13/11/2007 - 15:30h WTM 2007: Brasil se destaca em feira de turismo de Londres, como destino de natureza

Praias de Mucuri – Bahía

EFE – Portal Globo
LONDRES – O Brasil ganhou destaque na abertura da Feira Internacional de Turismo (World Travel Market – WTM) em Londres, como um destino de natureza de interesse para o visitante europeu.

- Em termos de rentabilidade, tivemos um recordo no ano passado. Apesar de termos recebido menos visitantes, os que vieram ficaram mais tempo e gastaram mais – disse a ministra Marta Suplicy, na abertura do evento, que prossegue até dia 15 na capital britânica.

O Brasil participa da WTM com um dos maiores estandes do evento que reúne 202 países, todos ali reunidos como objetivo de promove seus atrativos turísticos, sobretudo ao mercado europeu.

- O mercado europeu é muito rentável. Temos coisas que agradam ao mercado europeu e, além disso, a força do euro os beneficia – disse Marta, destacando que o continente é responsável por 36% dos visitantes que chegam ao Brasil a cada ano, sendo os portugueses, a maior parte.

Também se destaca a Espanha, disse a ministra, que aumentou seu fluxo de visitantes ao Brasil em 22% no ano passado e que tem contribuído com investimentos significativos na hotelaria em importantes regiões turísticas no Brasil.

Mas as novas apostas do Brasil são a Escandinávia e os Estados Unidos – este último que receberá a fatia mais gorda do bolo dedicada ao investimento de promoção nos próximos meses, principalmente em regiões como Nova York, Miami, Los Angeles e Chicago.

Para seduzir os viajantes do outro lado do Atlântico, o Ministério do Turismo brasileiro e a Embratur trabalham com a promoção da imagem do Brasil como um destino essencialmente de natureza, de aventuras, destacando as regiões do Amazonas ou Bonito, no Mato Grosso do Sul.

- Não podemos focar no turismo cultural, como faze outros países latino-americanos, porque não se pode fazer isso em regiões como o Amazonas. Temos que destacar o ecoturismo – dissse Marta.

- O que realmente queremos é mostrar que o Brasil tem muitas coisas mais além do Rio de Janeiro e suas praias. E, nesse sentido, agora parece que os turistas, sobretudo espanhóis e portugueses estão descobrindo cada vez mais o norte do país – disse.

Como parte desta oferta alternativa, o Brasil se esforça para promover tornarem conhecidas também no esterior as festas populares alternativas como as de Salvador e de Pernambuco.

12/11/2007 - 17:29h Ministra do Turismo inaugura estande do Brasil na WTM

Ministra do Turismo inaugura estande do Brasil na WTM

Londres (12/11) – A ministra do Turismo, Marta Suplicy, e a presidente da Embratur, Jeanine Pires, abriram hoje, em Londres, a participação brasileira no World Travel Market 2007 (WTM), um dos principais eventos mundiais da área de turismo. A recente decisão da Fifa de realizar a Copa do Mundo de 2014 no Brasil é um dos assuntos que mais tem chamado a atenção da mídia inglesa.“Especialistas dizem que a Copa do Mundo tem potencial de atrair mais turistas do que uma Olimpíada”, afirmou a ministra, em entrevista à imprensa inglesa. Durante as entrevistas, o Brasil esteve representado também pelo ex-jogador Carlos Alberto Torres, capitão da seleção brasileira na Copa de 1970.

O estande do Brasil no WTM tem 713m2 e destaca, em grandes painéis, algumas das principais atrações turísticas do País, como Rio de Janeiro (RJ), Ouro Preto (MG), São Paulo (SP) e Porto de Galinhas (PE). Participam do estande 68 parceiros, incluindo representantes de destinos turísticos (estados e municípios), empresas aéreas, hotéis e operadores de turismo, entre outros setores.

“A Inglaterra é o 11º país emissor de turistas para o Brasil, com cerca de 170 mil visitantes em 2006”, revela Jeanine Pires, da Embratur. “Mas estamos seguros de que há muito potencial para crescermos neste mercado, e o WTM é uma excelente oportunidade para promover o Brasil.”

A meta do Brasil é fechar o ano com um total de 5,5 milhões de visitantes estrangeiros, o que representa um crescimento de quase 10% sobre 2006. Em relacão à entrada de divisas, a previsão é de um total de US$ 5,1 bilhões, com um incremento de 18,6% sobre o ano anterior.