16/06/2008 - 00:01h Educação municipal: Prefeitura de SP “escondeu” déficit de vagas recorde

L'image “http://www.stickel.com.br/atc/uploads/creche2.jpg” ne peut être affichée car elle contient des erreurs.Na cidade de São Paulo, 146.834 crianças esperam vagas em creches e pré-escola, segundo dados da prefeitura paulistana publicados na última sexta-feira (13).

O número, referente ao trimeste janeiro/março, equivale a 36% do quadro de matriculados no ensino infantil do município. É como se toda a população de uma cidade de pequeno porte, como Bragança Paulista (SP), estivesse sem vagas na escola.

A maior parte do rombo está do lado de fora das creches: 93.476 crianças de até 3 anos pediram matrícula no período e não foram atendidas. O restante do déficit, 53.358 vagas, são de crianças de 4 a 5 anos que tiveram matrícula negada em pré-escola.

No topo da lista dos sem-escola estão os distritos no “pé” do mapa da cidade e dos indicadores sociais. Na zona sul, o Grajaú tem 9.595 crianças esperando vagas (5.003 para creches). Na seqüência, e na mesma região, vêm Jardim Ângela (déficit de 8.332), Capão Redondo (6.130) e Jardim São Luís (5.806).

Os números do déficit de vagas no sistema municipal paulistano referentes ao período julho/setembro de 2007 foram publicados com quase 9 meses de atraso. Nesse período, chegou a 215.579 o número crianças que não conseguiram matrículas em creches ou pré-escolas na capital paulista – contra os 136.258 registrados no trimestre anterior.

Os dados foram publicados na tarde da sexta-feira, depois de a reportagem de UOL Educação pedir informações sobre processo que corre na 14ª Vara da Fazenda Pública na Capital.

Mandado de segurança aberto em 6 de junho contra o secretário da Educação Alexandre Schneider exigia a publicação dos dados de matrícula e demanda de vagas no município, conforme previsto por lei municipal e descumprido pela prefeitura.

Seis horas depois do primeiro contato com a assessoria de imprensa, a pasta publicou nota em que se dizia que “a notícia da ação movida contra a Secretaria Municipal de Educação causou surpresa” e que “a gestão tem dado total transparência aos seus dados e dialogado com a sociedade sempre que instada”. Nesse meio tempo, foi ao ar link contendo os números exigidos pela Justiça em processo.

(Do Portal do UOL, divulgado no sábado, 14 de junho de 2008)

07/04/2008 - 13:09h Quase a metade dos internautas lê blogs

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Ferramenta foi absorvida pelo mercado e pela mídia, mas grande parte dos blogs é produzida por internautas amadores

Rodrigo Martins – O Estado de São Paulo

Se há dez anos o blog era uma ferramenta desconhecida para os brasileiros, hoje 45,5% dos internautas acessam esse tipo de site, aponta o Ibope/NetRatings. Mas uma coisa não mudou: em sua maioria, os blogs continuam sendo diários virtuais para amadores contarem experiências pessoais. Há, lógico, sites de outros tipos: jornalísticos, corporativos, etc. Mas são minoria.

‘Os dez blogs profissionais mais populares, independentes e em portais, têm só 10% da audiência da blogosfera. O resto é pulverizado. Os diários virtuais, que são em maior número, são no conjunto os que recebem mais visitas’, afirma o pesquisador do Ibope Inteligência, José Calazans.

E segundo ele, o internauta não é fiel. ‘Em 65% dos casos, ele entra em blogs ao buscar no Google, por exemplo, uma atração turística. Aí lê o relato de quem esteve lá’, aponta. ‘A fidelidade é mais comum em blogs ligados a portais, com público mais velho. Os jovens não se importam com a fonte. Eles buscam no Google e lêem no site que for indicado.’

