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	<title>Blog do Favre &#187; Transporte</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Cidade suja</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 16:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[
São Paulo (SP) Lixo jogado na calçada, impede que os pedestres circulem próximo a estação Palmeiras Barra Funda. 16/11/2009. Foto: Elizeu Araujo de Souza/FotoRepórter/AE


Orçamento de Kasab será de R$30 bilhões em 2010, graças aos impostos e multas. IPTU com aumento cavalar e aumento da tarifa de ônibus, já em janeiro. Aumento também dos salários de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://web2.estadao.com.br/banco/img/livre/2009/11/20091116230902lixog.jpg" border="0" alt="" vspace="0" /><br />
<span style="font-size: x-small;"><em>São Paulo (SP) Lixo jogado na calçada, impede que os pedestres circulem próximo a estação Palmeiras Barra Funda. 16/11/2009. Foto: Elizeu Araujo de Souza/FotoRepórter/AE</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em><br />
</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Orçamento de Kasab será de R$30 bilhões em 2010, graças aos impostos e multas. IPTU com aumento cavalar e aumento da tarifa de ônibus, já em janeiro. Aumento também dos salários de Kassab e do alto escalão.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>São Paulo merece?</strong></p>
<p style="text-align: left;">LF</p>
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		<title>Governo Serra compra helicóptero para driblar engarrafamentos, segundo a Folha</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 12:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
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		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
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		<description><![CDATA[
Secretaria dos Transportes vai comprar helicóptero
Para driblar engarrafamentos, aeronave será usada para transportar autoridades e técnicos
Gestão Serra não divulga quanto vai gastar, mas especialistas afirmam que o valor da compra pode ultrapassar os R$ 10 milhões
ALENCAR IZIDORO E JOSÉ ERNESTO CREDENDIO &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
A Secretaria dos Transportes do governo José Serra (PSDB) resolveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://farm1.static.flickr.com/111/308639516_a092d0cf34.jpg" alt="http://farm1.static.flickr.com/111/308639516_a092d0cf34.jpg" width="494" height="371" /></p>
<p><strong>Secretaria dos Transportes vai comprar helicóptero</strong></p>
<p><strong>Para driblar engarrafamentos, aeronave será usada para transportar autoridades e técnicos</strong></p>
<p><strong>Gestão Serra não divulga quanto vai gastar, mas especialistas afirmam que o valor da compra pode ultrapassar os R$ 10 milhões</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">ALENCAR IZIDORO E JOSÉ ERNESTO CREDENDIO &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>A Secretaria dos Transportes do governo José Serra (PSDB) resolveu driblar os engarrafamentos do trânsito e os obstáculos das rodovias de São Paulo pelo ar- com um helicóptero que será comprado para transportar técnicos e autoridades.<br />
A pasta, responsável por empreendimentos como duplicação de estradas, ampliação da marginal Tietê e trechos do Rodoanel, alega a &#8220;necessidade de deslocamentos rápidos&#8221; para acompanhar e vistoriar um &#8220;grande número&#8221; de obras em andamento ou projetadas.<br />
Entre as regras para a aquisição do helicóptero &#8220;novo de fábrica&#8221;, a Secretaria dos Transportes exige que ele tenha capacidade para decolar do Palácio dos Bandeirantes, sede de trabalho do governador Serra. Mas a pasta nega que essa seja a sua principal atribuição -diz que é só um &#8220;exemplo&#8221; citado na licitação.<br />
Comandada por Mauro Arce, a secretaria não divulga quanto estima gastar com a compra.<br />
De acordo com especialistas ouvidos pela reportagem, o valor poderá ultrapassar R$ 10 milhões -sem contar as despesas com a manutenção e os profissionais para a operação da aeronave.<br />
Esse dinheiro supera, por exemplo, os gastos de R$ 8,1 milhões anunciados pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) no ano passado num pacote de nove &#8220;obras viárias de grande importância&#8221;, com ampliações de plataformas e reformas de paradas, para aumentar em 10% a velocidade média dos ônibus nos corredores.<br />
O edital de licitação lançado pela secretaria pede que a aeronave tenha capacidade para dois pilotos e cinco passageiros. O helicóptero terá autonomia para voar até 600 quilômetros sem reabastecer.<br />
O prazo máximo para a entrega definitiva do helicóptero é de oito meses depois da assinatura do contrato. O pregão para a compra deve ocorrer na semana que vem.</p>
<p><strong>Assentos em couro</strong><br />
O governo Serra diz que a nova aeronave poderá ser usada pelos diversos órgãos ligados à Secretaria dos Transportes, para acompanhar desde as obras nas estradas como em portos, hidrovias e aeroportos.<br />
A pasta diz que, hoje em dia, essas viagens são feitas por automóveis, voos comerciais (&#8221;muitas vezes não disponíveis&#8221;) ou locação de helicópteros. Afirma prever um gasto de R$ 1,6 milhão neste ano com essas duas últimas despesas.<br />
Dentre as características exigidas da aeronave estão &#8220;assentos em couro&#8221;, &#8220;carpete&#8221;, &#8220;sistema de ar condicionado apropriado para clima tropical&#8221;, &#8220;iluminação individual nos assentos para leitura&#8221; e &#8220;compartimento para guarda e conservação de alimentos e bebidas&#8221;.<br />
O helicóptero também precisará ter dimensões internas &#8220;de modo a evitar interferência física entre pernas dos passageiros sentados frente a frente&#8221; e revestimento reforçado para atenuar os ruídos, &#8220;de modo que possibilite a comunicação normal entre os passageiros&#8221;.</p>
<p><strong>Custo</strong><br />
Três especialistas em tráfego aéreo ouvidos pela Folha dizem que uma aeronave com as características da exigida no edital da secretaria custa no mínimo US$ 4 milhões (em torno de R$ 6,8 milhões).<br />
Mas, da mesma forma como ocorre com carros, a previsão de itens opcionais (incluindo ainda piloto automático, capacidade para voo por instrumentos, sistema especial de iluminação) podem elevar os custos para até US$ 6 milhões (R$ 10,2 milhões).<br />
A manutenção de um equipamento do tipo custa, em média, US$ 30 mil (R$ 51 mil). Caso a gestão Serra opte por contratar piloto e co-piloto com valores pagos pela iniciativa privada, só em salários seriam cerca de R$ 45 mil ao mês.</p>
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		<title>Bicicletas são alvo de vândalos em Paris</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/bicicletas-sao-alvo-de-vandalos-em-paris/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
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		<description><![CDATA[
Por STEVEN ERLANGER e MAÏA DE LA BAUME 

PARIS &#8211; Assim como, anos atrás, as torres cruciformes brancas criadas por Le Corbusier instigaram visões de uma Paris da era industrial do futuro, o sistema de aluguel de bicicletas parisiense, conhecido como Vélib&#8217;, inspirou um novo etos urbano para a era das mudanças climáticas.
Os moradores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-15848" title="newyorktimes_folha" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/newyorktimes_folha.gif" alt="newyorktimes_folha" width="200" height="18" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Por STEVEN ERLANGER e MAÏA DE LA BAUME </span></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://monepinay.files.wordpress.com/2008/11/velib1.jpg" alt="http://monepinay.files.wordpress.com/2008/11/velib1.jpg" width="494" height="371" /></p>
<p>PARIS &#8211; Assim como, anos atrás, as torres cruciformes brancas criadas por Le Corbusier instigaram visões de uma Paris da era industrial do futuro, o sistema de aluguel de bicicletas parisiense, conhecido como Vélib&#8217;, inspirou um novo etos urbano para a era das mudanças climáticas.<br />
Os moradores de Paris podem alugar uma bicicleta em centenas de postos públicos. É uma alternativa barata, saudável e de baixa emissão de carbono aos carros e ônibus. Mas essa utopia francesa mais recente se choca com uma realidade prosaica: muitas das bicicletas, especialmente desenhadas para o projeto por US$ 1.050 cada, andam aparecendo nos mercados negros do Leste Europeu e norte da África. Outras são levadas para passeios urbanos não pagos e então largadas nas ruas, com suas rodas torcidas e sem seus pneus, que são roubados.<br />
Cerca de 80% das 20, 6 mil bicicletas iniciais do projeto foram roubadas ou danificadas, obrigando os organizadores do programa a contratar centenas de pessoas para consertá-las. Além do prejuízo para o orçamento do projeto, subsidiado pela prefeitura, é a psique parisiense que sofreu um golpe.<br />
&#8220;O símbolo de uma cidade ecológica e bem resolvida virou nova fonte de criminalidade&#8221;, lamentou o &#8220;Le Monde&#8221; em editorial. &#8220;O Vélib&#8217; visava civilizar os transportes urbanos. Mas acabou provocando um aumento da incivilidade.&#8221;<br />
As bicicletas pesadas do Vélib&#8217;, com sua cor bronze arenosa, são vistas como acessório típico dos &#8220;bobos&#8221;, ou &#8220;burgueses boêmios&#8221; -a classe média descolada-, e suscitam ressentimentos e cobiça.<br />
O sociólogo Bruno Marzloff, especializado em transportes, disse que &#8220;é preciso relacionar isso a outras incivilidades, especialmente a queima de carros&#8221; &#8211; referência às gangues de jovens imigrantes que atearam fogo a veículos durante tumultos em 2005.<br />
&#8220;Há um elemento de negligência&#8221;, disse Marzloff, &#8220;que significa &#8216;não temos o direito à mobilidade como outras pessoas. Chegar até Paris é uma dificuldade, não temos carros e, quando temos, é longe demais e custa muito caro&#8217;&#8221;.<br />
Algumas bicicletas do programa Vélib&#8217; já foram encontradas com os pneus furados, jogadas no rio Sena, sendo usadas nas ruas de Bucareste ou dentro de contêineres de navios, a caminho do norte da África. Outras são simplesmente roubadas e repintadas.<br />
Usado principalmente para deslocamentos no centro urbano de Paris, o programa Vélib&#8217; é um sucesso segundo muitos parâmetros. Mas a construção sólida das bicicletas, fabricadas na Hungria, e seus pontos de estacionamento eletrônicos significam que elas são caras, e nem todo o mundo compartilha o espírito de respeito pela propriedade pública comum promovido pelo prefeito socialista de Paris, Bertrand Delanoë.<br />
&#8220;Erramos em nossas estimativas de danos e roubos&#8221;, disse Albert Asséraf, diretor de marketing da JCDecaux, principal organizadora e financiadora do projeto. &#8220;Mas não temos referências em nenhum outro lugar do mundo de iniciativas desse tipo.&#8221;<br />
&#8220;Fizemos a bicicleta mais forte, lançamos campanhas publicitárias contra o vandalismo e tentamos informar as pessoas na internet&#8221;, disse. &#8220;Mas a verdadeira solução está no respeito individual.&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://montrealavelo.files.wordpress.com/2009/02/velib_casse.jpg" alt="http://montrealavelo.files.wordpress.com/2009/02/velib_casse.jpg" /></p>
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		<item>
		<title>Últimas reuniões sobre o Plano Diretor</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/ultimas-reunioes-sobre-o-plano-diretor/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 12:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ver também 
Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.

