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	<title>Blog do Favre &#187; vagas</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Governo prevê criar mais de 1 milhão de vagas</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 12:34:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalho: Saldo entre demissões e contratações formais desde o início da crise volta a ser positivo no país



Arnaldo Galvão, de Brasília &#8211; VALOR
O governo contabilizou, em agosto, a criação de 242.126 empregos formais, resultado de 1,45 milhão de admitidos e 1,21 milhão de dispensados. Foi o melhor desempenho mensal desde setembro de 2008, mês que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="4">Trabalho: Saldo entre demissões e contratações formais desde o início da crise volta a ser positivo no país</font></strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/governo-preve-criar-mais-de-1-milhao-de-vagas/13395/" rel="attachment wp-att-13395" title="bandeira_emprego.gif"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/bandeira_emprego.gif" alt="bandeira_emprego.gif" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">Arnaldo Galvão, de Brasília &#8211; VALOR</p>
<p>O governo contabilizou, em agosto, a criação de 242.126 empregos formais, resultado de 1,45 milhão de admitidos e 1,21 milhão de dispensados. Foi o melhor desempenho mensal desde setembro de 2008, mês que teve a criação de 282.841 vagas. Em agosto do ano passado, antes do agravamento da crise, o saldo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foi de 239.123 postos. Em 2009, essa foi a primeira vez que um mês superou o mesmo mês de 2008. Além disso, de outubro do ano passado, quando os primeiros efeitos da crise econômica global começaram a ser sentidos com mais força, até julho deste ano, havia um deficit de 196,5 mil vagas formais no Brasil. Com o resultado de agosto, a conta se reverteu: no período, acabaram sendo criadas 44,6 mil vagas.</p>
<p>A recuperação dos empregos contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) também teve, em agosto, mais postos criados na indústria, com saldo de 66.564 vagas entre contratações e demissões. Esse ritmo ficou muito acima das 17.354 vagas geradas em julho no setor, confirmando a melhora do emprego no segmento que mais demitiu no auge da turbulência.</p>
<p>Os números animaram o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Ele disse que, no mês que vem, deve elevar sua atual previsão de saldo de 1 milhão de empregos em 2009. Quando comentou o cenário que espera para 2010, disse que serão criadas mais de 1,8 milhão de vagas. Em 2008, apesar da crise mundial, o saldo foi de 1,4 milhão. Considerando o período que vai de janeiro a agosto, o Caged tem saldo de 680.034 vagas, praticamente um terço do resultado dos mesmos oito meses em 2008.</p>
<p>De acordo com os números do Caged, o maior número de empregos criados em agosto foi no setor de serviços (85.568). Em segundo lugar, veio a indústria, com 66.564 postos. O comércio criou 56.813 vagas, a construção civil contribuiu com 39.957 empregos e a administração pública gerou 3.305 postos. O único setor com saldo negativo no mês passado (11.249 empregos) foi a agropecuária, influenciada pela entressafra na região Centro-Sul.</p>
<p>Outro sinal da reação do emprego no país, segundo Lupi, é o desempenho do segmento de serviços de instituições financeiras. Em agosto, pela primeira vez no ano, o saldo foi positivo (845 vagas) entre contratações e demissões.</p>
<p>A retomada da geração de empregos na indústria significa, para Lupi, que os estoques estão &#8220;quase a zero&#8221; no setor. Ele também criticou a reação &#8220;exagerada&#8221; dos empresários que, segundo imagina, poderiam ter evitado muitas demissões no fim de 2008 se confiassem mais na força do mercado interno e no impacto do aumento do salário mínimo na economia. Como exemplo, citou a &#8220;insensível&#8221; indústria automobilística. &#8220;Vão pagar um preço por isso. Pagaram para demitir e, agora, terão de pagar para contratar mais do que esperavam&#8221;, criticou.</p>
<p>O segmento industrial que mais criou empregos em agosto foi o de alimentos, com 22.614 vagas. Em seguida, vêm têxtil (9.238), calçados (8.974), metalúrgico (5.982) e químico (5.866). A única área com perda de postos de trabalho, em agosto, foi a de borracha, fumo e couros, com saldo negativo de 2.567 vagas. A análise do Caged nos oito meses compreendidos entre janeiro e agosto mostra que o maior número de empregos foi criado no setor de serviços, com 348.658 vagas. Em ordem decrescente, aparecem construção civil (151.537), agricultura (147.108), comércio (51.171), administração pública (36.286), serviços industriais de utilidade pública (6.319), indústria (-60.559) e extração mineral (-486).</p>
<p>O economista Christian Travassos, da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro, afirmou que a variação positiva do emprego no setor de serviços foi de 3,4% em 12 meses, ficando em 2,8% este ano. Segundo ele, isso mostra a pujança do mercado interno. &#8220;A maior parte são serviços do dia a dia da população, setores ligados ao mercado interno que menos sofreram com a crise econômica.&#8221;</p>
<p>Lupi comentou que suas expectativas são muito boas para o Caged, especialmente no comércio e na construção. No caso do comércio, disse que o setor está iniciando um período muito aquecido, até o começo de dezembro, com a preparação das vendas do fim do ano. Na construção, o ministro ressaltou que o ritmo já é forte, mas ficará ainda mais intenso com o crescente impacto do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p>A força da retomada do emprego no país pode ser comprovada, segundo Lupi, com os números do Estado de São Paulo. Em agosto, foram criadas 77.983 vagas, com destaque para os setores de serviços (27.882), comércio (24.482) e indústria (11.183).</p>
<p>O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, disse que a criação de 242 mil empregos formais em agosto é um sinal claro da recuperação da economia brasileira. Na sua avaliação, os números mostram que o governo conseguiu manter o emprego em plena crise. &#8220;O aumento de postos de trabalho anunciado mostra que efetivamente o país está saindo da crise e que a questão mais relevante e mais cara para o nosso governo, que é a sustentação do mercado de trabalho e da massa salarial está ocorrendo.&#8221;</p>
