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	<title>Blog do Favre &#187; uol</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Educação municipal: Prefeitura de SP &#8220;escondeu&#8221; déficit de vagas recorde</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 00:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na cidade de São Paulo, 146.834 crianças esperam vagas em creches e pré-escola, segundo dados da prefeitura paulistana publicados na última sexta-feira (13).
O número, referente ao trimeste janeiro/março, equivale a 36% do quadro de matriculados no ensino infantil do município. É como se toda a população de uma cidade de pequeno porte, como Bragança Paulista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.stickel.com.br/atc/uploads/creche2.jpg" alt="L'image “http://www.stickel.com.br/atc/uploads/creche2.jpg” ne peut être affichée car elle contient des erreurs." align="left" />Na cidade de São Paulo, 146.834 crianças esperam vagas em creches e pré-escola, segundo dados da prefeitura paulistana publicados na última sexta-feira (13).</p>
<p>O número, referente ao trimeste janeiro/março, equivale a 36% do quadro de matriculados no ensino infantil do município. É como se toda a população de uma cidade de pequeno porte, como Bragança Paulista (SP), estivesse sem vagas na escola.</p>
<p>A maior parte do rombo está do lado de fora das creches: 93.476 crianças de até 3 anos pediram matrícula no período e não foram atendidas. O restante do déficit, 53.358 vagas, são de crianças de 4 a 5 anos que tiveram matrícula negada em pré-escola.</p>
<p>No topo da lista dos sem-escola estão os distritos no &#8220;pé&#8221; do mapa da cidade e dos indicadores sociais. Na zona sul, o Grajaú tem 9.595 crianças esperando vagas (5.003 para creches). Na seqüência, e na mesma região, vêm Jardim Ângela (déficit de 8.332), Capão Redondo (6.130) e Jardim São Luís (5.806).</p>
<p>Os números do déficit de vagas no sistema municipal paulistano referentes ao período julho/setembro de 2007 foram publicados com quase 9 meses de atraso. Nesse período, chegou a 215.579 o número crianças que não conseguiram matrículas em creches ou pré-escolas na capital paulista &#8211; contra os 136.258 registrados no trimestre anterior.</p>
<p>Os dados foram publicados na tarde da sexta-feira, depois de a reportagem de UOL Educação pedir informações sobre processo que corre na 14ª Vara da Fazenda Pública na Capital.</p>
<p>Mandado de segurança aberto em 6 de junho contra o secretário da Educação Alexandre Schneider exigia a publicação dos dados de matrícula e demanda de vagas no município, conforme previsto por lei municipal e descumprido pela prefeitura.</p>
<p>Seis horas depois do primeiro contato com a assessoria de imprensa, a pasta publicou nota em que se dizia que &#8220;a notícia da ação movida contra a Secretaria Municipal de Educação causou surpresa&#8221; e que &#8220;a gestão tem dado total transparência aos seus dados e dialogado com a sociedade sempre que instada&#8221;. Nesse meio tempo, foi ao ar link contendo os números exigidos pela Justiça em processo.</p>
<p>(Do Portal do UOL, divulgado no sábado, 14 de junho de 2008)</p>
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		<title>Quase a metade dos internautas lê blogs</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 16:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Ferramenta foi absorvida pelo mercado e pela mídia, mas grande parte dos blogs é produzida por internautas amadores
Rodrigo Martins &#8211; O Estado de São Paulo
Se há dez anos o blog era uma ferramenta desconhecida para os brasileiros, hoje 45,5% dos internautas acessam esse tipo de site, aponta o Ibope/NetRatings. Mas uma coisa não mudou: em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/quase-a-metade-dos-internautas-le-blogs/4464/" rel="attachment wp-att-4464" title="blog_banheiro.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/blog_banheiro.jpg" alt="blog_banheiro.jpg" /></div>
<p></a><strong>Ferramenta foi absorvida pelo mercado e pela mídia, mas grande parte dos blogs é produzida por internautas amadores</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Rodrigo Martins &#8211; O Estado de São Paulo</strong></p>
<p>Se há dez anos o blog era uma ferramenta desconhecida para os brasileiros, hoje 45,5% dos internautas acessam esse tipo de site, aponta o Ibope/NetRatings. Mas uma coisa não mudou: em sua maioria, os blogs continuam sendo diários virtuais para amadores contarem experiências pessoais. Há, lógico, sites de outros tipos: jornalísticos, corporativos, etc. Mas são minoria.</p>
