqueles com quem conversei não eram devassos, e também não pareciam vulgares. Com freqüência, estavam sendo adúlteros pela primeira vez e eram do tipo &#8220;banqueiro careca da porta ao lado&#8221;, em vez de mais sedutores.</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://buenoecostanze.adv.br/images/stories/Estatutos/adulterio.jpg" alt="http://buenoecostanze.adv.br/images/stories/Estatutos/adulterio.jpg" /></div>
<p>Para aqueles leitores que nunca tiveram uma experiência do tipo, talvez eu deva explicar como o site funciona. Para manter o sigilo, todos usam nomes falsos e os membros revelam suas fotografias apenas para os membros em que sentem confiança. Isso foi um problema delicado para mim, dada a alta densidade de leitores do &#8220;Financial Times&#8221; que sempre estavam online.</p>
<p>À menor espiadela em minha foto, vários deles fugiram apavorados dizendo: &#8220;Meu Deus, você é Lucy Kellaway?&#8221;. Além de encontrar pessoas que lêem o &#8220;Financial Times&#8221;, me deparei até mesmo com uma que já escreveu para o jornal. Isso me levou para uma nova área da etiqueta no ambiente de trabalho: qual é a maneira correta de se comportar quando você tromba com alguém que conhece em um site de adultério? Atrevo-me a dizer que isso acontece mais e mais. De fato, um resultado da minha infiltração de quatro semanas nas vidas dos adúlteros é que agora eu suspeito que todo homem tem uma vida dupla no &#8220;Illicit Encounters&#8221;.</p>
<p>Na semana passada, almocei com John Quelch, professor de marketing da Harvard Business School, e perguntei a ele o que ele achava que isso significa. Por quê tantos executivos experientes estão respondendo à recessão com o adultério?</p>
<p>Ele disse que, numa recessão, as pessoas querem ser abraçadas. Isso me pareceu uma explicação bem fraquinha. Certamente há maneiras mais fáceis de ganhar abraços do que colocar o casamento em risco. Abraçar uma criança, ou- se a pessoa estiver desesperada- até mesmo a esposa parece ser mais fácil e seguro.</p>
<p>Ele disse que é exatamente este o ponto: a atração despertada pelo risco. Os banqueiros estão sofrendo com um déficit de risco: suas vidas profissionais foram compulsoriamente limadas de risco e isso pode ser uma maneira de compensação, acrescentar risco às suas vidas privadas.</p>
<p>Se for verdade, dá para imaginar qual será o resultado macro. Se houvesse uma grande mudança na tomada de riscos, dos mercados financeiros para o mercado doméstico, isso significaria uma instabilidade doméstica em massa com o aumento das taxas de divórcio e assim por diante?</p>
<p>Os criadores do site gostam de afirmar que, ao fornecerem um mercado bem comportado para o adultério, eles na verdade estão criando estabilidade doméstica. Setenta por cento dos clientes do &#8220;Illicit Encounters&#8221; afirmam ter atração pelo adultério como uma alternativa ao divórcio, e não como precursor dele. Pode não ser engraçado de todo, mas parece ser um pouco cedo para tirar qualquer conclusão de uma maneira ou de outra.</p>
<p>Entretanto, não é cedo demais para tirar três outras conclusões depois que passei um mês entrando no site. A primeira é que as pessoas que ainda estão no trabalho parecem ter muito tempo livre das 9h às 17h. A segunda é que todo mundo mente: eles diminuem a idade e aumentam sua atração, a freqüência com que vão à academia de ginástica, o bom humor e assim por diante.</p>
<p>A última lição é uma que já conhecemos: mais homens estão interessados em adultério do que mulheres. O site tenta corrigir isso com preços diferenciados, cobrando 119 libras dos homens por mês, enquanto as mulheres podem entrar de graça. Mesmo assim, o desequilíbrio persiste e agora sei que os meus 247 pretendentes podem não ter se rendido totalmente ao meu charme. Eu comentei sobre o site com uma amiga e ela se registrou. O número de namorados que ela conseguiu depois de apenas uma semana: 295.<br />
<strong><br />
Lucy Kellaway é colunista do &#8220;Financial Times&#8221;. Sua coluna é publicada quinzenalmente na editoria de Carreiras</strong></p>
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		<title>Internet grátis na rua é a cara de Berlim</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 11:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Quase 20 anos após a unificação, capital alemã busca imagem de cidade tecnológica e tem internet até nos restos do Muro
Lucas Pretti &#8211; Berlim &#8211; Caderno LINK &#8211; O Estado de São Paulo
Você olha para a frente e vê o Portão de Brandemburgo, uma das antigas entradas do reino da Prússia. Foi ali, em 1987, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/internet-gratis-na-rua-e-a-cara-de-berlim/7524/" rel="attachment wp-att-7524" title="berlin_internet_free.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/berlin_internet_free.jpg" alt="berlin_internet_free.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p><strong><font size="4">Quase 20 anos após a unificação, capital alemã busca imagem de cidade tecnológica e tem internet até nos restos do Muro</font></strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Lucas Pretti &#8211; Berlim &#8211; Caderno LINK &#8211; O Estado de São Paulo</strong></p>