Até segunda-feira haverá audiências públicas em toda a cidade para decidir alterações no documento
FELIPE GRANDIN &#8211; Jornal da Tarde (JT)

felipe.grandin@grupoestado.com.br
Começa hoje a última série de audiências públicas feitas pela Câmara Municipal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ver também </strong></p>
<h2><big><a title="Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada." rel="bookmark" href="../2009/11/camara-municipal-de-sao-paulo-discute-revisao-do-plano-diretor-em-meio-a-denuncias-de-ilegalidades-e-sob-suspeicao-da-sociedade-civil-organizada/">Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.</a></big></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.jt.com.br/editorias/2009/11/07/4.19.imagem_planodiretorsp.jpg" border="0" alt="" width="340" /></p>
<p><strong>Até segunda-feira haverá audiências públicas em toda a cidade para decidir alterações no documento</strong></p>
<h2><em><span style="background-color: #ffff99;">FELIPE GRANDIN &#8211; Jornal da Tarde (JT)</span><br />
</em></h2>
<p><em>felipe.grandin@grupoestado.com.br</em></p>
<p>Começa hoje a última série de audiências públicas feitas pela Câmara Municipal para discutir a revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo, um instrumento da política de desenvolvimento urbano. Até segunda-feira, serão feitas reuniões abertas à população nas cinco regiões da cidade para apresentar as principais alterações que devem ser feitas pela Comissão de Política Urbana na proposta encaminhada pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM).</p>
<p>O relatório deve ser aprovado pela comissão até o fim do mês e, em seguida, encaminhado para o restante dos vereadores. A proposta, no entanto, só deve ser votada no plenário em 2010.</p>
<p>Até hoje, foram feitas 37 audiências públicas &#8211; uma na Câmara, cinco regionais e uma em cada subprefeitura da cidade. Nas reuniões dos próximos dias, serão apresentados os resultados desses encontros, por isso são chamadas de audiências devolutivas. Quem não puder participar, pode encaminhar sugestões para o e-mail revisaoplanodiretor@camara.sp.gov.br.</p>
<p>Pela primeira vez, o relator e líder do governo na Casa, José Police Neto (PSDB), afirmou que irá atender às demandas de grupos críticos à proposta e retirar do seu relatório todos os itens que alterem o zoneamento ou mudem os estoques de potencial construtivo da cidade.</p>
<p>Em linhas gerais, o zoneamento determina o que e quanto pode ser construído em cada quadra da cidade &#8211; se uma casa ou um edifício, uma quitanda ou um shopping, uma área de preservação ambiental. Já os estoques foram criados para impedir a construção sem controle nas áreas mais procuradas da cidade. Para isso, foi estabelecido um limite de construção para cada bairro.</p>
<p>“Qualquer mudança que possa resultar em alteração de zoneamento e de estoque será descartada”, diz Police Neto. “Essas questões serão discutidas posteriormente, na revisão da lei de uso e ocupação do solo.”</p>
<p><strong>Alterações<br />
</strong><br />
Segundo ele, a intenção é se ater às políticas de desenvolvimento urbano, retirando os itens que tratam da aplicação dessas diretrizes em áreas específicas da cidade. O vereador não disse, no entanto, que itens seriam excluídos.</p>
<p>Por essa lógica, no entanto, seriam abolidos artigos como o que cria a transferência de potencial construtivo, usado em áreas destinadas a conjuntos habitacionais. Por meio desse instrumento, o dono do terreno pode construir as moradias em outro local, valorizando sua propriedade.</p>
<p>Outra mudança prevista é a volta das macroáreas &#8211; divisão da cidade em quatro áreas, cada uma com regras específicas para intervenções urbanas. No texto da revisão enviado à Câmara, há apenas duas divisões &#8211; uma área de proteção ambiental e outra destinada à urbanização.</p>
<p>Além dessas alterações, já havia sido aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara uma emenda para incluir novamente as políticas sociais, que haviam sido excluídas da proposta de revisão enviada por Kassab. Os artigos tratam de temas como saúde, educação e inclusão social.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://brasiliamaranhao.files.wordpress.com/2009/04/anatel_kassab.jpg" alt="http://brasiliamaranhao.files.wordpress.com/2009/04/anatel_kassab.jpg" width="490" height="368" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Sociedade civil critica o projeto</span></strong></p>
<p>A alteração do zoneamento e dos estoques é o principal alvo das críticas de organizações da sociedade civil que criaram uma frente contra a proposta encaminhada por Gilberto Kassab. O processo é questionado na Justiça pelo Ministério Público (MP), que entrou com uma ação a pedido do grupo. As audiências públicas chegaram a ser suspensas em agosto, mas foram liberadas novamente.</p>
<p>Segundo as 189 organizações que fazem parte da frente, a revisão que está em andamento extrapola os limites previstos na lei e atende a interesses do setor imobiliário ao permitir a construção de mais imóveis em bairros já saturados da cidade.</p>
<p>“O projeto aumenta as áreas onde você pode construir mais imóveis”, afirma Heitor Tommazzini, presidente do Movimento Defenda São Paulo, que lidera a frente contra a revisão do Plano Diretor. Segundo ele, as audiências devolutivas foram marcadas em cima da hora. “Nem podemos nos preparar porque não temos ideia do que vai ser apresentado.”</p>
<p>O grupo sustenta que o fato de 14 vereadores terem sido cassados em primeira instância por recebimento de doações irregulares da Associação Imobiliária Brasileira os impede de analisar o Plano Diretor, que é de interesse do setor imobiliário. Segundo eles, como outros 15 parlamentares estão sendo julgados pelo mesmo motivo, também não poderiam analisar o projeto. Os vereadores negam a influência do setor.</p>
<p><strong>CALENDÁRIO</strong></p>
<p>Hoje, 10 horas: Centro de Formação e Cultura Rua do Contorno, s/n, Itaquera</p>
<p>Hoje, 15 horas: Instituto Butantã, Avenida Vital Brasil, 1.500, Butantã</p>
<p>Amanhã, 10 horas: Auditório Elis Regina, Av. Olavo Fontoura, 1.209, Anhembi</p>
<p>Amanhã, 15 horas: Clube Banespa, Av. Santo Amaro, 5.355</p>
<p>Segunda-feira, 19 horas: Fecomércio, Rua Dr. Plínio Barreto, 285, 3º andar, Bela Vista</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www.usadosmac.com.br/galeria/imagens/curiosidades/belavista.jpg" alt="http://www.usadosmac.com.br/galeria/imagens/curiosidades/belavista.jpg" width="503" height="349" /></p>
<p><span style="font-size: xx-large;"><strong>Revisão deveria ter sido feita há mais de três anos</strong></span></p>
<p>O Plano Diretor Estratégico (PDE) foi criado em 2002 e deveria ter sido revisado em 2006. A Prefeitura encaminhou um projeto de lei com esse objetivo naquele ano, mas teve de retirá-lo após decisão judicial. Em 2007, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) enviou nova proposta, que está em tramitação na Câmara Municipal. Desde então, vem sofrendo críticas de organizações da sociedade civil e do Ministério Público, que move duas ações na Justiça contra a revisão.<br />
O texto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) e agora é analisado pela Comissão de Política Urbana. Para entrar em vigor, precisa ser aprovado pela maioria dos 55 vereadores da Casa em duas votações, o que só deve acontecer em 2010.</p>
<p><strong>E EU COM ISSO?</strong></p>
<p>O plano diretor é a legislação que orienta o desenvolvimento urbano da cidade de São Paulo. É o que determina às intituições públicas e privadas como e para onde a capital vai crescer.</p>
<p>Lei define como e para onde a cidade vai crescer</p>
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		<title>Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/camara-municipal-de-sao-paulo-discute-revisao-do-plano-diretor-em-meio-a-denuncias-de-ilegalidades-e-sob-suspeicao-da-sociedade-civil-organizada/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prezado Luis, Novamente aproveito a ocasião de enormes escândalos e inconstitucionalidades dos vereadores da Câmara Municipal de São Paulo para com a dita revisão do Plano Diretor Estratégico, em que pretendem neste fim-de-semana dar continuidade às audiências públicas, e que visto o contexto, encaminho-lhe um release e Moção de Repúdio, deliberados pelas 190 entidades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Prezado Luis, Novamente aproveito a ocasião de enormes escândalos e inconstitucionalidades dos vereadores da Câmara Municipal de São Paulo para com a dita revisão do Plano Diretor Estratégico, em que pretendem neste fim-de-semana dar continuidade às audiências públicas, e que visto o contexto, encaminho-lhe um release e Moção de Repúdio, deliberados pelas 190 entidades que integram a Frente contra a revisão do Plano Diretor Estratégico, que entendo ser de interesse e pertinente sua publicidade.  Cordialmente </em></p>