<p>&#8216;Os dez blogs profissionais mais populares, independentes e em portais, têm só 10% da audiência da blogosfera. O resto é pulverizado. Os diários virtuais, que são em maior número, são no conjunto os que recebem mais visitas&#8217;, afirma o pesquisador do Ibope Inteligência, José Calazans.</p>
<p>E segundo ele, o internauta não é fiel. &#8216;Em 65% dos casos, ele entra em blogs ao buscar no Google, por exemplo, uma atração turística. Aí lê o relato de quem esteve lá&#8217;, aponta. &#8216;A fidelidade é mais comum em blogs ligados a portais, com público mais velho. Os jovens não se importam com a fonte. Eles buscam no Google e lêem no site que for indicado.&#8217;</p>
<p>Em busca dessa fidelização, o blog se espalha pelos portais dos veículos de mídia. Dos jornais e canais de TV aos provedores, há quem chegue a ter mais de cem blogs, como o IG. &#8216;Temos 170&#8242;, conta o diretor de conteúdo do portal, Caíque Severo. &#8216;Com o blog o leitor interage com o colunista, comenta&#8230;&#8217;</p>
<p>&#8216;E atrai todos os públicos&#8217;, explica a diretora de conteúdo do UOL, Márion Strecker. &#8216;Mas não está nem perto da ser a maior audiência. Temos alguns dos blogueiros mais populares da internet, mas eles não trazem nem 1% dos visitantes do UOL.&#8217;</p>
<p>Os jornais também aderiram aos blogs. No Globo Online, são 90. &#8216;A idéia é ter um cardápio variado. De TV a esportes radicais&#8217;, comenta o editor executivo de interatividade, Aloy Jupiara. &#8216;Atendemos a nichos específicos que o jornal não cobre sempre.&#8217; Para o editor-chefe de Conteúdo Digital do Grupo Estado, Marco Chiaretti, os blogs trazem um aprofundamento das informações. &#8216;E estreitam a relação do leitor com o jornal.&#8217;</p>
<p>Os blogs também começam a surgir nas emissoras de TV. A Globo tem 20 blogs, ligados a programas como Malhação e Video Show. No último Big Brother, cada confinado postava em seu blog. Na MTV, a meta é ter 40 blogs até o meio do ano. Hoje são 20. &#8216;Serão sobre assuntos diversos. É um meio a que os jovens estão acostumados&#8217;, diz Mauro Bedaque, diretor de internet.</p>
<p>Nas empresas, o movimento também cresce. Carrefour, Tecnisa, Philips, Natura, Close Up e até o George Foreman Grill já aderiram. &#8216;Mas a maioria das companhias ainda tem medo de se expor nos blogs, abrir espaço para comentários&#8230;&#8217;, revela Patrícia Gil, diretora da consultoria corporativa Máquina Web.</p>
<p>Quem está na onda jura que funciona. &#8216;É uma forma de chegar aos jovens&#8217;, explica Luana Inocentes, gerente de produtos do George Foreman Grill. &#8216;Esse público pede inovação. E o blog tem sempre novidades&#8217;, conta a gerente de marketing da Close Up, Camila Gravina.</p>
<p>O Carrefour montou um blog para todos os públicos. &#8216;Os varejistas são parecidos, têm os mesmos produtos e preços. É preciso se diferenciar&#8217;, opina a gerente de relacionamento com o cliente, Renata Freitas. &#8216;O blog faz o cliente se lembrar da marca&#8217;, completa o diretor de marketing da construtora Tecnisa, Romeo Busarello.</p>
<p>E como fazer para os internautas acessarem o blog da empresa? &#8216;É preciso ter um conteúdo diferenciado. Não adianta falar de produtos da marca&#8217;, explica o gerente de internet da Philips, Alessandro Martins. &#8216;Assim, consegue-se fidelizar o internauta para que volte e, inclusive, acesse outras seções do site&#8217;, finaliza o gerente de internet da Natura, Mario Orlandi Júnior.</p>
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		<title>Despedida</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 11:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Folha condicionou minha permanência ao fim da circulação das críticas diárias na internet; não concordei; diante do impasse, deixo o posto 

NO ANO QUE passou, quando as noites de domingo se insinuavam, e tantas famílias saíam para o último passeio do fim de semana, a minha sabia que ficaríamos em casa -ou pelo menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong><em>A Folha condicionou minha permanência ao fim da circulação das críticas diárias na internet; não concordei; diante do impasse, deixo o posto </em></strong></font></p>
<hr noshade="noshade" size="2" /><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/despedida/4426/" rel="attachment wp-att-4426" title="mario_magalhaes.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/mario_magalhaes.jpg" alt="mario_magalhaes.jpg" align="left" /></a></p>
