15/05/2009 - 09:23h Para Lula, oposição mente ao comparar mudança na poupança com confisco

Vanessa Jurgenfeld, de Florianópolis – VALOR

http://4.bp.blogspot.com/_tUkHHCyk8_k/RvP9ZWAFfZI/AAAAAAAABTg/SgvXU6Nk95w/s400/arvore+de+dinheiro.gifO presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, ontem, após participar da cerimônia de abertura do World Travel and Turism Council (WTTC), em Florianópolis, que a oposição mentiu quando comparou a alteração na poupança com o confisco feito pelo ex-presidente Fernando Collor de Melo.

“No fundo, no fundo, o que eles queriam que era nós fizéssemos o que foi feito no passado. Como garantimos os poupadores brasileiros, eu acho que eles não sabem o que fazer. Tenho pena de um país que tem uma oposição que perdeu o discurso e começa a falar em coisas que nem eles acreditam.”

O presidente também destacou que “essa parte da oposição que critica estava com o Collor em 89. “Não podemos permitir que ela (a poupança) vire um fundo de investimento. Até outro dia todo mundo estava reivindicando que era preciso reduzir a Selic. Na medida em que a Selic cai, não podemos permitir que pessoas que tenham R$ 1 milhão ou R$ 2 milhões fiquem colocando na poupança. Queremos que invistam em setor produtivo, porque queremos desenvolver a economia”, disse Lula.

Em discurso para os participantes do evento, na grande maioria investidores do setor hoteleiro e aéreo, Lula tratou do turismo e questionou o que o país poderia oferecer para atrair investimentos. E ele mesmo respondeu que não se trata de oferecer facilidades. “Não é não cobrar tributo ou dar terreno de graça. Temos que dar certeza de serviço de qualidade”.

“Possivelmente tenhamos o maior potencial que um país no mundo tem”, citando que há poder aquisitivo “razoável, não depende de ninguém para que se transforme em uma grande nação, há novos investimentos em infraestrutura e belezas naturais. “Brasil não é o melhor país do mundo, mas também não é o pior”, afirmou o presidente..

O presidente disse que trabalha em um projeto com os governadores para desenvolver uma aviação regional, porque há poucos voos fora de capitais e também na América do Sul. “A nossa aviação regional já foi infinitamente melhor do que é hoje.”. Segundo o presidente, é preciso que os presidentes dos países da América do Sul criem condições e até “subsidiem” a criação de linhas aéreas, que no início, podem até ser deficitárias.

Para o presidente, “o Brasil não trata mais o turismo como discurso de campanha eleitoral ou porque é bonito falar de turismo. Entendemos que o turismo é uma indústria extraordinária para desenvolvimento econômico, cultural e para distribuição de renda e geração de emprego”. Criticou seus antecessores, ao dizer que criou uma pasta específica para a área e lembrou que nos anos 40 o turismo estava no Ministério da Agricultura, depois foi para a Indústria e Comércio e depois para o Ministério do Esporte. “O turismo brasileiro nunca tinha sido tratado a sério”.

14/05/2009 - 16:55h Turismo: Retração no Brasil deve ser bem menor que a do mundo em 2009

http://www.arcruise.com/cms/uploads/NOVOS/turismo%20MPA.jpg

Roberta Campassi, de São Paulo – VALOR

O francês Jean-Claude Baumgarten, presidente do Conselho Mundial de Turismo & Viagens (WTTC, em inglês), é o tipo de pessoa que vê o copo meio cheio, não a metade vazia. Quando ele analisa a economia do turismo no Brasil, destaca não os pontos de atraso em relação ao mundo, mas sim o que estar atrás dos outros países pode significar: um potencial de crescimento muito maior.

Baumgarten desembarcou em solo brasileiro nesta semana para ciceronear a 9 ªconferência global do WTTC em Florianópolis, que ocorre na sexta-feira e no sábado, pela primeira vez num país latino-americano. A entidade representa empresários do mundo todo – conta com 100 presidentes das maiores empresas do turismo entre seus membros – e discutirá no evento problemas e oportunidades do setor.

