06/03/2009 - 18:00h Images & Visions, um blog a serviço da arte fotográfica

Fotógrafo retrata mulheres com seios à mostra nas ruas de Nova York

 

  

© Fotos de Jordan Matter. Mulheres com seios a mostra nas ruas de Nova York. EUA.
Cem fotos de mulheres mostrando os seios de todos os tamanhos, formas e idades, em lugares públicos de Nova York. Essa é a obra do fotógrafo nova-iorquino Jordan Matter. Sua coleção intitulada “Uncovered”, acessível na web no endereço http://www.jordanmatter.com/, depois de ser exibida em várias partes do mundo, virou febre na Internet. “Porque exatamente homens podem desfilar por aí sem camisa e as mulheres não? Quando publiquei as primeiras fotos recebi 30.000 visitas em dois dias”, afirma o fotógrafo. As fotografias mostram mulheres na rua, nos mercados, nas pontes, em cenas cotidianas, com modelos voluntárias sempre de topless. Veja mais fotos Aqui

Uma inusitada invasão de campo

© Foto de Ian Bradshaw. “Twickenham Streaker”, 1974.
 
Michael O’Brien, o “Twickenham Streaker”, invadiu o campo completamente nu, durante uma partida de rúgbi entre a Inglaterra e a França em Twickenham, em fevereiro de 1974. Na foto um policial cobre estrategicamente o invasor com o quepe. A autoria da famosa imagem é do fotógrafo independente Ian Bradshaw, que foi eleita a foto do ano pela revista LIFE.

Exposição de Vik Muniz é prorrogada no Rio

 

 

 

© Vick Muniz sobre foto de Richard Avedon. Marilyn Monroe, Nova York, 06 de maio de 1957.
O Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de janeiro prorrogou até o dia 22 de março a exposição “Vik”, com obras do artista plástico e fotógrafo paulistano Vik Muniz, antes prevista para acabar no domingo, dia 08 de março. No dia 23 a exposição segue para o Museu de Arte de São Paulo-MASP. A justificativa é o sucesso de público: em pouco mais de um mês, mais de 26 mil pessoas visitaram a mostra. Foram reunidas 131 fotografias de dimensões variadas de trabalhos realizados por Muniz a partir de diferentes técnicas e materiais inusitados, como geléias, sucatas e papéis picados. Exposição “Vik”, Museu de Arte Moderna – MAM. Horário: das 12h às 18h, de terça a sexta; das 12h às 19h, aos sábados, domingos e feriados. Ingressos: R$ 8 e R$ 4 (meia-entrada). Informações: (21) 2240-4944
Fonte: IG

Milão exibe cem das melhores fotografias de moda publicadas pela revista Vogue

 

 

© Foto de Irving Penn/Vogue. Hat Trick, 2007.
Cem das melhores fotografias de moda publicadas pela edição americana da revista “Vogue” nos últimos 80 anos compõem a exposição que pode ser vista no Palazzo della Regione de Milão, por ocasião da Semana da Moda que acontece na cidade. A exposição “Extreme Beauty” é uma análise fotográfica do papel da beleza na sociedade e da forma como, ao longo destes anos, os padrões e a percepção da beleza se alteraram. Annie Leibovitz, Steven Klein, Irving Penn e Helmut Newton são alguns dos fotógrafos que tem trabalhos expostos. Veja mais fotos Aqui
Fonte: Público/Portugal

01/11/2008 - 18:08h Helmut Newton

newton_domestic_nude.jpg
Domestic nude
, 1993
© Helmut Newton

Helmut Newton fotografava assim

Inês Nadais
(P2
, Público, 31.10.2008)

Nas imagens de Helmut Newton (Berlim, 1920-Los Angeles, 2004), as mulheres comem sexo ao pequeno-almoço: não há espaço para mais nada a não ser para esse mínimo denominador comum da condição humana, como demonstram as fotografias desde ontem expostas na galeria La Fábrica, em Madrid. Ele não mostrava as mulheres como elas eram: mostrava as mulheres como elas iam ser.

Há um extraordinário sentido de futuro nas 18 fotografias agora reunidas em Madrid (11 imagens da série Special Collection, quatro do portfólio Cyberwomen, e ainda Parlour Games, Domestic Nudes e Teacher and Slave): Helmut Newton não era um fotógrafo, era um visionário, e isso faz com que seja possível olhar para estas imagens feitas na década de 90 e ver o futuro, mais do que o passado. Cibermulheres, amazonas domésticas, raparigas com causa (e que dão o corpo por ela): com ele, elas passaram de objectos sexuais a sujeitos sexuais. É essa revolução na história da fotografia (e, em geral, na história da representação da mulher) que a galeria La Fábrica pretende sublinhar nesta retrospectiva (a galeria chama-lhe, em subtítulo, qualquer coisa como Visionando La Mujer del Nuevo Milenio) que fica até ao fim de Novembro.

Filho de uma norte-americana e de um judeu que era fabricante de botões, Helmut Newton nasceu em Berlim, de onde fugiu em 1938, três semanas depois da Noite de Cristal (onda de violência dirigida pelos nazis contra os judeus, na Alemanha e na Áustria). Foi em Singapura, no final desse ano, que se tornou fotógrafo, mas só a partir de 1961 (durante a Segunda Guerra Mundial interrompeu a carreira para conduzir camiões no Exército australiano), ano em que se fixou em Paris, é que definiu mais objectivamente aquilo que lhe interessava e se impôs como a testemunha de um certo mundo (um mundo que ele transformou em iconografia): “Evitei tanto quanto possível fotografar em estúdio. Ao fim e ao cabo, uma mulher não passa a vida sentada ou de pé contra um papel de parede. Embora isso não facilite o meu trabalho, prefiro sair à rua com a câmara, enfiar-me em lugares públicos e privados que geralmente só as pessoas ricas frequentam. Foram sempre esses lugares, normalmente inacessíveis aos fotógrafos, que mais me estimularam.”