<p>Para Machado, a recuperação no emprego também indica que o país continuará a crescer nos próximos meses. &#8220;Isso nos enche de orgulho e de expectativa de que o país continuará no rumo do crescimento, permitindo que cada vez mais brasileiros possam ingressar no mercado de trabalho e ter uma vida melhor e mais saudável.&#8221;</p>
<p>No estoque de 32,67 milhões de empregos celetistas em agosto, o maior peso é do setor de serviços, com 13,08 milhões de pessoas trabalhando. Em seguida, vêm indústria (7,33 milhões), comércio (7,12 milhões), construção (2,08 milhões), agropecuária (1,7 milhão), administração pública (813,5 mil), serviços industriais de utilidade pública (360,32 mil) e extração mineral (172,38 mil). (Com agências noticiosas)</p>
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		<title>Lula errou</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 15:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasil cria 242 mil vagas com carteira assinada em agosto
Número ficou bem acima do antecipado pelo presidente Lula, que mencionou 150 mil empregos gerados. Fonte Folha Online
&#160;



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			<content:encoded><![CDATA[<h1><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u624707.shtml">Brasil cria 242 mil vagas com carteira assinada em agosto<!--/TITULO--></a></h1>
<p class="headlineText"><font size="4">Número ficou bem acima do antecipado pelo presidente Lula, que mencionou 150 mil em</font><font size="4">pregos gerados. Fonte Folha Online</font></p>
<p class="headlineText">&nbsp;</p>
<p class="headlineText"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/lula-errou/13379/" rel="attachment wp-att-13379" title="lula_caricatura2.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/lula_caricatura2.jpg" alt="lula_caricatura2.jpg" /></div>
<p></a></p>
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		<title>País criou 150 mil vagas em agosto, diz Lula. Recorde do ano</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 15:46:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Presidente antecipa dados do Caged sobre a abertura de empregos formais, que serão divulgados quinta-feira, registrando recorde do ano

Liege Albuqueruque, MANAUS &#8211; O Estado SP
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva antecipou ontem que a criação empregos com carteira assinada chegou a 150 mil em agosto, o recorde do ano. Em julho, foram 138 mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong>Presidente antecipa dados do Caged sobre a abertura de empregos formais, que serão divulgados quinta-feira, registrando recorde do ano</strong></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.fomezero.gov.br/noticias/imagens/imagens-noticias/arquivo-1/lula-carteira-antoniocruz-abr.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://www.fomezero.gov.br/noticias/imagens/imagens-noticias/arquivo-1/lula-carteira-antoniocruz-abr.jpg" height="385" width="539" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Liege Albuqueruque, MANAUS &#8211; O Estado SP</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva antecipou ontem que a criação empregos com carteira assinada chegou a 150 mil em agosto, o recorde do ano. Em julho, foram 138 mil vagas. &#8220;Enquanto o mundo inteiro está tendo desemprego, vamos chegar ao final do ano com quase 1 milhão de empregos novos criados com carteira assinada&#8221;, afirmou o presidente, em entrevista a rádios de Boa Vista (RR).</p>
<p>Lula antecipou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que devem ser divulgados na quinta-feira pelo Ministério do Trabalho.</p>
<p>Para o presidente, o Brasil se saiu bem na crise internacional a ponto de lançar programas do porte do Minha Casa, Minha vida. &#8220;Vamos terminar o ano numa fase boa e começar o outro melhor ainda. O Brasil foi o último país a entrar na crise e o primeiro a sair&#8221;, disse.</p>
<p>Lula disse ainda que, mesmo com a crise, os brasileiros elevaram a autoestima conquistada nos últimos anos. &#8220;O Brasil tem uma coisa importante, nós passamos a ter mais autoestima. Teve um tempo que todo mundo se achava inferior, as coisas americanas, europeias eram melhores.&#8221;</p>
<p>Na inauguração das obras de ampliação do Aeroporto de Boa Vista, o presidente disse que determinou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e ao ministro da Justiça Nelson Jobim, que quer, até o fim deste ano, a apresentação de uma proposta para a criação de voos regionais. &#8220;Aqui em Boa Vista só tem dois voos de manhã e dois à tarde e precisamos ter uma política de aviação regionalizada para mudar isso.&#8221;<br />
<strong><br />
CONSELHÃO</strong></p>
<p>Lula e sua equipe econômica participam na manhã de hoje de reunião extraordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o &#8220;Conselhão&#8221;, para comemorar a recuperação do Produto Interno Bruto (PIB). Nos discursos, Lula e seus ministros dirão que os próximos resultados da economia serão ainda &#8220;melhores&#8221;.</p>
<p>A escolha da data do evento levou em conta o simbolismo. Há exatamente um ano, no dia 15 de setembro de 2008, a quebra do banco americano Lehman Brothers dava início à fase mais aguda da crise financeira global.</p>
<p>À época, Lula disse que a turbulência seria uma &#8220;marolinha&#8221; para o Brasil. Um ano depois, ele se queixará, como fez na semana passada, no Recife, que muitos setores não lhe deram atenção.</p>
<p>No evento, Lula repetirá que o Brasil era o país mais preparado para enfrentar a crise e o governo adotou medidas que permitiram a retomada do crescimento. Nas últimas viagens pelo País, o presidente lembrou à exaustão que sofreu críticas por fazer avaliações otimistas durante o auge da crise. Ele também criticou empresários por não fazer investimentos e dar uma &#8220;resposta&#8221; aos pessimistas.</p>
<p>COLABOROU LEONENCIO NOSSA</p>