Em busca dessa fidelização, o blog se espalha pelos portais dos veículos de mídia. Dos jornais e canais de TV aos provedores, há quem chegue a ter mais de cem blogs, como o IG. ‘Temos 170′, conta o diretor de conteúdo do portal, Caíque Severo. ‘Com o blog o leitor interage com o colunista, comenta…’

‘E atrai todos os públicos’, explica a diretora de conteúdo do UOL, Márion Strecker. ‘Mas não está nem perto da ser a maior audiência. Temos alguns dos blogueiros mais populares da internet, mas eles não trazem nem 1% dos visitantes do UOL.’

Os jornais também aderiram aos blogs. No Globo Online, são 90. ‘A idéia é ter um cardápio variado. De TV a esportes radicais’, comenta o editor executivo de interatividade, Aloy Jupiara. ‘Atendemos a nichos específicos que o jornal não cobre sempre.’ Para o editor-chefe de Conteúdo Digital do Grupo Estado, Marco Chiaretti, os blogs trazem um aprofundamento das informações. ‘E estreitam a relação do leitor com o jornal.’

Os blogs também começam a surgir nas emissoras de TV. A Globo tem 20 blogs, ligados a programas como Malhação e Video Show. No último Big Brother, cada confinado postava em seu blog. Na MTV, a meta é ter 40 blogs até o meio do ano. Hoje são 20. ‘Serão sobre assuntos diversos. É um meio a que os jovens estão acostumados’, diz Mauro Bedaque, diretor de internet.

Nas empresas, o movimento também cresce. Carrefour, Tecnisa, Philips, Natura, Close Up e até o George Foreman Grill já aderiram. ‘Mas a maioria das companhias ainda tem medo de se expor nos blogs, abrir espaço para comentários…’, revela Patrícia Gil, diretora da consultoria corporativa Máquina Web.

Quem está na onda jura que funciona. ‘É uma forma de chegar aos jovens’, explica Luana Inocentes, gerente de produtos do George Foreman Grill. ‘Esse público pede inovação. E o blog tem sempre novidades’, conta a gerente de marketing da Close Up, Camila Gravina.

O Carrefour montou um blog para todos os públicos. ‘Os varejistas são parecidos, têm os mesmos produtos e preços. É preciso se diferenciar’, opina a gerente de relacionamento com o cliente, Renata Freitas. ‘O blog faz o cliente se lembrar da marca’, completa o diretor de marketing da construtora Tecnisa, Romeo Busarello.

E como fazer para os internautas acessarem o blog da empresa? ‘É preciso ter um conteúdo diferenciado. Não adianta falar de produtos da marca’, explica o gerente de internet da Philips, Alessandro Martins. ‘Assim, consegue-se fidelizar o internauta para que volte e, inclusive, acesse outras seções do site’, finaliza o gerente de internet da Natura, Mario Orlandi Júnior.

06/04/2008 - 08:50h Despedida

A Folha condicionou minha permanência ao fim da circulação das críticas diárias na internet; não concordei; diante do impasse, deixo o posto


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NO ANO QUE passou, quando as noites de domingo se insinuavam, e tantas famílias saíam para o último passeio do fim de semana, a minha sabia que ficaríamos em casa -ou pelo menos não iríamos todos. Era hora de eu começar a longa e solitária jornada madrugada adentro para terminar de esquadrinhar jornais e revistas.De manhã, com as olheiras a denunciar o sono roubado, leria as edições do dia e escreveria a mais encorpada crítica semanal, a da segunda-feira. Hoje à noite, se alguém me chamar, terá companhia.Esta é a 51ª e derradeira coluna dominical que escrevo como ombudsman da Folha. Assumi em 5 de abril de 2007, e o meu mandato se encerrou anteontem. Embora o estatuto autorize a renovação por mais dois períodos, não houve acordo com a direção do jornal para a continuidade.

A Folha condicionou minha permanência ao fim da circulação na internet das críticas diárias do ombudsman. A reivindicação me foi apresentada há meses. Não concordei. Diante do impasse, deixo o posto. Oitavo jornalista a ocupar a função, torno-me o segundo a não prosseguir por mais um ano. Todos foram convidados a ficar. Sou o primeiro a ter como exigência, para renovar, o retrocesso na transparência do seu trabalho.

A crítica da quinta foi a última que circulou na Folha Online, com acesso a não-assinantes da Folha e do UOL.