<p>NO ANO QUE passou, quando as noites de domingo se insinuavam, e tantas famílias saíam para o último passeio do fim de semana, a minha sabia que ficaríamos em casa -ou pelo menos não iríamos todos. Era hora de eu começar a longa e solitária jornada madrugada adentro para terminar de esquadrinhar jornais e revistas.De manhã, com as olheiras a denunciar o sono roubado, leria as edições do dia e escreveria a mais encorpada crítica semanal, a da segunda-feira. Hoje à noite, se alguém me chamar, terá companhia.Esta é a 51ª e derradeira coluna dominical que escrevo como ombudsman da Folha. Assumi em 5 de abril de 2007, e o meu mandato se encerrou anteontem. Embora o estatuto autorize a renovação por mais dois períodos, não houve acordo com a direção do jornal para a continuidade.</p>
<p>A Folha condicionou minha permanência ao fim da circulação na internet das críticas diárias do ombudsman. A reivindicação me foi apresentada há meses. Não concordei. Diante do impasse, deixo o posto. Oitavo jornalista a ocupar a função, torno-me o segundo a não prosseguir por mais um ano. Todos foram convidados a ficar. Sou o primeiro a ter como exigência, para renovar, o retrocesso na transparência do seu trabalho.</p>
<p>A crítica da quinta foi a última que circulou na Folha Online, com acesso a não-assinantes da Folha e do UOL.</p>
<p>A partir de agora, os comentários produzidos pelo ombudsman durante a semana só poderão ser conhecidos por audiência restrita, de funcionários do jornal e da empresa, que os recebe por correio eletrônico. Os leitores perdem o direito. Era assim nos primórdios do cargo, criado em 1989. A internet engatinhava.</p>
<p>Como se constata no site www.folha.com.br/ombudsman, desde 2000 as críticas vão ao ar. Por oito anos, os leitores puderam monitorar a atividade cotidiana de quem tem a atribuição de representá-los.<br />
Não poderão mais.</p>
<p><strong>Regras</strong><br />
O comando da Folha esgrimiu um argumento para a decisão: no ambiente de concorrência exacerbada do mercado jornalístico, idéias e sugestões do ombudsman são implementadas por outros diários.<br />
De fato, isso ocorre.</p>
<p>E continuará a ocorrer.</p>
<p>Quase 20 anos atrás, as críticas ainda denominadas internas eram distribuídas em papel à Redação.</p>
<p>Acabavam nas bancadas de outros jornais. Um deles veiculou publicidade alardeando elogio do ombudsman.</p>
<p>Com a difusão por e-mail, será ainda mais difícil conter a distribuição irregular das anotações do ouvidor. Eventuais interessados, se bem articulados, terão como lê-las. Que segredo sobrevive a centenas de destinatários?</p>
<p>Já os leitores ditos comuns, os que fazem a fortuna de toda empreitada jornalística de sucesso, serão barrados. A medida não resolve o problema a cuja solução se propõe, mas prejudica quem é alheio a ele.<br />
A não-renovação do mandato é legítima, respeita a Constituição do jornal. Sua direção tem a prerrogativa de convidar ou não o ombudsman a permanecer. E de estabelecer as normas. Não há quebra de contrato, e sim respeito.</p>
<p>No meu caso, haveria mudança de regra no meio da gestão, composta de um a três mandatos. Regras, como a Folha recomenda, devem ser estabelecidas antes do jogo.</p>
<p><strong>Autópsia</strong><br />
Não é praxe dos jornais impressos do mundo inteiro compartilhar na rede o que muitos deles chamam de memorando interno do ouvidor.</p>
<p>Assim como, na conferência da Organização dos Ombudsmans de Notícias, com participantes de 13 países, não encontrei quem digitasse todo santo dia, como fazemos aqui, uma crítica ou memorando.<br />
A Folha deu um passo ousado na imprensa brasileira ao nomear um ombudsman. Radicalizou e tornou públicas as críticas antes limitadas à Redação. Mais do que as colunas dominicais, essa espécie de parecer se destina a uma autópsia das edições. Em minúcias, identifica suas fraquezas, sem desprezar as virtudes. Expõe as vísceras do jornal.</p>
<p>O desafio do ombudsman é ser a melhor síntese possível dos interesses dos leitores. A eles interessa que o jornal seja bom. Nas críticas, o ombudsman busca contribuir para que o jornal do dia seguinte seja melhor que o da véspera.</p>
<p>Essa confluência faz do ombudsman um benefício potencial ao leitor e ao jornal.</p>
<p>Mesmo com as críticas vetadas aos leitores, a Folha não perderá a primazia em transparência no jornalismo nacional. As colunas de domingo persistirão, e a publicação de um artigo como este expressa tolerância com o pensamento divergente. Quantos jornais o imprimiriam, se o objeto de análise fossem eles?<br />