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		<title>Serão criadas 600 mil vagas no ano, afirma Mantega</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:17:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Construção garante melhor mês do emprego



Isabel Sobral, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP
O mercado de trabalho formal do País recuperou o fôlego em julho, com a abertura de 138,4 mil novos empregos. Foi o melhor saldo líquido mensal entre contratações e demissões este ano, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5"><strong><br />
Construção garante melhor mês do emprego</strong></font></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/emprego-formal-cresce-pelo-6%c2%ba-mes-e-registra-melhor-resultado-do-ano/12834/" rel="attachment wp-att-12834" title="bandeira_emprego.gif"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/bandeira_emprego.gif" alt="bandeira_emprego.gif" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">Isabel Sobral, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP</p>
<p>O mercado de trabalho formal do País recuperou o fôlego em julho, com a abertura de 138,4 mil novos empregos. Foi o melhor saldo líquido mensal entre contratações e demissões este ano, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem. As contratações na indústria chegaram a 17,3 mil, mas, no ano, as demissões ainda superam as admissões.</p>
<p>O total de vagas abertas em julho elevou em 0,43% o estoque de empregos formais, para 32,4 milhões. De janeiro a julho, somam 437,9 mil as vagas criadas, o que representa um acréscimo de 1,37% ante o estoque de empregos existente em dezembro de 2008.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou que o desempenho de julho &#8220;consolida o processo de recuperação&#8221; do mercado formal, pois o saldo do mês ficou próximo da média de 140 mil vagas criadas nos meses de julho dos anos de 2003 a 2008. &#8220;O Brasil já está vendo a crise pelo retrovisor&#8221;, disse Lupi.</p>
<p>O resultado de julho mostrou que o mercado de trabalho retomou a tendência de alta perdida em junho, ante maio. No entanto, a abertura de 138,4 mil vagas é quase 32% menor que as 203,2 mil ocupações criadas em julho do ano passado.</p>
<p>Para agosto, o ministro aposta num saldo melhor que o de julho. &#8220;Teremos um agosto de bom gosto&#8221;, brincou, sem prever números. Lupi mantém a previsão de geração de pelo menos 1 milhão de empregos formais em 2009.</p>
<p><strong>CONSTRUÇÃO CIVIL</strong></p>
<p>Embaladas pelas obras públicas e pela expansão do mercado imobiliário, as empresas da construção foram as que mais contrataram em julho. O saldo líquido de empregos formais no setor foi de 32,1 mil, o segundo melhor resultado da série histórica do Caged para meses de julho. O recorde ainda é julho de 2008, quando foram criados 35 mil empregos formais.</p>
<p>Com os 17,3 mil postos de trabalho abertos em julho, a indústria de transformação, responsável por cerca de um terço das vagas com carteira assinada do País, voltou a apresentar número significativo de empregos. No mês anterior, o setor havia criado apenas 2 mil vagas.</p>
<p>Com o agravamento da crise mundial, no fim do ano passado, o setor industrial demitiu cerca de 500 mil pessoas. A recuperação tem sido lenta porque, de janeiro a julho, as demissões ainda superam as contratações em 127,1 mil.</p>
<p>Lupi avaliou que o crescimento no setor é consistente. &#8220;A indústria saiu da crise e deve se recuperar ainda mais&#8221;, comentou. Normalmente, é entre os meses de julho e setembro que as indústrias aceleram a produção e contratam empregados temporários para abastecer o comércio para as vendas de fim de ano.</p>
<p>O setor de serviços abriu 27,6 mil novas vagas em julho e acumula 263 mil novos postos no ano. Já o comércio, gerou no mês passado 27,3 mil novos empregos e reduziu o saldo negativo do ano para 5,6 mil.</p>
<p>Todas as regiões do País tiveram bom desempenho na criação de empregos em julho, com destaque para São Paulo (52,8 mil), Bahia (9,7 mil), Rio de Janeiro (9,6 mil) e Ceará (9,5 mil). As novas contratações nesses Estados foram mais fortes no comércio, nos serviços e na agropecuária.</p>
<p>O Caged revelou ainda que, em julho, ante junho, houve aumento real de 1,49% no valor do salário médio de admissão, que passou de R$ 752,96 para R$ 764,14. Os maiores ganhos ocorreram na área de ensino e na indústria da borracha. Por região,os maiores aumentos ocorreram no Distrito Federal, na Bahia e em Minas Gerais.</p>
<p><font size="5"><strong>Serão criadas 600 mil vagas no ano, afirma Mantega</strong></font></p>
<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, previu um aumento de 500 mil a 600 mil empregos formais em 2009 na economia brasileira. &#8220;Em um ano de crise, já está muito bom&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>Ele afirmou que o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, tem uma previsão de 800 mil a 1 milhão de novos empregos com carteira assinada em 2009 e comentou que sua expectativa é mais modesta: &#8220;Mas eu espero que ele esteja certo e eu não&#8221;.</p>
<p>Para Mantega, os dados do Caged divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho mostram que a recuperação econômica no Brasil é uma realidade.</p>
<p>Segundo ele, o impacto da crise financeira na economia brasileira já está superado. &#8220;Até o final do ano, vamos gerar mais emprego ainda porque a economia estará mais aquecida&#8221;, disse.</p>
<p>Na avaliação do ministro, a manutenção do emprego no Brasil foi fundamental para a superação da crise porque garantiu o mercado consumidor e permitiu que as empresas continuassem produzindo.</p>
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		<title>Emprego formal cresce pelo 6º mês e registra melhor resultado do ano</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 16:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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EDUARDO CUCOLO da Folha Online, em Brasília
A economia brasileira registrou a criação de 138.402 vagas com carteira assinada em julho, o sexto mês seguido de resultados positivos no emprego formal, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho. O resultado é o melhor do ano.