<p>Você olha para a frente e vê o Portão de Brandemburgo, uma das antigas entradas do reino da Prússia. Foi ali, em 1987, que o ex-presidente norte-americano Ronald Reagan pediu que a Rússia desistisse da Guerra Fria: “Sr. Gorbachev, abra este portão”. História pura.</p>
<p>Logo atrás está o Bundestag (Parlamento) restaurado, com sua impressionante cúpula de vidro, a nova Chancelaria (governo federal) e, mais além, do outro lado do rio Spree, a Hauptbahnhof.</p>
<p>A construção futurista, que chama atenção pela gigantesca parede de vidro e em arco, foi inaugurada em 2006 e detém o título de maior e mais moderna estação de trem da Europa. Tudo lá dentro é transparente. É um marco da capital alemã pós-unificação (1990), que quer ser associada à modernidade.</p>
<p>Diante de tantos marcos do passado e do presente de Berlim, o visitante baixa os olhos e vê o resultado dessa mistura entre tradição e avanço tecnológico. Dezenas de terminais de acesso gratuito à internet estão espalhados pela cidade, alguns bem aqui, na avenida Unter den Linden.</p>
<p>É só tocar na tela e navegar sem fazer cadastro – pelo tempo que quiser. Nos terminais, colocados em pontos de ônibus e bondes, estações de trem e praças, é possível enviar mensagens de graça, consultar mapas e guias de shows e restaurantes. Agora, a parte “velho mundo”: não há filas nem vandalismo.</p>
<p>Após sucessivos traumas históricos, Berlim levou pouco tempo para mudar. O Muro foi derrubado em 1989 e, menos de 20 anos depois, as referências ao nazismo, a preconceitos de todas as ordens e à violência física, política e moral que dividia as Alemanhas são lembradas com respeito histórico em centenas de memoriais e museus. E só. Tudo o que sobra quer estar ligado à inovação e a um futuro de paz e prosperidade.</p>
<p>A rede de terminais de acesso gratuito à internet Bluespot (www.bluespot.de) foi instalada em 2005 pela empresa Wall AG (www.wall.de), especializada em mobiliário urbano, e conta hoje com 64 computadores em Berlim. Não cobrar pelo uso irrestrito é o que há de revolucionário no serviço, o que fez as lan houses sumirem do mapa e estimulou cibercafés como a rede Dunkin’ Donuts a oferecer redes Wi-Fi gratuitas a clientes.</p>
<p>Isso quando a rede sem fio já não é fornecida pela própria prefeitura. No Sony Center, moderno complexo de lojas, restaurantes, cinemas, hotéis e museus na Potsdamer Platz, é possível se conectar sem pagar nada nem obter senha. É só fazer como a garota da foto ao lado: sentar, abrir o notebook e navegar. Se quiser completar com uma cerveja alemã, há várias choperias em volta.</p>
<p><strong>THE WALL</strong><br />
Um dia, o Muro de Berlim já foi símbolo de separação, mas a coisa mudou tanto que, hoje, a mania é se conectar, por meio do pouco que sobrou dele, a outras pessoas que vivem ou passam pela cidade. Visitantes do mundo todo vão aos resquícios da construção, na East Side Gallery, em Kreuzberg, para deixar gravados na parede e-mails ou endereços de sites e blogs.</p>
<p>Quem garante, porém, que os sites são verdadeiros e representam a intenção de seus autores de “falar” com outros turistas? Pois o Link enviou e-mails para a maioria dos endereços pichados e&#8230; o pessoal respondeu.</p>
<p>“Estive lá no ano passado, decidi escrever o e-mail por diversão e para ver se alguém me respondia. Acabei recebendo várias mensagens”, conta a estudante sueca Alma Helgesson, de 16 anos. Jovem, superconectada e impulsionada por algo que ela nem sabe o quê: é o perfil de quem deixa o e-mail no muro.</p>
<p>“Estou feliz que você tenha visto o meu e-mail”, respondeu a alemã Britta Adrians, de 17 anos, moradora de Hamburgo que estuda hoje na Nova Zelândia. E bombardeou este repórter com perguntas e uma simpatia incomum a alemães no contato não-virtual. Mais maduro, o designer e ilustrador espanhol Pablo Vallejo, de 33 anos, usou o Muro para divulgar seu blog yonosoytupadre.blogspot.com.</p>
<p>Aos poucos, numa mescla curiosa entre acaso e políticas oficiais, Berlim passa da dor cinza do passado às cores carregadas de promessas da tecnologia.</p>
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		<title>Cidade de Paris: Internet para todos</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 20:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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PARVI, Paris Ville Numérique, est un programme et un label sous lequel sont regroupées les initiatives de la ville visant à mettre tout le potentiel des Nouvelles Technologies de l’Information et de la Communication au service des Parisiens.