<p><strong>Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.</strong></p>
<p>A Frente de Entidades Contra a Atual Revisão do Plano Diretor Estratégico – PDE &#8211; vem denunciando, desde 2007, os inúmeros vícios de legalidade sofridos durante o processo de revisão do PDE realizada pelo Executivo Municipal. Ilegalidades também observadas pelo Ministério Público Estadual e pela Defensoria Pública no bojo de duas ações civis públicas ainda em trâmite no Poder Judiciário.</p>
<p>A primeira ação judicial (ACP) foi promovida pelo próprio Ministério Público Estadual (MPE), através da Promotoria de Justiça da Habitação e Urbanismo, pedida pela sociedade civil através de representação, onde a Prefeitura foi obrigada, por decisão judicial, a separar a revisão do PDE desmembrando a revisão da Lei Municipal 13.430/20 (PDE), objeto da revisão, e a Lei 13.885/04 (Planos Regionais Estratégicos e Lei do Uso e Ocupação do Solo), que não era (e ainda não é) objeto da revisão do PDE.</p>
<p>Posteriormente, quando a Prefeitura encaminhou para a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) o projeto de lei, entidades ingressaram com outra ACP, denunciando ilegalidades.</p>
<p>A Defensoria Pública ingressou na ACP ao lado das entidades, e o Ministério Público estadual concordou com todos os argumentos jurídicos, também pedindo que a revisão fosse devolvida para a Prefeitura, pelos mesmos vícios de legalidade existentes.</p>
<p><strong>Nesta ACP das entidades foi denunciada que as alterações na Lei 13.430/02 (PDE) propostas em sua revisão não atendem aos interesses da cidade e da sociedade paulistana, porque descumprem o alcance legal permitido para a revisão e privilegiam setores econômicos, em especial o setor imobiliário, em franco e irreparável prejuízo à supremacia do interesse público e dos direitos difusos e coletivos. Verifica-se ainda a evidente perda de transparência e de democracia no processo, com real enfraquecimento do controle social sobre as políticas públicas, permitindo desvios das instituições governamentais do Município de São Paulo. </strong><strong></strong></p>
<p>Mais recentemente, entidades ingressaram com Medida Cautelar pleiteando que as audiências públicas da CMSP sobre a revisão do PDE fossem suspensas e anuladas, o que foi aceito pelo Juiz. De fato as audiências foram paralisadas por essa decisão judicial, mas a Câmara Municipal de São Paulo recorreu ao TJ e obteve a suspensão provisória da decisão do Juiz, podendo então retomar a realização de audiências públicas sobre o PDE.</p>
<p>Nenhum dos agravos de instrumento (das entidades, da Defensoria Pública e da CMSP) foi ainda julgado, mas a Procuradoria Geral de Justiça, instância superior do Ministério Público, já se manifestou perante o Tribunal de Justiça acompanhando o entendimento das entidades e das Promotorias de Justiça.</p>
<p>Aliás, nenhuma das ACPs foi julgada definitivamente em 1ª instância, o que poderá criar no futuro enorme insegurança jurídica, caso o processo de revisão do PDE continue tramitando. São 190 organizações da sociedade civil, a Defensoria Pública, o Ministério Público e a Procuradoria Geral de Justiça com entendimento semelhantes, apontando inúmeros vícios no processo de revisão do PDE.</p>
<p>O fato de 14 vereadores paulistanos terem seus mandatos cassados em 1ª instância da Justiça eleitoral, por receber doações irregulares do Setor Imobiliário, através da Associação Imobiliária Brasileira (AIB), apesar de se manterem no cargo através de interposição de recurso judicial cabível, e considerando que outros 15 vereadores estão sob julgamento pelo mesmo motivo acima, os coloca sob suspeição e devem ser considerados impedidos para conduzirem o processo de revisão do PDE neste momento.</p>
<p>Isso porque o Plano Diretor Estratégico é matéria de indiscutível interesse do setor imobiliário, generoso contribuinte do conjunto de vereadores paulistanos, cassados ou em julgamento, e existe claro e evidente impedimento ético para esses vereadores discutirem e votarem o projeto de revisão do PDE, já que o Presidente da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente da Câmara Municipal de São Paulo é um dos vereadores cassados, por ter recebido R$ 200.000 da AIB, e que permanece no cargo garantido por recurso judicial cabível, e o relator do Projeto de Revisão do PDE é vereador em julgamento pela Justiça Eleitoral, tendo este recebido R$ 270.000 da AIB. E por isso deveriam ser considerados impedidos de discutir, votar, e muito menos, conduzir o processo de revisão do PDE.</p>
<p>Dessa forma, pelo conjunto dos fatos, a Frente das Entidades apresenta Moção e Repúdio, pois considera inadequada a conduta da Câmara Municipal de São Paulo e de seus vereadores que insistem em promover a continuidade do processo de revisão do Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo, com a divulgação, de afogadilho, das audiências devolutivas do Plano Diretor que começam no próximo dia 7/11 e acabam dois dias depois, agravado ainda pelo fato de não ter sido disponibilizado, em tempo hábil, nenhum material prévio para consulta da sociedade interessada, repetindo os mesmos erros e ilegalidades cometidos pelo Executivo Municipal em 2007.</p>
<p><strong>A Frente de Entidades Contra a Atual Revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) e pela sua Implementação,</strong> hoje composta por 189 entidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil organizada (lista abaixo), em reunião realizada no dia 28 de outubro de 2009, deliberou pela presente</p>
<p align="center">MOÇÃO DE REPÚDIO<br />
contra a Câmara Municipal de São Paulo e contra<br />
a sua Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente</p>
<p>EM RAZÃO DA CONTINUIDADE DO PROCESSO DE REVISÃO DO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DA CIDADE DE SÃO PAULO (PDE), QUE TEVE 5 AUDIÊNCIAS PÚBLICAS AGENDADAS PARA OS DIAS 7, 8 E 9 DE NOVEMBRO.</p>
<p>Após a denúncia do Ministério Público Eleitoral sobre os 29 vereadores que receberam dinheiro do setor imobiliário, por meio da Associação Imobiliária Brasileira (AIB), empresa de fachada que, de forma ilegal, efetuou doações de campanha, e que, por esse motivo, 14 vereadores já tiveram seus mandatos cassados pela Justiça Eleitoral, permanecendo ainda no cargo por meio de recursos judiciais, e, considerando que os outros 15 vereadores ainda estão sob julgamento, com riscos de terem seus mandatos cassados</p>
<p>É que,</p>
<p>Observando o Estado Democrático de Direito e os princípios da moralidade, da legalidade, da supremacia do interesse público e da probidade administrativa, a Frente das Entidades REPUDIA a continuidade do processo de revisão do Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo, que deve ser paralisado imediatamente, restando claro e evidente o impedimento para que tais vereadores discutam e votem o projeto de revisão do PDE, por ser matéria de indiscutível interesse do setor imobiliário, generoso contribuinte do conjunto de vereadores paulistanos cassados e em julgamento.</p>
<p><strong><a href="http://www.grupos.com.br/blog/plano-diretor/permalink/28025.html" target="_blank">Abaixo-assinado contra o atual projeto de revisão do Plano Diretor Estratégico</a></strong></p>
<p><strong>ABAIXO-ASSINADO </strong><strong></strong></p>
<p><strong><br />
<hr size="2" /></strong></p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a Prefeitura da Cidade de São Paulo não cumpriu o determinado no Art. 293 do Plano Diretor Estratégico vigente, que estabelece os limites legais de sua própria revisão, restrita apenas à adequação das ações estratégicas do Plano Diretor, com possíveis acréscimos de áreas do território da cidade para aplicação dos instrumentos previstos no Estatuto da Cidade;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a Prefeitura da Cidade de São Paulo, extrapolando os limites legais da revisão do Plano Diretor Estratégico, simplesmente propôs um novo Plano, o qual suprimiu importantes elementos do desenvolvimento urbano já conquistados, com significativos retrocessos nos aspectos sociais e culturais do Plano vigente, como as alterações das Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) ou a retirada da importante figura dos Planos de Bairro, entre outros;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que, ao mesmo tempo, este novo Plano coloca praticamente todo o território urbano sujeito à venda de áreas construídas superiores às atualmente permitidas, liberando sem controle a verticalização e adensamento ao sabor do interesse puramente imobiliário, desconsiderando seus reflexos na evidente ausência de sustentabilidade ambiental de nossa cidade;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a Prefeitura da Cidade de São Paulo não apresentou nenhum Plano de Habitação, de Transportes e Circulação Viária, dispositivos estes interdependentes e subordinados às diretrizes do Plano Diretor Estratégico vigente, cuja concepção e aplicação integradas são fundamentais para a sua revisão e futura elaboração de adequadas Normas de Uso e Ocupação do Solo, como legalmente previsto e não cumprido pelo Executivo, o que por si só invalida o projeto encaminhado à Câmara;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a Prefeitura da Cidade de São Paulo procedeu de forma pouco democrática, desde a apresentação do Projeto até o encaminhamento para a Câmara Municipal, retrocedendo no processo de discussão e gestão participativa, através de audiências públicas absolutamente carentes de informação, de tempo para qualquer manifestação pública consistente, em grosseiro arremedo mal disfarçado de democracia;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a sociedade civil paulistana não aceita mais este tipo de menosprezo para com as Leis e os Direitos constitucionais dos cidadãos de participar da concepção, implementação e monitoramento das intervenções relativas ao desenvolvimento urbano de sua cidade, posto que prejuízos são distribuídos para a imensa maioria da sociedade, enquanto uns poucos se beneficiam;</p>