O número de julho representa a diferença entre 1,398 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/emprego-formal-cresce-pelo-6%c2%ba-mes-e-registra-melhor-resultado-do-ano/12834/" rel="attachment wp-att-12834" title="bandeira_emprego.gif"></p>
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<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">EDUARDO CUCOLO da Folha Online, em Brasília</p>
<p>A economia brasileira registrou a criação de 138.402 vagas com carteira assinada em julho, o sexto mês seguido de resultados positivos no emprego formal, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho. O resultado é o melhor do ano.</p>
<p>O número de julho representa a diferença entre 1,398 milhão de contratações e 1,259 milhão de demissões no período.</p>
<p>Devido aos efeitos da crise econômica no Brasil, entre novembro e janeiro, haviam sido fechadas quase 800 mil vagas com carteira assinada. Houve recuperação a partir de fevereiro, quando foram criados 9.179 empregos. Em março, foram abertos 34.818 postos; em abril, 106.205.</p>
<p>O melhor resultado até agora, em 2009, era o de maio (131.557 vagas), seguido por junho (119.495).</p>
<p>Mesmo com essa recuperação, o resultado acumulado no ano ficou prejudicado na comparação com 2008. Entre janeiro e julho, foram abertas 437.908 novas vagas. No mesmo período do ano passado, foram criadas 1,5 milhão de vagas.</p>
<p>Houve queda também em relação ao registrado em julho do ano passado, quando houve mais de 200 mil contratações. Pela primeira vez, no entanto, o resultado mensal ficou acima do verificado em 2007 &#8211;em julho daquele ano, foram abertas 127 mil vagas.</p>
<p>Os números fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), estatística oficial sobre o emprego formal no país.<br />
<strong><br />
Setores</strong></p>
<p>Na comparação entre junho e julho, houve expansão do emprego em todos os setores: construção civil (32.175), agricultura (29.483), serviços (27.655), comércio (27.336) e indústria de transformação (17.354).</p>
<p>Regionalmente, os resultados ficaram positivos no Sudeste (65.344), Nordeste (39.291), Sul (11.624), Centro-Oeste (11.115) e Norte (11.028). O destaque foi o estado de São Paulo (52.811), tanto no interior como na região metropolitana.<br />
<strong><br />
Previsão</strong></p>
<p>Nos últimos 12 meses, foram criadas 325.506 vagas. Isso representa uma perda de mais de 1 milhão de empregos em relação ao resultado no final de 2008 (1,452 milhão de vagas).</p>
<p>Com a recuperação verificada em julho, no entanto, o governo mantém a previsão de fechar os 12 meses encerrados em 2009 com a criação de 1 milhão de empregos.</p>
<p>O ministro Carlos Lupi (Trabalho) afirmou que o resultado de agosto deve superar a marca de 150 mil novas vagas.</p>
<p>&#8220;Agosto será melhor que julho. Vamos ter uma sequência de resultados positivos que vai surpreender a todos. O comportamento de todos os setores tem sido positivo. A recuperação da indústria tem sido fundamental e a construção civil pegou ritmo de novo&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Mesmo após recadastramento para reduzir as filas e transferindo crianças de 3 anos para as Emeis, aumenta a falta de vaga nas creches de Kassab</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 19:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Kassab precisa abrir 4 vezes mais vagas de creche
Gilberto Yoshinaga e Marcela Fonseca do Agora
A gestão Gilberto Kassab (DEM) precisa intensificar o ritmo de geração de vagas nas creches da cidade caso queira cumprir a promessa de campanha de zerar a fila de espera até o fim de seu mandato. Segundo projeção matemática feita pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_tyj01BDgO94/Sa_zi_tUzZI/AAAAAAAACw4/ouXe7osz-JI/s400/kassab_charge_creches.jpg" alt="http://1.bp.blogspot.com/_tyj01BDgO94/Sa_zi_tUzZI/AAAAAAAACw4/ouXe7osz-JI/s400/kassab_charge_creches.jpg" /></div>
<p><font size="5"><strong>Kassab precisa abrir 4 vezes mais vagas de creche</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Gilberto Yoshinaga e Marcela Fonseca do Agora</p>
<p>A gestão Gilberto Kassab (DEM) precisa intensificar o ritmo de geração de vagas nas creches da cidade caso queira cumprir a promessa de campanha de zerar a fila de espera até o fim de seu mandato. Segundo projeção matemática feita pelo Agora, para poder zerar o déficit de vagas até o final de dezembro de 2012, a prefeitura precisa ter quatro vezes mais matrículas do que vem fazendo neste ano.</p>
<p>Nos seis primeiros meses de governo, a atual gestão permitiu que a fila de espera crescesse 47,21% &#8211;de 31 de dezembro passado a 28 de junho deste ano, o número de crianças sem vaga em creche saltou de 57.607 para 84.807 (foram 27.200 nomes a mais). O número só não é maior porque, nesses seis meses, 10.030 crianças foram matriculadas. Assim, 37.230 pais pediram uma vaga no primeiro semestre para seus filhos.</p>
<p>Com base nas médias diárias de matrículas e de novas inscrições feitas no ano, o Agora fez uma projeção matemática de quantas crianças ainda poderão precisar de creche, na capital, até o final de 2012. Segundo essa conta, a fila de espera poderá ganhar mais 268.117 nomes. Como já existem 84.807 crianças sem vaga em creche, até lá poderá haver 352.924 crianças na fila.</p>