<strong><br />
Regressão</strong><br />
A despeito desse cenário, a restrição imposta configura regressão na transparência. O projeto editorial da Folha diagnostica &#8220;um jornalismo cada vez mais crítico e mais criticado&#8221;. Reconhece que &#8220;o leitor fiscaliza a pauta de compromissos&#8221; do jornal.</p>
<p>O ombudsman deve ser um instrumento dos leitores. Se 80% dos pronunciamentos semanais ficam inacessíveis (as críticas de segunda a quinta; não escrevo às sextas), reduz-se a fiscalização dos leitores sobre aquele cuja atribuição é batalhar em nome deles.</p>
<p>Essa peleja não implica, em um exemplo, advogar o alinhamento do jornal com partidários ou opositores das pesquisas com células-tronco embrionárias, mas incentivar o equilíbrio no noticiário e nos espaços de controvérsia.</p>
<p>O ombudsman incapaz de zelar pela manutenção da transparência do seu ofício carece de autoridade para combater pela transparência do jornal. Como cobrar o que se topou diminuir?<br />
A tendência mundial é de expansão da transparência das organizações jornalísticas. A novidade da Folha aparece na contramão.<br />
<strong><br />
Agradecimentos</strong><br />
A crítica diária é valiosa como instrumento de diálogo entre os leitores e o ombudsman. O que ele pensa disso e daquilo? Por vezes, a resposta se encontra nos apontamentos do dia. Na semana passada, foi possível conferir se eu perguntei à Folha quem lhe forneceu o dossiê do momento. A resposta significaria romper o compromisso de sigilo com a fonte. Um ministro disse que eu perguntei. Não é verdade.<br />
Se fosse responder aos leitores sem a chance de lhes remeter à crítica on-line, não sei se daria conta do atendimento. Em 1991, primeiro ano do qual sobreviveu estatística, houve 3.748 contatos com o ombudsman. Em 2007, o recorde de 13.374.</p>
<p>Em janeiro, fevereiro e março de 2008, registraram-se marcas inéditas. O salto de 24% na comparação com idêntico trimestre do ano anterior projeta resultado anual superior a 16.500, sem considerar o impacto de eventos como eleição e Olimpíada.</p>
<p>O vigor do Departamento de Ombudsman é manifestação da mudança de comportamento de cidadãos e consumidores de notícias: a fé nos relatos jornalísticos dá lugar ao ceticismo; troca-se a submissão a versões pela leitura crítica; a passividade, por cobrança. Essa é a principal característica do jornalismo do século 21. Merece ser saudada pela sociedade e pelos jornalistas.</p>
<p>Na chegada, eu pensava ter muito a dizer. Ao partir, sei que tenho muito a ouvir.</p>
<p>Gostaria de ter falado de outros assuntos, dos anúncios de prostituição aos interesses cruzados do jornal. Fica para outra vez.</p>
<p>Pelo ano em que fui feliz, agradeço à confiança que a direção da Folha depositou em mim. Tive liberdade para escrever o que quis. Uma executiva me disse que o jornal precisava de um &#8220;ombudsman crítico&#8221;. Tentei desempenhar escrupulosamente a missão.</p>
<p>Sou muito grato à minha supersecretária, Rosângela Pimentel, e ao meu assistente, o futuro jornalista Carlos Murga. Na Secretaria de Redação, devo a Suzana Singer e Alba Bruna Campanerut.<br />
Na editoria de Arte, a Fábio Marra e Julia Monteiro. Ao colocar a coluna no papel e me salvar de vexames maiores, Vanessa Alves coordenou um time talentoso e generoso.</p>
<p>Minha gratidão maior é para quem me deu lições inestimáveis -hoje à noite, em casa ou na rua, não esquecerei o brinde aos leitores da Folha.</p>
<p>Mário Magalhães é o ombudsman da Folha desde 5 de abril de 2007. O ombudsman tem mandato de um ano, renovável por mais dois. Não pode ser demitido durante o exercício da função e tem estabilidade por seis meses após deixá-la. Suas atribuições são criticar o jornal sob a perspectiva dos leitores, recebendo e verificando suas reclamações, e comentar, aos domingos, o noticiário dos meios de comunicação.</p>
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		<title>O que diz PHA</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 02:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ESCLARECIMENTO II
O Conversa Afiada ficou fora do ar por 08 horas e 58 minutos.
Breve, escreverei um Máximas e Mínimas para tentar explicar o que aconteceu.
O iG se limitou a enviar uma notificação assinada por Caio Túlio Costa, para avisar que o contrato se rescindia de acordo com clausula que previa um aviso prévio.