<p><strong>é que,</strong></p>
<p><strong>As entidades relacionadas exigem, através deste abaixo-assinado, a imediata mudança de postura da Prefeitura Municipal de São Paulo, retirando da Câmara Municipal o Projeto de Revisão do Plano Diretor Estratégico para, dentro da legalidade e do mais alto espírito democrático e cidadão, refazer as concepções e procedimentos da revisão do Plano Diretor Estratégico, objetivando o desenvolvimento de uma cidade justa e socialmente includente, planejada de forma participativa e alicerçada no interesse público.</strong></p>
<p><strong>1.  Movimento Defenda São Paulo – MDSP</strong></p>
<p><strong>2.  Instituto Pólis</strong></p>
<p><strong>3.  Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos</strong></p>
<p><strong>4.  União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior</strong></p>
<p><strong>5.  Casa da Cidade</strong></p>
<p><strong>6.  Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental – PROAM</strong></p>
<p><strong>7.  Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo &#8211; SASP</strong></p>
<p><strong>8.  Instituto de Políticas Públicas das Cidades – IPPC</strong></p>
<p><strong>9.  Instituto Socioambiental – ISA</strong></p>
<p><strong>10.  Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo &#8211; SEESP</strong></p>
<p><strong>11.  Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos – FAU-USP</strong></p>
<p><strong>12.  Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas – ABAP</strong></p>
<p><strong>13.  Associação dos Geógrafos Brasileiros &#8211; Seção São Paulo &#8211; AGB/SP</strong></p>
<p><strong>14.  Sociedade Amigos do Alto de Pinheiros &#8211; SAAP</strong></p>
<p><strong>15.  Associação dos Moradores do Jardim da Saúde &#8211; AMJS</strong></p>
<p><strong>16.  Associação Amigos do Jardim das Bandeiras</strong></p>
<p><strong>17.  Movimento em Defesa do Campo Belo</strong></p>
<p><strong>18.  Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo &#8211; FACESP</strong></p>
<p><strong>19.  Sociedade de Amigos do Jardim Europa e Paulistano – SAJEP</strong></p>
<p><strong>20.  Conselho Comunitário de Segurança &#8211; Conseg Morumbi</strong></p>
<p><strong>21.  Campanha Billing’s, Eu Te Quero Viva!</strong></p>
<p><strong>22.  Rede Butantã de Entidades e Forças Sociais</strong></p>
<p><strong>23.  SOS Manancial</strong></p>
<p><strong>24.  Comitê Gestor da Praça Roosevelt</strong></p>
<p><strong>25.  Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes</strong></p>
<p><strong>26.  Sociedade dos Amigos do Planalto Paulista</strong></p>
<p><strong>27.  Associação dos Amigos e Moradores Pela Preservação do Alto da Lapa e Bela Aliança</strong></p>
<p><strong>28.  Sociedade dos Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia &#8211; SOJAL</strong></p>
<p><strong>29.  Associação de Segurança e Cidadania – ASSEC</strong></p>
<p><strong>30.  Associação dos Moradores e Amigos do Pacaembu, Perdizes e Higienópolis &#8211; AMAPPH</strong></p>
<p><strong>31.  Associação dos Moradores da Vila Mariana – AMA-VM</strong></p>
<p><strong>32.  Associação dos Moradores e Amigos do Sumaré &#8211; SOMASU</strong></p>
<p><strong>33.  Sociedade Amigos dos Jardins Petrópolis e dos Estados &#8211; SAJAPE</strong></p>
<p><strong>34.  Associação Amigos do Brooklin Novo &#8211; SABRON</strong></p>
<p><strong>35.  Sociedade Amigos da Vila Alexandria &#8211; SAMAVA</strong></p>
<p><strong>36.  Viva Pacaembu por São Paulo &#8211; VIVAPAC</strong></p>
<p><strong>37.  Associação dos Moradores Amigos do Parque da Previdência &#8211; AMAPAR</strong></p>
<p><strong>38.  Associação dos Moradores da Vila Noca e Jardim Ceci </strong></p>
<p><strong>39.  Sociedade Amigos do Brooklin Velho – SABROVE</strong></p>
<p><strong>40.  Sociedade dos Moradores do Morumbi</strong></p>
<p><strong>41.  Sociedade Defenda Mirandópolis &#8211; SAM</strong></p>
<p><strong>42.  Associação de Preservação do Cambuci e Vila Deodoro</strong></p>
<p><strong>43.  Movimento de Oposição à Verticalização Caótica e pela Preservação do Patrimônio da Lapa e Região &#8211; MOVER</strong></p>
<p><strong>44.  Associação dos Moradores da Vila Nova Conceição – AMVNC</strong></p>
<p><strong>45.  Associação de Moradores da Vila Cordeiro – VIVACOR</strong></p>
<p><strong>46.  Associação Amigos da Vila Primavera &#8211; AVIP</strong></p>
<p><strong>47.  União dos Moradores da Zona Sul &#8220;Olavo Setúbal&#8221; </strong></p>
<p><strong>48.  Sociedade Mundial de Estudos Espíritas (Kardecista)</strong></p>
<p><strong>49.  Central de Movimentos Populares – São Paulo</strong></p>
<p><strong>50.  Instituto São Paulo de Cidadania e Política </strong></p>
<p><strong>51.  Conselho de Leigos da Região Episcopal Ipiranga </strong></p>
<p><strong>52.  Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo</strong></p>
<p><strong>53.  Grupo Metropolitano Paulista do Programa Agenda 21 </strong></p>
<p><strong>54.  Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César – SAMORCC</strong></p>
<p><strong>55.  Associação Cultural e Educativa Ética e Arte</strong></p>
<p><strong>56.  GT (Grupo de Trabalho) de Educação do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste</strong></p>
<p><strong>57.  Associação Amigos de Vila Pompéia </strong></p>
<p><strong>58.  Conselho das Associações Amigos de Bairros da Lapa e Adjacencias &#8211; CONSABS</strong></p>
<p><strong>59.  Associação Amigos da Praça João A. Castellano </strong></p>
<p><strong>60.  Sociedade Amigos da Cidade Jardim </strong></p>
<p><strong>61.  Sociedade Moradores do Butantã / Cidade Universitária </strong></p>
<p><strong>62.  Movimento de Moradia COHAB Raposo Tavares </strong></p>
<p><strong>63.  Associação dos Moradores do Jardim Christie</strong></p>
<p><strong>64.  Fórum das Agendas 21 Centro &#8211; São Paulo </strong></p>
<p><strong>65.  Sociedade dos Amigos de Bairro do Jardim Marajoara – SAJAMA</strong></p>
<p><strong>66.  Associação dos Moradores do Jardim Novo Mundo (AMJA)</strong></p>
<p><strong>67.  Conselho Comunitário de Segurança &#8211; Conseg Perdizes/Pacaembu</strong></p>
<p><strong>68.  Associação dos Moradores Bolsão Residencial Jd.Campo Grande (City Campo Grande) – AMBRECITY</strong></p>
<p><strong>69.  Associação dos Verdadeiros Amigos e Moradores do Jardim Aeroporto – AVAMOJA</strong></p>
<p><strong>70.  Policidadania – Política e Cidadania</strong></p>
<p><strong>71.  Atitude Urbana – Assessoria ao Desenvolvimento de Políticas Públicas Integradas</strong></p>
<p><strong>72.  Movimento pela Melhoria da Qualidade de Vida nas Cidades &#8211; REVIVACIDADES</strong></p>
<p><strong>73.  Associação dos Moradores da Vila Arapuá e Parque Fongaro – AMVAPF</strong></p>
<p><strong>74.  Pastoral da Moradia — Área da Pastoral do Jardim Elba</strong></p>
<p><strong>75.  Fórum Permanente de Mulheres do Jardim Angela e Jardim São Luiz </strong></p>
<p><strong>76.  Centro Maria-Mariá de Formação da Mulher</strong></p>
<p><strong>77.  Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia </strong></p>
<p><strong>78.  Associação dos Moradores e Amigos de Moema – AMAM</strong></p>
<p><strong>79.  Centro de Direitos Humanos de Sapopemba &#8211; CDHS &#8220;Pablo Gonzales Olalla&#8221;</strong></p>
<p><strong>80.  CIRANDA — Comunidade e Cidadania</strong></p>
<p><strong>81.  Associação dos Moradores do Jaguaré — SAJA</strong></p>
<p><strong>82.  Associação dos Moradores Pantanal – Capela do Socorro</strong></p>
<p><strong>83.  Central de Movimentos Populares &#8211; Brasil</strong></p>
<p><strong>84.  Movimento de Moradia do Centro de São Paulo</strong></p>
<p><strong>85.  Associação de Moradores do Jardim Edith</strong></p>