Tous les secteurs d’activité sont concernés :
- services sociaux, vie associative
- développement économique, scientifique
- administration
- citoyenneté
- affaires culturelles, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.paris.fr/portail/images/img_6555.gif" title="Logo Parvi" alt="Logo Parvi" /><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/cidade-de-paris-internet-para-todos/7407/" rel="attachment wp-att-7407" title="tour-eiffel.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/tour-eiffel.jpg" alt="tour-eiffel.jpg" width="125" height="173" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/cidade-de-paris-internet-para-todos/7405/" rel="attachment wp-att-7405" title="wifi_paris.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/wifi_paris.jpg" alt="wifi_paris.jpg" width="256" height="173" /></a></div>
<p>PARVI, Paris Ville Numérique, est un programme et un label sous lequel sont regroupées les initiatives de la ville visant à mettre tout le potentiel des Nouvelles Technologies de l’Information et de la Communication au service des Parisiens.<br />
Tous les secteurs d’activité sont concernés :<br />
- services sociaux, vie associative<br />
- développement économique, scientifique<br />
- administration<br />
- citoyenneté<br />
- affaires culturelles, écoles, etc.<br />
Paris, Ville Numérique touche également à l’aménagement de la Ville et à au prolongement de son héritage. La première manifestation de PARVI a été la mise en place d’une série de sites Internet : Paris.fr, sites d’arrondissements, Paris Jeunesse, site de l’Office du Tourisme et des Congrès, etc. Ils permettent aux Parisiens de disposer d’une information moderne et à visée interactive. Ces sites Internet permettent aux Parisiens de mieux vivre leur environnement, d’animer leurs démarches en ligne, et fournissent toutes les informations sur la vie et les richesses culturelles de leur Ville. Le programme PARVI concerne également l’emploi avec le financement d’incubateurs et de pépinières pour de jeunes entreprises innovantes.<br />
Récemment, on a pu voir réaffirmée par le maire devant les élus parisiens sa volonté de faire de Paris une capitale à la pointe de la vie numérique, en favorisant le développement du très haut débit et d’un service Internet universel destiné au plus grand nombre de Parisiens. Le programme PARVI vient d’intégrer de nouvelles mesures concernant les infrastructures (Fibre optique et réseau sans fil), l’accès pour tous à Internet (ordinateurs et lieux de connexion) et enfin des nouveaux usages qui seront rendus possible par le déploiement de ces réseaux. D’ici 2010, au moins 80% des immeubles parisiens seront reliés en fibre optique et l’accès au wi-fi et aux technologies de l’information et de la communication (TIC) sera démocratisé. Paris souhaite ainsi accompagner la révolution numérique qui est en cours et dont les innovations technologiques permettent aux parisiens et aux acteurs économiques de la Ville de disposer d’outils et de perspectives inédits. La disponibilité d’une offre performante et compétitive en matière de très haut débit et de mobilité est en effet un atout essentiel pour la compétitivité des entreprises implantées à Paris, TPE comme PME.</p>
<p>Par ailleurs, la création de 19 EPN (Espaces Publics Numérique) à ce jour a permis de lutter très efficacement contre la « fracture numérique ». Dans le cadre du programme PARVI, deux nouveaux Espaces Publics Numériques (EPN) voient le jour chaque année.<br />
Il est important de noter que l’implication de la Mairie de Paris concerne aussi la l’utilisation de logiciels libres de droits puisque qu’elle a développé sa propre plate-forme open source, un logiciel nommé Lutèce que d’autres villes n’hésitent pas à utiliser librement.<br />
Ce Dossier PARVI détaille toutes les opérations menées par la Ville dans le domaine des Nouvelles Technologies.</p>
<p><span id="more-7406"></span></p>
<h4 class="style1">Vers le « Haut débit » pour tous</h4>
<div class="style3"><img src="http://www.paris.fr/portail/viewmultimediadocument?multimediadocument-id=2083" alt="flèche noire" align="left" border="0" />Le Haut Débit à Paris</div>
<p>On entend par Haut-débit les connexions Internet à grande vitesse. Ce service est disponible aujourd’hui auprès de la plupart des opérateurs. Il permet une navigation beaucoup plus rapide, et l’utilisation fluide d’applications telles que les téléchargements, la radio ou la télévision sur le net, la visioconférence, etc.<br />
Sur les 10,6 millions d’abonnés à l’ADSL en France, on évalue à 650 000 le nombre de connectés parisiens, soit sur les 1,1 millions de logements habités, près de 60% de la population de la capitale (la moyenne nationale est d’environ 40%). Cela fait de Paris une des villes les plus connectées au monde avec une qualité d’infrastructures que beaucoup nous envient. Par ailleurs avec les égouts de Paris, nous disposons des plus grandes galeries visitables au monde, ce qui facilite les déploiements de nouvelles infrastructures, sans multiplier les travaux de voirie.<br />