Não é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ESCLARECIMENTO II<br />
O Conversa Afiada ficou fora do ar por 08 horas e 58 minutos.</p>
<p>Breve, escreverei um Máximas e Mínimas para tentar explicar o que aconteceu.</p>
<p>O iG se limitou a enviar uma notificação assinada por Caio Túlio Costa, para avisar que o contrato se rescindia de acordo com clausula que previa um aviso prévio.</p>
<p>Não é a primeira vez que me mandam embora de uma empresa jornalística.<br />
Só o Daniel Dantas me “tirou do ar” duas vezes: na TV Cultura e no Uol.<br />
E ele sabe que não vai me tirar, nunca &#8230;</p>
<p>Com isso, se encerrou a vida deste blog num portal da internet.<br />
Nenhum blog de relevância política nos Estados Unidos, por exemplo, está pendurado num portal.</p>
<p>Clique aqui para ver: http://www.huffingtonpost.com ou http://www.talkingpointsmemo.com, para ficar em dois dos melhores exemplos.</p>
<p>Essa é a virtude a internet: último reduto do jornalismo independente.</p>
<p>Assim, se você acha que o Farol de Alexandria e o presidente eleito são dois impostores; se você gosta do Festival do Tartufo Nativo; se acha que o PIG, além de ilegível, não tem salvação; que os portais da internet brasileira são uma versão – para pior – do PIG; que a Veja é a última flor do Fascio; que o Ministro (?) Marco Aurélio de Mello deveria ser impeached; que Daniel Dantas deveria estar na cadeia;que Carlos Jereissati e Sergio Andrade vão ficar com a “BrOi” sem botar um tusta; que a “BrOi” significa que o Governo Lula vai tirar Dantas da cadeia; que chega de São Paulo, porque está na hora de um presidente não-paulista etc etc etc &#8230; se você acha tudo isso, continue a visitar o Conversa Afiada neste novo e renovado espaço.</p>
<p>Em tempo: o Conversa Afiada anuncia publicamente que não é candidato a nada no iBest. Nunca levou isso a sério. Não vai ser agora que vai levar.</p>
<p>Muitas novas atrações virão.</p>
<p>Até já !</p>
<p>Paulo Henrique Amorim</p>
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		<title>É novamente a economia, estúpido</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 13:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ UOL teve a boa iniciativa de traduzir o artigo que reproduzi do Financial Times neste blog na terça-feira, em inglês. Graças a coluna do sempre antenado Nelson de Sá, TODA MÍDIA, na Folha de hoje, fiquei sabendo da tradução e estou postando ela aqui. Para quem quiser a versão em inglês é só clicar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"> UOL teve a boa iniciativa de traduzir o artigo que reproduzi do Financial Times neste blog na terça-feira, em inglês. Graças a coluna do sempre antenado Nelson de Sá, TODA MÍDIA, na Folha de hoje, fiquei sabendo da tradução e estou postando ela aqui. Para quem quiser a versão em inglês é só clicar no link embaixo. No TODA MÍDIA têm  outros links para a campanha nos EUA. </font></p>
<h2><font size="3"><font size="3"><small>Terca-feira, 29/01/2008 &#8211; 19:45</small> </font></font></h2>
<p><font size="3"><font size="3"><big><a href="http://blogdofavre.ig.com.br//?p=3146" title="Back to ‘the economy, stupid’: How a slowdown will influence America’s presidential contest" el="bookmark">Back to ‘the economy, stupid’: How a slowdown will influence America’s presidential contest</a></big>     	   </font></font></p>
<p align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/?attachment_id=3145" rel="attachment wp-att-3145" title="barack-obama-hillary-clinton.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/01/barack-obama-hillary-clinton.jpg" alt="barack-obama-hillary-clinton.jpg" height="313" width="550" /></a></p>
<p><span style="font-weight: bold">Este artigo vale a pena, apesar de cumprido e só acessível a quem lê inglês. Ele permite acompanhar a evolução do processo eleitoral norte-americano e sua relação com o impacto da crise econômica na população do pais. Ele reforça minha convicção que um presidente democrata será eleito em novembro, mas muito dependerá da mensagem sobre a crise. Por enquanto, se como mostra o artigo, os candidatos Republicanos estão fora da realidade, os principais candidatos democratas permanecem com posições vagas. Os Estados-Unidos vão precisar muito mais que generalidades e os eleitores estarão muito sensíveis aos efeitos da crise. LF<br />
</span></p>
<p><span id="more-3146"></span></p>
<p>By Edward Luce</p>
<p><strong><font color="#000080" size="+1">Toda Mídia</font></strong></p>
<p>Nelson de Sá</p>
<p>É a economia, de novo</p>
<p>No capítulo de ontem, por TVs e sites americanos, europeus, brasileiros, saíram os quase figurantes John Edwards e Rudolph Giuliani, após nova derrota.<br />