A partir de agora, os comentários produzidos pelo ombudsman durante a semana só poderão ser conhecidos por audiência restrita, de funcionários do jornal e da empresa, que os recebe por correio eletrônico. Os leitores perdem o direito. Era assim nos primórdios do cargo, criado em 1989. A internet engatinhava.

Como se constata no site www.folha.com.br/ombudsman, desde 2000 as críticas vão ao ar. Por oito anos, os leitores puderam monitorar a atividade cotidiana de quem tem a atribuição de representá-los.
Não poderão mais.

Regras
O comando da Folha esgrimiu um argumento para a decisão: no ambiente de concorrência exacerbada do mercado jornalístico, idéias e sugestões do ombudsman são implementadas por outros diários.
De fato, isso ocorre.

E continuará a ocorrer.

Quase 20 anos atrás, as críticas ainda denominadas internas eram distribuídas em papel à Redação.

Acabavam nas bancadas de outros jornais. Um deles veiculou publicidade alardeando elogio do ombudsman.

Com a difusão por e-mail, será ainda mais difícil conter a distribuição irregular das anotações do ouvidor. Eventuais interessados, se bem articulados, terão como lê-las. Que segredo sobrevive a centenas de destinatários?

Já os leitores ditos comuns, os que fazem a fortuna de toda empreitada jornalística de sucesso, serão barrados. A medida não resolve o problema a cuja solução se propõe, mas prejudica quem é alheio a ele.
A não-renovação do mandato é legítima, respeita a Constituição do jornal. Sua direção tem a prerrogativa de convidar ou não o ombudsman a permanecer. E de estabelecer as normas. Não há quebra de contrato, e sim respeito.

No meu caso, haveria mudança de regra no meio da gestão, composta de um a três mandatos. Regras, como a Folha recomenda, devem ser estabelecidas antes do jogo.

Autópsia
Não é praxe dos jornais impressos do mundo inteiro compartilhar na rede o que muitos deles chamam de memorando interno do ouvidor.

Assim como, na conferência da Organização dos Ombudsmans de Notícias, com participantes de 13 países, não encontrei quem digitasse todo santo dia, como fazemos aqui, uma crítica ou memorando.
A Folha deu um passo ousado na imprensa brasileira ao nomear um ombudsman. Radicalizou e tornou públicas as críticas antes limitadas à Redação. Mais do que as colunas dominicais, essa espécie de parecer se destina a uma autópsia das edições. Em minúcias, identifica suas fraquezas, sem desprezar as virtudes. Expõe as vísceras do jornal.

O desafio do ombudsman é ser a melhor síntese possível dos interesses dos leitores. A eles interessa que o jornal seja bom. Nas críticas, o ombudsman busca contribuir para que o jornal do dia seguinte seja melhor que o da véspera.

Essa confluência faz do ombudsman um benefício potencial ao leitor e ao jornal.

Mesmo com as críticas vetadas aos leitores, a Folha não perderá a primazia em transparência no jornalismo nacional. As colunas de domingo persistirão, e a publicação de um artigo como este expressa tolerância com o pensamento divergente. Quantos jornais o imprimiriam, se o objeto de análise fossem eles?

Regressão

A despeito desse cenário, a restrição imposta configura regressão na transparência. O projeto editorial da Folha diagnostica “um jornalismo cada vez mais crítico e mais criticado”. Reconhece que “o leitor fiscaliza a pauta de compromissos” do jornal.

O ombudsman deve ser um instrumento dos leitores. Se 80% dos pronunciamentos semanais ficam inacessíveis (as críticas de segunda a quinta; não escrevo às sextas), reduz-se a fiscalização dos leitores sobre aquele cuja atribuição é batalhar em nome deles.

Essa peleja não implica, em um exemplo, advogar o alinhamento do jornal com partidários ou opositores das pesquisas com células-tronco embrionárias, mas incentivar o equilíbrio no noticiário e nos espaços de controvérsia.