<p>Ao dividir esse contingente pelos 1.282 dias restantes para o final do governo, é possível obter a média de quantas vagas Kassab teria de criar, por dia, para cumprir sua promessa: 275. Dessa forma, em um mês, 8.260 crianças teriam de ser matriculadas &#8211;o que corresponde a quatro vezes mais a média deste ano, de 1.672 matrículas por mês.</p>
<p>Vale lembrar que, em outubro do ano passado, a então candidata Marta Suplicy (PT), que disputava com Kassab o segundo turno da eleição, afirmou não ser possível zerar o déficit de vagas em creches. Na ocasião, Kassab manteve a promessa de acabar com a fila.</p>
<p>População<br />
Pelo menos uma estimativa numérica deverá trabalhar a favor de Kassab: a média de crescimento da população na faixa etária de zero a quatro anos, que tende a diminuir.</p>
<p>É o que explica a demógrafa Tirza Aidar, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). &#8220;O número de nascimentos vem diminuindo desde o ano 2000, assim como a população entre zero e quatro anos, a partir de 2006&#8243;, afirma ela, ao mencionar dados da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados).</p>
<p>Para Tirza, essa tendência de diminuição pode ser favorável para a cidade. &#8220;Não deixa de ser um momento ideal para planejamento que inclua quantidade de vagas e qualidade do atendimento, já que tudo indica que a demanda tenderá a diminuir num futuro próximo&#8221;, avalia.</p>
<p>Segundo números do IBGE, em 2007 a cidade de São Paulo registrou 184.683 crianças nascidas vivas &#8211;ou uma média de 506 crianças a cada dia.</p>
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		<title>O método é o homem</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 14:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Kassab é um bom inaugurador de ideias, as quais ocupam generoso espaço na mídia. Algumas das ideias, Kassab as inaugura várias vezes, ao ponto que alguns já chegaram a noticiar realidades inexistentes, basados exclusivamente na força das ideias inauguradas por Kassab.
O exemplo da Cracolândia ilustra bem o método, pois mesmo que cinco anos após a [...]]]></description>
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<div style="text-align: center"><img src="http://psolpinheiros.files.wordpress.com/2009/04/kassab.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://psolpinheiros.files.wordpress.com/2009/04/kassab.jpg" width="465" height="385" /></div>
<p><em>Kassab é um bom inaugurador de ideias, as quais ocupam generoso espaço na mídia. Algumas das ideias, Kassab as inaugura várias vezes, ao ponto que alguns já chegaram a noticiar realidades inexistentes, basados exclusivamente na força das ideias inauguradas por Kassab.</em></p>
<p><em>O exemplo da Cracolândia ilustra bem o método, pois mesmo que cinco anos após a inauguração da ideia da Nova Luz a escuridão continuar a mesma, Kassab passa a ideia de estar executando um projeto urbanístico renovador, e a coisa não andou quase nada.</em></p>
<p><em>Enquanto isto, no mundo real da moradia, transporte, saúde, educação e trânsito, a prefeitura de Kassab é de uma mediocridade surpreendente.</em></p>
<p><em>Voltemos ao exemplo da questão das vagas em creches, já abordado ontem, e que voltou ao noticiário do jornal <strong>AGORA</strong> (o único a tratar hoje do assunto).</em></p>
<p><em>O ponto de partida é o conflito entre as necessidades das mães de deixar as crianças na creches e a falta de vagas na cidade. A resposta de Kassab foi o da promessa demagógica de acabar com a falta de vagas. Sendo completamente fantasiosa e perante a incredulidade da mídia, Kassab insistiu na sua promessa.</em></p>
<p><em>Poderia se esperar que todo o esforço do prefeito estaria voltado para construir mais e mais creches, ampliar a rede das conveniadas e mesmo sem poder atingir a sua promessa irrealista, dar grandes passos na via de melhorar a situação.</em></p>
<p><em>Mas é o contrário o que acontece. Enquanto as obras e os investimentos estão parados, os esforços de Kassab são os de encontrar o jeito de manipular os dados para vender a ideia de resultados.</em></p>
<p><em>Fez uma nova lista recadastrando as solicitudes de vagas e eliminando uma boa parte da demanda. Depois retirou mais de 40 mil crianças de 3 anos das creches e as passou para as Emeis (leia o editorial do jornal <strong>AGORA</strong>, reproduzido embaixo). </em></p>
<p><em>Mesmo assim, a demanda aumentou (ver artigo após o editorial do <strong>AGORA</strong>). A situação piora e o Ministério Público intervém para que Kassab não provoque, com suas manipulações grosseiras, danos irreparáveis na formação das crianças e para que amplie realmente as vagas ofertas em creches.</em></p>
<p><em>O método de Kassab não é novidade, a direita populista usou e abusou desse estilo, aproveitando o conservadorismo do eleitorado de São Paulo.</em></p>
<p><em>Dos mesmos que engoliram Maluf e Pitta, os que elegeram o caçador de marajás em 89, que votaram a contra-mão do Brasil em 2006 e que estão entre os que recebem o maior volume de informações da mídia. </em></p>