Paris est déjà intégralement couverte par un maillage dense représentant plusieurs dizaines de milliers de kilomètres de câbles. ADSL, réseau câblé, fibre optique ou CPL (courant porteur libre), le choix est vaste. Les bouleversements technologiques en cours, comme le développement du nomadisme avec les technologies sans fil WIFI, WIMAX, les réseaux 3G, mais aussi avec l’arrivée de la fibre jusqu’aux immeubles ou même chez les particuliers, conduisent la Ville de Paris à définir une stratégie et une action en matière de haut et de très haut débit.<br />
La Ville de Paris va engager immédiatement une série d’actions qui favoriseront le déploiement des réseaux nouveaux et la mutualisation des infrastructures de fibre optique jusqu’aux particuliers pour que d’ici 2010, 80% des immeubles parisiens soient reliés en fibre optique. La fibre optique est la technologie la plus performante pour atteindre les débits les plus élevés (100mgb au lieu des 20mgb permis par les meilleurs abonnements en ADSL). Les réseaux de fibres optiques ont la particularité d’être symétriques contrairement aux réseaux ADSL : les usagers peuvent recevoir ou envoyer des données avec le même débit (100mgb), alors qu’avec les réseaux en cuivre (ADSL) si la réception des informations peut se faire à un débit maximum de 20mgb, l’envoi de données est limitée à un débit de 1 ou 2mgb. La fibre permet d’avoir une garantie de débit quand l’ADSL ne le permet pas, le débit offert dépendant de la distance de l’abonné au point de raccordement au réseau. Ainsi des offres peuvent être annoncées à 20 mgb, mais dans les faits, l’abonné en ADSL, selon sa situation géographique, peut n’en disposer que de la moitié.</p>
<p>Une grande inégalité existe donc dans les réseaux en cuivre, puisque le service rendu aux abonnés reste incertain.</p>
<p>1800 km de fibres optiques sont déjà installés dans Paris, mais principalement dans les « grosses artères ». Un des enjeux consiste à développer des offres FFTB (Fiber to the building) ou FTTH (Fiber to the Home), c&#8217;est-à-dire d’amener la fibre au pied des immeubles ou directement dans les logements, afin d’offrir aux Parisiens, comme aux acteurs économiques, le meilleur débit possible. L’équipement de tous les immeubles parisiens en Très Haut Débit suppose donc de tirer une fibre optique du réseau principal vers chaque immeuble.</p>
<p>Les déploiements massifs des prochains mois se feront donc dans les 400 derniers mètres en direction des immeubles.Pour développer la fibre optique à Paris,  la Ville va agir à plusieurs niveaux :<br />
<strong>Une politique tarifaire fortement incitative pour l’accès aux infrastructures de la Ville de Paris</strong></p>
<p>Deux faits marquants :<br />
- Les redevances pour les fibres actuellement installées à Paris vont baisser de 25%<br />
- Les redevances sur les 400 derniers mètres de câblage pour atteindre un immeuble parisien seront 15 fois moins élevées qu’aujourd’hui :</p>
<p>Les opérateurs Télécoms et Internet utilisent les égouts de la Ville pour déployer leur réseau. Le coût d’accès à ces galeries constitue donc un des facteurs clés de  la dynamique des investissements en fibre optique des opérateurs. La Ville baisse en conséquence tous les tarifs de redevances de passage des fibres, avec un effort pour les 400 derniers mètres (au prix de 0,65 € /mètre, soit 15 fois moins que le tarif actuel). L’effort consenti pour ces derniers mètres se justifie par la volonté d’encourager le câblage en fibre des immeubles parisiens.  Plus l’on s’approche de l’habitant, moins les tarifs sont élevés. Cette décision diffère du décret de décembre 2005 réglementant ces tarifs, décret attaqué par la Ville, car inadapté à la situation parisienne. Ce dernier fixait à 1€ par mètre les droits de passage.</p>
<p>Des demandes d’opérateurs ont déjà été déposées auprès de la Ville. L’enjeu dans les 4 ans qui viennent est de favoriser le déploiement de plus de 10 000km de fibres nouvelles.<br />
<strong>L’aménagement numérique du « Paris en projets »</strong></p>
<p>Paris souhaite désormais intégrer dans les aménagements à venir la problématique du très haut débit, dans ses zones d’activité comme dans les constructions dont elle a la maîtrise d’œuvre.</p>
<p>• Intégrer dans l’aménagement des territoires de projets parisiens le développement de la fibre optique,  cela afin de faciliter son déploiement. Edicter des règles de réserves et de partages imposés aux aménageurs, pour renforcer la mutualisation et éviter une appropriation exclusive de certaines infrastructures télécoms par des opérateurs. La méthode arrêtée pourra être proposée ensuite à l’ensemble des opérations urbaines sur Paris.<br />