Ao fundo, como na análise &#8220;Retorna &#8220;é a economia, estúpido&#8217;&#8221;, do &#8220;Financial Times&#8221;, traduzida no UOL, vai se estabelecendo que a crise deve definir a eleição. O texto, ironizando o republicano John McCain por admitir que &#8220;economia não é algo que eu entenda tão bem quanto deveria&#8221;, arrisca que a desaceleração vai eleger um democrata. Outro texto, de um professor de Berkeley, diz que a classe média &#8220;não dá mais conta&#8221;, já exauriu os meios com que contornava os problemas econômicos no país, e olha &#8220;ansiosa&#8221; aos candidatos.</p>
<p><span id="more-3168"></span></p>
<p><a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/"><img src="http://n.i.uol.com.br/midiaglobal/logo_fintimes.gif" border="0" height="18" width="192" /></a>  <br style="line-height: 10px" /> <!-- robots index="yes" --> <span id="v10nb">30/01/2008</span><br />
<span id="a18bb"><span id="marromtit">Como a desaceleração econômica influenciará a disputa presidencial americana</span></span><br />
<script> subtitulo = \'\'; if (subtitulo.length > 2) { document.write (\'<span id=a13bb>\'+subtitulo+\'</span> \') }; </script> <br style="line-height: 20px" /> <span id="v10bb">De Edward Luce, do Financial Times</span></p>
<p><em>A questão da economia não é algo que entendi tão bem quanto deveria &#8211; John McCain, pré-candidato presidencial republicano.</em></p>
<p>Em muitos ciclos eleitorais, a observação recente do senador McCain poderia passar despercebida. Mas em um ano eleitoral em que a maior parte dos americanos acredita que já está em recessão, ele foi aconselhado prontamente a ler o livro de Alan Greenspan, ex-diretor do Federal Reserve, que o senador dissera estar carregando.</p>
<p>Por um longo tempo assumiu-se que a eleição presidencial de 2008 seria dominada pelo Iraque, medo do terrorismo, restauração da posição dos EUA no mundo e outras questões de política externa. Mas então a crise das hipotecas começou a se desdobrar. Com a maioria dos economistas agora prevendo uma recessão neste ano, as preocupações econômicas subiram para o topo da lista das preocupações dos eleitores. Por sua vez, isso fortaleceu a noção geral que já era robusta que 2008 será o ano dos democratas.</p>
<p>Então, será apenas uma questão de decidir quem será o candidato democrata e depois esperar que Hillary Clinton ou Barack Obama inevitavelmente capture a Casa Branca? Provavelmente, diz Ray C. Fair, economista de Yale cujo modelo de previsão amplamente citado prevê uma vitória democrata em novembro de 52% contra 48%, mesmo com uma leve desaceleração no crescimento.</p>
<p>O modelo de Fair, que tem uma margem de erro de 2,5%, prevê uma vitória democrata de 55% contra 45% se essa desaceleração de fato virar uma recessão. &#8220;Quase tudo, inclusive todos os fatores não econômicos, sugere uma vitória democrata neste ano&#8221;, diz ele.</p>
<p>Se a previsão de Fair se provar minimamente correta, será uma espécie de revolução na história política americana. A última vez que um candidato presidencial democrata venceu a presidência com mais da metade dos votos foi em 1976, quando Jimmy Carter derrotou Gerald Ford. No entanto, isso foi pouco mais de um ano após a crise de Watergate derrubar Richard Nixon e lançar uma pá de cal sobre os republicanos.</p>
<p>A única outra vez desde 1964 que um democrata conquistou mais da metade dos votos foi em 2000, quando Al Gore obteve um pouquinho mais que George W. Bush, em uma eleição decidida pela Suprema Corte. Também ocorreu no final de um dos mais longos períodos de crescimento da história americana, quase tudo sob um governo democrata.</p>
<p>&#8220;Al Gore perdeu a eleição de 2000 apesar da economia. Como era uma hora de contentamento econômico, a eleição de 2000 foi dominada por questões mais suaves&#8221;, diz Michael Feldman, que foi assessor sênior do então vice-presidente.</p>
<p>Talvez a eleição de recessão mais freqüentemente citada seja a de 1992, quando Bill Clinton habilmente explorou a falta de aptidão de George H. W. Bush lidar com o desaquecimento com o lema de campanha: &#8220;É a economia, estúpido&#8221;. Mas a recessão já terminara quando os eleitores foram para as urnas -e Clinton venceu com apenas 43% dos votos.</p>
<p>Muitos acreditam que o pai de Bush teria sido reeleito se não fossem os 19% dos votos da candidatura do terceiro partido, de Ross Perot. Clinton teve 49% dos votos em 1996, em um ano quando a economia era muito mais forte (Perot novamente concorreu, levando apenas 8% dos votos). Assim, a história recente sugere que seria heróico assumir uma retumbante vitória democrática em novembro.</p>