<p><em>“Me engana, que eu gosto” parece ser o lema e pouco importa a realidade dos que mais precisam do poder público. Enquanto esse conservadorismo continuar a influenciar a ampla maioria dos eleitores de São Paulo, o “método” de Kassab continuará a reinar entre nós.</em></p>
<p><em>Sem as creches. LF </em></p>
<div style="text-align: center"></div>
</div>
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		<title>Apesar da manipulação de Kassab, cresce a demanda por creche na cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 13:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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EDITORIAL DO JORNAL AGORA
Todo mundo na pré-escola

 A matrícula de crianças de três anos na pré-escola fez a Promotoria da capital mandar a prefeitura preparar um estudo sobre a situação. Dentro de um mês, o material tem que estar pronto. Outro estudo, da USP, foi levado em maio à Promotoria e defende a matrícula das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/images/137/137/36/1072778.us_kassab_criancas_eleicoes_2008_300_400.jpg" alt="http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/images/137/137/36/1072778.us_kassab_criancas_eleicoes_2008_300_400.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><font size="5">EDITORIAL DO JORNAL AGORA</font></p>
<h1>Todo mundo na pré-escola<!--/TITULO--></h1>
<div id="articleBy"></div>
<p><!--TEXTO--> A matrícula de crianças de três anos na pré-escola fez a Promotoria da capital mandar a prefeitura preparar um estudo sobre a situação. Dentro de um mês, o material tem que estar pronto. Outro estudo, da USP, foi levado em maio à Promotoria e defende a matrícula das crianças de três anos em creches. Há 48 mil dessas crianças na pré-escola &#8211;elas farão quatro anos, segundo a prefeitura, ainda neste ano. Normalmente, está no pré quem tem entre quatro e cinco anos de idade.</p>
<p>A principal diferença entre as duas etapas é o limite de crianças por sala. Enquanto no pré pode haver até 35 alunos, nas creches, o máximo são 18. Quem é contra o ingresso das crianças de três diz que essa é uma manobra para reduzir a demanda por educação infantil. A fila para vaga em creche hoje tem 84 mil crianças.</p>
<p>Até 2007, o município determinava que crianças de três anos tinham de ser matriculadas em creches. No ano passado, reduziu para dois, e hoje não há definição.</p>
<p>A barbeiragem, que pega uma brecha da principal lei da educação, prejudica também as mães, já que nas creches as crianças podem ficar por até dez horas, enquanto a carga horária da pré-escola é de quatro a seis horas/dia.</p>
<p>Ainda que a prefeitura mude as regras para tentar se manter dentro delas, deve saber que está mexendo no problema errado. Seria melhor se concentrar em melhorar e ampliar as creches municipais. É um dos problemas mais graves da gestão de Gilberto Kassab (DEM) e não pode ser resolvido só na base da canetada.</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_Gr7LLVN1qC0/SbEFh8lP84I/AAAAAAAAAUQ/Svf6vgGmqMU/s320/chargecreches.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_Gr7LLVN1qC0/SbEFh8lP84I/AAAAAAAAAUQ/Svf6vgGmqMU/s320/chargecreches.jpg" /></div>
<p><strong><font size="5">Cresce em 17 mil a demanda por creche</font></strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Gilberto Yoshinaga do Agora</p>
<p>A fila de espera por uma vaga nas creches de São Paulo ganhou 17.188 novos nomes em apenas três meses, segundo balanço divulgado ontem pela Secretaria Municipal da Educação. No último levantamento, em março, havia 67.619 pessoas na fila de espera. Hoje, segundo a prefeitura, são 84.807 crianças fora das creches. O aumento, de mais de 25%, segue em direção contrária à promessa de campanha do prefeito Gilberto Kassab (DEM), que pretende zerar esse número até 2012.</p>
<p>Dos 96 distritos da cidade, conforme divisão feita pelo relatório da prefeitura, a fila de espera só diminuiu em cinco: Água Rasa, Limão, Pinheiros, República e Vila Leopoldina. Em todas as outras localidades da cidade, a procura por vagas em creches municipais aumentou.</p>
<p>A maior demanda está no Grajaú (zona sul de SP), onde 4.945 crianças estão na fila. No ranking das regiões mais preocupantes, também estão outros dois bairros na zona sul. No Jardim Ângela, há 3.678 bebês na fila de espera e, no Jardim São Luís, 3.622.</p>
<p>Mas o verdadeiro número de mães que aguardam uma vaga para colocarem seus filhos em creches é ainda maior. Segundo a prefeitura, outras 3.883 crianças que estão na lista de demanda preferencial &#8211;pessoas que conseguiram a vaga em uma creche, mas solicitaram a transferência para outra unidade e estão sem atendimento.</p>
<p>A prefeitura não explicou por que a fila de espera aumentou. Em nota, a Educação compara o número atual ao registrado em junho do ano passado, quando a demanda era de 110 mil. A pasta fala apenas em &#8220;permanente redução da demanda&#8221;, sem citar os dados atuais.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Criação de vagas formais no País sobe pelo 4º mês consecutivo</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 00:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[CAGED]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
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		<description><![CDATA[Caged aponta geração de 131.557 empregos com carteira assinada em maio; no ano, estoque de vagas sobe 0,56%