<p><strong>86.  Associação de Moradores de Jurubatuba</strong></p>
<p><strong>87.  Movimento Popular de Vila Leopoldina</strong></p>
<p><strong>88.  SOS Manancial do Rio Cotia</strong></p>
<p><strong>89.  Conselho Comunitário de Segurança &#8211; Conseg Monções</strong></p>
<p><strong>90.  Associação Amigos da Chácara Monte Alegre – SACMA</strong></p>
<p><strong>91.  Bicuda Ecológica</strong></p>
<p><strong>92.  Federação das Associações de Mutuários e Associações de Moradores do Estado de São Paulo – FAMMESP</strong></p>
<p><strong>93.  COATI-Centro de Orientação ambiental Terra Integrada</strong></p>
<p><strong>94.  Instituto de Pesquisas em Ecologia Humana &#8211; IPEH</strong></p>
<p><strong>95.  Grupo de Proteção dos Mananciais do Eldorado &#8211; GPME</strong></p>
<p><strong>96.  Associação dos Moradores Amigos da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo &#8211; AMAR</strong></p>
<p><strong>97.  Associação Morumbi Melhor &#8211; AMM</strong></p>
<p><strong>98.  Centro de Trabalhos para o Ambiente Habitado &#8211; USINA</strong></p>
<p><strong>99.  Associação dos Trabalhadores do IPT – ASSIPT</strong></p>
<p><strong>100.  Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia de São Paulo – SinTPq</strong></p>
<p><strong>101.  Espaço do Animal &#8211; EA</strong></p>
<p><strong>102.  Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral do Estado de São Paulo &#8211; MCCE/SP</strong></p>
<p><strong>103.  Movimento Voto Consciente</strong></p>
<p><strong>104.  Associação Cultural da Comunidade do Morro do Querosene</strong></p>
<p><strong>105.  Movimento Eco-Cultural São Francisco</strong></p>
<p><strong>106.  Comissão Solidária dos Servidores Públicos e da Sociedade &#8211; Pró-Servir</strong></p>
<p><strong>107.  Instituto iBiosfera &#8211; Conservação &amp; Desenvolvimento Sustentável</strong></p>
<p><strong>108.  Coletivo Jovem de Meio Ambiente da Capital</strong></p>
<p><strong>109.  Movimento Nacional da População de Rua &#8211; MNPR/SP</strong></p>
<p><strong>110.  Rede Popular de Estudantes de Direito &#8211; REPED</strong></p>
<p><strong>111.  Centro de Acolhida Frei Galvão &#8211; SEFRAS</strong></p>
<p><strong>112.  Fórum Paulista de Participação Popular</strong></p>
<p><strong>113.  Associação Educação Cidadã</strong></p>
<p><strong>114.  Movimento de Resistência &#8211; CONOPSP2005</strong></p>
<p><strong>115.  Fórum Centro Vivo</strong></p>
<p><strong>116.  Movimento São Paulo Restaurada</strong></p>
<p><strong>117.  Associação Global de Desenvolvimento Sustentado</strong></p>
<p><strong>118.  In-Pacto &#8211; Instituto de Proteção Ambiental Cotia/Tietê</strong></p>
<p><strong>119.  Instituto Associativo Memorial Jânio Quadros &#8211; OSCIP</strong></p>
<p><strong>120.  Associação Ecológica Amigos da Onça</strong></p>
<p><strong>121.  Instituto Aruandista de Pesquisas e Desemvolvimento</strong></p>
<p><strong>122.  Sociedade dos Amigos do Bairro Alto da Boa Vista &#8211; SABABV</strong></p>
<p><strong>123.  Associação Protetora da Diversidade das Espécies &#8211; PROESP</strong></p>
<p><strong>124.  Sociedade do Sol</strong></p>
<p><strong>125.  Instituto de Tecnologia Social &#8211; ITS</strong></p>
<p><strong>126.  Conselho Comunitário da Região Administrativa de Santana-Tucuruvi</strong></p>
<p><strong>127.  Associação Iniciativa Local</strong></p>
<p><strong>128.  Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e pela Vida</strong></p>
<p><strong>129.  Sociedade Amigos do Jardim Londrina &#8211; SAJAL</strong></p>
<p><strong>130.  Grupo de Amigos do Jardim Marajoara &#8211; GAMA</strong></p>
<p><strong>131.  Associação Enfance &#8211; Comunidade e Ecologia</strong></p>
<p><strong>132.  Rede Paulista de Educação Ambiental &#8211; REPEA</strong></p>
<p><strong>133.  Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade &#8211; REJUMA</strong></p>
<p><strong>134.  Associação Movimento Sócio-Ambiental Caminho das Águas</strong></p>
<p><strong>135.  Comunidade Cidadã</strong></p>
<p><strong>136.  Grupo de Estudos e Práticas Agroecológicas e o Reencantamento Humano &#8211; EPARREH</strong></p>
<p><strong>137.  Articulação Paulista de Agroecologia &#8211; APA</strong></p>
<p><strong>138.  Articulação Oeste de Agricultura Urbana &#8211; AOAU</strong></p>
<p><strong>139.  Movimento de Defesa dos Favelados &#8211; Região Episcopal de Belém &#8211; (Vila prudente, Sapopemba e São Mateus)</strong></p>
<p><strong>140.  Sociedade Amigos da Praça Parente Ramos &#8211; SAPEPAR</strong></p>
<p><strong>141.  Associação dos Moradores da Vila Anhanguera &#8211; AMVA</strong></p>
<p><strong>142.  Movimento de Moradia Vitória do Belém</strong></p>
<p><strong>143.  Movimento Perdizes Vivo &#8211; MOPEVI</strong></p>
<p><strong>144.  Fórum Permanente de Educação Inclusiva</strong></p>
<p><strong>145.  Movimento em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência &#8211; MODEF</strong></p>
<p><strong>146.  Associação de Usuários e Amigos do Parque Ibirapuera &#8211; ASSUAPI</strong></p>
<p><strong>147.  Vila Olímpia Solidária &#8211; VOS</strong></p>
<p><strong>148.  Movimento dos Trabalhadores sem Terra Leste 1</strong></p>
<p><strong>149.  Associação Holística de Participação Comunitária Ecológica &#8211; AHPCE</strong></p>
<p><strong>150.  Movimento de Resistência dos Conselheiros do OP da Cidade de São Paulo &#8211; CONOP</strong></p>
<p><strong>151.  Instituto Ecoar para a Cidadania &#8211; ECOAR</strong></p>
<p><strong>152.  Projeto Anchieta, Ação e Reintegração Social &#8211; Grajau</strong></p>
<p><strong>153.  Departamento Jurídico &#8220;XI de Agosto&#8221; da Faculdade de Direito da USP</strong></p>
<p><strong>154.  Programa Permanente Ecobairro</strong></p>
<p><strong>155.  Associação dos Educadores da USP &#8211; AEUSP</strong></p>
<p><strong>156.  Associação dos Moradores do Entorno do Aeroporto de Congonhas &#8211; AMEA</strong></p>
<p><strong>157.  Associação Unificadora de Loteamentos, Favelas e Assentamentos de São Paulo</strong></p>
<p><strong>158.  Coletivo Ecologia Urbana</strong></p>
<p><strong>159.  Conselho Regional de Psicologia &#8211; CRP-06</strong></p>
<p><strong>160.  Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo</strong></p>
<p><strong>161.  Instituto Brasileiro da Ecologia e Meio Ambiente &#8211; IBEMA</strong></p>
<p><strong>162.  Associação Cidade de Direitos de Cidade Tiradentes</strong></p>
<p><strong>163.  Sociedade Amigos do Residencial Parque Continental-SARPAC</strong></p>
<p><strong>164.  Associação Via Cultural</strong></p>
<p><strong>165.  Consabs de São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Ermelino Matarazzo e Penha</strong></p>
<p><strong>166.  Movimento Comunitário para Preservação do Residencial Parque Continental  – VIVA PARQUE</strong></p>
<p><strong>167.  Conselho Regional de Serviço Social  do Estado de São Paulo- CRESS-SP</strong></p>
<p><strong>168.  Associação dos Moradores e Amigos da Vila Paulista &#8211; SOVIPA</strong></p>
<p><strong>169.  Associação de Moradores e Amigos da Chácara Santo Antônio &#8211; AMA-CHÁCARA</strong></p>
<p><strong>170.  Associação União da Juta</strong></p>
<p><strong>171.  Associação Margarida Maria Alves</strong></p>
<p><strong>172.  Instituto Daniel Comboni</strong></p>
<p><strong>173.  Associação São Francisco Setor B</strong></p>
<p><strong>174.  Associação Beira Rio &#8211; Fazenda da Juta</strong></p>
<p><strong>175.  Associação Comunitária Florestan Fernandes</strong></p>
<p><strong>176.  Movimento Habitacional e Ação Social – MOHAS</strong></p>
<p><strong>177.  Movimento pelo Direito à Moradia – MDM</strong></p>
<p><strong>178.  Associação dos Moradores das Favelas do Jardim Planalto e Região &#8211; Estrela do Bairro</strong></p>
<p><strong>179. Centro Santos Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo</strong></p>
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		<title>Locomotivas serão movidas a biodiesel</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De Belém &#8211; VALOR
Em consórcio com a empresa produtora de dendê Biopalma da Amazônia, a Vale produzirá, a partir de 2014, biodiesel para mover suas locomotivas em operação no Norte do país e os equipamentos de exploração de minério de ferro nas minas de Carajás (PA). O consórcio, que investirá US$ 500 milhões no sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">De Belém &#8211; VALOR</span></h2>
<p><img class="alignleft" src="http://1.bp.blogspot.com/_vlspvPOsm_0/Sdk9pJPJHEI/AAAAAAAAAuM/fvarV6J2oXk/s400/d0504200901%5B1%5D.jpg" alt="http://1.bp.blogspot.com/_vlspvPOsm_0/Sdk9pJPJHEI/AAAAAAAAAuM/fvarV6J2oXk/s400/d0504200901%5B1%5D.jpg" />Em consórcio com a empresa produtora de dendê Biopalma da Amazônia, a Vale produzirá, a partir de 2014, biodiesel para mover suas locomotivas em operação no Norte do país e os equipamentos de exploração de minério de ferro nas minas de Carajás (PA). O consórcio, que investirá US$ 500 milhões no sistema produtivo, deve ser o maior produtor de óleo de palma da América. A Vale aportará US$ 305 milhões na nova parceria, na qual terá 41% do capital. A companhia planeja construir uma usina de biodiesel no Pará até 2011.</p>