<p>&#8220;A idéia que uma desaceleração ou recessão dá uma clara vantagem ao concorrente presidencial democrata nem sempre tem base nos fatos&#8221;, diz Michael Lind, historiador político da New America Foundation em Washington. &#8220;Há no passado a mesma quantidade de evidências nos levando a crer que poderíamos ter um presidente republicano com um Congresso democrata em novembro ou um controle democrata de ambos.&#8221;</p>
<p>A história aponta para uma correlação ligeiramente maior entre os resultados eleitorais do Congresso e a ortodoxia econômica prevalecente. Por exemplo, o Partido Democrata controlou as duas casas do Congresso por virtualmente todo o período entre o final dos anos 40 e o final dos anos 60, quando o New Deal de Franklin Roosevelt comandou amplo consenso entre os eleitores. Ainda assim, os republicanos conquistaram a Casa Branca 50% do tempo.</p>
<p>Da mesma forma, muitos analistas políticos acreditam que a vitória democrata nas eleições ao Congresso de 2006, que levou ao fim de 12 anos de maioria republicana na Câmara dos Deputados, anunciavam uma rejeição de uma geração à economia conservadora &#8211; além do sentimento anti-guerra no Iraque que claramente motivou muitos eleitores.</p>
<p>A maior parte dos analistas prevê que os democratas vão aumentar sua maioria no Senado e na Câmara em novembro, independentemente de qual partido tomar a Casa Branca. &#8220;Uma desaceleração econômica provavelmente reforçará o que quase certamente será outro bom ano para os democratas no Congresso&#8221;, diz Charlie Cook, analista político de Washington. &#8220;Os eleitores já associam suas ansiedades econômicas com suas outras reclamações -de corrupção e política externa inepta &#8211; em relação ao Partido Republicano.&#8221;</p>
<p>De fato, o sentimento do eleitor americano sugere algo muito pior para o Partido Republicano como um todo do que a perspectiva de simplesmente levar a culpa por uma queda econômica de curto-prazo. As eleições de 2006 ocorreram depois de cinco anos de crescimento econômico robusto, nos quais muitos americanos obtiveram pouca melhoria em sua renda.</p>
<p>A estagnação da renda dos lares da classe média desde 2001 impõe um problema estrutural muito mais duro para os defensores do status quo do que os números econômicos do último trimestre. &#8220;O que é deprimente no Partido Republicano hoje é que não está admitindo a dor econômica que a maior parte da classe média americana está vivendo&#8221;, diz David Frum, ex-escritor de discursos de George W. Bush. Seu livro recente, &#8220;Comeback&#8221;, adverte que os republicanos enfrentarão um banimento eleitoral se não fizerem uma reforma. &#8220;É um partido que se tornou tão preso a interesses especiais que não pode honestamente lidar com questões como reforma na saúde, apesar do eleitor republicano estar sofrendo com a inflação no setor da saúde tanto quanto os outros.&#8221;</p>
<p>Frank Luntz, que faz pesquisas de opinião para o Partido Republicano, concorda. Ele aponta para a &#8220;estagnação intelectual&#8221; das idéias republicanas que dominam a política americana há uma geração. &#8220;A eleição do Congresso de 2006 foi apenas o começo da má notícia para o Partido Republicano&#8221;, diz ele. &#8220;Este ano, piora.&#8221;</p>
<p>Ainda assim, o candidato republicano terá uma oportunidade razoável de escapar do destino provável de seus colegas no Capitólio. Seja Mitt Romney, Rudolph Giuliani ou McCain, os três poderiam se dissociar de Bush.</p>
<p>Se fosse uma eleição mais típica, quando o candidato republicano é presidente ou vice-presidente, isso não teria sido possível. Mas nestas circunstâncias, a profunda impopularidade de Bush não precisa contaminar quem espera sucedê-lo. &#8220;A política presidencial em grande parte versa sobre o caráter individual dos candidatos&#8221;, diz Cook. &#8220;E nenhum dos principais candidatos republicanos está intimamente associado a Bush.&#8221;</p>
<p>O candidato republicano, entretanto, teria que dar um passo além do que simplesmente dissociar-se de Bush para produzir uma narrativa econômica que pareça convincente aos eleitores. Mais de 70% dos eleitores acreditam que o país está no &#8220;caminho errado&#8221; -uma medida historicamente alta de insatisfação pública. Esse número pode muito bem se deteriorar com o arresto esperado de até 2 milhões de casas nos próximos 12 meses.</p>
<p>Até agora, a maior parte dos analistas não está impressionada com as políticas econômicas que os pré-candidatos à presidência estão oferecendo. Enquanto seus colegas democratas rapidamente produziram seus planos de estímulo fiscal nas últimas três semanas, os republicanos foram lentos, senão embaraçosos. Por exemplo, o remédio inicial de McCain para o desaquecimento foi sugerir cortes nos gastos -uma medida que, em vez de combater, aprofundaria a recessão.</p>