O ombudsman incapaz de zelar pela manutenção da transparência do seu ofício carece de autoridade para combater pela transparência do jornal. Como cobrar o que se topou diminuir?
A tendência mundial é de expansão da transparência das organizações jornalísticas. A novidade da Folha aparece na contramão.

Agradecimentos

A crítica diária é valiosa como instrumento de diálogo entre os leitores e o ombudsman. O que ele pensa disso e daquilo? Por vezes, a resposta se encontra nos apontamentos do dia. Na semana passada, foi possível conferir se eu perguntei à Folha quem lhe forneceu o dossiê do momento. A resposta significaria romper o compromisso de sigilo com a fonte. Um ministro disse que eu perguntei. Não é verdade.
Se fosse responder aos leitores sem a chance de lhes remeter à crítica on-line, não sei se daria conta do atendimento. Em 1991, primeiro ano do qual sobreviveu estatística, houve 3.748 contatos com o ombudsman. Em 2007, o recorde de 13.374.

Em janeiro, fevereiro e março de 2008, registraram-se marcas inéditas. O salto de 24% na comparação com idêntico trimestre do ano anterior projeta resultado anual superior a 16.500, sem considerar o impacto de eventos como eleição e Olimpíada.

O vigor do Departamento de Ombudsman é manifestação da mudança de comportamento de cidadãos e consumidores de notícias: a fé nos relatos jornalísticos dá lugar ao ceticismo; troca-se a submissão a versões pela leitura crítica; a passividade, por cobrança. Essa é a principal característica do jornalismo do século 21. Merece ser saudada pela sociedade e pelos jornalistas.

Na chegada, eu pensava ter muito a dizer. Ao partir, sei que tenho muito a ouvir.

Gostaria de ter falado de outros assuntos, dos anúncios de prostituição aos interesses cruzados do jornal. Fica para outra vez.

Pelo ano em que fui feliz, agradeço à confiança que a direção da Folha depositou em mim. Tive liberdade para escrever o que quis. Uma executiva me disse que o jornal precisava de um “ombudsman crítico”. Tentei desempenhar escrupulosamente a missão.

Sou muito grato à minha supersecretária, Rosângela Pimentel, e ao meu assistente, o futuro jornalista Carlos Murga. Na Secretaria de Redação, devo a Suzana Singer e Alba Bruna Campanerut.
Na editoria de Arte, a Fábio Marra e Julia Monteiro. Ao colocar a coluna no papel e me salvar de vexames maiores, Vanessa Alves coordenou um time talentoso e generoso.

Minha gratidão maior é para quem me deu lições inestimáveis -hoje à noite, em casa ou na rua, não esquecerei o brinde aos leitores da Folha.

Mário Magalhães é o ombudsman da Folha desde 5 de abril de 2007. O ombudsman tem mandato de um ano, renovável por mais dois. Não pode ser demitido durante o exercício da função e tem estabilidade por seis meses após deixá-la. Suas atribuições são criticar o jornal sob a perspectiva dos leitores, recebendo e verificando suas reclamações, e comentar, aos domingos, o noticiário dos meios de comunicação.

19/03/2008 - 23:40h O que diz PHA

ESCLARECIMENTO II
O Conversa Afiada ficou fora do ar por 08 horas e 58 minutos.

Breve, escreverei um Máximas e Mínimas para tentar explicar o que aconteceu.

O iG se limitou a enviar uma notificação assinada por Caio Túlio Costa, para avisar que o contrato se rescindia de acordo com clausula que previa um aviso prévio.

Não é a primeira vez que me mandam embora de uma empresa jornalística.
Só o Daniel Dantas me “tirou do ar” duas vezes: na TV Cultura e no Uol.
E ele sabe que não vai me tirar, nunca …

Com isso, se encerrou a vida deste blog num portal da internet.
Nenhum blog de relevância política nos Estados Unidos, por exemplo, está pendurado num portal.

Clique aqui para ver: http://www.huffingtonpost.com ou http://www.talkingpointsmemo.com, para ficar em dois dos melhores exemplos.

Essa é a virtude a internet: último reduto do jornalismo independente.