<p>A estratégia da Vale inclui a substituição de 20% do diesel consumido por suas 216 locomotivas do Norte pelo biodiesel a base de óleo de dendê. A tecnologia de conversão dos motores foi desenvolvida pela Vale Soluções em Energia (VSE), empresa cujo capital é dividido ao meio com o BNDES. &#8220;Já temos biodiesel para rodar com 3% de mistura ao diesel, mas precisamos ampliar a produção e ter autossuficiência para atingir os 20% em 2014&#8243;, diz o diretor de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Vale, Luiz Cláudio Castro.</p>
<p>O plantio do dendê ocorrerá em 130 mil hectares de seis municípios do Centro-Norte do Pará e garantirá à Vale o oferta de todo o biodiesel necessário para suas locomotivas &#8211; 60 mil hectares serão plantados e 70 mil vão servir para recompor as áreas de reserva legal.</p>
<p>No Sul, a Vale negocia com a Petrobras o uso de gás nas locomotivas, tecnologia desenvolvida pela VSE. &#8220;Só dependemos da oferta e da disponibilidade desse gás para incluir o combustível na nossa matriz energética de transporte&#8221;, afirma Castro. A Vale é dona de 10,2 mil km de ferrovias e, por esses trilhos, transporta grãos, combustíveis, produtos químicos, materiais de construção e todas as matérias-primas para a siderurgia.</p>
<p>A companhia estima uma produção anual de 500 mil toneladas de óleo de dendê, o que deve significar 160 mil toneladas de biodiesel por ano. &#8220;A conta ambiental será mais importante do que o resultado financeiro&#8221;, diz o diretor da Vale. &#8220;Faremos a recomposição das reservas legais e de áreas de preservação permanente por meio dessa iniciativa. Estamos apagando um passivo dessas áreas.&#8221;</p>
<p>A empresa planeja corte de 12 milhões de toneladas de CO2 &#8211; o equivalente à poluição causada por 200 mil carros a cada ano. O consórcio prevê gerar 6 mil empregos diretos nas áreas de produção, situadas numa região responsável por um dos mais baixos IDHs do país. Já foram plantadas 800 mil mudas de dendê em 5 mil hectares na região dos municípios de Moju, Acará e Baião. O consórcio prepara outras 2,3 milhões de mudas para ampliar em 12,5 mil a área cultivada até o início de 2010. (MZ)</p>
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		<title>Tecnologia corre para reduzir custo de produzir no pré-sal</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/tecnologia-corre-para-reduzir-custo-de-produzir-no-pre-sal/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 13:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Conhecimento atual faz com que despesas para extrair um barril dessa região somem o triplo do valor em outras áreas
Petrobras pretende que no pré-sal extração de petróleo seja controlada de forma remota, com o mínimo de pessoal, para conter gastos
SAMANTHA LIMA &#8211; FOLHA SP
DA SUCURSAL DO RIO
Adaptar a tecnologia existente para produzir mais petróleo no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.brasilescola.com/upload/e/pre%20sal.jpg" alt="http://www.brasilescola.com/upload/e/pre%20sal.jpg" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Conhecimento atual faz com que despesas para extrair um barril dessa região somem o triplo do valor em outras áreas</strong></p>
<p><strong>Petrobras pretende que no pré-sal extração de petróleo seja controlada de forma remota, com o mínimo de pessoal, para conter gastos</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">SAMANTHA LIMA &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>DA SUCURSAL DO RIO</p>
<p>Adaptar a tecnologia existente para produzir mais petróleo no pré-sal, a um custo menor e com segurança, é uma das maiores empreitadas que a Petrobras enfrentará nos próximos cinco anos. Em termos financeiros, vencer esse desafio significa, em valores de hoje, um impacto positivo de mais de US$ 50 milhões por dia no caixa da empresa, em 2020.<br />
Para especialistas, a tecnologia atual já permite produzir do pré-sal. &#8220;O que estamos fazendo é evoluir, testar novos materiais e formatos, para adaptá-la às novas condições&#8221;, diz Segen Estefen, coordenador do laboratório de tecnologia submarina da Coppe/UFRJ.<br />
Entendem-se por novas condições as particularidades das regiões de maior potencial de produção. Embora se acredite que a província de petróleo abaixo da camada de sal vá da Bahia a Santa Catarina, a exploração hoje se concentra principalmente nas bacias de Campos (RJ) e de Santos (SP).<br />
Em Campos, a Petrobras já produz óleo do pré-sal no campo de Jubarte, há um ano. Mas as reservas mais promissoras -e mais difíceis de extrair óleo- estão na bacia de Santos. Só em 3 das 10 áreas pesquisadas nessa bacia -Tupi, Iara e Guará-, estimativas apontam para até 13 bilhões de barris.<br />
Nas palavras do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, isso significa &#8220;óleo possível de extrair com as técnicas de hoje&#8221;, de forma a dar lucro. Na prática, o número dobra as reservas que a Petrobras havia levado 56 anos para acumular.<br />
As reservas do pré-sal da bacia de Santos estão a 2.000 metros de profundidade do mar e mais 5.000 metros solo abaixo. No meio, ainda existe uma camada de sal de 2.000 metros a ser vencida. Tudo isso a 300 quilômetros da costa.<br />
Em Jubarte, a distância da área até a costa é de 70 quilômetros, e as reservas do pré-sal estão a 4.700 metros do nível do mar, sendo 1.400 metros de lâmina d&#8217;água.<br />
Somam-se a isso as dificuldades impostas pelo ambiente mais hostil no fundo do mar da região, onde a pressão elevada, a baixa temperatura e a presença de ácidos são ameaças constantes aos equipamentos, potencializando os riscos de incidentes e prejuízos.<br />
Para completar, a empresa ainda está construindo o conhecimento sobre as rochas da região, chamadas de carbonáticas, e sobre o sal, que tem um comportamento menos previsível. Isso é importante porque o tipo de rocha determina o nível de produção. Os testes de produção em Tupi, desde maio, ajudam a trazer informações.<br />
Diante de seu vasto portfólio e da dificuldade de fazer tudo ao mesmo tempo, a Petrobras sempre deu prioridade a produzir em áreas de alta lucratividade, deixando de lado as de baixo retorno. Sua corrida vai em direção a fazer do pré-sal uma fronteira mais lucrativa.<br />
A empresa diz que o valor de US$ 45 por barril torna viável a produção do pré-sal. Tomando esse valor como um patamar de custo de produção e o petróleo na casa dos US$ 75 hoje, representaria, em valores atuais, uma margem positiva de US$ 30 por barril. Nos projetos fora do pré-sal, o custo médio de produção é de US$ 15, o que daria um saldo de US$ 60.<br />
A diferença de cotação significaria, em 2020, quando a Petrobras pretende produzir 1,8 milhão de barris de petróleo por dia, cerca de US$ 54 milhões por dia no caixa da empresa, a valores de hoje. Por isso, baratear a produção no pré-sal é tão urgente.<br />
&#8220;A ordem no pré-sal é reduzir custos da produção, e, sem avançar na tecnologia, isso não será possível&#8221;, diz Celso Morooka, professor de engenharia do petróleo da Unicamp.<br />
<strong><br />
Distância</strong><br />
A logística para transporte de pessoas, equipamentos e mantimentos usada até hoje para a produção em águas profundas em poços distantes até cem quilômetros da costa, na bacia de Campos, deverá ser deixada de lado no pré-sal de Santos.<br />
A empresa já declarou que a produção no pré-sal terá menos gente porque o custo ficaria muito alto. A ideia é que a produção seja controlada de forma remota, na medida do possível.<br />
Uma solução em estudo é a construção de dutos que iriam da costa até os poços, dispensando a passagem do óleo por plataformas e navios de produção. &#8220;Haveria apenas algumas embarcações de apoio na região&#8221;, afirma Estefen.<br />
A construção de bases intermediárias, como se fossem ilhas, a meia distância entre a costa e os reservatórios, é outra possibilidade. &#8220;Mantimentos e equipamentos para manutenção ficariam sobre esse ponto intermediário e só seriam levados para a área de produção quando necessário.&#8221; Nesse caso, o transporte da produção poderia ser de navio até a base intermediária e, de lá até a costa, por meio de dutos.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Corrosão, pressão e temperatura são obstáculos </strong></span></p>
<p><span>DA SUCURSAL DO RIO </span></p>
<p>Embora produza petróleo no  mar há 30 anos, a Petrobras está aprendendo a lidar com o  ambiente hostil do fundo da bacia de Santos. Pela profundidade e pelas características geológicas, a pressão e os riscos de  corrosão são maiores. Somem-se como adversários a baixa  temperatura das águas ultraprofundas e a camada de sal.<br />
