07/12/2008 - 12:02h Crise não abala a confiança na economia

Pesquisa Datafolha mostra que 76% dos brasileiros mantiveram os planos de compra apesar da turbulência mundial

Na opinião de 68%, Brasil não sentirá impacto da crise ou será pouco afetado; para 20% dos entrevistados, país será muito prejudicado

TONI SCIARRETTA – FOLHA SP

DA REPORTAGEM LOCAL

A crise financeira internacional ainda não bateu às portas da população brasileira, que segue confiante na economia e na manutenção do emprego e mantém praticamente intacta a mesma disposição de gastar nos próximos meses. Pesquisa Datafolha mostra que 76% dos brasileiros afirmam não ter desistido de comprar nenhum bem ou produto por causa das incertezas financeiras.
Na pesquisa, apenas 21% declaram ter desistido de algum plano de aquisição por causa da crise -6% deixaram de comprar automóveis; 2%, motocicletas; 3%, eletrodomésticos; 2%, computadores ou produtos de informática; e 2%, imóveis, por exemplo. O Datafolha ouviu 3.486 pessoas, com idade acima de 16 anos, em 180 municípios, entre os dias 25 e 28 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Segundo o Datafolha, 58% acham que o Brasil será pouco afetado pela crise e 10%, que o país não sentirá nenhum impacto. Já 20% vêem que o país será muito prejudicado.
O pessimismo é ligeiramente superior entre as pessoas com maior renda e escolaridade e as que moram no Sudeste. O percentual dos que desistiram de comprar algum item chega a 27% entre os que têm renda familiar mensal de cinco a dez salários mínimos e a 25% entre os que têm curso superior ou que moram na região Sudeste.
Segundo o Datafolha, a confiança do brasileiro em relação à economia permanece parecida com a apurada até agosto, antes da piora nos mercados. Em agosto, 86% afirmavam que pretendiam comprar roupas nos próximos 12 meses -agora a taxa é de 85%. O mesmo se repete com itens de consumo como telefone celular, aparelhos de DVD e máquina de lavar roupas (veja quadro acima).
A piora só aparece entre os que pretendiam comprar móveis e eletrodomésticos -passou de 53% para 48% nessa comparação, variação ainda próxima da margem de erro.
“Mais do que não estar preocupada com a crise, a população demonstra um otimismo impressionante. A população está ignorando a crise e se mantém mais otimista do que antes do noticiário econômico negativo”, disse Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.
Na pesquisa, 39% afirmam acreditar que a situação econômica do país vai, inclusive, melhorar -em março, esse percentual era de 34%. Já os que prevêem piora na economia se mantiveram em 20% de março para o final de novembro.
Questionados sobre a perspectiva para a sua própria situação econômica, 60% afirmaram que ela deverá melhorar nos próximos meses -percentual maior do que os 53% de março. Também diminuíram os que estavam pessimistas em relação a sua própria situação financeira, passando de 11% para 8% os que dizem acreditar em uma piora no quadro.
Para Paulino, uma série de fatores ajuda a explicar o cenário róseo visto pelo brasileiro: o fato de a crise não ser localizada no Brasil, a avaliação positiva do governo Lula e na forma como o presidente lida com as incertezas e o otimismo sazonal com a chegada do 13º salário.
“Há um otimismo que, acredito, até ajuda o governo a administrar a crise. O [presidente] Lula tem uma legitimidade e uma força política neste momento que permite que ele possa lidar com a crise de uma forma privilegiada”, disse Paulino.
O otimismo apurado pelo Datafolha destoa do de outros levantamentos, encomendados por associações do setor produtivo e por institutos de pesquisas econômicas, que focaram sua atenção apenas nas capitais. “Essa é a amostra representativa da população adulta, inclui os grandes e os pequenos municípios e todas as faixas sociais. É um retrato mais abrangente, que não é comparável com outras pesquisas”, disse.
Segundo o diretor do Datafolha, o otimismo varia de acordo com a renda e a escolaridade. Entre os mais pobres, a maioria acha que a vida melhorou e que esse cenário deve continuar. Já os de maior renda acreditam que a situação econômica ou permaneceu igual ou piorou e que as perspectivas não são tão favoráveis assim. “Isso tem uma correlação direta com o grau de informação, que são pessoas com mais escolaridade e com mais acesso à informação sobre a crise”, afirmou.

