11/11/2009 - 10:03h Bem pequenino para ninguém ver

Na versão eletrónica da Folha a notícia nem figura. No Estadão (ver a seguir) são poucas linhas com o título de “Ela” sobe (quem é “Ela”? Marina? Dilma? Ora, todos sabem que “Ela” é Ela). Não aparecem os cenários, os detalhes técnicos, os perfis socio-econômicos, às regiões; só três linhas.
Será que o instituto Vox Populi, contratado pelo Jornal da Band, não tem credibilidade? Será que o destaque seria o mesmo se os resultados das pesquisa fossem inversos e “Ela” caísse? Será que o título seria “Ele sobe”? Será? LF


Ela sobe 4 pontos e Serra cai 4 na Vox Populi

André Mascarenhas, estadao.com.br

Pesquisa Vox Populi/Band, divulgada ontem pelo Jornal da Band, mostra a recuperação da pré-candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). Ela tem 19% das intenções de voto no cenário com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). O tucano continua em primeiro lugar, com 36% das intenções de voto. Em outubro, a petista tinha 15% e Serra, 40%.

11/09/2009 - 14:04h 75 % da população considera que cresceu a apuração dos escândalos no governo Lula e não a corrupção

Pesquisa: Para professores da UFMG, tema da corrupção não deverá ser fator determinante na hora do voto

http://4.bp.blogspot.com/_wgeILsYcbhI/SEU4L6TV7aI/AAAAAAAAAbw/LDNRwVN-mvo/s400/Descalabro+tucano,+SP+%E2%80%93+Corrup%C3%A7%C3%A3o+do+PSDB-SP.+PIG+silencia+sobre+esc%C3%A2ndalo+Alstom.+E+SE+FOSSE+ALGU%C3%89M+DO+PT+OU+DE+OUTRO+PARTIDO+DE+ESQUERDA+ENVOLVIDO....jpg

Denúncias saturam opinião pública

César Felício, de Belo Horizonte – VALOR

Em um ano em que a profusão de casos de corrupção no noticiário manteve-se em alta, a opinião pública brasileira mostra sinais de exaustão com o tema, segundo pesquisa com 2,4 mil entrevistados feita em julho pelo instituto Vox Populi, sob a coordenação dos professores Leonardo Avritzer e Fernando Filgueiras, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde são responsáveis pelo Centro de Referência do Interesse Público.

Reduziu-se de 54% para 39% os pesquisados que consideram que a corrupção “aumentou muito” nos últimos cinco anos e de 77% para 73% o de pesquisados que classificam o tema como “muito grave”, em relação ao levantamento feito em maio do ano passado. Na faixa com renda acima de 10 salários mínimos, a redução da classificação “muito grave” foi de 90% para 84%. Na que recebe até um salário mínimo, houve uma queda nesta faixa de 69% para 64%.

“A corrupção sempre é percebida como um problema da esfera pública, e não privada. E neste sentido, há uma percepção de maior atuação das instituições de controle, como Polícia Federal, controladorias e tribunais de contas. A sucessão de escândalos começa a ser vista como esperada”, disse Filgueiras.

E mesmo a atuação das instituições de controle começa a ser vista com desconfiança: na pesquisa do ano passado, 86% dos entrevistados avaliaram a atuação da Polícia Federal como positiva e 55% afirmaram que a instituição não ultrapassava limites legais para fazer suas investigações. Desta vez, ainda que o percentual de avaliação positiva da PF tenha praticamente se repetido, a maioria absoluta dos pesquisados afirmou que a instituição, às vezes, pode transgredir as leis ao apurar eventuais delitos.

Ao longo do ano passado, a PF atravessou uma crise decorrente da Operação Satiagraha, comandada inicialmente pelo delegado Protógenes Queiroz, que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, entre outras personalidades. Dantas foi beneficiado por dois habeas corpus concedidos pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, Protógenes afastou-se das investigações com seus métodos de atuação sob suspeita e ingressou na vida partidária.

A mesma situação acontece com o Legislativo. Em 2008, 48% dos pesquisados afirmaram que deputados e senadores poderiam pisar no arcabouço legal ao investigar os integrantes do Executivo. Agora, a maior parte dos pesquisados disse acreditar nesta possibilidade.

A pesquisa da Vox Populi-UFMG não chegou a medir o grau de conhecimento dos pesquisados sobre a onda de denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que, ao lado dos questionamentos sobre a atuação da Petrobras, dividiu o noticiário de escândalos neste ano. Mas foram detectados indícios de que a imagem do Legislativo conseguiu se tornar ainda pior do que já estava.

Em 2008, instados a atribuírem notas de zero a dez em instituições e grupos, sendo a nota máxima o maior grau de corrupção e a nota mínima o menor, os pesquisados consideraram as Câmaras de Vereadores como o órgão mais corrupto, com nota 8,36. A Câmara dos Deputados vinha em segundo, com 8,34; as prefeituras em terceiro, com 8,07; e o Senado em quarto, com 8,02. Agora os deputados pularam para o primeiro lugar, com 8,54, e os senadores os escoltam em segundo, com 8,43.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva permanece, assim como na pesquisa de 2008, relativamente blindado da associação com escândalos. A Presidência da República caiu do 7º para o 12º posto entre as instituições com maior nota de corrupção. E permaneceu igual o percentual dos pesquisados que acredita que o que cresceu no governo Lula não foram os casos de corrupção, mas a apuração dos escândalos: 75% das entrevistas. Apesar disso, ao contrário do que ocorreu em 2009, o número de entrevistados que acredita que os escândalos do momento guardam alguma relação com o governo federal é ligeiramente maior do que os que não veem relação.