• Créer un label « Immeubles intelligents de Paris » : il s’agit de pré équiper tous les nouveaux bâtiments ou équipements construits par la Ville en infrastructures neutres, gaines ou fibres. De nouveaux usages pourront ensuite être développés grâce à ces infrastructures innovantes.<br />
• Création d’une mission de travail pour établir cahier des charges nécessaire.<br />
<strong>Favoriser la diversité de l’offre parisienne en fixant un cadre favorable au partage des nouveaux réseaux</strong></p>
<p>La diffusion de la fibre optique jusqu’aux immeubles entraîne une très forte augmentation du nombre de câbles qui devront être déployés dans Paris. L’intérêt de la ville est de limiter au maximum les travaux sur la voirie publique en contribuant à une forte mutualisation des ouvrages existants dans le but de réduire les nuisances, faciliter la vitesse de diffusion de cette technologie et optimiser le coût pour l’utilisateur final.<br />
• Dans un premier temps, pour ne pas freiner le déploiement des opérateurs ayant des projets sur Paris, il sera demandé aux premiers arrivés dans les immeubles d’installer une gaine neutre permettant le passage d’autres opérateurs, sans avoir à refaire des travaux.<br />
• Un équipement en fibre optique neutre et mutualisé de l’ensemble des logements collectifs sociaux (environ 200 000 logements) est envisagé parallèlement. Le retour d’expérience des opérateurs qui testent le déploiement de la fibre optique jusqu’à l’usager a mis en évidence l’intérêt de l’usager et des propriétaires du parc immobilier collectif de chercher à mutualiser les réseaux de distribution optique à l’intérieur des immeubles.</p>
<p>Pour cela, la Ville de Paris établira en septembre 2006 les règles du jeu,  en lien avec les opérateurs et les bailleurs sociaux, pour fixer des  modalités de cette mutualisation des infrastructures.<br />
<strong>Mettre en place un observatoire sur le développement du Très Haut Débit</strong></p>
<p>Paris doit rester vigilant, au nom de l’égalité devant le numérique et les accès aux savoirs, sur le développement dans l’ensemble des quartiers parisiens de ces nouveaux services. Un observatoire sera créé pour identifier les éventuels blocages et difficultés qui limitent la diffusion des réseaux d’opérateurs dans l’ensemble des quartiers et immeubles parisiens Chaque année la Ville de Paris dressera un état des lieux de la diffusion du très haut débit dans la capitale et pourra le cas échéant envisager d’adapter ou compléter les mesures envisagées dans le cadre de ce programme Très Haut Débit.</p>
<p><strong><img src="http://www.paris.fr/portail/viewmultimediadocument?multimediadocument-id=2083" alt="flèche noire" align="left" border="0" />Le Wi-Fi dans la Ville, un nouvel art de vivre</strong><br />
L’engagement de la Ville : 400 point Wi-Fi gratuits dans Paris, l’expérimentation d’un mobilier Wi-Fi, des jardins numériques du savoir… Indépendamment des initiatives qui sont sur le point de voir le jour sur Paris, la Ville souhaite garantir aux Parisiens un accès Internet gratuit et de qualité à certains endroits précis de la capitale. La loi (article L1425-1 du CGCT) autorise une Collectivité locale à proposer un service directement aux usagers uniquement lorsqu’une insuffisance de l’initiative privée est constatée.</p>
<p>Ces 400 points seront développés avec deux objectifs : créer un nouvel art de vivre dans ces espaces publics et favoriser l’accès à Internet au plus grand nombre de Parisiens et usagers de la Ville (touristes, acteurs économiques…).  Cette action est conduite conjointement avec la Région Ile de France et le soutien de son Président, Jean-Paul Huchon.<br />
<strong>Les sites visés :<br />
</strong>• Les 63 bibliothèques actuelles (plus celles à venir)<br />
• 200 jardins et squares parisiens connectés<br />
• Les 20 mairies d’arrondissement<br />
• Les 20 maisons d’association (18 déjà ouvertes fin 2006)<br />
• La Maison des Initiatives étudiantes<br />
• Des cafés associatifs, notamment dans les quartiers populaires parisiens<br />
• Des centres sociaux et des centres d’animations<br />
• Certaines places parisiennes comme le Parvis de l’Hôtel de Ville</p>
<p><strong>Le mobilier Wi-FI expérimental à Paris</strong><br />
Le développement des usages nomades d’Internet doit nous encourager à inventer le premier mobilier W i-Fi. Pour cela la Ville de Paris favorisera la création de bancs ou chaises dotés de tablette, l’installation de « publiprises » à alimentation solaire, etc…<br />
Les zones de test envisagées sont l&#8217;esplanade des grands chemins dans la Zac Rive Gauche (13e) au cœur d’un quartier universitaire où de nombreux étudiants et chercheurs seront présents à la rentrée prochaine et l&#8217;Avenue de France, qui est un espace civilisé.<br />