Desemprego
Na pesquisa, 44% acham que o desemprego vai aumentar, taxa semelhante aos 42% da pesquisa de março. Na região Sudeste, o pessimismo é maior: 51% acreditam que possam aumentar as demissões, sendo que na cidade de São Paulo esse contingente chega a 52%.
Entre os entrevistados, 30% dizem acreditar que o desemprego vai diminuir, e 23%, que ficará no mesmo patamar -em março, os que esperavam queda no desemprego eram 24%, e os que viam estabilidade, 30%.
Entre os empregados, a maioria (71%) acredita que não corre risco de demissão, 17% dizem que correm algum risco e apenas 7% vêem um grande risco de perderem o trabalho.
Para Paulino, o otimismo do brasileiro passa pela manutenção do atual nível de emprego e do poder aquisitivo do brasileiro. “A chave aí é o desemprego. Se o governo não conseguir manter os níveis de emprego e o poder aquisitivo, aí acredito que a ficha cairá e que a população começará a perceber o problema. Mas acredito que o lastro de confiança que o governo tem demora para cair. Precisamos de uma crise bem mais forte para fazer com que a população perca a confiança”, disse.

19/09/2008 - 11:27h Pnad: Aumenta o acesso a bens de consumo

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Aumenta o acesso a bens de consumo

Itens como computador, telefone, televisão e geladeira estão mais presentes nos domicílios de baixa renda

Jacqueline Farid, O Estado SP

O número de domicílios com acesso a computador e internet deu um novo salto em 2007, ano em que os brasileiros, especialmente os de renda mais baixa, também aumentaram o suprimento doméstico de bens de consumo duráveis. Segundo a Pnad, no ano passado, 20,4% dos domicílios do País, ou 11,4 milhões, tinham acesso à internet – crescimento de 23% em relação ao ano anterior.

Em um número ainda maior de domicílios – 15 milhões, ou 27% do total – havia computador – aumento de 24% em comparação a 2006. Embora ainda seja pequena a parcela da população conectada à rede da informatização, levando-se em conta os últimos sete anos, os indicadores relativos aos serviços de informação na Pnad dispararam.

O porcentual de domicílios com acesso à internet passou de 8,6% em 2001 para 17,1% em 2006 e 20,4% em 2007, acompanhando um aumento forte no acesso ao computador: 12,6% em 2001; 22,4% em 2006, e 27% em 2007.

Os brasileiros também ampliaram ainda mais o acesso à telefonia no ano passado, continuando a expansão na aquisição de aparelhos celulares. O número de domicílios com telefone móvel foi 2,8 milhões a mais do que no ano anterior, quando 27,7% tinham apenas celular.

O porcentual de domicílios que tinham apenas telefone móvel alcançou 17,8 milhões, ou 31,6% do total das residências pesquisadas. No que diz respeito aos domicílios com algum aparelho de telefone, de qualquer tipo, houve acréscimo de 2,7 milhões de 2006 para 2007. Assim, os domicílios com telefone passaram de 74,5% do total para 77%, mas o principal avanço deveu-se, realmente, à ampliação da telefonia móvel.

A Pnad mostra também que a quantidade de domicílios com apenas telefone fixo convencional caiu 11,8% de 2006 para 2007, mas houve acréscimo nos domicílios com os dois tipos de telefone (3,7%).

ACESSO

A posse de bens duráveis, como fogão, televisão e geladeira, aumentou mais para os domicílios de baixa renda entre 2004 e 2007. O porcentual de residências com fogão no País aumentou de 97,5% para 98,1% no período, ou 0,6 ponto porcentual mas, para os domicílios com renda até três salários, a fatia passou de 95,6% para 97,0%, com acréscimo de 1,4 ponto.

No caso do acesso a geladeira, enquanto para todas as rendas o porcentual chegou a 90,8% dos domicílios em 2007 – avanço de 3,4 ponto em comparação a 2004 -, no caso dos domicílios com renda até três salários o porcentual com esse bem de consumo passou de 77,5% para 84,4%, alta de 7,2 ponto.

Situação similar ocorreu com os televisores: de 90,3% para 94,5% (4,2 ponto), no caso do total das rendas e de 83,2% para 90,9%, ou 7,7 ponto. O gerente da coordenação de trabalho e rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, comentou que o aumento do trabalho com carteira assinada e a alta no rendimento levaram a população de renda mais baixa a ter acesso a crédito farto, o que vem impulsionando a economia desde o ano passado. Desse modo, houve maior aquisição de bens de consumo duráveis.