Tanto para Avritzer como para Filgueiras, os resultados da pesquisa deste ano são um indicativo de que o tema da corrupção, ainda que atraia a atenção da mídia e seja considerado grave ou muito grave pela grande massa da população, continuará não sendo um fator para a determinação do voto.

“No Brasil o corte partidário entre denunciantes e denunciados impede que esta questão seja determinante em termos eleitorais. A denúncia à corrupção usualmente é vista como uma ferramenta de setores conservadores para um ataque ao Estado, e não como uma proposta de reforma”, afirmou Avritzer, para quem a eleição de Fernando Collor, em 1989, foi o último momento em que o combate à corrupção foi o elemento central de uma campanha bem sucedida. “E a evidente contradição entre a plataforma de Collor e o que representaram seus governos fizeram com que o discurso moralista perdesse audiência na cena eleitoral”, afirmou. Collor foi o primeiro chefe de Estado no mundo a ter um processo de impeachment aprovado pelo Legislativo, em 1992.

Avritzer e Filgueiras chamam atenção para o fato de mais de 50% dos pesquisados afirmarem concordar inteiramente com a necessidade de leis mais duras contra a corrupção, um dado já presente na pesquisa do ano passado. “A sensação de impunidade leva à defesa de leis cada vez mais severas, em um círculo virtuoso. Este, ao contrário do que se poderia imaginar, não é um processo por si positivo. Termina por engessar o poder público e a sociedade em um conjunto de normas cerceadoras”, afirmou o cientista político.

Avritzer citou que a própria pesquisa realizada pela Vox Populi só se tornou possível graças ao apoio financeiro da Fundação Konrad Adenauer, vinculada ao CDU, o partido de centro-direita alemão. “Se fosse seguir o trâmite de uma instituição pública, uma pesquisa como essa não teria viabilidade, dado o grau de controle existente “, comentou Avritzer. O professor vê de maneira auspiciosa as propostas que endureçam o processo e a execução penal. “O conceito de presunção de inocência deveria ser relativizado para os que concorrem a cargo eletivo, caso exista condenação judicial em primeira instância”, sugeriu.

30/08/2009 - 16:44h Pesquisa Vox Populi

19/08/2009 - 11:08h Vox Populi: Serra continua caindo nas pesquisas para presidente

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21/05/2009 - 10:40h É Vox Populi: Dilma já está acima de 20% de intenção de voto

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Painel

RENATA LO PRETE – painel@uol.com.br

Meio cheio…

Na tentativa de afastar a incógnita introduzida pela doença de Dilma Rousseff na equação de 2010, lideranças petistas discutem desde o início da semana dados preliminares de pesquisa feita pelo instituto Vox Populi para o partido, na qual a ministra da Casa Civil ultrapassa pela primeira vez a barreira dos 20% de intenção de voto. Levantamentos encomendados pela oposição teriam chegado a número semelhante. Como o discurso oficial sempre foi o de que essa marca deveria ser atingida até o final do ano, o resultado é apresentado como superior à expectativa.
Duas outras conclusões preliminares animam o PT: a) menos de metade dos entrevistados já entendem Dilma como “a candidata do Lula”; b) a liderança folgada do próprio presidente na pergunta espontânea.


…meio vazio. O PT sabe, porém, que o atual patamar de Dilma nas pesquisas sobre a sucessão presidencial foi obtido à custa de meses de superexposição, receita que não poderá ser repetida enquanto durar a quimioterapia. Em espera. Marta Suplicy mantém a intenção de reunir em sua casa um grupo de comunicadoras, “mulheres poderosas em suas áreas”, em torno de Dilma. O almoço, que aconteceria neste sábado, será remarcado quando a ministra julgar conveniente.

23/09/2008 - 19:15h Fortaleza: Luizianne cresce e consolida liderança

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Isabela Martin – O Globo

FORTALEZA – A liderança consolidada da prefeita de Fortaleza e candidata à reeleição, Luizianne Lins (PT), foi confirmada na sexta pesquisa Vox Populi/TV Jangadeiro divulgada nessa terça-feira. Luizianne cresceu dois pontos percentuais em relação à consulta anterior, do dia 8 de setembro, e registra agora 47% das intenções de voto, seguida pelos candidatos Moroni Torgan (DEM), com 22%, e Patrícia Saboya (PDT), que tem 14%. Com apoio do governador Cid Gomes (PSB) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a petista trabalha para vencer a disputa ainda no primeiro turno.

Todos os outros cinco adversários juntos somaram apenas 5%, incluindo Luiz Gastão (PPS), que obteve 1%, e nesta segunda-feira renunciou à candidatura. O Vox Populi ouviu 700 pessoas nos dias 19 e 20 de setembro. A pesquisa contratada pela TV Jangadeiro (afiliada do SBT) está registrada na justiça eleitoral com o número 666/2008.A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais para mais ou para menos.

Há duas semanas, quando a tendência de crescimento de Luizianne se acentuou, ela virou alvo de ataques dos adversários. Mas a estratégia parece não estar surtindo efeito em favor deles. Em relação à pesquisa anterior, Moroni caiu um ponto e Patrícia, três pontos.

Num possível segundo turno, Luizianne também derrotaria Moroni e Patrícia, segundo o Vox Populi. Contra Moroni ela venceria de 57% a 34%. Com o mesmo percentual, derrotaria Patrícia, que ficaria com 33%. Já candidata do PDT venceria Moroni por 48% a 37%. Brancos e nulos somaram 10% e não sabe ou não respondeu, 6%.

O fraco desempenho de Patrícia contrasta com a sua baixa rejeição, apenas 8%, a menor entre os mais bem colocados. Moroni lidera nesse quesito com 32%, enquanto Luizianne é rejeitada por 23% dos eleitores.