Assim, se você acha que o Farol de Alexandria e o presidente eleito são dois impostores; se você gosta do Festival do Tartufo Nativo; se acha que o PIG, além de ilegível, não tem salvação; que os portais da internet brasileira são uma versão – para pior – do PIG; que a Veja é a última flor do Fascio; que o Ministro (?) Marco Aurélio de Mello deveria ser impeached; que Daniel Dantas deveria estar na cadeia;que Carlos Jereissati e Sergio Andrade vão ficar com a “BrOi” sem botar um tusta; que a “BrOi” significa que o Governo Lula vai tirar Dantas da cadeia; que chega de São Paulo, porque está na hora de um presidente não-paulista etc etc etc … se você acha tudo isso, continue a visitar o Conversa Afiada neste novo e renovado espaço.

Em tempo: o Conversa Afiada anuncia publicamente que não é candidato a nada no iBest. Nunca levou isso a sério. Não vai ser agora que vai levar.

Muitas novas atrações virão.

Até já !

Paulo Henrique Amorim

31/01/2008 - 11:14h É novamente a economia, estúpido

UOL teve a boa iniciativa de traduzir o artigo que reproduzi do Financial Times neste blog na terça-feira, em inglês. Graças a coluna do sempre antenado Nelson de Sá, TODA MÍDIA, na Folha de hoje, fiquei sabendo da tradução e estou postando ela aqui. Para quem quiser a versão em inglês é só clicar no link embaixo. No TODA MÍDIA têm outros links para a campanha nos EUA.

Terca-feira, 29/01/2008 – 19:45

Back to ‘the economy, stupid’: How a slowdown will influence America’s presidential contest

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Este artigo vale a pena, apesar de cumprido e só acessível a quem lê inglês. Ele permite acompanhar a evolução do processo eleitoral norte-americano e sua relação com o impacto da crise econômica na população do pais. Ele reforça minha convicção que um presidente democrata será eleito em novembro, mas muito dependerá da mensagem sobre a crise. Por enquanto, se como mostra o artigo, os candidatos Republicanos estão fora da realidade, os principais candidatos democratas permanecem com posições vagas. Os Estados-Unidos vão precisar muito mais que generalidades e os eleitores estarão muito sensíveis aos efeitos da crise. LF

By Edward Luce

Toda Mídia

Nelson de Sá

É a economia, de novo

No capítulo de ontem, por TVs e sites americanos, europeus, brasileiros, saíram os quase figurantes John Edwards e Rudolph Giuliani, após nova derrota.
Ao fundo, como na análise “Retorna “é a economia, estúpido’”, do “Financial Times”, traduzida no UOL, vai se estabelecendo que a crise deve definir a eleição. O texto, ironizando o republicano John McCain por admitir que “economia não é algo que eu entenda tão bem quanto deveria”, arrisca que a desaceleração vai eleger um democrata. Outro texto, de um professor de Berkeley, diz que a classe média “não dá mais conta”, já exauriu os meios com que contornava os problemas econômicos no país, e olha “ansiosa” aos candidatos.

(mais…)

16/09/2007 - 15:35h Isso é democracia: quem decide o candidato é Serra, disse Kassab

Kassab diz que Serra é quem decidirá o candidato da aliança DEM-PSDB em São Paulo em 2008

UOL

A pouco mais de um ano das eleições municipais, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), não afirma categoricamente que deseja concorrer à sucessão, mas também não esconde que essa é sua intenção. Entretanto, diz que abandonaria a empreitada em favor do ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), em prol da manutenção da aliança entre demos e tucanos no Estado.

Em entrevista exclusiva concedida ao UOL News na última sexta-feira (14) na sede da prefeitura, Kassab, que também preside os diretórios estadual e municipal do DEM, afirmou ainda que a decisão sobre o candidato da aliança será tomada pelo governador José Serra (PSDB).

“Essa aliança tem um líder, que é o governador José Serra. No momento oportuno, ele saberá dar um rumo a essa aliança, definindo seu candidato. Os democratas seguirão a decisão do governador aqui em São Paulo”, disse. Leia mais aqui