Baumgarten prefere olhar para as oportunidades. Por exemplo: se o turismo representa 6,2% do PIB do Brasil contra 9,4% da economia de 181 países juntos, a conclusão do presidente é que “existe um fantástico espaço para expansão” em toda a cadeia do setor de viagens no país. Por sua vez, se o turismo gera 5,9% dos empregos brasileiros contra 7,6% dos empregos mundiais, isso mostra que o governo tem uma boa possibilidade de fomentar trabalho.

Quem sabe a visão mais otimista de Baumgarten não seja desmedida. Embora os dados mostrem que o turismo no Brasil tem peso menor na economia do que que em outros lugares, algumas projeções apontam para a tendência de recuperação no futuro.

É o caso da estimativa de crescimento da atividade turística ano a ano, de 2009 a 2019. No Brasil, a expansão anual deverá ser de 4,5%, mais do que o ritmo de 4,3% na América Latina e de 4% no mundo todo. Mesmo em 2009, ano de recessão global, a atividade turística brasileira deve registrar encolhimento de apenas 0,4%, frente a um tombo de 3% nos países latino-americanos e de 3,5% no mundo. Todos os dados foram produzidos a pedido do WTTC pela Oxford Economics, consultoria econômica da Universidade de Oxford.

Mas Baumgarten também tem ciência dos entraves para a evolução do turismo e dá dois conselhos ao Brasil: fomentar o turismo doméstico e facilitar a vida dos investidores.

“Se olharmos para os países em que o turismo é muito forte, veremos que todos eles têm muito turismo interno”, afirma. Ele explica que as viagens das pessoas em seus próprios países são essenciais para sustentar os negócios de turismo no longo prazo e os tornam mais independentes de eventos internacionais negativos, como a recente pandemia de gripe. “Nos EUA, 85% da atividade turística são gerados pelos próprios americanos. A Índia é um bom exemplo entre os países que estão fomentando o turismo interno”, diz.

Outro ponto crucial, segundo Baumgarten, é o esforço dos governos para atrair investidores. “A construção de um hotel se paga em 30 anos, então é necessário que o governo sinalize que haverá coerência na cobrança de imposto, investimento na promoção do destino e pouca burocracia.” E completa: “Os investidores estão ansiosos para vir ao Brasil e agora é a hora de o país fazer sua lição de casa.”

09/05/2009 - 11:28h Gripe afeta turismo mundial

Mercado Aberto

GUILHERME BARROS – FOLHA SP

guilherme.barros@grupofolha.com.br

Gripe suína é tema principal de congresso sobre turismo

“Más notícias nunca vêm sozinhas.” A frase é de Jean-Claude Baumgarten, presidente do WTTC (World Travel & Tourism Council), ao se referir aos impactos da crise financeira mundial que já abalou os números do turismo global e agora ganha força da gripe A (H1N1) para atrapalhar ainda mais o setor.
Baumgarten vem ao Brasil para participar, nos próximos dias 15 e 16, em Florianópolis, da Conferência Global sobre Viagens e Turismo, organizada pelo WTTC, que reúne as cem principais lideranças do setor no mundo.
Durante o evento, será apresentado um estudo sobre os estragos que a pandemia pode provocar no setor. Estará presente um representante da Organização Mundial de Saúde do México, país cujo turismo tem sofrido os piores reflexos.
Nas últimas semanas, desde que começaram a ser divulgados os casos de vítimas da doença, o fluxo global de turismo já caiu. Países como México e Estados Unidos já estão sendo afetados, obviamente, segundo Baumgarten, mas não serão os únicos.
“Reino Unido, França, China e muitos outros sofrerão”, diz o presidente do WTTC.
O PIB do turismo mundial vinha se aquecendo nos últimos anos, com crescimento médio de 3,6% ao ano entre 2004 e 2007. Com o aprofundamento da crise financeira, em 2008, o crescimento foi de apenas 1%. Para 2009, a expectativa é de redução de 3,5%.
“Em 2010, esperamos estabilização, com crescimento entre 0,25% e 1%”, afirma Baumgarten. Só a partir de 2011 esses números saltariam para o patamar dos 4,3% ao ano.
“É preciso atentar agora para o fato de que vai chegar um momento em que a economia vai se reerguer. E nesta hora os países precisam estar preparados com infraestrutura e investimentos, principalmente por meio de parcerias público-privadas. Os governos devem estar prontos para o potencial de crescimento do turismo, que é muito forte em economias como Brasil, Índia, China e tantas outras.”
Neste ano, a indústria do turismo deve gerar US$ 5,4 trilhões, considerando os diversos setores em que influencia. Sozinho, o PIB do setor deve ficar em US$ 1,8 trilhão, segundo pesquisa do WTTC realizada pela Oxford Economics.