Se não forem domados de  forma adequada, esses fatores  podem representar eterna  ameaça aos equipamentos.<br />
O maior risco de corrosão decorre da forte presença de gás  carbônico no fundo do mar sobre os reservatórios, devido à  formação geológica da região.  Ao reagir com a água, forma  ácido carbônico, corrosivo.<br />
A interrupção inesperada do  primeiro teste de produção no  bloco de Tupi em julho passado, dois meses depois de iniciada, foi uma mostra do que a corrosão no fundo do mar da bacia  de Santos é capaz.<br />
A Petrobras diz que houve  um problema com uma peça do  equipamento que controla a  saída do petróleo do poço (chamado de árvore de Natal), instalado no fundo do mar. Mas  comenta-se no mercado que  houve corrosão prematura.<br />
O coordenador do LNDC  (Laboratório de Ensaios Não  Destrutivos, Corrosão e Soldagem), Oscar Matos, trabalhou  na solução para o problema do  equipamento de Tupi. Ele não  confirmou se houve corrosão.<br />
&#8220;A corrosão é uma preocupação constante. Para desenvolver materiais mais resistentes,  estamos estudando o uso de ligas metálicas especiais, como  aço à base de níquel&#8221;, diz.<br />
O revestimento dos equipamentos com produtos anticorrosivos é outra alternativa analisada pela indústria.<br />
O LNDC -inaugurado em  abril com a parceria da Petrobras e ligado à Coppe/UFRJ-  tem uma série de câmaras que  simulam ambientes de alta  pressão, reproduzindo o fundo  do mar. &#8220;Em outras profundidades, pode-se conviver com  um defeito por 15 anos, mas, lá,  não sabemos ainda.&#8221;<br />
Devido à profundidade, a  pressão do fundo do mar na bacia de Santos é maior do que na  de Campos. Representa uma  ameaça à integridade dos risers, tubos que ligam as plataformas ou navios-plataforma  ao fundo do mar, onde os poços  são furados. Se os risers romperem, podem causar acidentes.<br />
Esses tubos normalmente  são construídos com duas camadas de aço. Para o leigo, solução lógica seria reforçar a parede dos tubos com mais aço.  Entretanto, isso o tornaria extremamente pesado, gerando  risco de rompimento.<br />
Uma solução estudada pela  Coppe é revestir esse espaço  entre as duas camadas com um  polímero mais leve e resistente.<br />
A Petrobras avalia novos materiais para a construção dos  tubos que irão perfurar a camada de sal e a aplicação de um cimento protetor, por fora, uma  vez que o comportamento dela  ainda é pouco previsível.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Empresas buscam se unir à Petrobras </strong></span></p>
<p><span> DA SUCURSAL DO RIO </span></p>
<p>Apontada como líder global em produção de petróleo  em águas ultraprofundas, a  Petrobras liderará o processo no pré-sal, mas não poderá dispensar a ajuda externa.<br />
Um dos maiores parceiros  é a Coppe (Coordenadoria de  Programas de Pós-Graduação em Engenharia), da  UFRJ, com quem a Petrobras trabalha há 30 anos e  tem cerca de 200 contratos  para realização de estudos.<br />
A Coppe fica na ilha do  Fundão, no Rio, perto do  Cenpes (Centro de Pesquisas  da Petrobras), por onde passam todos os estudos de tecnologias da empresa.<br />
&#8220;Por o pré-sal ser um ambiente muito específico, a solução mais eficiente nascerá  no Brasil, mas serão usadas  tecnologias de outros projetos, dentro e fora do país&#8221;,  afirma o vice-presidente da  Baker Hughes no Brasil,  Maurício Figueiredo.<br />
A empresa presta serviços  tecnológicos para o setor em  90 países e foi uma das que  primeiro buscaram parceria  com a Petrobras para tecnologias para o pré-sal. Uma  das que estão em desenvolvimento é o uso de uma broca  mais eficiente na perfuração  de poços direcionais (que  não são na vertical).<br />
O acordo inclui a construção de uma área de pesquisa  no parque tecnológico da  UFRJ com investimentos de  R$ 88 milhões em quatro  anos, dos quais R$ 32 milhões da Petrobras.<br />
Outra que desembarcou  no parque é a concorrente  Schlumberger, que também  já presta serviço à Petrobras.  Fechou parceria com a empresa e a UFRJ para criar um  centro de tecnologia.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Serra-Kassab: Planejamento e &#8220;cuidar da gente&#8221; é isso! &#8220;só nos resta rezar&#8221;. Calendário eleitoral de Serra dita afobamento</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/serra-kassab-planejamento-e-cuidar-da-gente-e-isso-so-nos-resta-rezar-calendario-eleitoral-de-serra-dita-afobamento/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 13:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
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		<category><![CDATA[Tránsito]]></category>
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		<category><![CDATA[viário]]></category>

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		<description><![CDATA[Ponte em obra é alternativa a ponte em obra 
Vias indicadas pela CET para quem precisa atravessar rio Tietê também sofrerão interdições em novembro; &#8220;só nos resta rezar&#8221;, diz técnico
Obras nas pontes da marginal devem durar até fevereiro; previsão é de aumento de 40% nos congestionamentos 
 



Apu Gomes/Folha Imagem





Escavadeiras trabalham na ponte da Vila [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: large;"><strong>Ponte em obra é alternativa a ponte em obra</strong></span> <strong></strong></p>
<p><strong>Vias indicadas pela CET para quem precisa atravessar rio Tietê também sofrerão interdições em novembro; &#8220;só nos resta rezar&#8221;, diz técnico</p>
<p>Obras nas pontes da marginal devem durar até fevereiro; previsão é de aumento de 40% nos congestionamentos </strong></p>
<p><!--Fotografia/Auto/Inicio--> <!--FOTO--></p>
<table border="0" width="320">
<tbody>
<tr>
<td><span>Apu Gomes/Folha Imagem</span><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/c1910200902.jpg" border="0" alt="" /></td>
<td valign="bottom"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><em>Escavadeiras trabalham na ponte da Vila Maria, que será parcialmente interditada a partir de hoje</em></span></p>
<p><!--/FOTO--> <!--Fotografia/Auto/Final--></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong>EVANDRO SPINELLI &#8211; FOLHA SP</strong></span></h2>
<p><strong></strong><br />
<span> DA REPORTAGEM LOCAL </span></p>
<p>As alternativas de tráfego  que a Prefeitura de São Paulo e  o governo do Estado apresentam para quem quiser fugir das  pontes da marginal Tietê que  entram em obras hoje valem  por apenas 19 dias.<br />
Isso porque essas vias alternativas também entrarão em  obras no mês que vem. A situação ficará, então, tão complicada que nem mesmo os órgãos  responsáveis pelo trânsito sabem informar qual será a melhor opção ao motorista.<br />
A marginal tem 22,7 quilômetros e 11 pontes. Às 23h de  hoje, três delas (Casa Verde,  Freguesia do Ó e Vila Maria) serão interditadas parcialmente.<br />
Outras duas (Limão e Bandeiras), indicadas hoje como  opções por Estado e município,  serão reformadas a partir de  novembro.<br />
Com isso, o motorista que  costuma cruzar o rio por uma  delas terá de seguir adiante por  até oito km a mais em vias (a  própria marginal ou ruas paralelas) que há muitos anos já são  congestionadas e que, de acordo com a própria previsão oficial, ficarão 40% mais lentas.<br />
A expectativa é que as obras  nas pontes durem até o início  de fevereiro. Elas estão sendo  reformadas para que as novas  faixas em construção na marginal tenham por onde passar.<br />
O custo total da reforma é de  R$ 1,3 bilhão, mesmo valor necessário para a construção de  6,5 quilômetros de metrô.</p>
<p><strong>Reza</strong><br />
Do lado oeste da cidade não  sofrerão interdições as pontes  do Piqueri, Júlio de Mesquita  Neto e Cruzeiro do Sul -as  duas últimas levam a vias locais  na zona norte, com menos capacidade de tráfego- e serão as  únicas saídas para quem quiser  fugir das interdições.<br />
Do lado leste, as pontes do  Tatuapé e da Vila Guilherme,  alternativas às obras na ponte  da Jânio Quadros (Vila Maria),  não terão obras.<br />
&#8220;A única coisa a fazer é rezar.  Não estou vendo que alternativa as pessoas vão ter&#8221;, disse  Luiz Célio Bottura, ex-presidente da Dersa e ex-conselheiro da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). A Dersa é  a empresa estadual responsável pelas obras na marginal. A  CET, empresa municipal, cuida  da operação do trânsito.</p>
<p><strong>Caminho maior</strong><br />
A <strong>Folha</strong> simulou alguns trajetos entre a região central e a  zona norte e identificou que os  caminhos alternativos podem  ficar até 8 km mais longos, dependendo dos pontos de origem e destino.<br />
É o caso do trajeto que vai da  av. Rudge (centro) à Voluntários da Pátria (Santana, zona  norte). Entre o trajeto normal,  pela ponte da Casa Verde, e a  alternativa pela ponte Júlio de  Mesquita Neto, a diferença é de  8 km. Outra opção é a ponte  Cruzeiro do Sul, que aumenta o  trajeto cerca de 1 km.<br />