<strong>Les jardins numériques du savoir</strong><br />
Un nouveau concept : permettre aux personnes se trouvant dans les jardins à proximité des bibliothèques d’accéder à un bouquet de services réservés aux seuls usagers des bibliothèques : « sitothèques » sélectionnant les meilleurs sites pour les livres et la culture, accès gratuit à des bases de données payantes pour les particuliers (périodiques en ligne, dictionnaires de traduction, encyclopédies…), accès aux catalogues des bibliothèques, accès aux documents numérisés par les bibliothèques parisiennes. Ces jardins pourront servir de lieu d’expérimentation et de découverte pour les enfants parisiens.<br />
<strong>Permettre la couverture intégrale de Paris en Wi-FI et Wi Max</strong></p>
<p>Pour accélérer l’implantation de couvertures hertziennes (Wi-Fi Wimax, 3G …), la Ville va permettre l’accès à de points stratégiques (immeubles municipaux, lampadaires, kiosques, autres mobiliers urbains) aux opérateurs qui le souhaitent. Plusieurs d’entre eux ont des projets d’installation de réseaux hertziens, ils pourront le faire rapidement. Ceci permettra à Paris d’avoir un, ou plusieurs, réseau(x)  Wi-Fi complet(s) et de grande qualité avant la fin 2007. Ce sera,  pour une couverture de cette ampleur d’une capitale, une 1ère  mondiale. Le nouveau mobilier urbain intelligent en cours d’élaboration (marché couplé vélo en libre service/ affichage urbain/ Panneaux lumineux) intégrera une servitude technique réservée à la Ville permettant notamment d’installer des antennes WI-FI.<br />
<strong><img src="http://www.paris.fr/portail/viewmultimediadocument?multimediadocument-id=2083" alt="flèche noire" align="left" border="0" />Au service de tous</strong><br />
Paris encourage l’implantation et le développement sur son territoire de tous les opérateurs afin de favoriser une compétitivité des tarifs proposés aux internautes parisiens. En outre, la Ville porte une attention particulière au déploiement de réseaux dans les quartiers populaires, y compris en aidant l’implantation d’opérateurs alternatifs. Ainsi, on peut citer la labellisation PARVI du réseau ERENIS (voir fiche « Label PARVI dans les quartiers Politique de la Ville »), qui offre, outre la connexion, le développement d’applications spécifiques. Plus largement, la Ville multiplie l’accompagnement des projets mettant le Haut-Débit à portée de tous, à l’instar de ses Espaces Publics Numériques.<br />
<strong>L’accès pour tous à Internet</strong></p>
<p>En plus de l’arrivée de la fibre optique dans les immeubles sociaux, la gratuité de la connexion à Internet dans un certains nombres de points, la Municipalité veut permettre au plus grand nombre de Parisiens de se familiariser et de devenir des usagers des TIC. En effet, une part importante de la population n’accède pas ou n’utilise pas ces technologies essentielles pour le développement des liens sociaux, culturels et économiques …</p>
<p>La Ville de Paris a d’ores et déjà commencé à agir en favorisant et en finançant l’ouverture dans les quartiers populaires d’Espaces Publics Numériques  (EPN) permettant aux plus défavorisés de s’initier à Internet et aux outils informatiques. Paris compte aujourd’hui 16 EPN qui reçoivent plus de   120 000 personnes et organisent plus de 7 000 heures de formation par an. Le dernier EPN ouvert en avril 2006, Accesite, dans le 13e est plus spécifiquement dédié aux personnes souffrant de handicaps moteurs, visuels et auditifs.<br />
Par ailleurs, la Ville de Paris favorise l’initiation des seniors à l’informatique et à la navigation sur Internet grâce à ses 19 Clubs Seniors équipés en ordinateurs. De nombreuses formations y sont proposées. 6 Clubs Seniors permettent à Paris un accès libre et gratuit à Internet. Nous souhaitons être particulièrement attentifs à la formation des personnes âgées aux technologies de l’information pour ne pas les laisser couper d’un monde en pleine expansion.<br />
Afin d’intensifier cette démarche la ville de Paris engage les actions suivantes :<br />
<strong>Offrir 9000 ordinateurs aux Parisiens chaque année</strong><br />
Le parc des ordinateurs de la Ville est renouvelé tous les 3 ans. La Ville va donc reconfigurer 9000 ordinateurs par an, les équiper en logiciels libres, pour les confier ensuite à des associations qui les donneront aux Parisiens qui en ont le plus besoin. Les reconfigurations de ces ordinateurs sont réalisées par des entreprises parisiennes de l’économie solidaire.<br />
<strong>Favoriser des offres à très bas prix dans le parc social</strong><br />
Au-delà de la possession d’un ordinateur, il faut aussi accéder à Internet. Nous inviterons les opérateurs désireux d’équiper en Très Haut Débit les immeubles sociaux, de proposer des offres à très bas prix dans ce parc social.<br />