Os dados da Pnad corroboram o aumento, já constatado nas pesquisas que acompanham o movimento do comércio, da demanda por esses bens. Esse segmento liderou um forte crescimento nas vendas varejistas, principalmente de móveis e eletrodomésticos, em 2007, que aumentaram 15,4% em relação ao ano anterior.

A pesquisa mostra que, no que diz respeito aos domicílios com renda acima de 10 salários mínimos, há uma quase universalização no acesso ao fogão (98,0%), televisão (99,7%) e geladeira (99,5%).

Ainda de acordo com os dados da Pnad, o consumo domiciliar aumentou significativamente nos últimos 15 anos. Em 1992, a pesquisa apontava que em 94,8% dos domicílios havia fogão; em 2007, já eram 98,2%. Houve aumento expressivo também nos domicílios com geladeira, de 71,5% em 1992 para 91,4% em 2007. No mesmo período, houve altas ainda na posse de máquina de lavar roupa (24,1% para 40,0%); rádio (84,9% para 88,4%) e televisão (74% para 94,8%). Por outro lado, caiu o porcentual de domicílios com filtro de água (57% em 1992 e 51,4% em 2007).

23/03/2008 - 09:09h China tem 9,5 milhões de novos usuários de celulares

Da Bloomberg News* – O Globo

PEQUIM. A China incorporou pelo menos 9,5 milhões de novos assinantes de serviços de telefonia celular em fevereiro, superando o crescimento do setor na Índia pela primeira vez em quatro meses, devido à expansão das duas principais operadoras chinesas para áreas remotas do país e à redução das tarifas, que atraiu mais clientes.

A China Mobile, a maior operadora de telefonia celular por número de usuários, conquistou mais 8 milhões de clientes, enquanto a China Unicom Ltd. disse ter agregado 1,5 milhão de novos usuários, disseram ambas as empresas. Esse movimento ocorre em detrimento das operadoras de telefonia fixa do país, que perdem assinantes há pelo menos sete meses consecutivos.

O crescimento da telefonia celular chinesa superou o recorde mensal anterior da Índia, de 8,8 milhões de novas assinaturas em janeiro, num momento em que mais de 50% dos novos usuários são originários das zonas rurais, de renda mais baixa. O presidente do conselho administrativo da China Mobile, Wang Jianzhou, disse ontem que a empresa prevê incorporar 80 milhões de assinantes este ano, ou quase 20% mais do que no ano passado.

A China Telecom Corp., a maior empresa de telefonia fixa do país, disse ter perdido um milhão de assinantes em fevereiro, em seu sétimo mês consecutivo de retração.

País espera dobrar economia virtual em 3 ou 4 anos A China verá sua economia online dobrar como percentual do PIB em três ou quatro anos, afirmou o vice-ministro do departamento de informação do conselho de Estado, que supervisiona a internet, Cai Mingzhao.

Cai espera que os usuários online do país cheguem a 300 milhões até o fim deste ano, frente aos atuais 230 milhões.

— O setor de internet corresponde a cerca de 7% do PIB da China. Com o aumento da taxa de penetração da internet, e o comércio eletrônico se tornando mais popular, essa fatia deve mais que dobrar para 15% — afirmou o viceministro .

A China tinha uma taxa de penetração de internet de 17,7% da população em fevereiro, ante média global de 19% e de 70% nos Estados Unidos. A expectativa é de que a taxa suba para 23% até o fim deste ano.

Os 600 milhões de usuários de telefone celular da China também devem impulsionar a utilização da internet quando os serviços de terceira geração forem lançados, o que é esperado também para o fim deste ano.

11/12/2007 - 19:24h Encore une étude sur les riques du portable

Les mobiles dangereux pour la santé, on en parle et en reparle…
Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.|D.R.

Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.

D.R.

 

 

De récents travaux menés en Israël, et rapportés par le site Internet de l’UFC Que Choisir, démontrent que “l’utilisation régulière pendant plusieurs années du téléphone mobile entraîne un risque accru de tumeur des glandes salivaires”. Ces travaux, réalisés “selon un protocole établi par l’OMS”, précise l’UFC, s’ajoutent à de récents rapports, internationaux et français, faisant état de risques cancérogènes liés aux ondes électromagnétiques des portables.
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11/12/2007 - 19:18h Encore une étude sur les riques du portable

Les mobiles dangereux pour la santé, on en parle et en reparle…

 

De récents travaux menés en Israël, et rapportés par le site Internet de l’UFC Que Choisir, démontrent que “l’utilisation régulière pendant plusieurs années du téléphone mobile entraîne un risque accru de tumeur des glandes salivaires”. Ces travaux, réalisés “selon un protocole établi par l’OMS”, précise l’UFC, s’ajoutent à de récents rapports, internationaux et français, faisant état de risques cancérogènes liés aux ondes électromagnétiques des portables. Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.|D.R.

Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.

D.R.


Téléphoner toujours sur la même oreille= danger

Les auteurs de l’étude, des scientifiques israéliens travaillant dans le cadre d’un programme de recherche dirigé par l’Organisation Mondiale de la Santé, révèlent que les utilisateurs réguliers de téléphone portable augmentent leur risque de souffrir un jour d’un cancer des glandes salivaires. La proximité entre l’appareil utilisé et l’oreille interne serait en cause. Selon les résultats, le risque serait d’autant plus élevé si l’utilisateur place toujours son téléphone “sur la même oreille”, ou s’il est utilisé en zone rurale, “car les ondes y sont plus puissantes”.

Pas encore assez de recul
Cependant, les auteurs de l’étude précisent qu’ils n’ont pas le recul nécessaire pour évaluer précisément l’impact du téléphone portable sur la santé, “car les personnes utilisant le portable de façon intensive depuis plus de dix ans sont encore rares”. Cette étude a été réalisée auprès de 460 patients atteints de tumeurs des glandes salivaires, diagnostiquées entre 2001 et 2003 en Israël, ainsi que 1.266 personnes en bonne santé.

Par La rédaction du Post

21/11/2007 - 11:37h IPhone Must Be Offered Without Contract Restrictions, German Court Rules

Rolf Nvennenbernd/European Pressphoto Agency

IPhone customers at a T-Mobile shop in Cologne, Germany. T-Mobile is appealing a court ruling.

New York Time

PARIS, Nov. 20 — Last month, French law forced Apple to promise that consumers could buy a version of its iPhone in this country without having to be locked into a long-term contract with Orange, the only mobile phone operator offering the new device.

Now, the same issue is tripping up Apple’s plans to sell the music-playing cellphone in Germany, the largest European telephone market. Last week, the Vodafone Group won the first round of a legal case against T-Mobile over its exclusive deal to sell the iPhone there.

A German court ruled that T-Mobile must offer the iPhone to everyone, even without the 24-month contract that it had required for buyers of the phone, which went on sale in Germany for 399 euros ($591) on Nov. 9. T-Mobile is appealing the ruling.

Vodafone of Britain had tried to secure its own pan-European exclusive deal with Apple for the iPhone. A spokesman, Simon Gordon, said the company was not trying to block the sale of the device but rather trying to level the playing field in Germany. Vodafone operates Vodafone Germany, the No. 2 German carrier. T-Mobile, a subsidiary of Deutsche Telekom, is the industry leader there, with 34 million customers.

Various European countries have laws that protect consumers from being forced to buy something else as a condition of buying a product. Britain does not have the same kind of restrictions, allowing O2, a mobile network operator owned by Telefónica of Spain, to sell the iPhone there with an 18-month exclusive contract.

Although Apple has announced sales plans for only the three largest European markets, restrictions on whether carriers can tie or subsidize phones also exist in several other Continental countries, including Belgium, Italy and Finland.

T-Mobile’s position is that tying a mobile phone to a contract with one provider is rare but not new in Germany, while Vodafone argues that all mobile phones sold there should be available for use with any provider. T-Mobile insisted that iPhone sales would continue uninterrupted, but warned that it reserved the right to seek damages from Vodafone.

The iPhone is scheduled to go on sale next week in France. The exclusive French carrier, Orange, a subsidiary of France Télécom, has not disclosed any details of the purchase, like the minimum length of the contract for locked models, or the cost of the unlocked model. An Orange spokeswoman, Béatrice Mandine, did not return phone calls seeking comment on Tuesday.

The iPhone competes directly with models from Nokia and Sony Ericsson, which have the widest offerings in phones that combine digital music players and cellphones, according to an analysis released this month by the consulting firm M:Metrics. The consultancy also said that the demand for premium phones and features was stronger in Europe than in the United States.