Leia a integra da coluna na Folha SP

14/03/2009 - 09:32h Brasil quer mais turistas sul-americanos

Governo aposta em sul-americanos para evitar “recessão” do turismo

cristo_maravilha.jpg

Portal O Globo e Valor Online

SÃO PAULO – O governo brasileiro vai concentrar seus esforços no mercado doméstico e sul-americano para manter aquecida a indústria do turismo, que responde por cerca de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A informação é do ministro do Turismo, Luiz Barretto, que já trabalha com um cenário de queda nas visitas de americanos e europeus ao Brasil neste ano, em razão da crise internacional.

Apesar do provável desaquecimento, o Brasil está bem posicionado no contexto mundial. Segundo relatório divulgado na quinta-feria, em Berlim, pelo Conselho Mundial de Viagem e Turismo (WTTC, na sigla em inglês), o mercado brasileiro sofrerá em 2009 uma retração de 0,4% em relação ao ano passado, contra uma queda global média projetada em 3,5%.

” Para nós será praticamente uma estabilidade”, comemorou o ministro, em entrevista ao Valor Online.

Para compensar a ausência de americanos e europeus, a pasta irá focar o turismo interno e de menores distâncias para incentivar os brasileiros a viajar mais em 2009.

” Também vamos trabalhar com os turistas sul-americanos, como chilenos e argentinos, que estão com câmbio favorável para virem para cá ” , completou Barretto, que lembrou ainda que 2009 reserva um bom número de feriados prolongados.

Apesar da animação, o ministro prefere não revelar suas próprias projeções.

“Não é possível fazer neste momento ” , disse ele.

De concreto, se sabe apenas que em janeiro deste ano os turistas estrangeiros deixaram US$ 492 milhões no Brasil, o que representa uma queda de 17,3% em relação ao mesmo mês de 2008, quando a cifra foi de US$ 595 milhões, a maior arrecadação mensal de todos os tempos, segundo o ministério.

Leia também: OMT estima crescimento nulo no turismo para 2009

Brasil sobe quatro posições em ranking do turismo

28/04/2008 - 19:59h Alta de preços dos alimentos e petróleo esfria turismo mundial, mas no Brasil crescerá 5,8% este ano

10_mhg_rio_cristo_1005.jpg

CÁSSIO AOQUI
Enviado especial da Folha de S.Paulo a Dubai

A alta dos preços de alimentos e do petróleo já apresenta desdobramentos negativos no setor de turismo. Para este ano, o crescimento da indústria de viagens no mundo deverá ser menor do que o do ano passado –de 3%, contra 4,1% em 2007.

Outros fatores que agravam o cenário são o enfraquecimento do dólar, o esfriamento da economia norte-americana, a volatilidade do mercado de capitais e, a longo prazo, as conseqüências do aquecimento global. Os dados são do estudo “Travel & Tourism Satellite Accounting”, realizado pela consultoria Accenture a pedido do WTTC (Conselho Mundial de Viagens e Turismo).

Os impactos no Brasil, porém, demorarão mais para serem sentidos. O crescimento previsto para esse setor no país é de 5,8% neste ano. Para os próximos dez anos, o índice médio cai para 4,8% –ainda assim, trata-se do maior crescimento na América Latina.

Segundo o estudo, a indústria de turismo no Brasil deverá movimentar, direta ou indiretamente, R$ 173 bilhões em 2008 –o equivalente a 6,2% do PIB nacional. Também será responsável por 5,9% (5,5 milhões) do total de empregos –1 em 17 postos de trabalho–, alta de 5,5% em relação a 2007.