<p>O plano de Giuliani foi um pouco melhor. Tendo negado no último mês que havia nuvens sobre o horizonte econômico, o ex-prefeito de Nova York recentemente propôs a redução no imposto corporativo e incentivos para reforçar o investimento. Os economistas salientaram que o efeito dos cortes de Giuliani começaria a ser sentido apenas no final da recessão.</p>
<p>Romney, que é o mais fluente em economia dos candidatos republicanos, também foi criticado por propor medidas que teriam pouco ou nenhum de curto-prazo na economia, como a extensão dos cortes de impostos de Bush (que expiram em 2010). &#8220;Nestas eleições, os republicanos provavelmente não podem se safar com sua dieta usual de otimismo e cortes nos impostos&#8221;, disse Jared Bernstein do Instituto de Política Econômica, um centro de estudos de centro-esquerda em Washington. &#8220;Eles terão que propor algo mais original.&#8221;</p>
<p>Tom Gallagher, diretor da firma especialista em pesquisa econômica International Strategy and Investment, é ainda mais direto. &#8220;Normalmente, quando Washington consegue aprovar um plano de estímulo fiscal, é um sinal que a recessão já terminou&#8221;, diz ele. &#8220;Mas os planos propostos pelos candidatos republicanos só começariam a ter efeito para a próxima recessão.&#8221;</p>
<p>Os dois principais candidatos democratas receberam notas bem mais altas pelo conteúdo de seus planos de estímulo fiscal e por terem refletido em suas plataformas políticas a sensação pública de insatisfação econômica desde o início da campanha há um ano.</p>
<p>Dadas as exposições detalhadas da política econômica, muitos assumem que Clinton está em melhor posição do que Obama para explorar uma recessão, cuja campanha lida com generalidades mais amplas (apesar de seu plano de estímulo ter recebido mais aplausos do que o de Clinton).</p>
<p>Os dois, entretanto, estão bem posicionados para entrar na eleição geral com um conjunto de políticas econômicas fabricadas para o humor do eleitorado -inclusive planos de universalização da saúde, maiores gastos em infra-estrutura e uma dose de ceticismo populista sobre as desvantagens da globalização.</p>
<p>Ainda assim, as eleições presidenciais, mesmo durante anos de recessão, nunca são puramente confinadas à economia. Nem está claro que os EUA estão entrando em recessão. A história também mostra que eleitores americanos são parciais a um governo dividido. &#8220;Se os democratas acreditam que fecharam a eleição presidencial porque a economia está caindo, podem ter uma surpresa desagradável&#8221;, diz Lind.</p>
<p><span id="v10nb"><strong>Tradução:</strong> Deborah Weinberg</span></p>
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		<title>Isso é democracia: quem decide o candidato é Serra, disse Kassab</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 17:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Kassab diz que Serra é quem decidirá o candidato da aliança DEM-PSDB em São Paulo em 2008
UOL
A pouco mais de um ano das eleições municipais, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), não afirma categoricamente que deseja concorrer à sucessão, mas também não esconde que essa é sua intenção. Entretanto, diz que abandonaria a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: bold; font-size: 130%" id="a18bb">Kassab diz que Serra é quem decidirá o candidato da aliança DEM-PSDB em São Paulo em 2008</span></p>
<p>UOL</p>
<p>A pouco mais de um ano das eleições municipais, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), não afirma categoricamente que deseja concorrer à sucessão, mas também não esconde que essa é sua intenção. Entretanto, diz que abandonaria a empreitada em favor do ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), em prol da manutenção da aliança entre demos e tucanos no Estado.</p>
<p>Em entrevista exclusiva concedida ao UOL News na última sexta-feira (14) na sede da prefeitura, Kassab, que também preside os diretórios estadual e municipal do DEM, afirmou ainda que a decisão sobre o candidato da aliança será tomada pelo governador José Serra (PSDB).</p>
<p>&#8220;Essa aliança tem um líder, que é o governador José Serra. No momento oportuno, ele saberá dar um rumo a essa aliança, definindo seu candidato. Os democratas seguirão a decisão do governador aqui em São Paulo&#8221;, disse. Leia mais <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/brasil/2007/09/16/ult2041u265.jhtm">aqui</a></p>
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