&#160;
Isabel Sobral, da Agência Estado
&#160;


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SÃO PAULO - O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados de maio registrou a geração líquida de 131.557 empregos formais na economia, no quarto mês consecutivo de saldo positivo, após a forte queda do emprego registrada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c"><strong>Caged aponta geração de 131.557 empregos com carteira assinada em maio; no ano, estoque de vagas sobe 0,56%</strong></div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Isabel Sobral, da Agência Estado</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<p>SÃO PAULO - O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados de maio registrou a geração líquida de 131.557 empregos formais na economia, no quarto mês consecutivo de saldo positivo, após a forte queda do emprego registrada até janeiro.</p>
<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" id="infografico" width="556" height="400" align="middle"><param name="id" value="infografico" /><param name="width" value="556" /><param name="height" value="400" /><param name="bgcolor" value="FFFFFF" /><param name="align" value="middle" /><param name="_cx" value="16404" /><param name="_cy" value="10583" /><param name="src" value="http://www.estadao.com.br/especiais/2009/06/caged_materia.swf" /><param name="wmode" value="Window" /><param name="play" value="0" /><param name="loop" value="0" /><param name="quality" value="High" /><param name="menu" value="0" /><param name="allowscriptaccess" value="sameDomain" /><param name="scale" value="ShowAll" /><param name="devicefont" value="0" /><param name="embedmovie" value="0" /><param name="seamlesstabbing" value="1" /><param name="profile" value="0" /><param name="profileport" value="0" /><param name="allownetworking" value="all" /><param name="allowfullscreen" value="false" /><embed type="application/x-shockwave-flash" id="infografico" width="556" height="400" bgcolor="FFFFFF" align="middle" _cx="16404" _cy="10583" src="http://www.estadao.com.br/especiais/2009/06/caged_materia.swf" wmode="Window" play="0" loop="0" quality="High" menu="0" allowscriptaccess="sameDomain" scale="ShowAll" devicefont="0" embedmovie="0" seamlesstabbing="1" profile="0" profileport="0" allownetworking="all" allowfullscreen="false"></embed></object></div>
<p title="Banco público não pode ter juro maior que privado, diz Mantega"><a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais%21destaque.action?destaque.idEspeciais=812"></a><strong><br />
</strong></p>
<p>De acordo com os números divulgados nesta segunda-feira, 22, pelo Ministério do Trabalho, o saldo de maio é resultado de admissões que somaram 1.348.575 e demissões de 1.217.018. Nos cinco primeiros meses de 2009, houve a abertura de 180.011 postos de trabalho formais. Com esse saldo acumulado, o estoque de empregos da economia subiu 0,56% em relação a dezembro de 2008.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, relacionou o resultado positivo às medidas de estímulo da economia adotadas pelo governo federal. &#8220;Estamos no caminho certo e é preciso continuar na política de redução de juros, nas ações de estímulo do crédito ao setor produtivo, nas ações anticíclicas para estimular o consumo e a renda&#8221;, comentou.</p>
<p><strong>Setores</strong></p>
<p>Todos os setores da economia pesquisados pelo Caged registraram saldo positivo em maio. A indústria registrou a abertura de 700 empregos formais em maio, sendo o segundo mês consecutivo de saldo positivo. Mas ainda acumula perda de vagas no acumulado de janeiro a maio, no total de 146.478.</p>
<p>Em maio, o setor de agropecuária foi o que teve melhor desempenho, com saldo positivo de 52.927 vagas. Em seguida, vem o setor de serviços (+44.029 empregos). Em seguida vem construção civil (+17.407 vagas). Já o comércio registrou saldo positivo de 14.606 empregos formais.</p>
<p>Todas as regiões do País registraram saldo líquido positivo na criação de empregos formais no mês de maio. &#8220;Foi a primeira vez que isso ocorreu neste ano e é um indicativo muito positivo da recuperação da economia&#8221;, comentou Lupi. Os Estados do Sudeste, particularmente São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, além do Paraná e da Bahia apresentaram os melhores resultados líquidos de empregos formais.</p>
<p>O bom desempenho da agropecuária explica os bons desempenhos de Estados onde há vários ciclos agrícolas em desenvolvimento desde abril. O cultivo do café, por exemplo, foi responsável pela contratação de muita mão de obra em São Paulo, Minas Gerais e Bahia. O ciclo da cana de açúcar ajudou também a deslanchar novas contratações em São Paulo.</p>
<p>Em razão desse comportamento sazonal da agricultura, o Caged registrou em maio a abertura de mais vagas de trabalho com carteira assinada nas cidades do interior do País do que nas regiões metropolitanas. No interior, houve saldo líquido positivo de 79.218 empregos formais contra 34.202 postos no conjunto das regiões metropolitanas.</p>
<p><strong>Junho</strong></p>
<p>O ministro do Trabalho afirmou que o Caged de junho deverá registrar saldo positivo maior do que o de maio. Segundo ele, os setores de serviços e construção civil deverão continuar o &#8220;ritmo forte&#8221; de novas contratações.</p>