A year ago, a French court ruled against Sony’s requirement that songs sold in its online music store be played only on Sony devices. Apple faces a similar court challenge in France over its iTunes songs, which are tied to the iPod. The iPod’s music- and video-playing features are built into the iPhone.

04/11/2007 - 18:29h Les 12 commandements pour ne pas mourir à cause de son téléphone portable

Par La rédaction du Post , le 04/11/2007

Vous ne regarderez plus votre portable de la même façon…

Voilà la liste des douze recommandations de la CRIIREM (Centre de Recherche et d’Information Indépendante sur les Rayonnements Magnétiques) pour éviter de mourir d’une tumeur au cerveau à cause de son téléphone portable.

Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.|D.R.

Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.

D.R.


1. Pas de téléphone mobile pour les moins de 15 ans.
Plus l’enfant est jeune, plus le rayonnement éléctromagnétique est absorbé. Les enfants ne devraient utiliser un téléphone portable qu’en cas d’urgence.

2. Il est officiellement recommandé de ne jamais approcher un téléphone mobile en fonctionnement du ventre d’une femme enceinte (l’eau du placenta et les cellules de l’embryon sont très sensibles à l’énergie dégagée par le portable)

3. Choisir et utiliser un téléphone mobile dont la valeur de DAS est la plus basse. Il vaut mieux choisir un mobile dont la valeur de DAS est inférieure à 0,7W/kg.

4. Ne pas porter son téléphone à hauteur ou contre son coeur, l’aisselle ou la hanche, près des parties génitales. Tenir l’antenne du téléphone le plus éloigné possible de soi. C’est tout aussi dangereux lors de l’envoi d’un SMS.

5. Toujours utiliser le kit piéton livré avec votre téléphone afin d’éloigner l’appareil de votre oreille (et de votre cerveau) le temps de la conversation. Préférer toujours l’oreillette ” filaire “ à tout autre gadget sans fil.

6. Limiter le nombre et la durée de vos appels.
Pas plus de 5 ou 6 appels par jour par exemple, ni plus de 2 ou 3 minutes pour chacun. Et surtout, il vaut mieux attendre 1h30 entre chaque appel. Pas évident pour les accros du portable.

7. Ne téléphoner que dans des conditions de réception maximum : dès que votre écran affiche les “4 barrettes” de réseau, pas moins. Pour chaque barre manquante, le rayonnement émis par le portable pour se connecter est multiplié par 2. Ne passez plus sous des tunnels.

8. Ne pas téléphoner en vous déplaçant
: ni en train, ni en voiture, ni en bus, ni à pied, ni à cheval, ni en vélo (mais c’est une mauvaise idée à la base), ni en bateau, ni en patinette, ni en roller, etc…

9. Ne pas téléphoner en voiture, même à l’arrêt, ou dans tout autre infrastructure métallique.
Un effet dit de “cage de Faraday” emprisonne et répercute les ondes émises par le portable. Le rayonnement subi est alors maximum au centre de la “cage” : en voiture, cela se situe à la hauteur de la tête.

10. Eloigner le mobile de vous et le maintenir à la verticale le temps de joindre votre correspondant et tant que la première sonnerie n’a pas retenti. Souvent un bip ou un signal visuel vous indique que vous êtes en connexion avec le numéro appelé.

11. Ne pas oublier : en public, vos voisins subissent le rayonnement émis par votre téléphone. S’éloigner permet d’éviter leur exposition passive.

12. La nuit, ne jamais conserver un téléphone mobile allumé ou en recharge à moins de 50 cm de votre tête.
Toujours l’éteindre pour limiter son rayonnement et celui de l’antenne relais avec laquelle il communique (riverains exposés 24h/24).

24/10/2007 - 13:08h Muda tudo nas teles

de Thomas Traumann


Assim como os cadernos de economia nacionais, o diário espanhol El País destaca a decisão da Anatel (a agência brasileira de telecomunicações) de aprovar, com restrições cosméticas, a compra da operadora TIM pela Telefônica. A espanhola Telefónica tem 50% de participação na Vivo. Juntas, Vivo e TIM têm 53% do mercado brasileiro de celulares.

Mas a decisão mais relevante da Anatel não foi a da TIM, mas a autorização para a compra da operadora de TV a cabo Way Brasil pela Oi (grupo Telemar). Negada outras duas vezes, essa decisão abre a porteira para convergência de serviços de telefonia fixa, móvel, TV por assinatura e banda larga, o chamado ‘quadruple play’. Também abre caminho para a aquisição da empresa de TV paga TVA pela Telefónica. O Estado informa que a Associação Brasileira de TV por Assinatura deve recorrer à Justiça contra a decisão para impedir a entrada das companhias telefônicas no mercado.