<strong>Le programme des Espaces Publics Numériques : 2 nouveaux par an</strong><br />
La Ville entend continuer son programme d’ouverture d’EPN au rythme de 2 par an. Certains de ces Espaces Publics Numériques ayant été ouverts dans les premières années de la mandature, la Ville va lancer un plan d’investissements en liaison avec la Caisse des Dépôts et des Consignations, pour moderniser leurs équipements,  leur permettre de s’équiper avec les technologies les plus avancées et  permettre l’accès le plus large, notamment aux personnes handicapées. Un travail va être engagé avec les centres sociaux et les centres d’animation pour renforcer les accès à Internet et les offres de formation.<br />
<strong>Favoriser les sites en .fr</strong><br />
Afin de favoriser les usages créatifs et démocratiques d’Internet, la Ville de Paris s’est rapprochée de l’AFNIC, l’organisme d&#8217;information et de gestion des noms de domaine en .fr (France) pour offrir aux Parisiens la possibilité  de développer leur présence et leur identité sur le web. La Ville mettra en ligne sur son site paris.fr les  liens avec les bureaux d’hébergement sélectionnés par l’AFNIC et offrant aux internautes de la capitale un « package » comprenant leur propre nom de domaine, type <a href="http://www.jaimeparis.fr/">www.jaimeparis.fr</a>, d’une adresse type <a href="mailto:monnom@jaimeparis.fr">monnom@jaimeparis.fr</a>,  indépendante de celle fournie par les fournisseurs d’accès, d’un hébergement et d’outils de créations de sites ou de blogs pour un abonnement annuel ne dépassant pas 12 €. Il s’agit par cette mesure de favoriser le développement de l’expression sur Internet, la création de nouveaux usages en ligne et la participation de tous à la vie démocratique.</p>
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		<title>Cidade do Porto com Internet sem fios gratuita</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 20:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Internet        
 Quem se deslocar à Avenida dos Aliados, Palácio de Cristal, Parque da Cidade e envolvente do Edifício Transparente já pode aceder gratuitamente à Internet sem fios a partir de um computador portátil, PDA ou outro equipamento portátil que suporte tecnologia wireless.  
O serviço de Wi-Fi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5"><img src="http://ciberia.aeiou.pt/ci/i/1p.gif" width="7" border="0" height="7" /> Internet</font>   <!-- begin st_tag_image_right --> <img src="http://ciberia.aeiou.pt/users/0/24/d63f228effee5f6520d4dbe90bdb3108.jpeg" width="200" align="right" border="0" height="150" />  <!-- end st_tag_image_right --> <font class="txt4"> </font></p>
<p class="txt"><em><!-- begin st_tag_intro --> Quem se deslocar à Avenida dos Aliados, Palácio de Cristal, Parque da Cidade e envolvente do Edifício Transparente já pode aceder gratuitamente à Internet sem fios a partir de um computador portátil, PDA ou outro equipamento portátil que suporte tecnologia wireless. <!-- end st_tag_intro --> </em></p>
<p class="txt">O serviço de Wi-Fi gratuito, um projecto desenvolvido pela Associação Porto Digital, será disponibilizado em breve nos Jardins de Serralves, Praça D. João I, Casa da Música e Rotunda da Boavista, pode ler-se no site oficial da CMP.</p>
<p>Está previsto um alargamento da cobertura do serviço no primeiro semestre de 2008, passando a ser abrangidas parte significativa do passeio marítimo e fluvial, Praça da Ribeira, envolventes às estações de S. Bento, Campanhã e Trindade, Rua de Santa Catarina, Batalha, praças dos Leões e de Carlos Alberto, Rua Miguel Bombarda, zonas envolventes aos estádios do Dragão e do Bessa, Praça Francisco Sá Carneiro e Monte Aventino.</p>
<p>O projecto, que prevê a instalação de 50 hotspots, foi concebido de forma a «<strong>dispor de capacidade para acomodar os utilizadores, disponibilizando o serviço numa parte significativa da cidade, numa lógica semelhante à da rede Multibanco, próxima e conveniente</strong>», afirma o vereador Vladimiro Feliz.</p>
<p>A rede de hotspots utiliza a mais recente tecnologia da Cisco e está estruturada segundo uma malha de canais rádio (mesh) a operar em banda não licenciada (na frequência de 5GHz), sendo disponibilizada uma largura de banda máxima partilhada de 54Mbps.</p>
<p>Quando o projecto foi totalmente implementado, a cidade do Porto poderá contar com a maior rede wireless mesh gratuita da Europa, segundo a CMP. (fonte Ciberia)</p>
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		<title>Papo de Atitude faz sucesso</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 19:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A campanha de Marta enviou uma nota a mídia sobre a sua sala de bate-papo na internet. O título da nota diz que o papo de Atitude faz sucesso