Essas simulações, no entanto, não levam em conta o trânsito que vai se formar nas áreas  alternativas. &#8220;Se todo mundo  chegar ao mesmo tempo nas  pontes indicadas, vai ficar um  caos fantástico&#8221;, disse Bottura.<br />
O ex-presidente da Dersa diz  que o maior problema da marginal Tietê não é a via em si,  mas justamente as transposições do rio. Isso porque, segundo ele, o número de faixas de  circulação nas pontes não é suficiente para o tráfego.<br />
Além disso, aponta o especialista, os acessos às pontes  não têm espaço suficiente para  a articulação dos carros. Essa,  diz Bottura, é a principal causa  dos congestionamentos na  marginal: o acúmulo de veículos nos acessos às pontes.</p>
<p><strong>Compreensão</strong><br />
O secretário municipal dos  Transportes, Alexandre de Moraes, defendeu as interdições  simultâneas. Segundo ele, se o  serviço não fosse realizado nas  pontes desde já, as chuvas de  fevereiro e março atrapalhariam ainda mais o paulistano.<br />
Em nota, a CET pediu compreensão aos paulistanos. &#8220;Os  transtornos serão temporários  e trarão grandes benefícios para a população.&#8221;<br />
A companhia ainda pede que  os motoristas evitem a marginal durante as obras.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: Quem ia de fretado vai de carro. Trânsito agora está pior</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/gestao-kassab-quem-ia-de-fretado-vai-de-carro-transito-agora-esta-pior/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/gestao-kassab-quem-ia-de-fretado-vai-de-carro-transito-agora-esta-pior/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 11:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[CET]]></category>
		<category><![CDATA[fretados]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
		<category><![CDATA[Tránsito]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>

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		<description><![CDATA[
Projeções feitas pela Prefeitura ficaram abaixo no Metrô e CPTM e média de trânsito aumentou
Eduardo Reina &#8211; O Estado SP e Jornal da Tarde 
eduardo.reina@grupoestado.com.br
A Secretaria Municipal dos Transportes errou na projeção que fez sobre o crescimento na demanda de passageiros nas estações da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e da Companhia Paulista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.jt.com.br/editorias/2009/10/14/img/capa.jpg" alt="http://www.jt.com.br/editorias/2009/10/14/img/capa.jpg" width="144" height="259" /><img src="http://www.jt.com.br/editorias/2009/10/14/4.13.imagem_carro.jpg" border="0" alt="" width="340" /></p>
<p><strong>Projeções feitas pela Prefeitura ficaram abaixo no Metrô e CPTM e média de trânsito aumentou</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Eduardo Reina &#8211; O Estado SP e Jornal da Tarde </span></h2>
<p>eduardo.reina@grupoestado.com.br</p>
<p>A Secretaria Municipal dos Transportes errou na projeção que fez sobre o crescimento na demanda de passageiros nas estações da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), após a restrição de ônibus fretados numa área de 70 km² da capital. Os números projetados ficaram abaixo do que foi registrado pelas companhias.</p>
<p>Embora a Prefeitura negue que mais carros tenham ido para a rua após a restrição, os índices de congestionamento apontam mais engarrafamentos. O mês de setembro teve média de 71,3 km de lentidão nos dias úteis, segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). No mesmo período de 2008, a média foi 65 km. Já agosto foi atípico, por causa do adiamento no início das aulas com a gripe suína &#8211; o que contribuiu para haver menos trânsito. A CET, porém, registrou média de 63,9 km de engarrafamento, ante 69 km no mesmo mês de 2008.</p>
<p>“Quem deixou o fretado passou a andar de carro. O resultado a gente vê todos os dias: são engarrafamentos cada vez mais insuportáveis”, critica o deputado estadual Orlando Morando (PSDB), da Comissão de Transporte da Assembleia Legislativa.</p>
<p>Vanessa Giedre de Andrade Cheachiri, vendedora de software, é o típico exemplo de usuário de fretado que migrou para o automóvel após a restrição. “Não valia mais a pena usar fretado. Pagava mensalmente o ônibus e tinha de gastar também com o metrô”, reclama ela, que utilizou os fretados por cinco anos para ir de casa, em São Bernardo do Campo, até a Avenida Paulista, onde trabalha.</p>
<p>Além do gasto, segundo Vanessa, o tempo de viagem na volta aumentou. “Eram duas linhas da empresa que eu usava que vinham da Paulista para o ABC. Uma delas foi cancelada porque os passageiros optaram por usar o carro, em vez de fretado e metrô. Juntaram as pessoas num ônibus só e a linha ficou mais extensa.”</p>
<p>Com relação à entrada de passageiros no metrô, a Prefeitura estimava que a Estação Parada Inglesa da Linha 1-Azul fosse receber 7 mil passageiros a mais nos dias úteis. Mas, segundo o Metrô, antes do dia 27 de julho, data em que passou a vigorar a restrição, a média de entrada de passageiros na Parada Inglesa era de 15.953 pessoas, ante 15.931 após a restrição, diminuição de 0,14%. Também houve queda na Estação Brás da Linha 3-Vermelha (0,9% ou menos 114 passageiros, em relação aos 12.694 do mês anterior).</p>
<p>Segundo o Metrô, o período medido leva em consideração variáveis como o prolongamento das férias escolares de meio de ano. “Por conta disso, não é possível atribuir à restrição de circulação dos fretados a redução na entrada de passageiros”, informou.</p>
<p>De acordo com a Associação das Micro, Pequenas e Médias Empresas de Fretamento do Estado (Assofresp), desde o início da restrição aos fretados o número de ônibus que faziam as linhas da zona leste da capital para as avenidas Faria Lima, Luís Carlos Berrini e Paulista foi reduzido em 50%, por falta de passageiros.<br />
<strong><br />
PROJEÇÃO</strong></p>
<p>Nem onde houve aumento a projeção da Prefeitura foi correta</p>
<p>Na Estação Imigrantes registrou-se incremento de 23,73% (3 mil passageiros), enquanto o estudo municipal apontava que haveria mais 7 mil</p>
<p>Na mesma linha, na Estação Sumaré, a Prefeitura apontava que haveria aumento de 3.500 usuários por dia, quando na realidade se ganhou 2.331</p>
<p>CPTM: E o erro se repete com os trens da CPTM. A secretaria municipal previa crescimento de 500 passageiros na Estação Barra Funda, quando o registro foi mais que o dobro, de 1.017 pessoas em média por dia</p>
<p>Nas estações Morumbi, Berrini, Cidade Jardim, Hebraica-Rebouças e Pinheiros, na Marginal do Pinheiros, entraram a mais com a restrição 1.076 passageiros por dia. O estudo da Secretaria dos Transportes previa 1.200</p>
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		<title>Um cidadão indignado</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 21:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[passageiros]]></category>
		<category><![CDATA[pontos de ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>

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		<description><![CDATA[SOU USUÁRIO DO TRANSPORTE COLETIVO NA CIDADE E ESTOU INDIGNADO COM A SITUAÇÃO CAÓTICA DOS PONTOS DE ÔNIBUS!!! TUDO CAINDO AOS PEDAÇOS&#8230; FAZ TEMPO JÁ QUE ISSO OCORRE, CONTUDO AGORA REALMENTE CHEGOU A UMA CONDIÇÃO DE RISCO A POPULAÇÃO, INACEITÁVEL&#8230; SE ANTES O PREFEITO NÃO ESTAVA SE IMPORTANDO MUITO COM ISTO, ACHO QUE AGORA, NÃO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SOU USUÁRIO DO TRANSPORTE COLETIVO NA CIDADE E ESTOU INDIGNADO COM A SITUAÇÃO CAÓTICA DOS PONTOS DE ÔNIBUS!!! TUDO CAINDO AOS PEDAÇOS&#8230; FAZ TEMPO JÁ QUE ISSO OCORRE, CONTUDO AGORA REALMENTE CHEGOU A UMA CONDIÇÃO DE RISCO A POPULAÇÃO, INACEITÁVEL&#8230; SE ANTES O PREFEITO NÃO ESTAVA SE IMPORTANDO MUITO COM ISTO, ACHO QUE AGORA, NÃO ABORDAR ESTE ASSUNTO E UM PROBLEMA SERÍSSIMO, POIS GERARÁ ACIDENTES GRAVÍSSIMOS, ATE DE MORTE!!! DIVERSOS ABRIGOS ESTÃO A PONTO DE CAIR NA CABEÇA DOS USUÁRIOS!!! </p>
<p>DIVERSOS ABRIGOS ESTÃO EM SITUAÇÃO DEPLORÁVEL, TERRA DE NINGUÉM, CIDADE ABANDONADA!!! DE TANTA FERRUGEM, ALGUNS PONTOS JÁ ESTÃO BAMBOS&#8230; QUANDO OS USUÁRIOS SENTAM OU ENCOSTAM, O ABRIGO TODO BALANÇA, E VEMOS QUE SUA COLUNA JÁ ESTA SOLTA DO CHÃO POR CONTA DA FERRUGEM!!! </p>
<p>AS FOTOS SÃO DE ABRIGOS EM LOCAIS NOBRES DE SP QUE VOCÊ MESMO PODE COMPROVAR&#8230; AV INDIANOPOLIS, RUBEM BERTA, FARIA LIMA, JABAQUARA&#8230; TODA A CIDADE, O NEGOCIO ESTA CAINDO!!! </p>
<p>ESTE E-MAIL E UMA ALERTA PARA QUE AS PESSOAS QUE NADA TEM A VER COM ESTA NEGLIGENCIA DA PREFEITURA VENHAM A SE MACHUCAR GRAVEMENTE. </p>
<p>MUITO OBRIGADO! </p>
<p>D. A. </p>
<p><em>O e-mail está acompanhado de fotos de todos os pontos citados na mensagem. Pela sua formatação, não consegui reproduzir essas fotos aqui</em></p>
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