Leia a integra do O Filtro no portal da Época

Thomas Traumann O Filtro é um guia para você começar o dia bem informado. Colunista de política e chefe da sucursal da revista ÉPOCA no Rio de Janeiro, Thomas Traumann acorda cedo e lê os principais jornais do Brasil e do mundo. Depois, analisa e comenta as notícias mais relevantes do dia, poupando seu trabalho de se perder na avalanche de informações da internet.

15/09/2007 - 10:17h Algo melhorou

Celso Ming

O Estado de São Paulo (para assinantes)

Para melhorar de vida, as pessoas são capazes de tudo. Na versão do dramaturgo inglês Christopher Marlowe (século 16), o Doutor Fausto, símbolo do homem, vendeu a alma ao Diabo em troca de três coisas: comer até fartar-se, vestir roupas finas e voar entre as estrelas.

Mas Fausto quase nunca valoriza o que já obteve. Tem uma enorme propensão a lamentar-se por ainda não ter conseguido tudo. Por isso é preciso lembrá-lo de quanto progrediu.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) faz o inventário anual da trajetória do Fausto brasileiro. O levantamento de 2006 mostra notórios avanços, embora sempre se possa dizer que nenhum dos grandes objetivos originais esteja perto de ser alcançado. Comparado com o padrão da Dinamarca, de onde acaba de sair o presidente Lula, o brasileiro continua subalimentado; ainda se veste mal e porcamente; e só mesmo em sonhos e nas novelas de TV se sente voando entre as estrelas. Mas já não dá para sustentar que os resultados da Pnad não passam de propaganda do governo.

Em 2006, o poder aquisitivo do trabalhador brasileiro aumentou 7,2%. O rendimento médio por família (domicílio) passou de R$ 1.494 em 2004, para R$ 1.687. Só no ano passado, cresceu 7,6%. E pormenor importante: foram os mais pobres que melhoraram mais. Isso tem sim a ver com o reajuste do salário mínimo, que foi de 16,7% no ano passado. Mas esse avanço só foi possível graças à derrubada da inflação.

Um notável número de economistas brasileiros que se dizem identificados com as causas dos mais pobres sustenta que é preciso ser tolerante com inflação para beneficiar o crescimento econômico. Fazer o contrário, dizem eles, é fazer o jogo dos neoliberais e dos “rendeiros”, os que vivem de aplicações de capital. Não lhes entra na cabeça que a primeira e principal vítima da inflação são os mais pobres, que não têm defesa contra a desvalorização da moeda. E que o melhor que se pode fazer para ajudar na vida do povão é garantir a estabilidade.

A novidade é que os políticos parecem ter entendido isso mais rapidamente do que esses economistas. Vai ficando claro – não só para o presidente Lula – que não há melhor cabo eleitoral do que uma política econômica vitoriosa no controle da inflação.

Outra revelação da Pnad é a de que, só em 2006, cresceu 4,7% o número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada. De cada 5 novos empregos, 3 foram no mercado formal, com inevitável impacto positivo para as contas da Previdência Social.

Há outros progressos: queda do analfabetismo, melhora do nível de educação, redução do trabalho infantil, etc. Em compensação, a população está ficando mais velha, a taxa de fecundidade está caindo e isso traz problemas novos. Está cada vez mais perto, por exemplo, o dia em que será preciso ter menos escolas e mais lares para os velhinhos.

Convém pinçar mais dois dados de impacto. Em 2005, 71,8% dos domicílios tinham telefone; em 2006, já eram 78,8%. Em 2001, só 12,6% dos lares contavam com computador; no ano passado, já eram 22,4%. São passos importantes para o brasileiro que não abre mão de um dia poder voar entre as estrelas.

14/09/2007 - 15:39h Governo Lula: O Globo resume PNAD 2006

IBGE

Renda, escolaridade e expectativa de vida do brasileiro aumentaram

O Globo Online

RIO – O brasileiro está com um trabalho melhor, botando mais dinheiro no bolso e comprando mais celulares. Também ampliou os estudos, tem cada vez menos filhos e vive mais. É o que mostra um dos mais completos retratos do Brasil, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE.