<p>Lupi também aposta que a indústria de transformação continuará registrando saldo positivo na geração de empregos formais.</p>
<p>&#8220;O meu otimismo tem alguma base real&#8221;, afirmou Lupi, fornecendo dados do seguro-desemprego para justificar a crença na tendência de alta do emprego. Em maio deste ano, foram solicitados 536.170 pedidos do benefício, contra 566.676 pedidos registrados em maio do ano passado.</p>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: Fila por vagas na educação infantil é de 101.719</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 12:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<category><![CDATA[creches]]></category>
		<category><![CDATA[DEM]]></category>
		<category><![CDATA[educação infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
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		<description><![CDATA[Os &#8220;gestores&#8221; da fila dizem que o aumento era esperado. Normal eles tinham limpado a lista para &#8220;diminuir&#8221; o deficit, mas a realidade das crianças sem vagas voltou a desnudar os demo-tucanos: em 3 meses o aumento foi de 40%. É o que eles chamam &#8220;Cuidar de gente&#8221;. LF

Fila por vaga ganha 30 mil crianças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os &#8220;gestores&#8221; da fila dizem que o aumento era esperado. Normal eles tinham limpado a lista para &#8220;diminuir&#8221; o deficit, mas a realidade das crianças sem vagas voltou a desnudar os demo-tucanos: em 3 meses o aumento foi de 40%. É o que eles chamam &#8220;Cuidar de gente&#8221;.</em> LF</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.novacorja.org/wp-content/uploads/2009/01/kassab2009.jpg" alt="http://www.novacorja.org/wp-content/uploads/2009/01/kassab2009.jpg" /></div>
<h1>Fila por vaga ganha 30 mil crianças em 3 meses<!--/TITULO--></h1>
<div style="background-color: #ffff99" id="articleBy"> <strong>Adriana Ferraz</strong> e <strong>Lívia Sampaio</strong> do <strong>Agora</strong></div>
<p><!--TEXTO--> A fila de espera por vagas nas creches e nas pré-escolas da rede municipal de São Paulo cresceu 40% em três meses. No período, o déficit na educação infantil (zero a seis anos) passou de 72.192 para 101.719 nomes.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/ult10103u545104.shtml">&#8216;Aumento é previsível&#8217;</a></li>
</ul>
<p>A maior fila continua sendo por uma vaga em creches municipais ou conveniadas. São 67.619 crianças (de zero a três anos) cujos pais não conseguem lugar, diferença de 10 mil no período _em dezembro, eram 57.607. Na pré-escola, há 34.100 na lista, contra os 14.585 anteriores.</p>
<p>No último cálculo, divulgado há menos de um mês (com dados de dezembro), o secretário municipal da Educação, Alexandre Schneider, afirmou que os números estavam próximos da realidade. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) seguiu a mesma linha. Em 14 de março, durante evento, ele disse que os dados estavam corretos e elogiou o sistema de recadastramento adotado pela secretaria, com o envio de cartas às mães interessadas.</p>
<p>O modelo escolhido, porém, foi criticado por especialistas e questionado pelo próprio secretário. Schneider comentou, em seu blog na internet, que solicitou uma revisão dos dados, já que 76 mil cartas não haviam retornado.</p>
<p>&#8220;A primeira parcial mostra que 4.881 desistiram da vaga e 24.143 já constavam como matriculados. Os 46 mil restantes não devolveram a carta confirmando o cadastro por uma série de motivos [desistência da vaga ou mudança], mas continuam com seu direito garantido caso retornem a procurar a rede&#8221;, escreveu o secretário em seu blog.</p>
<p>A promessa de zerar a demanda em creches é uma das principais promessas feitas por Kassab durante a campanha eleitoral do ano passado. Nesta semana, o prefeito reafirmou o compromisso na apresentação do plano de metas de sua gestão.</p>
<p>Para alcançar o objetivo, a prefeitura planeja firmar parcerias com a iniciativa privada para a construção e coordenação de novas unidades. O acordo apressaria o processo e reduziria os custos da gestão.</p>
<p>O TCM (Tribunal de Contas do Município) estuda o projeto para decidir se o aprova ou não na próxima semana.</p>
<p><strong>Bairros nobres</strong><br />
Na comparação por distrito, três áreas nobres da capital registram as maiores diferenças percentuais, dos últimos três meses, na fila por uma vaga em creche. São eles: Campo Belo (aumento de 140%), Itaim Bibi (129%) e Pinheiros (84%).</p>
<p>Quando a análise é por números absolutos, áreas mais carentes da zona sul lideram o ranking. Em Cidade Dutra, o crescimento real foi de 628 vagas. Em Cidade Ademar, outras 583 entraram na fila e, no Campo Limpo, 559. A região é tradicionalmente a mais carente da educação infantil. No Grajaú, o distrito campeão, 3.858 crianças estão à espera de um lugar. A conta por distritos mostra que só 16 dos 96 reduziram a procura. A principal queda, 79%, foi registrada na República (região central). Em seguida, no lado positivo da lista, estão Perdizes (com -54%), Marsilac (-44%) e Lapa (-15%).</p>
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