Apesar de ser a 14º maior economia do turismo entre 176 países no ranking do WTTC, o Brasil é apenas o 41º em termos de previsão de crescimento. Quando analisada a contribuição do setor de turismo no PIB nacional, o país cai para 140º.

Escritório no Brasil

O esfriamento da economia e seus impactos na indústria do turismo foram os carros-chefes na Conferência Mundial de Viagens e Turismo, maior encontro de empresários do setor e governantes, que aconteceu na semana passada, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

A preocupação acerca do crescimento sustentável foi ou tópico em pauta. Paralelamente ao evento, o governo dos Emirados anunciou a transferência da capital, hoje em Abu Dhabi, para uma cidade planejada em seu entorno e um plano para a criação de 20 mil quartos em hotéis em Abu Dhabi.

De olho no crescimento do número de turistas brasileiros nos Emirados, o governo de Dubai deverá criar, em São Paulo, um escritório de representação ainda neste ano.

“Visamos estimular não apenas o turismo, alavancado com a abertura recente do vôo direto entre São Paulo e Dubai pela Emirates, mas também os investidores brasileiros por aqui”, revelou, em entrevista à Folha, o diretor do Departamento de Turismo, Marketing e Comércio de Dubai, Hamad Morammed bin Mejren.

27/11/2007 - 06:37h E o turismo cresce, apesar da crise aérea

José Ernesto Marino Neto * – O Estado de S.Paulo


- Segundo previsões do estudo realizado neste ano pelo World Travel & Tourism Council (WTTC), o turismo no Brasil deve crescer 5,3% ao ano nos próximos dez anos, um ponto porcentual acima da média mundial, colocando o País atrás apenas do México no ranking dos países da América Latina.

Nem a crise aérea nem os problemas estruturais apresentados pelo País vão atrapalhar as possibilidades de investimento para 2008. Os grupos SuperClubs e Invest Tur acabam de anunciar investimentos de R$ 1,5 bilhão em megaempreendimentos que colocam, lado a lado, um resort com todos equipamentos de lazer e hotelaria e um condomínio de casas.

A curva ascendente do mercado turístico-imobiliário é um dos temas da XI Brazilian Hospitality Investment Conference, que vai reunir em São Paulo, entre quinta e sexta-feira, 500 executivos de bancos de investimento, fundos de pensão, instituições de crédito imobiliário e especialistas do setor.

O mercado brasileiro está preparado para o desenvolvimento de projetos. Hoje, os financiamentos imobiliários batem recordes de aplicações. Os compradores de segundas e terceiras residências são os melhores clientes: fazem aplicações, seguros e movimentações.

Outros temas que serão discutidos durante a conferência são a evolução da economia brasileira e sua maturidade, como agregar valor no mercado brasileiro e desenvolver projetos de baixo risco, além de condo-resorts, condo-hotéis e complexos de uso misto.

O painel sobre a economia brasileira, por exemplo, vai destacar o que falta para o Brasil conseguir o grau de investimento. Quando se atinge tal grau quer dizer que o risco é muito pequeno. Então, os grandes investidores institucionais começam a aportar recursos. A economia do México deu um salto gigantesco depois que o país conseguiu o Investiment Grade. Em 2008, teremos muito dinheiro chegando ao Brasil para o incremento do consumo e da produção.

O crescimento da modalidade condo-resorts também será tema do evento. Esse novo tipo de empreendimento surge como tendência para o mercado turístico, pois se verifica a crescente preocupação das pessoas com a qualidade de vida e a procura por um local de lazer tranqüilo para desfrutar de sua aposentadoria ou de momentos com a família.

Outra boa novidade será a participação, pela primeira vez no evento, de representantes dos maiores escritórios de advocacia do país. Durante o Meet the Law, eles ficarão à disposição dos participantes para discutir temas como opções de financiamento em operações imobiliárias. Destacamos, ainda, a realização inédita do Find The Money, espaço onde 11 instituições de financiamento e investimento estarão à procura de projetos para aportar recursos. Donos de projetos poderão falar com quem faz diferença, num mesmo lugar.

Como se vê, há bons motivos para esperar que a XI Brazilian Hospitality Investment Conference amplie as possibilidades de grandes negócios e de um profundo debate sobre o mercado turístico-imobiliário brasileiro. E o turismo certamente se beneficiará com os frutos.