O chat do Site da Marta estreou com a participação de 42 internautas, que debateram Educação com a socióloga Cida Perez
Foi um sucesso a estréia do Papo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A campanha de Marta enviou uma nota a mídia sobre a sua sala de bate-papo na internet. O título da nota diz que o papo de Atitude faz sucesso</em></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/07/papo-de-atitude-faz-sucesso/6499/" rel="attachment wp-att-6499" title="marta_leste_conversando.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/07/marta_leste_conversando.jpg" alt="marta_leste_conversando.jpg" height="351" width="500" /></div>
<p></a></p>
<p>O chat do Site da Marta estreou com a participação de 42 internautas, que debateram Educação com a socióloga Cida Perez</p>
<p>Foi um sucesso a estréia do Papo de Atitude, o chat do Site da Marta, nesta quinta-feira, 31, com a socióloga Cida Perez, ex-secretária de Educação do governo Marta, que conversou com os internautas sobre as propostas da candidata para a educação em São Paulo. Amanhã, às 15h, o Papo de Atitude retornará para uma conversa sobre a participação da candidata da coligação “Uma Nova Atitude para São Paulo” no primeiro debate entre os candidatos a prefeito, que vai ao ar na noite de hoje pela TV Bandeirantes. O nosso convidado para o chat desta sexta-feira, dia 1º de agosto, será o coordenador da campanha de Marta, o deputado federal Carlos Zarattini (PT).</p>
<p>Neste primeiro dia do Papo de Atitude, 42 internautas participaram do chat, fazendo perguntas ou enviando considerações sobre as questões abordadas. Foram respondidas 68 perguntas durante os 60 minutos de conversa com Cida Perez.</p>
<p>O Papo de Atitude é a mais nova atração do Site da Marta e irá ao ar todos os dias das 15h às 16h. Para participar, o internauta deverá acessar o site www.marta13.can.br, clicar no ícone Papo de Atitude, que fica do lado direito da tela, e registrar seu “Nick” – nome com o qual deseja aparecer na sala de bate papo. Para concluir o registro com sucesso, o internauta deverá criar uma senha e disponibilizar o e-mail, que será mantido em sigilo pela equipe de administração do Site da Marta.</p>
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		<title>Mozilla lança novo navegador Firefox 3 dia 17</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 17:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Globo Online
  		
RIO &#8211; A Fundação Mozilla confirmou que na próxima terça-feira, dia 17 de junho, lançará oficialmente a versão final (RC2) do navegador de internet Firefox 3. Após diversas atualizações-teste, o browser de código aberto chegaria ao mercado com sete vezes mais velocidade de acesso a sites do que o líder de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><cite style="background-color: #ffff99">O Globo Online</cite></strong></p>
<div class="img">  		<img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2006/10/25/25_MVB_tec_firefox2.jpg" galleryimg="no" title="Firefox, navegador da Mozilla" alt="Firefox, navegador da Mozilla" align="left" /></div>
<p>RIO &#8211; A Fundação Mozilla confirmou que na próxima terça-feira, dia 17 de junho, lançará oficialmente a versão final (RC2) do navegador de internet Firefox 3. Após diversas atualizações-teste, o browser de código aberto chegaria ao mercado com sete vezes mais velocidade de acesso a sites do que o líder de mercado, Internet Explorer, da Microsoft, segundo informações da Times Online e do Cnet.com. ( <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/03/20/blogueiros_avaliam_versoes_beta_dos_browsers_internet_explorer_8_firefox_3_opera-426374709.asp" target="_self">Leia também: blogueiros do Globo Online testaram IE 8, Firefox 3 e Opera</a>  )De acordo com os sites especializados, o novo Firefox 3 é capaz de carregar uma página de webmail em 60 milisegundos, contra 143 milisegundos registrados no Internet Explorer.</p>
<p>Na última semana, a Fundação Mozilla lançou na internet uma campanha em que convida os usuários de internet a baixar o novo Firefox e a <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/05/30/firefox_mozilla_quer_bater_recorde_de_downloads_em_24_horas-546591433.asp" target="_self">bater o recorde mundial de downloads em 24 horas</a>  .</p>
<p>O software livre de código-fonte aberto, gratuito e produzido por uma comunidade aberta de programadores, vem ganhando popularidade desde que foi lançado, em 2004, como uma alternativa ao líder de mercado, Internet Explorer. O navegador é, desde então, considerado &#8220;universal&#8221; por ser capaz de rodar em qualquer sistema operacional, como Windows, Macintosh ou plataformas Linux.</p>
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