Confira os resultados da Pnad em infográfico multimídia

Um dos principais destaques da pesquisa foi o aumento da renda média real, que subiu 7,2% em 2006 na maior recuperação desde 1995. No entanto, a alta não foi suficiente para trazer a renda aos níveis de 1996, o ano mais forte da série estudada, de R$ 975.

- O aumento real do salário mínimo nos últimos anos está impactando o rendimento do trabalhador, principalmente a renda das classes mais baixas – afirmou a economista do IBGE Márcia Quinstlr.

A economista destacou que também contribuíram a expansão do emprego do trabalhador com carteira assinada (de 33,1% da população ocupada para 33,8%) e a redução da informalidade (de 51,8% em 2005 para 50,4% em 2006).

O aumento real do salário mínimo nos últimos anos está impactando o rendimento do trabalhador, principalmente a renda das classes mais baixas


De acordo com a pesquisa, a metade mais pobre da população foi a mais beneficiada pela recuperação dos salários. Para este grupo, a renda atingiu o valor mais alto em dez anos e chegou a R$ 293, superando o pico de R$ 257 registrados em 2006.

As tendências de melhora nos indicadores já vêm de outros anos, mas o que surpreende na Pnad referente a 2006 é o conjunto dos dados. Praticamente todos os indicadores apresentaram melhora.

A desigualdade continua caindo. A redução foi pequena, mas mostra consistência na lenta melhora das diferenças de renda da população. O índice de Gini (indicador internacional de desigualdade que vai de 0 a 1) vem caindo desde 1993 e em 2006 recuou mais 0,003 para 0,541.

O Brasil menos desigual em 2006 foi influenciado pelo aumento de 13,3% no salário mínimo. A alta de 7,2% na renda média real da população beneficiou principalmente a metade da população com rendimentos menores . A diferença entre ricos e pobres, no entanto, continua alta.

Escolarização é recorde, mas trabalho infantil é alto

A taxa de escolarização foi recorde: quase 96,7% das crianças entre 7 e 14 anos estavam na escola. E uma mudança da lei, que passou a obrigar crianças entrarem na escola um ano mais cedo, elevou em 3% o número de estudantes entre 5 e 6 anos nas salas de aula. A alta foi significativa e a expectativa é que o número continue crescendo nos próximos anos, pois o prazo para implementar a obrigatoriedade é 2010.

A vida moderna também está refletida na pesquisa. O número de residências com um só morador subiu de 10,8% em 2005 para 11,1% em 2006. Além disso, a população está tendo menos filhos : a média caiu de 2,1 filhos por mulher em 2005 para 2 em 2006. E o IBGE diz que o ritmo de queda está muito mais acelerado no Brasil do que aquele observado no passado na Europa, onde a baixa taxa de natalidade da população já é um problema há tempos.

Mas o estudo também mostra que falta avançar. A taxa de analfabetismo caiu, mas ainda é gigantesca. Quase 15 milhões de pessoas não conseguem ler um bilhete. E mesmo com o aumento da formalização a carteira assinada é um privilégio de apenas um terço da população ocupada.

Outro desafio que precisa ser vencido pelo país é o trabalho infantil. De acordo com a Pnad, pelo menos cinco milhões de crianças e adolescentes brasileiros ainda estão trabalhando.

14/09/2007 - 15:09h Governo Lula: Acesso a telefone e internet sobe em todas as regiões

CLARICE SPITZ
da Folha Online, no Rio

O acesso ao telefone fixo ou móvel cresceu em todas as regiões do país entre 2005 e 2006. No total dos domicílios brasileiros, 74,5% tinham telefone, aponta a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), elaborada pelo IBGE. Em 2005 esse percentual era de 71,6%.

Em relação aos lares somente com celulares a fatia passou de 23,5%, em 2005, para 27,7%, em 2006. Na região Norte, esse percentual saltou de 27,2% para 34,7%. No Nordeste, de 24,1% para 29,1%.

Já a existência de computador e acesso à internet ainda indicam fortes diferenças regionais. No Sudeste, 29,2% dos domicílios têm computador e 23,1%, acesso à internet. Na região Sul 20,8% dos domicílios têm acesso à internet e no Norte e Nordeste esse percentual fica em torno de 6,0%.

Os percentuais de lares com rádio e televisão no Sudeste, Sul e Centro-Oeste superam 80%. Já no Norte e Nordeste eles correspondem a 59,9% e 53,6%, respectivamente.