* José Ernesto Marino Neto – Presidente da consultoria BSH International

11/05/2007 - 15:17h Marta Suplicy participa de assembléia do WTTC em Lisboa

Marta Suplicy participa da mesa: A Agenda do Crescimento, junto com autoridades de China, Namíbia, Índia, Grécia, Portugal, Jordânia, Montenegro e Estados Unidos.

Da Redação do Portugal Digital – Brasil/Portugal

Brasília – A ministra do Turismo, Marta Suplicy, desembarcou nesta quinta, 10, em Lisboa, para participar da 7ª Assembléia Anual do Conselho Mundial para Turismo e Viagens (WTTC, na sigla em inglês), que se realiza até sábado, 12. O WTTC pretende discutir este ano o desenvolvimento sustentável do setor e, por isso, escolheu como tema central Quebrar barreiras e gerenciar o crescimento. Compõem o WTTC os principais empresários de turismo de todo o mundo, que juntos empregam cerca de 231 milhões de pessoas e produzem mais de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

Marta Suplicy participa da mesa A Agenda do Crescimento, junto com autoridades de China, Namíbia, Índia, Grécia, Portugal, Jordânia, Montenegro e Estados Unidos.

Eduardo Paes, Secrertário de Turismo, esporte e lazer do Estado de Rio de Janeiro; Domingos Leonelli, Secretário de Turismo da Bahia; Bismarck Maia, Secretário de Turismo de Ceará e presidente do Fórum Brasileiro de Secretários e Dirigentes de Turismo e Luciane Leite, Diretora de SPTuris da cidade de São Paulo

Quatro secretários estaduais de Turismo do Brasil participam da viagem a Portugal, a convite da ministra: Bismarck Maia, do Ceará; Eduardo Paes, do Rio de Janeiro; Gilmar Knaesel, de Santa Catarina; e Domingos Leonelli, da Bahia, que também é vice-presidente do Fórum Brasileiro de Secretários e Dirigentes de Turismo.

Numa agenda com eventos marcados até domingo, 13, Marta Suplicy também terá encontros com empresários da indústria hoteleira e aviação civil, com os ministros portugueses do Turismo, Bernardo Trindade, e da Cultura, Maria Isabel Pires de Lima, e com jornalistas.

11/05/2007 - 08:58h Turismo, em plena expansão, emprega 234 milhões de pessoas no mundo

Sultan Bin Salman Bin Abdul Aziz Al-Saud, Ministro de Turismo de Arabia Saúdita e Marta Suplicy

Marta Suplicy e Nahas Angula (dir) Primeiro Ministro de Namibia

A cúpula do turismo mundial iniciou seus trabalhos em Lisboa hoje. O evento organizado pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo reúne delegações de todos os continentes, representantes dos setores empresariais ligados ao turismo e de seus respectivos governos.

 

A delegação brasileira conduzida pela Ministra de Turismo, Marta Suplicy, conta com a participação dos Secretários de Turismo dos Estados de Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina e Ceará; participam também representantes da secretaria de turismo da cidade de São Paulo e a Presidenta de Embratur. O setor hoteleiro e de serviços do Brasil encontra-se também amplamente representado, assim como uma importante delegação do Refugio Ecológico Caiman.

 

Na abertura fez uso da palavra o Primeiro Ministro de Portugal, José Sócrates e o Ministro de Economia e Inovação, Manuel Pinho. Em sua alocução José Sócrates destacou o lugar ocupado pelo turismo no PIB de Portugal (15% do total) e sua importância na geração de empregos totalizando 10% do conjunto da mão de obra do país.

Discurso de José Socrates, Primeiro Ministro de Portugal

Entre os temas em debate a questão da relação entre esta indústria e os problemas da paz, da pobreza e da preservação ambiental.

Hoje a tarde esta prevista a intervenção da Ministra de Turismo do Brasil, a qual teve vários encontros com a imprensa brasileira e internacional e também com grupos empresariais presentes no Brasil e interessados na ampliação deste dinâmico setor da economia brasileira.

4,2% é o crescimento anual de viagens e turismo no mundo