Os trabalhos que fez para revistas como a Vogue, a Elle e a Marie Claire converteram-no num dos mais célebres fotógrafos de moda (ao ponto de não ser possível fazer a história da moda na segunda metade do século XX sem passar por ele). Não podia ter havido um destino mais surpreendente do que esse para um homem que não tinha uma política de gosto: ‘Odeio o bom gosto. É o pior que pode acontecer a um artista.’

Helmut Newton
La Fábrica Galería
Verónica, 13, Madrid
Até 29 de Novembro

09/06/2008 - 22:50h Horst P. Horst, suas fotos de moda sempre

horst.jpg

In the history of twentieth-century fashion and portrait photography, Horst’s contribution figures as one of the most artistically significant and long lasting, spanning as it did the sixty years between 1931 and 1991. During this period, his name became legendary as a one-word photographic byline, and his photographs came to be seen as synonymous with the creation of images of elegance, style and rarefied glamour.

Born on 14 August 1906, Horst Paul Albert Bohrmann was the second son of a prosperous middle class Protestant shop owner, Max Bohrmann and his wife, Klara Schoenbrodt.

The first pictures that carried a Horst credit line appeared in the December 1931 issue of French Vogue. It was a full-page advertisement showing a model in black velvet holding a Klytia scent bottle in one hand with the other hand raised elegantly above it… Horst’s real breakthrough as a published fashion and portrait photographer was in the pages of British Vogue… starting with the 30 March 1932 issue showing three fashion studies and a full-page portrait of the daughter of Sir James Dunn, the art patron and supporter of Surrealism.

War was declared between America and Germany on 7 December 1941. Horst was called up for service, though he was not officially enrolled until July 1943. The late 1930s and early 1940s were his most productive years, during which he excelled at working with 10-x-8 inch colour transparencies both for covers and for portrait and fashion sittings…

As a typical example of wartime escapism, the Rita Hayworth film Cover Girl (1944) provided Horst with the opportunity to produce one of his most sumptuous film-star covers in a montage of seven different portraits of the cover girl Susann Shaw set against a silk design. His picture of Loretta Young became an almost immediate classic when it was featured in a special edition of Vogue which included masterpieces of photography selected by (classic photographer Edward) Steichen to show off the first hundred years of the medium.

Horst P. Horst
Coco Chanel, 1937
gelatin silver print
11 x 11″
illustrated Horst 60 Years of Photography, Variant

Pictures taken in Europe in the 1950s, away from studio interference from the new Vogue editor, had a startling plein-air quality. They ranged from Ian Fleming shot at Kitzbeuhel to an extended essay on the German conductor Herbert von Karajan in his modern sports car at his Austrian retreat… Horst’s first important trip to Austria occurred in 1952, to work on a major advertising campaign with the new model Suzy Parker, who would become a major star in the 1960s before attempting a film career. In America that same year, he took his first lifestyle house and interior photographs; the sitter was Consuelo Vanderbilt, Duchess of Marlboro and now MMe. Jacques Balsan. This series, encouraged by Diana Vreeland during her time at Vogue, was to continue into the 1980s in both Vogue and House and Garden and was to be collected in the book Horst: Interiors by Barbara Plumb (1983).

The 1960s started well for American Vogue with the appointment of the larger than life ‘Empress of Fashion’, Diana Vreeland, as Editor-in-Chief. Vreeland served from 1961 until 1971, when a change of approach was deemed necessary. Horst was assigned some of the leading players of the time and produced a number of archetypal images of this energetic decade.

The 1970s remains the decade that good, timeless style overlooked, and work for Horst was necessarily sparse… However, Horst’s rediscovery by a new group of 1980’s style-seeking enthusiasts resulted in increasing commissions…

Horst was commissioned to take nine photographs which appeared in February 1980. This was the most popular issue of Life in that year, selling 1.5 million copies. It led to a book contract and continued work with (editor James) Watters, whose encyclopaedic knowledge of early Hollywood stars made him the ideal interviewer as the two men travelled round America to produce their best-selling book Return Engagement: Faces to Remember – Then and Now (1984).

Horst’ career can be said to have reached Old Master status when the world’s most famous pop goddess, Madonna, created her celebrated hymn to classic fashion photography with her single Vogue in 1990. In the video directed by David Fincher, she posed as a recreation of Horst’s most iconic fashion image, a model seen from behind, wearing a partially tied, back-laced corset made by Detolle.

L'image “http://www.horstphorst.com/images/corset_home.jpg” ne peut être affichée car elle contient des erreurs.

In his approach to portraiture, Horst set out to create a parallel aspirational universe in which his subjects became mysterious and alluring. Bruce Weber, one of many photographers influenced by Horst, artfully described his feelings about Horst’s work in a 1992 television documentary: ‘The elegance of his photographs … took you to another place, very beautifully … the untouchable quallity of the people is really interesting as it gives you something of a distance … it’s like seeing somebody from another world … and you wonder who that person is and you really want to know that person and really want to fall inlove with that person’.

– excerpted from Terrence Pepper’s essay “Always in Vogue” from the book Horst Portraits, 60 Years of Style. National Portrait Gallery, London, 2001

L'image “http://www.pdngallery.com/20years/fashion/images/08_horst_p_horst.jpg” ne peut être affichée car elle contient des erreurs.

Horst P. Horst
for Hanes “Round the Clock”
1987
Courtesy of Staley-Wise Gallery.
New York

25/04/2008 - 20:48h Helmut Newton e a modelo Carla Bruni

newton_carlabruni-93.jpg